Vasta oferta de petiscos, muita animação e mais associações no regresso do Festival “Fora da Casca” ao Alandroal

O Castelo de Alandroal volta a ser palco do Festival “Fora da Casca”, entre sexta-feira e domingo, de 3 a 5 de julho, numa iniciativa promovida pela Câmara Municipal, que volta a apostar na valorização dos produtos locais, da gastronomia tradicional e do convívio entre residentes e visitantes.

Ao longo de três dias, o certame terá como protagonistas o caracol, a caracoleta e o lagostim, que poderão ser degustados nas várias tasquinhas dinamizadas pelas associações do concelho.

Além da componente gastronómica, o evento contará com um programa diversificado de animação musical, insufláveis para os mais novos e atividades para toda a família, reforçando a aposta num ambiente de lazer e convívio no cenário histórico do Castelo de Alandroal.

O presidente da Câmara Municipal de Alandroal, João Grilo, destaca que o Festival “Fora da Casca” é já um evento profundamente enraizado na comunidade. “É um evento consolidado, é um evento que envolve muito a comunidade local e as instituições locais. Portanto, é um evento também com um ambiente muito descontraído, para que as pessoas passem um fim de semana diferente. Acredito que vamos continuar nesse registo e que vai ser mais um festival muito interessante”, afirma.

O autarca adianta que a edição deste ano traz algumas novidades, nomeadamente a instalação de um ecrã gigante para acompanhar os jogos do Mundial de Futebol, que decorrem durante o fim de semana do festival. “Vamos manter a animação, vamos ter ecrã gigante para os Jogos do Mundial, que coincide com os dois dias, três noites do festival. Portanto, há muitos motivos para, mais uma vez, as pessoas virem até ao Alandroal e ao Castelo para participar neste festival”, diz João Grilo.

O presidente da Câmara de Alandroal sublinha ainda o papel determinante do movimento associativo na organização do evento: “temos vários eventos em que as associações têm um papel muito importante, mas neste é praticamente exclusivo, ou seja, quase toda a oferta que vamos ter de petiscos – e vai ser muita – é um trabalho que depende exclusivamente delas e estamos muito gratos por isso também”. Desta feita, adianta João Grilo, participam na iniciativa nove associações, mais uma face à edição de 2025 do evento.

Ao longo dos últimos anos, o Festival “Fora da Casca” tem-se afirmado como um dos principais eventos de verão do concelho, conjugando gastronomia, música, cultura e tradição, contribuindo para a dinamização turística e económica de Alandroal.

O programa de animação do evento arranca na sexta-feira às 19h00, com a atuação da Banda do Centro Cultural de Alandroal, seguindo-se o concerto dos “Alentons”, às 22h00, e a atuação do DJ Rastilho à meia-noite.

No sábado, 4 de julho, a animação começa às 19h30 com “Os Caprichosos”. Às 22h00 sobe ao palco a banda “Putos do Rock”, terminando a noite com o DJ Madeira.

O último dia do festival, domingo, 5 de julho, inclui animação com a “Zuluband”, às 18h30, encerrando com o espetáculo “Recordar é Viver”, protagonizado por CC & Liaça, às 20h00.

14.º aniversário da Loja e Lavandaria Social de Campo Maior celebrado com convívio

A Loja Social de Campo Maior assinalou, na manhã da passada segunda-feira, 30 de junho, o seu 14º aniversário com um convívio.

A celebração contou com animação proporcionada pelo Coro da Academia Sénior da CURPI e, como é tradição, não faltou o bolo de aniversário para assinalar a data.

O momento contou ainda com a presença do presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Luís Rosinha, bem como de representantes dos vários parceiros do projeto e dos restantes órgãos autárquicos do concelho.

Entre precisão e adrenalina: Elvas recebe prova da Taça de Portugal de Paraquedismo

O Estádio de Atletismo de Elvas é palco, este fim de semana, dias 4 e 5 de julho, de uma prova de precisão de aterragem a contar para a 27ª edição da Taça de Portugal de Paraquedismo.

A competição, que está de regresso a Elvas, promete reunir atletas, militares e amantes da modalidade num espetáculo que volta a colorir os céus da cidade.

Em competição, revela o presidente da Associação de Paraquedistas do Alto Alentejo, Carlos Dores, vão estar “entre 25 a 30 atletas de vários partes do país”, nesta que é “a primeira prova da Taça de Portugal deste ano”. “Vamos ver se conseguimos manter o mesmo nível de outros anos”, acrescenta o responsável, que adianta que o evento é promovido em parceria com o Pára-Clube Nacional “Os Boinas Verdes” e a Federação Portuguesa de Paraquedismo.

