Poupança no supermercado: planeamento e organização são a chave para gastar menos, diz a DECO

Gastar menos nas compras de supermercado é possível através da adoção de comportamentos estratégicos de consumo. A DECO sublinha que o primeiro passo deve ser a organização doméstica, através da elaboração de um plano semanal de refeições que reaproveite sobras e priorize os alimentos com prazos de validade mais próximos. Ao planear as compras, é fundamental envolver toda a família na criação de uma lista detalhada, idealmente com uma estimativa de preços, para evitar gastos impulsivos e garantir que o orçamento definido não é ultrapassado.

No momento de ir à loja, existem cuidados práticos que fazem a diferença na fatura final: evitar ir às compras com fome ou acompanhado por crianças, levar sacos reutilizáveis e analisar os folhetos promocionais com espírito crítico. A DECO recomenda ainda a comparação sistemática dos preços por unidade de medida (quilo ou litro) e a consideração de marcas próprias, que equilibram preço e qualidade. Estar atento aos produtos com descontos por fim de validade pode gerar poupanças superiores a 50%, desde que o consumo seja imediato e o produto realmente necessário.

Tudo para saber sobre o assunto na edição desta semana da rubrica da DECO, com Helena Guerra, do Gabinete de Inovação e Projetos da Associação para a Defesa do Consumidor. Para ouvir no podcast abaixo:

Aqueduto da Amoreira inspira livro criado por crianças de Elvas e lançado pela Cruz Vermelha

“Diário da Nossa História”: assim se chama a obra que resulta de um trabalho desenvolvido em diferentes escolas de 1º ciclo do concelho de Elvas, ao longo deste ano letivo, através do programa CLDS (Contrato Local de Desenvolvimento Social) 5G, e lançado na manhã desta sexta-feira, 8 de maio, em Dia Mundial da Cruz Vermelha.

A obra foi apresentada nas instalações do Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha Portuguesa, entidade promotora do CLDS, na presença dos seus pequenos autores, do vice-presidente da Câmara Municipal de Elvas, Nuno Mocinha, mas também dos diferentes parceiros do projeto.

Em “Diário da Nossa História” cruzam-se temas como o empreendedorismo, a inovação e a criatividade com a própria história de Elvas, com especial destaque para o Aqueduto da Amoreira.

“Este foi um desafio que lançámos aos agrupamentos de escolas e que foi muito bem respondido por parte dos miúdos e de todo o corpo docente”, começa por dizer Isabel Mascarenhas, diretora do Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha, que adianta que, ultrapassados os receios iniciais, que “fazem parte do processo de inovação e de empreendedorismo”, para além do Aqueduto da Amoreira, a história criada acabou por também se focar na “tradição gastronómica e na tradição cultural e musical da ronca”. “Foi toda uma descoberta que foi feita em conjunto durante a elaboração deste livro”, assegura a responsável.

O “grande herói” desta história é Francisco de Arruda, o arquiteto responsável pela construção do Aqueduto da Amoreira: “é o herói que damos a conhecer, é o herói que relembramos como sendo uma pessoa muito importante para a história de Elvas, para as pessoas de Elvas e que teve uma importância imensa no seu tempo”.

Partindo do exemplo de Francisco de Arruda, Isabel Mascarenhas explica que, com este projeto, a equipa do CLDS quis deixar bem claro aos mais novos que “os super-heróis não estão só nos filmes”. “Todos nós somos super-heróis se dentro de nós tivermos criatividade e inovação”, adianta a responsável, que recorda o arquiteto como alguém que, com “criatividade, de forma empreendedora e sem medos”, conseguiu ultrapassar o desafio que lhe foi lançado pelo rei para a construção do aqueduto.

Já o vice-presidente da Câmara de Elvas, Nuno Mocinha, que dá os parabéns a todos os envolvidos neste projeto e à Cruz Vermelha neste seu dia de celebração, começa por destacar o “difícil trabalho” que a equipa do CLDS teve na produção desta obra, mas que acabou por resultar num “excelente livro”.

O autarca, que considera que esta foi uma “forma engraçada” de as crianças aprenderem a sua história ao mesmo tempo que tiveram oportunidade de se debruçar sobre alguns conceitos de empreendedorismo, destaca ainda a mensagem do livro: “se não desistirmos iremos sempre atingir aquilo que são os nossos objetivos”.

A obra, escrita e ilustrada por alunos do quarto ano dos Agrupamentos de Santa Luzia e Adelaide Cabette e da escola de Vila Boim, foi editada pela . “Diário da Nossa História” tem um custo de dez euros e pode ser adquirido nas instalações do Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha.

