O Município e o Ginásio Sénior de Elvas promovem, a 31 de julho, a 10.ª Caminhada Noturna, uma iniciativa que alia a prática de atividade física ao convívio entre participantes, num ambiente descontraído e saudável.
A concentração está marcada para as 21h00, na Praça da República, onde terá início o percurso. A caminhada é aberta à participação da comunidade, proporcionando uma oportunidade para desfrutar das noites de verão e descobrir a cidade de uma forma diferente, incentivando simultaneamente hábitos de vida ativos e a prática regular de exercício físico.
As inscrições podem ser efetuadas no Posto de Turismo de Elvas ou através do telefone 268 639 740. A organização recomenda que os participantes levem colete sinalizador, roupa desportiva e uma lanterna, garantindo assim melhores condições de segurança durante todo o percurso.
Com esta iniciativa, o Município de Elvas reforça a aposta na promoção da saúde, do bem-estar e da participação da população em atividades que incentivam estilos de vida saudáveis e o convívio entre gerações.
O Aqueduto da Amoreira, um dos mais emblemáticos monumentos de Elvas e Património Mundial da UNESCO, está a ser alvo de uma importante intervenção de conservação e valorização, promovida pela Câmara Municipal de Elvas, com o objetivo de garantir a preservação deste ex-líbris da cidade para as gerações futuras.
A empreitada contempla trabalhos de limpeza, consolidação e recuperação de diferentes zonas da estrutura, incidindo na reparação de elementos degradados, tratamento de patologias existentes e melhoria das condições de conservação do monumento. A intervenção está a ser desenvolvida com o devido acompanhamento técnico, respeitando as características históricas e patrimoniais do Aqueduto da Amoreira, construído no século XVI e considerado uma das maiores obras de engenharia hidráulica da época.
Com esta obra, o Município de Elvas reforça o seu compromisso com a preservação do património classificado, assegurando a valorização de um dos principais símbolos da cidade e um dos monumentos mais visitados do concelho. A intervenção permitirá prolongar a vida útil desta estrutura monumental, contribuindo igualmente para a promoção turística de Elvas e para a salvaguarda de um bem de excecional valor histórico, arquitetónico e cultural.
O arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho, anunciou esta quarta-feira, 22 de julho, em comunicado, as nomeações de párocos, diáconos e responsáveis por estruturas pastorais e casas de formação para o Ano Pastoral 2026/2027.
No caso do concelho de Campo Maior, há apenas a registar a chegada do diácono Manuel Rubio Godinho, “enviado a exercer o seu ministério diaconal” nas paróquias confiadas aos cuidados do padre Rodrigo de Sousa Oliveira e do cónego Francisco Pimenta Alves Bento.
A Câmara Municipal de Arraiolos foi distinguida com os galardões “Município Amigo do Desporto” e “Autarquia Solidária”, no âmbito do projeto “Cidade Social”, que reconhece anualmente o trabalho desenvolvido pelos municípios nas áreas do desporto e da ação social.
As distinções visam valorizar boas práticas implementadas ao longo do ano, refletindo o impacto das políticas públicas municipais na promoção da coesão social, do bem-estar e da atividade física.
A vereadora da Câmara Municipal de Arraiolos, Ana Tomaz, destacou que estes reconhecimentos têm um efeito positivo na dinâmica das equipas e na melhoria contínua das respostas municipais. “Este reconhecimento é sempre interessante, mantém as equipas motivadas e acaba por incentivar a construção de novas práticas e o desenvolvimento de novas ideias”, referiu.
A autarca sublinhou ainda a importância da partilha de experiências entre municípios como fator de inovação na intervenção local. “A partilha e as conversas com outros municípios permitem-nos ter novas ideias e conseguir implementar novos projetos”, acrescentou.
Neste contexto, o município vai avançar com um novo projeto na área da saúde, o “Diabetes em Movimento”, que terá início em outubro e pretende reforçar a resposta de proximidade a uma condição de saúde específica, promovendo a atividade física e o acompanhamento adequado dos participantes. “Surge aqui a oportunidade de abraçar mais um projeto, o Diabetes em Movimento, que começará a funcionar em outubro. Será mais uma vertente de apoio a uma condição específica de saúde”, explicou.
A vereadora reforçou ainda a estratégia do município em continuar a desenvolver iniciativas orientadas para o bem-estar da população, através de projetos sociais, desportivos e de promoção da saúde. “Temos sempre o objetivo de dinamizar mais projetos e contribuir para o bem-estar da nossa população”, concluiu.
As distinções agora atribuídas reforçam o reconhecimento do trabalho desenvolvido pela autarquia e consolidam o posicionamento de Arraiolos como um município ativo na promoção de políticas sociais e desportivas.