No sábado, a cerimónia de abertura está prevista para entre as 9h e as 9h30, sendo que os atletas terão de se deslocar até Talavera la Real, de onde parte o avião, de onde, já em Elvas, os paraquedistas terão de saltar.

Todos os saltos, adianta Carlos Dores, “são feitos em paraquedismo manual”. “O salto é feito de uma determinada altitude, que depende também das condições atmosféricas que possam estar. Depois eles têm um alvo no meio do estádio de atletismo e a intenção é que, quer individualmente, quer por equipas, os atletas cheguem o mais ao centro possível do alvo”, explica ainda o presidente da Associação de Paraquedistas do Alto Alentejo.

No sábado, as provas decorrem até às 16h e, no domingo, entre as 9h e o meio-dia. Com entrada livre, o evento está aberto ao público em geral, sendo uma oportunidade para famílias, entusiastas do desporto e curiosos assistirem de perto a um espetáculo único, marcado pela perícia técnica e pela adrenalina das aterragens.

Colaboram com a organização da prova a Câmara Municipal de Elvas, a Delta Cafés e as Juntas de Freguesia da Assunção, São Pedro e Alcáçova e Alandroal.

Sob o lema “Desafia a Gravidade, Vive a História”, a iniciativa alia o desporto à promoção do património histórico de Elvas, proporcionando um fim de semana de competição e animação para residentes e visitantes.

Muito mais do que férias: mais de 70 jovens de Campo Maior dedicam verão à comunidade

74 jovens de Campo Maior vão dedicar parte das suas férias de verão ao cuidado de crianças e idosos, através do “Movimento de Cidadania Jovem”, uma iniciativa do CLDS 5G Campo Maior, que pretende promover o contacto com as instituições locais e incentivar o desenvolvimento pessoal e social dos participantes.

A sessão de acolhimento decorreu na manhã de segunda-feira, 29 de junho, nas instalações da Comissão Unitária de Reformados e Pensionistas (CURPI) de Campo Maior, onde os jovens conheceram o funcionamento do projeto, os seus direitos e deveres, bem como a importância da cidadania ativa, da responsabilidade social e do compromisso com a comunidade.

Em declarações à Rádio Campo Maior, a coordenadora do CLDS 5G Campo Maior, Maria Manuel Valentim, explica que esta iniciativa surgiu, há uns anos a esta parte, para responder à ausência de respostas de ocupação para os jovens com mais de 12 anos no concelho. “Os jovens em Campo Maior, a partir dos 13 anos, não têm resposta. O ATL é até aos 12 anos e, por isso, decidimos, já desde 2013, desenvolver este Movimento de Cidadania Jovem para que possam estar ocupados durante os meses de julho e agosto”, recorda.

Segundo a responsável, o projeto, que arranca esta quarta-feira, 1 de julho, permite aos participantes conhecer de perto o trabalho desenvolvido pelas várias instituições do concelho, ao mesmo tempo que prestam apoio às equipas técnicas e aos utentes. “É uma mais-valia para ambas as partes. Os jovens estão ocupados, ajudam as instituições e ficam a conhecer o trabalho que é desenvolvido em cada uma delas, o que até pode ajudá-los a perceber os seus interesses para o futuro profissional”, sublinha.

Os jovens são distribuídos por diferentes entidades parceiras, entre as quais o Município, a Santa Casa da Misericórdia, a Casa do Povo e o Centro de Talentos Alice Nabeiro. Ao longo do programa, os participantes poderão colaborar com idosos, crianças em creche, berçário, ATL e com os “Clubes de Verão”, escolhendo livremente as instituições onde pretendem desenvolver a atividade, bem como os horários e o período de permanência em cada uma delas.

Maria Manuel Valentim destaca ainda que essa autonomia implica também um elevado sentido de responsabilidade. “Eles decidem para onde querem ir, quando querem ir e o horário que querem fazer. O que pedimos é compromisso. Se assumem que vão para uma entidade, têm de cumprir os horários e os dias acordados, porque há uma instituição à espera deles”, afirma.

Além de colaborarem nas atividades já existentes, os jovens podem apresentar propostas de dinamização dirigidas às crianças ou aos idosos, desde que sejam aprovadas pelas entidades de acolhimento.

O “Movimento de Cidadania Jovem” prolonga-se até ao final de agosto, proporcionando aos participantes uma experiência de cidadania, aprendizagem e crescimento pessoal, enquanto reforça a ligação entre os jovens e a comunidade de Campo Maior.