Festival do Crato arranca com grandes expectativas e foco na sustentabilidade

A edição deste ano do Festival do Crato já arrancou com um dia extra de entrada gratuita, prolongando-se até sábado com um cartaz diversificado que inclui nomes como Calum Scott, Sara Correia, Calema, Delfins, Bispo, Slow J e Veigh. O evento, que volta a oferecer espaço de campismo, decorre em simultâneo com a 40.ª edição da Feira de Artesanato.

Para o presidente da Câmara Municipal do Crato, Joaquim Diogo, as expectativas para esta edição mantêm-se elevadas. “Expectativa muito alta sempre, mas, acima de tudo, aquilo que esperamos todos é que as pessoas venham ao Crato para se divertir, para passar momentos bons, num contexto eventualmente do mundo que nos deixa sempre a todos apreensivos. É também uma resposta de uma pequena terra do interior, de um pequeno país, a dizer que se conseguem fazer coisas fantásticas para pessoas maravilhosas”, afirmou o autarca.

Joaquim Diogo destacou ainda as celebrações das quatro décadas da feira e as novidades no recinto: “Vamos ter a Feira de Artesanato na sua quadragésima edição, é uma data redonda, portanto 40 anos de história no Crato. Vamos ter um palco com tudo o que é tradição musical, uma zona de showcooking, artesanato a trabalhar ao vivo e algumas surpresas para reviver estes 40 anos. Temos também uma aposta muito forte num cartaz muito equilibrado e, com grande novidade, a Digital Box, que vai ser inaugurada este ano por uma grande dupla conhecida por todos os jovens no YouTube e noutras plataformas digitais, que são ‘Os Primos’.”

Aposta na Mobilidade e Eco-Responsabilidade

O Festival do Crato reforçou a sua estratégia para se afirmar como um exemplo de sustentabilidade na rota dos grandes eventos de verão. A autarquia renovou as parcerias com a CP e a Rede Expressos para assegurar descontos aos portadores de bilhete, além de disponibilizar nove circuitos de transporte rodoviário em todo o Alto Alentejo.

O presidente da autarquia sublinhou o sucesso destas medidas na edição anterior e o impacto positivo na mudança de hábitos: “Isto permite que os jovens com bilhete para o festival gozem de um desconto nas suas viagens. A nossa rede de transportes no Alto Alentejo cobre quase todo o nosso território e dou nota, com grande satisfação, que num núcleo de venda entre os 65 mil e 70 mil bilhetes do ano anterior, a Rodoviária do Alentejo transportou mais 30 mil passageiros durante os quatro dias. Isto é sinónimo de que as pessoas vão mudando os seus hábitos, seja pela responsabilidade num contexto ecológico, utilizando transportes públicos, seja pela sua segurança.”

Segurança Garantida para os Festivaleiros

Para assegurar a tranquilidade do público durante todo o evento, o município preparou um forte dispositivo de prevenção e socorro. “Montámos também um grande sistema de segurança, sobretudo com a nossa Guarda Nacional Republicana, com a segurança privada, os paramédicos e os nossos bombeiros. Espero que esteja à altura deste evento, como tem estado nos últimos anos, de maneira a que as pessoas venham ao Crato para ser felizes, que é isso que nós queremos”, concluiu Joaquim Diogo.

Com música, artesanato, gastronomia e uma forte aposta no transporte público, o Festival do Crato promete voltar a encerrar o verão em grande no Alto Alentejo.

Castelo de Elvas acolhe iniciativa “À Noite no Património”

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O Castelo de Elvas recebe, no próximo sábado, dia 29 de agosto, às 21h00, mais uma visita integrada na iniciativa “À Noite no Património”, promovida pelo Município de Elvas.

A visita noturna proporciona uma oportunidade diferente para conhecer este emblemático monumento da cidade, descobrir a sua história e apreciar os seus espaços numa atmosfera singular, marcada pela iluminação noturna.

A participação é gratuita, mediante inscrição prévia através do endereço eletrónico mae@cm-elvas.pt.