Nesta sesso de apresentação da obra, que é acompanhada também por uma música original, vários alunos tiveram oportunidade de ler alguns excertos do livro, enquanto dois professores foram convidados a dar o seu testemunho relativamente ao seu processo de produção.

A obra, escrita e ilustrada por alunos de quarto ano dos Agrupamentos de Santa Luzia e Adelaide Cabette e da escola de Vila Boim, foi editada pela Betweien. “Diário da Nossa História” em um custo de dez euros e pode ser adquirido nas instalações do Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha.

Elvas: AASHE aposta nos bailes aos sábados para reaproximar população e ganhar nova “vida”

A Associação de Ação Social e Humanitária de Elvas (AASHE) tem vindo, ao longo dos últimos tempos, a procurar reinventar-se para ir sobrevivendo às dificuldades.

A coletividade do Terreiro de João Domingos, no Bairro de São Roque, com 15 anos de atividade, está agora, através de diversas atividades, a tentar voltar a levar, sobretudo, a população mais velha da cidade ao seu encontro. A aposta da nova direção da AASHE, eleita há menos de um ano e liderada pelo antigo vice-presidente, João Penetra, passa pelas matinés, aos sábados, com bailes: uns ao som de grupos musicais, outros apenas com aparelhagem.

Já este sábado, entre as 15 e as 19 horas, haverá baile com “Os Antónios”, numa iniciativa promovida por Carlos Giraldes, membro da direção da coletividade, por ocasião do seu aniversário. Embora a entrada seja livre, quem quiser ajudar a associação poderá comprar uma rifa. Para além do baile, aberto a toda a gente, haverá também bolo de aniversário.

A par dos bailes, que, ao que tudo indica, serão promovidos de 15 em 15 dias, sempre aos sábados, a AASHE, revela o presidente, João Penetra, tem em vista a organização, entre outras atividades, de algumas excursões e de um passeio de barco. Com o bar aberto diariamente, a coletividade, nos últimos tempos, tem vindo a ter “algum movimento”.

Apesar dos esforços para manter a associação em funcionamento, o presidente da direção não esconde que a situação “é crítica”, até porque, tendo “muitos” sócios, são poucos aqueles que têm as suas quotas em dia. “Quando há muito dinheiro, não há dificuldades nenhumas. Agora assim tem que se contar os tostões todos, mas vai-se fazendo, vai-se dando a volta ao assunto, para que as pessoas passem um tempo divertido, que é aquilo que queremos”, remata.

Feira do Livro de Campo Maior aposta em horário alargado e oferta diversificada

Até amanhã, sábado, 9 de maio, o Centro Comunitário de Campo Maior é palco de mais uma edição da Feira do Livro, promovida pelo Município e a Biblioteca Municipal.

Com muitos livros disponíveis, a preços acessíveis e para todos os gostos e idades, de acordo com José Marchã, técnico da Biblioteca João Dubraz, o evento conta, face às edições passadas, com um horário “mais alargado”, funcionando das 10 às 19 horas, com pausa entre as 13 e as 15 horas. “A Feira do Livro de Campo Maior está a decorrer num horário mais alargado porque queremos dar hipótese a toda a gente. E este ano temos duas editoras representadas, que são a Leya e o Pé das Letras, e temos alguns exemplares de edição de autor e também uma edição da APPACDM de Elvas”, refere o responsável.

“Ficamos à espera que nos venham visitar. Nós temos muitos livros, que abrangem todas as faixas etárias, e temos alguns livros das duas editoras em saldo, com preços muito acessíveis e edições muito conhecidas”, remata.

A programação da Feira do Livro contempla hoje, depois de um encontro intergeracional (10 horas), um workshop de café (16 horas) e animação musical (18 horas) e um serão de contos com Rodolfo Castro (21 horas).

Alentejo 2030: candidaturas abertas para capacitação no emprego e empreendedorismo

O Programa Regional Alentejo 2030 lançou o aviso de concurso destinado à capacitação de entidades territoriais que atuam na dinamização do emprego e do empreendedorismo na região.

Com uma dotação indicativa de 500 mil euros, cofinanciada em 85% pelo Fundo Social Europeu (FSE+), este aviso visa apoiar iniciativas que reforcem as competências de entidades locais e regionais no apoio a empreendedores e à criação de emprego.

