Universidade Sénior de Elvas inicia ano letivo com mais de 500 alunos inscritos

A Universidade Sénior de Elvas deu início ao ano letivo 2026/2027 na manhã da passada quarta-feira, 14 de outubro, com uma cerimónia realizada no Auditório São Mateus. A iniciativa assinalou o arranque de mais um ano de atividades de uma resposta municipal que abrange atualmente mais de 500 inscritos, distribuídos por todo o concelho.

A sessão foi conduzida pelo presidente da Câmara Municipal de Elvas, Rondão Almeida, que, para dar as boas-vindas aos alunos, se fez acompanhar pelo vice-presidente, Nuno Mocinha, pelo vereador Sérgio Ventura e pela chefe da Divisão Sócio-Educativa do município, Maria João Farelo.

Em declarações à Rádio ELVAS, no final da sessão, o autarca destacou a adesão à Universidade Sénior, sublinhando que o Auditório São Mateus se encontrava “completamente cheio, incluindo os corredores”, o que considera demonstrativo da importância desta resposta para a população sénior.

Segundo Rondão Almeida, a disponibilização desta oferta tem sido uma preocupação constante do município, com o objetivo de proporcionar às pessoas mais velhas uma ocupação regular, promovendo simultaneamente o convívio e a participação na comunidade.

“Temos neste momento inscritos na Universidade Sénior mais de 500 alunos”, afirmou o autarca, salientando que a iniciativa chega a todo o concelho, uma vez que todas as freguesias rurais dispõem desta resposta.

Defendendo que as pessoas constituem “o principal património de Elvas”, Rondão Almeida considera que a ação política deve estar orientada para as suas necessidades e para a resolução dos problemas que enfrentam.

No decorrer da sessão, Rondão Almeida deixou também uma palavra de reconhecimento ao corpo docente da Universidade Sénior, destacando o trabalho voluntário desenvolvido pelos professores e a importância do seu contributo para o funcionamento desta resposta municipal.

O presidente da Câmara sublinhou ainda que a Universidade Sénior vai além da componente de aprendizagem, assumindo-se como um espaço de convívio e de troca de experiências entre pessoas com percursos de vida e conhecimentos distintos: “Estamos aqui a falar de pessoas que têm uma grande história de vida e uma grande história de vida leva precisamente a terem uma grande experiência, uns numas áreas, outros noutras, e que tenham a possibilidade de fazer essa troca de experiências”.

A promoção do envelhecimento ativo foi outra das ideias centrais da intervenção, com o autarca a defender a importância de criar condições para que os participantes mantenham uma vida socialmente ativa, continuem a aprender e partilhem os seus conhecimentos com os outros.

Por outro lado, Rondão Almeida destacou o significado especial que a Universidade Sénior assume no conjunto dos projetos desenvolvidos pelo município. “De tantos projetos que ao longo desses 32 anos foram feitos, este será o projeto por excelência em que eu mais me revejo e mais me enche o coração”, rematou.

O início do novo ano letivo reforça o papel da Universidade Sénior de Elvas enquanto espaço de aprendizagem, participação e convívio, promovendo o bem-estar da população mais velha e a partilha de experiências entre gerações e membros da comunidade.

Campo Maior volta a “pintar-se” de rosa com caminhada solidária de luta contra o cancro da mama

No âmbito da iniciativa “Outubro Rosa”, o Município de Campo Maior organiza, na manhã deste sábado, 17 de outubro, uma caminhada de sensibilização para reforçar a importância do diagnóstico precoce e da prevenção do cancro da mama.

A caminhada tem partida marcada para as 10 horas do Jardim Municipal da vila, sendo que todos os participantes tiveram de fazer, previamente, a sua inscrição, adquirindo a já tradicional t-shirt rosa, pelo valor de cinco euros, cujas receitas revertem, na íntegra, em prol da Liga Portuguesa Contra o Cancro.

Aos participantes nesta caminhada de amanhã, é recomendado o uso de calçado confortável e adequado à caminhada.

O “Outubro Rosa”, mais do que uma campanha de sensibilização, procura promover a prevenção, incentivar o diagnóstico precoce, apoiar as mulheres e as suas famílias e contribuir para o avanço da investigação na área do cancro da mama.

Tendo nascido nos Estados Unidos da América, na década de 90, “Outubro Rosa” rapidamente ganhou dimensão internacional e, durante este mês, a cor rosa torna-se símbolo de solidariedade e esperança, homenageando todas as mulheres que enfrentam ou enfrentaram esta doença.