A iniciativa “À Noite no Património” pretende dar a conhecer e valorizar o património histórico e cultural de Elvas através de visitas realizadas fora do horário habitual.

Jogo instrui crianças do Educ’arte a reciclar

Pese embora se encontrem em período de férias letivas, as crianças que frequentam o Programa de Apoio ao Estudo e Ocupação de Tempos Livres do Município de Arronches não deixam de adquirir conhecimento, ainda que seja de forma mais lúdica do que aquilo que acontece na sala de aula.

Depois de diversas atividades já desenvolvidas no Educ’arte, fruto da colaboração de parceiros de variadas áreas, desta feita foi abordada a importância da reciclagem através da iniciativa ‘O Reciclete Vai à Escola’, da responsabilidade da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo, através de um trabalho de promoção da sustentabilidade e da literacia ambiental na região.

Num jogo dinâmico que teve a temática do ambiente como pano de fundo, foi com grande envolvimento de todo o grupo que as crianças testaram os seus conhecimentos e aprenderam que medidas podem ser adotadas no seu dia-a-dia, uma mensagem que seguramente chegará aos encarregados de educação.

Desta forma, foi cumprido o objetivo desta ação, que passa pela promoção da literacia ambiental desde tenra idade, garantido que as gerações futuras da região crescem com a consciência e as ferramentas necessárias para proteger o nosso património natural, aproximando assim os alunos de conceitos como a economia circular, a preservação dos recursos naturais e a correta gestão de resíduos.

Feira de Artesanato e Gastronomia do Crato celebra 40 anos

A 40.ª edição da Feira de Artesanato e Gastronomia do Crato foi inaugurada, assinalando quatro décadas de valorização do artesanato, da gastronomia, da cultura e da identidade do território. A cerimónia contou com as intervenções de Joaquim Diogo, presidente da Câmara Municipal do Crato, José Manuel Santos, presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, Ricardo Pinheiro, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, Hélder Reis, secretário de Estado do Planeamento e Desenvolvimento Regional, e Pedro Machado, secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços.

A sessão de inauguração teve início com a atuação da Filarmónica do Crato e ficou ainda marcada pela apresentação de uma novidade gastronómica: o gelado de Tecolameco, tradicional doce conventual do Crato, reinterpretado pela Artisani. A proposta permitiu aos visitantes provar uma nova forma de valorizar um dos sabores mais emblemáticos do concelho.

A visita aos expositores de artesanato e aos espaços gastronómicos marcou uma tarde de convívio e celebração de uma feira que, há 40 anos, promove o Crato como território de tradição, talento e inovação. A 40.ª Feira de Artesanato e Gastronomia do Crato está oficialmente inaugurada.

Qualidade e empregabilidade como “trunfos” da Universidade Politécnica de Portalegre na captação de alunos

A Universidade Politécnica de Portalegre (UPP) colocou 446 novos estudantes na primeira fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior (CNAES), registando um crescimento de 21,6% face ao ano letivo anterior. Com 643 vagas disponibilizadas, a instituição alcança uma taxa de colocação de 69,4%, o melhor resultado entre as universidades politécnicas localizadas no interior do país.

Para o reitor da UPP, Luís Loures, os resultados refletem um trabalho continuado de afirmação da instituição e conjugam vários fatores, entre os quais a alteração da designação para Universidade Politécnica de Portalegre (antes Instituto Politécnico de Portalegre) e as mudanças introduzidas no acesso ao Ensino Superior.

“Eu acho que é o resultado do trabalho continuado que temos vindo a fazer ao longo dos últimos anos”, afirma o reitor, que considera que a nova designação “acaba por ter impacto”, a par do aumento do número de estudantes em condições de concorrer ao Ensino Superior na sequência das alterações ao modelo de acesso.

Luís Loures sublinha, contudo, que o crescimento não pode ser dissociado do reconhecimento que a instituição tem vindo a conquistar. “Felizmente, o Politécnico tem vindo, ao longo dos últimos anos, a garantir, efetivamente, esse reconhecimento pela qualidade da formação que apresenta e também por aquilo que é, depois, a resposta do mercado, através da elevada empregabilidade que os nossos estudantes têm”, salienta.

