Movimento SIM quer esclarecimentos sobre financiamento para habitação em Campo Maior

O Movimento SIM por Campo Maior vai questionar o executivo municipal sobre as necessidades habitacionais do concelho e a eventual integração de projetos locais no pacote de financiamento de 1.500 milhões de euros anunciado pelo Governo para a área da habitação.

Em nota de imprensa, os vereadores João Muacho e Alexandre Florentino revelam que pretendem esclarecer se o Município respondeu ao levantamento solicitado pelo Governo a todos os municípios do país, que identificou a necessidade de 133 mil habitações para dar resposta às carências existentes.

O movimento quer ainda saber quais as necessidades habitacionais de Campo Maior que foram comunicadas ao Governo e se o projeto da Cooperativa de Habitação, que, segundo o SIM, já se encontra numa fase mais avançada, foi apresentado para poder beneficiar deste financiamento. Caso o projeto não reúna as condições necessárias para integrar o pacote de apoio, os vereadores pretendem perceber se existe a possibilidade de o adaptar, de forma a garantir o acesso às verbas disponibilizadas.

Para o Movimento SIM, a habitação e o emprego são duas condições fundamentais para atrair e fixar jovens e famílias em Campo Maior, contribuindo simultaneamente para o crescimento demográfico e o desenvolvimento económico do concelho.

Na nota, o movimento manifesta preocupação com a necessidade de aproveitar as oportunidades de financiamento disponibilizadas pelo Governo, defendendo que as carências locais devem ser devidamente identificadas, justificadas e apresentadas junto das entidades competentes. O objetivo, sublinha, passa por garantir que Campo Maior possa beneficiar de soluções que contribuam para o seu crescimento e para a melhoria das condições de vida da população.

“Governar é antecipar soluções, não é correr atrás do prejuízo quando as oportunidades já passaram”, afirma o Movimento SIM, defendendo uma atuação preventiva do executivo municipal para que o concelho não perca oportunidades de investimento na habitação.

As questões serão colocadas pelos vereadores João Muacho e Alexandre Florentino na próxima reunião de Câmara.

Câmara de Campo Maior veste a camisola do “Outubro Rosa” pela prevenção do cancro da mama

O presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Luís Rosinha, e os vereadores Paulo Pinheiro e Paula Jangita juntaram-se aos colaboradores do Município e aderiram à campanha “Outubro Rosa”, vestindo a camisola da iniciativa.

“Outubro Rosa” é uma iniciativa da Liga Portuguesa Contra o Cancro, com a finalidade de consciencializar para a prevenção e para importância do diagnóstico precoce do cancro da mama.

O movimento conhecido por “Outubro Rosa” (Pink October) nasceu nos Estados Unidos da América, na década de 90 do século passado, com o intuito de inspirar a mudança e mobilizar a sociedade para a luta contra o cancro da mama. Desde então, por todo o mundo, a cor rosa é utilizada para homenagear as mulheres com cancro da mama, sensibilizar para a prevenção e diagnóstico precoce e apoiar a investigação nesta área.

A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), em representação da EUROPA DONNA (Coligação Europeia Contra o Cancro da Mama) e através do Movimento “Vencer e Viver”, promove a iniciativa “Outubro Rosa” com a finalidade de consciencializar para a prevenção e diagnóstico precoce do cancro da mama, nomeadamente através do Rastreio, e divulgar informação e formas de apoio à mulher e família.

​A Liga Portuguesa Contra o Cancro desafia a comunidade a juntar-se ao movimento “Outubro Rosa”, com o desenvolvimento de iniciativas solidárias durante o mês de outubro, com particular destaque para os dias em que se assinalam três importantes efemérides:  Dia Mundial do Cancro da Mama Metastático (13 de outubro); Dia da Saúde da Mama (15 de outubro); e Dia Nacional de Prevenção do Cancro da Mama (30 de outubro).

Homem detido em Alter do Chão por violência doméstica fica sujeito a pulseira eletrónica

O Comando Territorial de Portalegre da Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve, na passada segunda-feira, dia 12 de outubro, um homem de 62 anos por violência doméstica, no concelho de Alter do Chão.

A detenção foi efetuada pelo Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE), no âmbito de uma investigação que permitiu apurar que o suspeito exercia violência física e psicológica sobre a sua ex-companheira, de 47 anos.

Durante a operação, os militares deram cumprimento a um mandado de detenção, tendo ainda realizado uma busca domiciliária e uma busca não domiciliária, das quais resultou a apreensão de uma arma de detenção proibida.

Após a detenção, o homem foi presente ao Tribunal Judicial de Fronteira, que determinou a aplicação de várias medidas de coação. Entre estas estão o termo de identidade e residência, a proibição de contactar a vítima, direta ou indiretamente, por qualquer meio, e a proibição de se aproximar ou permanecer junto da residência e do local de trabalho da ex-companheira, num raio de 500 metros. Esta última medida será fiscalizada através de meios técnicos de controlo à distância, nomeadamente pulseira eletrónica.

O tribunal determinou ainda a proibição de adquirir ou utilizar armas de qualquer natureza, bem como objetos ou utensílios especificamente aptos a facilitar a atividade criminosa.

A GNR recorda que a violência doméstica é um crime público e que a sua denúncia constitui uma responsabilidade coletiva.