O deputado do Partido Socialista eleito por Portalegre, Luís Moreira Testa, questionou a Ministra da Saúde sobre o fracasso do concurso nacional de colocação de médicos na Unidade Local de Saúde do Alto Alentejo (ULSAALE), onde a esmagadora maioria das 41 vagas ficou por preencher. O cenário é particularmente grave nos Cuidados de Saúde Primários, onde apenas duas das 16 vagas de Medicina Geral e Familiar foram ocupadas, ficando totalmente desertas as vagas para concelhos como Alter do Chão, Avis, Castelo de Vide e Ponte de Sor/Montargil. A falha no recrutamento também se estendeu ao nível hospitalar, obrigando à abertura de procedimentos de urgência para especialidades fundamentais.
A situação evidencia a ineficácia dos atuais incentivos à fixação de médicos no interior, insuficientes mesmo com os apoios adicionais à habitação e de atratividade promovidos pelos municípios locais. Perante este panorama, Luís Moreira Testa exige saber que soluções imediatas e novas medidas pretende o Ministério da Saúde implementar para tornar a região atrativa e assegurar o funcionamento dos serviços essenciais e o direito à saúde de milhares de utentes. “Os habitantes do Alto Alentejo têm de ter uma resposta do Estado, que tem a obrigação de fixar profissionais de saúde numa região que enfrenta desafios acrescidos de interioridade”, defende o parlamentar, apelando a medidas céleres e eficazes.
A associação juvenil Arkus pretende ver a Ronca homenageada em Elvas, numa iniciativa que visa reforçar a divulgação daquele instrumento tradicional e valorizar um dos símbolos da identidade cultural do concelho.
A proposta foi apresentada por Carlos Beirão, presidente da direção da Arkus, durante as comemorações do último aniversário da associação. Segundo o responsável, a ideia passa por aproveitar uma das rotundas da cidade para promover um instrumento que considera “sui generis” a nível nacional e uma mais-valia para Elvas.
A localização sugerida é a rotunda junto ao Coliseu Comendador Rondão Almeida, por se tratar de uma das principais entradas da cidade. Carlos Beirão defende a instalação de várias roncas, em vez de uma peça de grandes dimensões, por questões de visibilidade rodoviária, criando uma homenagem ao instrumento e ao trabalho desenvolvido pelo Grupo Roncas d’Elvas da Arkus na sua promoção. “O Grupo de Roncas tem divulgado muitíssimo esse instrumento e acaba por ser também uma forma de reconhecer esse mérito e esse instrumento que identifica a nossa cidade”, afirma.
Além da valorização patrimonial, o dirigente acredita que a iniciativa poderá contribuir para um objetivo mais ambicioso: a candidatura do Natal de Elvas a Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO. “A ideia é candidatar o Natal de Elvas com a Ronca incluída”, explica Carlos Beirão, acrescentando que estão a ser avaliadas diferentes formas de estruturar a candidatura.
A associação tem mantido contactos com a Câmara Municipal de Elvas para desenvolver este processo, sendo que o presidente da Arkus reconhece que se trata de um objetivo a longo prazo. “Vai demorar, mas com o tempo vai lá, lá chegaremos”, assegura.
O presidente da Arkus destaca ainda o trabalho contínuo de divulgação da Ronca junto de visitantes. A associação integra frequentemente demonstrações do instrumento em visitas teatralizadas e eventos para grupos organizados, chegando mesmo a oferecer roncas aos participantes como forma de promover esta tradição.
O tradicional membranofone de fricção, de acordo com Carlos Beirão, desperta a curiosidade de quem o conhece pelo som característico e pela forma como é tocado. Para o presidente da Arkus, esta divulgação contribui para reforçar o reconhecimento de um instrumento que considera inseparável da identidade cultural de Elvas e das celebrações natalícias da cidade.
Onze anos depois da última edição das Festas do Povo, Diana Rabaça voltou a assumir, juntamente com as amigas e vizinhas Eunice Vieira e Margarida Orelhas, a responsabilidade de liderar o grupo que está a dar vida ao primeiro troço da Rua de Badajoz, em Campo Maior. Entre flores de papel, serões de trabalho e uma promessa feita às filhas há mais de uma década, o trio prepara uma decoração que promete surpreender os visitantes.
Às três cabeças de rua juntam-se familiares e amigos, que ajudam no delicado trabalho de transformar papel em milhares de flores, mantendo viva uma tradição que continua a ser feita sobretudo durante os serões ou, quando o tempo escasseia, em casa.
De acordo com Diana Rabaça, esta é já a terceira vez que as três assumem a liderança do troço, depois de terem recebido o testemunho de uma antiga vizinha. “A cabeça de rua era a nossa vizinha Ana, em edições mais antigas. Depois, nas últimas duas edições, passou-nos o testemunho. Como éramos novas aqui na rua, casámo-nos e viemos para aqui viver, passou-nos essa responsabilidade. Teve de ser, ou sim ou sim. Aqui não há hipótese”, refere, entre sorrisos.
Falta de material atrasou o arranque dos trabalhos
Os trabalhos arrancaram apenas em abril, apesar da intenção inicial de começarem em janeiro. A falta de material acabou por atrasar o processo, obrigando o grupo a interromper, por diversas vezes, a produção das flores.