Na opinião do reitor, a transformação institucional contribui também para reforçar a perceção da qualidade da UPP. “É um reconhecimento que vem associado ao mérito, à qualidade, à excelência”, afirma, defendendo que os estudantes passam agora a perceber “de uma forma mais direta e mais cabal” que a Universidade Politécnica de Portalegre pode competir com as restantes instituições nacionais “em termos de qualidade, de taxa de empregabilidade e qualidade da sua formação”.

Melhor resultado entre as instituições do interior

A taxa de colocação de 69,4% coloca a UPP no primeiro lugar entre as universidades politécnicas do interior nesta primeira fase. Luís Loures considera que os números confirmam uma trajetória de crescimento sustentado e de reforço da capacidade da instituição.

“Efetivamente é isso que os números mostram”, afirma o reitor, que defende que o desempenho é consequência de um investimento continuado no aumento da oferta formativa e da capacidade instalada, mas também nas condições proporcionadas aos estudantes. A UPP tem vindo a reforçar as residências universitárias, a oferta de cursos e a qualificação do corpo docente.

No ano letivo de 2026/2027, a instituição disponibilizará 760 camas em residências universitárias, com condições destinadas ao estudo, convívio e bem-estar. A Universidade criou ainda incentivos à excelência e à atração e fixação de talento, incluindo bolsas correspondentes ao valor da propina e apoios ao alojamento para estudantes colocados através do CNAES que tenham escolhido Portalegre como primeira opção e cumpram os critérios de mérito definidos.

Licenciatura em Desporto destaca-se em Elvas

Entre os resultados desta primeira fase, Luís Loures destaca ainda o desempenho da nova licenciatura em Desporto, lecionada na Escola Superior de Biociências de Elvas, que registou a melhor taxa de ocupação entre os cursos da escola.

A criação da formação resultou, segundo o reitor, de uma aposta orientada para as necessidades do território. “Nós fizemos essa aposta porque era uma necessidade da região e obviamente estão aí os resultados”, afirma.

Luís Loures considera que o desempenho da licenciatura confirma a estratégia da instituição de adequar a sua oferta às necessidades regionais. “Nós estamos aqui para responder àquilo que são as necessidades da região”, sublinha, apontando a alteração da designação da escola e a possibilidade de criação de nova oferta formativa como parte do caminho que a Universidade pretende continuar a percorrer.

199 vagas ainda disponíveis na segunda fase

Depois da primeira fase do CNAES, permanecem 199 vagas disponíveis para a segunda fase, distribuídas por diferentes áreas de formação das quatro escolas da Universidade. A estas colocações vão juntar-se os estudantes admitidos através de concursos especiais e do concurso para estudantes internacionais, bem como os novos estudantes de CTeSP, pós-graduações, mestrados e doutoramentos, cujos processos de ingresso ainda decorrem.

O reitor mostra-se confiante quanto à evolução da procura. “Mesmo que nós não tivéssemos nenhum candidato nas fases seguintes, o que não vai acontecer seguramente, nós já temos a quase totalidade das vagas preenchidas através dos outros regimes”, afirma.

Luís Loures explica que, em alguns cursos, a existência de vagas na segunda fase resulta sobretudo das regras de acesso, uma vez que “a maior parte” da oferta formativa da UPP “está com taxas de ocupação já de 100%”.

O responsável destaca ainda a procura registada através de outros regimes de acesso: “Eu posso dizer que há regimes onde nós já temos mais de 300 alunos à espera de ter uma vaga.”

A avaliação da capacidade de atração da instituição deve, por isso, ser feita considerando o conjunto dos diferentes mecanismos de ingresso e não apenas os resultados da primeira fase do concurso nacional. “O que interessa verdadeiramente às instituições são a sua taxa de ocupação de vagas passadas todas as fases de candidatura”, sublinha.

UPP prevê mais de mil novos estudantes pelo sétimo ano consecutivo

No conjunto dos diferentes regimes de acesso, a Universidade Politécnica de Portalegre deverá integrar mais de mil novos estudantes pelo sétimo ano consecutivo. Luís Loures estima que o número possa atingir entre 1.200 e 1.300 novos alunos no novo ano letivo.

“É efetivamente um fator muito positivo para a região”, considera o reitor, salientando que uma parte significativa dos estudantes é proveniente de fora do território.

“Mais uma vez aqui a Universidade Politécnica demonstra a sua capacidade de atrair jovens para a região e isso é algo que nos interessa a nós, mas que deve ser devidamente valorizado pelo ecossistema”, defende.

Os resultados da primeira fase do CNAES surgem assim num momento de mudança institucional para a UPP, que inicia esta nova etapa com um crescimento expressivo da procura e da colocação de estudantes. Para a instituição, os números reforçam a capacidade do ensino superior público no interior para atrair estudantes e talento, gerar conhecimento e contribuir para a coesão e o desenvolvimento do país.

Padre Ricardo Lameira: as razões para o fim da procissão de regresso dos Pendões à Sé de Elvas no São Mateus

As festas em honra do Senhor Jesus da Piedade e a tradicional Romaria de São Mateus encerram este ano com uma alteração à tradição: não haverá a habitual procissão de regresso dos pendões à antiga Sé de Elvas.

A decisão é explicada pelo reitor do Santuário do Senhor Jesus da Piedade, padre Ricardo Lameira, que considera necessário recuperar o sentido histórico desta manifestação religiosa. “O pendão não estava no Santuário o ano inteiro. O pendão só vinha para a festa. E no final, a Confraria é que o ia buscar à Câmara e ia levá-lo à Câmara. Isto é que é o sentido da procissão dos pendões”, explica.

“Se o pendão fica no Santuário, não tem sentido irmos levá-lo para depois o trazermos”, diz o sacerdote. Em alternativa, defende o regresso a uma tradição anterior, com três voltas à igreja no final da procissão, seguindo-se a celebração da Eucaristia de Ação de Graças.

A alteração surge também num contexto de reflexão sobre a própria organização das festas. Ricardo Lameira admite que existem aspetos discutíveis, mas considera que é necessário distinguir aquilo que é tradição da simples repetição de hábitos.

“Hoje é muito difícil fechar-se uma festa às cinco da tarde”, afirma, lembrando o impacto do encerramento antecipado do evento para os feirantes. O pároco questiona ainda o sentido de se realizar uma procissão de forma apressada e com um número muito reduzido de fiéis: “Era a confraria, a banda filarmónica, o padre… e, diria eu, que íamos todos porque éramos obrigados. E a correr. Isto tem algum sentido?”.

Para Ricardo Lameira, as tradições devem ser preservadas pelo seu significado. “Os hábitos e as tradições não se perdem quando nós não as deixarmos perder”, afirma, acrescentando que “as tradições só têm sentido se assentarem na tradição maior”.

O reitor do Santuário garante que a decisão não foi tomada de forma repentina. Diz ter ouvido várias pessoas ao longo dos sete anos em que está à frente do Santuário e que a decisão foi tomada “em consciência”, depois de um processo de escuta e reflexão.

O padre Ricardo Lameira apela ainda a uma reflexão conjunta sobre a organização das festas e dá como exemplo a alteração do nome do Parque da Fé para Parque da Solidariedade. Segundo explica, a mudança pretende valorizar o caráter solidário daquele espaço e evitar que lugares destinados aos comerciantes sejam ocupados pela própria Confraria.

“Tem sido necessário batalhar muito e cortar muitos hábitos”, afirma o sacerdote, defendendo que é possível avançar com mudanças sem perder a identidade das festas.

Ricardo Lameira deixa, por fim, um apelo ao diálogo e à preparação atempada das mudanças: “Se nós disséssemos as coisas com tempo, não haveria problemas porque íamos percebendo.” E, perante as alterações em curso, deixa uma mensagem de união: “Vamos para a frente de mãos dadas.”