“Supostamente era para começarmos em janeiro, mas não havia material suficiente. Acabámos por começar em abril. Depois voltou a faltar material e tivemos de parar outra vez”, refere Diana, que lembra ainda a dificuldade em conciliar a vida pessoal e profissional com este trabalho de dedicação às flores de papel. “As três trabalhamos, temos horários complicados e nem sempre é fácil acompanhar o ritmo. Muitas vezes só conseguimos trabalhar à noite, depois de chegarmos a casa”, assegura.
Uma promessa feita às filhas há 11 anos
O tema escolhido para a decoração continua em absoluto segredo, como manda a tradição. No entanto, as três responsáveis revelam que a inspiração nasceu há precisamente 11 anos, por iniciativa das filhas de duas das cabeças de rua.
“A escolha do tema foi culpa das nossas filhas, a Leonor e a Catarina. Na última edição perguntaram-nos por que nunca tinha existido uma rua dedicada a este tema. Prometemos-lhes que, quando houvesse novas festas, seria esse o tema escolhido. E estamos agora a cumprir essa promessa.”
Um sonho adiado pela pandemia
Na verdade, o projeto estava praticamente concluído desde a última edição. Com o cancelamento das festas durante a pandemia de Covid-19, o plano acabou por ficar guardado durante mais de uma década. “Quando terminaram as últimas festas, nós já tínhamos o projeto desta edição pensado. Já estava feito, com desenhos e tudo. Era para avançar na edição que acabou por não acontecer por causa da pandemia. Fizemos apenas algumas alterações, mas o tema manteve-se. Na altura elas eram muito pequeninas, mas foram elas que escolheram”, relatam.
Além da dedicação de meses de trabalho, há um significado especial associado à decoração deste ano: proporcionar às filhas a oportunidade de viverem plenamente as Festas do Povo, agora já adolescentes e capazes de compreender toda a essência da tradição.
“A nossa rua é sempre a mais bonita porque é nossa”
Convictas de que a Rua de Badajoz será uma das grandes atrações desta edição, as três responsáveis não escondem o orgulho no trabalho realizado. “A nossa rua é sempre a mais bonita porque é nossa. É onde está o nosso suor, o nosso trabalho, a nossa dedicação.” E acrescentam, entre risos: “Este ano esmerámo-nos ainda mais. Talvez por termos menos tempo, acabámos por nos dedicar ainda mais. Tem um sabor especial porque é a concretização de um desejo das nossas filhas. Elas mal se lembram da última edição e este ano vão viver verdadeiramente as festas. É também uma passagem de testemunho”, rematam.
Morreu Luís Represas aos 69 anos, vítima de doença prolongada. A informação foi avançada na manhã desta quarta-feira, 22 de julho, pela agência Sons em Trânsito.
O cantor e compositor, a par do seu trajeto a solo, era conhecido pela sua carreira com os Trovante, que tinham voltado aos palcos recentemente e que tinham em “125 azul”, “Perdidamente” e “Timor” alguns dos seus temas mais conhecidos.
Luís Represas tinha espetáculos de celebração de 50 anos de carreira agendados para abril de 2027 nos coliseus de Lisboa e Porto.
Em 2005, o artista foi distinguido com a Ordem de Mérito – Grau de Comendador pelo Estado Português. Atualmente, Represas apresentava, na CMTV, o programa “Língua Mãe”, de divulgação da música portuguesa.
No ano passado, Luís Represas esteve em Elvas, juntamente com Marisa Liz, integrando o espetáculo comemorativo do 13º aniversário da classificação da cidade como Património Mundial da Humanidade (ver aqui).
Não houve totalistas no sorteio do Euromilhões desta terça-feira, 21 de julho, sendo que na sexta-feira, dia 24, estará em jogo um jackpot de 70 milhões de euros.
O segundo prémio, de 250.104,36 euros, saiu a três apostadores, um deles em Portugal. O terceiro, de 58.453,51 euros, foi conquistado por dois jogadores com aposta registada no estrangeiro.
A chave vencedora do sorteio de ontem era composta pelos números 2, 3, 8, 28 e 39 e as estrelas 2 e 11.
Um sismo de magnitude 3,6 na escala de Richter foi registado na madrugada desta quarta-feira, 22 de julho, em Évora, tendo sido sentido, em vários pontos da região Alentejo, incluindo nos distritos de Portalegre e Beja.
De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o abalo teve epicentro cerca de 10 quilómetros a sul-sudeste de Évora e foi registado às 01h22 pelas estações da Rede Sísmica do Continente.
O sismo, que não provocou danos pessoais ou materiais, “foi sentido com intensidade máxima III (escala de Mercalli modificada) no concelho de Évora”.
Uma intensidade III significa que o sismo é percetível sobretudo no interior dos edifícios, podendo fazer oscilar objetos suspensos e provocar uma vibração semelhante à causada pela passagem de veículos pesados.
Na escala de Richter, um sismo de magnitude 3,6 é classificado como pequeno.