Desta vez, as festas em honra do Senhor Jesus da Piedade e a romaria de São Mateus arrancam a 18 de setembro e terminam no dia 27. A organização das festas e da feira está a cargo da Confraria do Senhor Jesus da Piedade, com a Câmara Municipal de Elvas a promover a Expo São Mateus, com diversos espetáculos e uma mostra de atividades económicas, além de áreas destinadas à gastronomia, venda de produtos regionais e instituições.

Depois das Festas do Povo, Ensemble Milhões regressa aos palcos em Elvas

Foto: Ensemble Milhões (Instagram)

Depois de uma atuação especial nas Festas do Povo de Campo Maior, a 8 de agosto, o grupo Ensemble Milhões volta a subir ao palco, já no próximo sábado, para atuar nas Festas da Boa-Fé, em Elvas.

Com origem em Campo Maior, o projeto reúne atualmente quatro músicos: os campomaiorenses João Batuca e João Alcaravela e os elvenses Diogo Rêgo e Afonso Abrantes. O grupo poderá, contudo, vir a crescer no futuro com a integração do baterista João Carriço, que participou no espetáculo das Festas do Povo e que voltará a juntar-se à banda nas Festas da Boa-Fé.

João Batuca destaca a experiência positiva de trabalhar com o músico e admite a possibilidade de uma integração definitiva. “Nós gostámos muito de trabalhar com o João. O João teve uma participação, no nosso entender, muito positiva”, afirma, acrescentando que o baterista “também irá participar” no concerto de Elvas.

Para João Batuca, João Carriço “é um excelente músico” e um “baterista extraordinário”, cuja participação em Campo Maior fez “a diferença”.

O Ensemble Milhões dedica-se à reinvenção de temas conhecidos, com particular enfoque no repertório tradicional português, cruzando sonoridades clássicas com novas interpretações.

João Alcaravela recorda que o projeto nasceu de forma espontânea, a partir de um convite de João Batuca para juntar alguns amigos e experimentar novas sonoridades. “Começámos a fazer umas brincadeiras com o Cante Alentejano, gravámos umas coisas” e, a partir daí, foram surgindo propostas e oportunidades para atuar. “Vimos que isto resultava e que isto era um projeto que devia seguir para a frente”, recorda.

Agora, o objetivo passa por consolidar o projeto e continuar a crescer, mas sem precipitar etapas. João Batuca sublinha que a banda prefere avançar de forma segura e consistente, mantendo a identidade que considera estar na base do Ensemble Milhões. “Gostamos mais de dar um passo com segurança, mesmo que seja um passo de bebé, do que um passo de elefante mal dado”, explica.

A consistência e a segurança do projeto são, por isso, prioridades para o grupo, que pretende continuar a evoluir sem perder a dinâmica de amizade que une os quatro elementos. “Talvez o que mais o caracteriza, mais do que qualquer outro tipo de repertório que nós possamos cantar, é a amizade que temos todos uns com os outros”, afirma João Batuca.

Depois da passagem pelas Festas do Povo, o Ensemble Milhões prepara-se para levar a sua sonoridade até Elvas, num concerto integrado nas Festas da Boa-Fé, dando continuidade a um projeto musical que procura cruzar tradição, criatividade e novas abordagens à música portuguesa.

Próximo sorteio do Euromilhões com “jackpot” de 69 milhões de euros

Nenhum apostador acertou na chave vencedora do sorteio do Euromilhões desta terça-feira, 25 de agosto, pelo que o “jackpot” em jogo na próxima sexta-feira, dia 28, será de 69 milhões de euros.

O segundo prémio, no valor de 505.933,64 euros, contemplou um único apostador no estrangeiro, enquanto o terceiro, de 59.122,51 euros, foi conquistado por dois jogadores, ambos com aposta registada fora de Portugal.

Um apostador português, a par de outros 20 no estrangeiro, arrecadou 1.753,82 euros referentes ao quarto prémio.

A chave vencedora do sorteio desta terça-feira era composta pelos números 8, 16, 30, 47 e 48, e pelas estrelas 4 e 9.

A informação apresentada não dispensa a consulta dos resultados oficiais no portal dos Jogos Santa Casa.