Podem candidatar-se associações de desenvolvimento local, associações empresariais e cooperativas, incubadoras de empresas, bem como outras entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos com intervenção reconhecida nesta área.
Entre as ações elegíveis destacam-se: sessões de informação e sensibilização para potenciais empreendedores; capacitação em competências essenciais à elaboração de planos de negócio e investimento; mentoria e consultoria especializada para projetos em fase inicial; desenvolvimento de materiais de divulgação e promoção da partilha de boas práticas.

As candidaturas decorrem até ao dia 27 de julho de 2026. Este concurso insere-se na estratégia do Alentejo 2030 de reforço da coesão económica e social da região, promovendo o empreendedorismo qualificado e sustentável e contribuindo para a criação de emprego.

Mais informações em https://alentejo.portugal2030.pt/avisos/

Campo Maior recebeu Encontro Jubilar dedicado a Santa Beatriz da Silva

Campo Maior recebeu, entre terça-feira e hoje, quinta-feira, 7 de maio, um Encontro Jubilar dedicado a Santa Beatriz da Silva, no âmbito das comemorações do ano jubilar da fundadora da Ordem da Imaculada Conceição.

A iniciativa reuniu religiosas e participantes de várias partes do mundo, aos quais se juntou o pesidente do Município de Campo Maior, Luís Rosinha, promovendo momentos de reflexão, formação e convívio. 

O ponto alto do arranque das celebrações teve lugar na terça-feira, com a Missa de Abertura no Mosteiro da Imaculada Conceição, presidida pelo Arcebispo de Badajoz, D. José Carballo. A cerimónia marcou o início de um programa que assinala, simultaneamente, o centenário da beatificação e o 50.º aniversário da canonização de Santa Beatriz da Silva.

O Centro Cultural foi palco, nestes dias, de várias conferências dedicadas à vida e ao legado de Santa Beatriz da Silva, abordando diferentes momentos do seu percurso e o impacto do seu testemunho na Igreja. 

O encontro terminou com a atuação do Grupo de Cantares “O Despertar Alentejo”, que dedicou umas quadras das tradicionais saias de Campo Maior a Santa Beatriz da Silva.

Estudantes do IPP promovem palestra sobre riscos do álcool na segurança rodoviária

No âmbito da unidade curricular de Projeto, do 3º ano, da licenciatura em Jornalismo e Comunicação, na vertente de Comunicação Organizacional, quatro alunas, deste curso do Instituto Politécnico de Portalegre (IPP), vão promover uma palestra de sensibilização rodoviária no próximo dia 12 de maio, no Auditório dos Serviços Centrais do Politécnico de Portalegre, com início previsto para as 10h30.

A iniciativa tem como objetivo central alertar para os riscos do consumo de álcool na condução, entre outros temas, contribuindo para a prevenção de acidentes rodoviários. A sessão contará com a presença da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária
(ANSR) e da Polícia de Segurança Pública (PSP), que vão abordar de forma prática e informativa as consequências do consumo de álcool ao volante, bem como estratégias de prevenção e segurança.

A palestra destina-se à comunidade académica e ao público em geral, promovendo a reflexão sobre os comportamentos de risco e incentivando a adoção de atitudes mais responsáveis na estrada.

A iniciativa tem como intuito aplicar competências na área da comunicação estratégica e da produção de conteúdos, através da criação de uma campanha de sensibilização para a sinistralidade rodoviária, procurando incentivar comportamentos mais responsáveis e gerar um impacto social.

Município de Alandroal entra num novo ciclo com finanças equilibradas e maior capacidade de investimento

O Município de Alandroal viu serem aprovados, recentemente, pela Assembleia Municipal, os documentos de Prestação de Contas relativos a 2025, ano que ficou marcado pela saída antecipada da autarquia do Plano de Ajustamento Municipal (PAM) a que estava sujeita desde 2016.

Com isto, abriram-se novas possibilidades quanto à autonomia da gestão, embora se mantenha o compromisso financeiro plurianual associado ao reembolso do empréstimo do Fundo de Apoio Municipal (FMA).

Pela primeira vez, em 2025, foi alcançado um equilíbrio económico através da obtenção de Resultados Líquidos positivos. Ainda assim, o presidente da Câmara, João Grilo, destaca 2024 como o ano em que se deu o ponto de viragem nas contas da autarquia, quando alcançou, pela primeira vez, em mais de 20 anos, uma dívida global abaixo do limite legal da dívida total.

“Esse facto foi um marco importante porque permitiu-nos sair do PAM: não da componente financeira, porque continuamos a ter que reduzir o endividamento, mas de todos os condicionantes que tínhamos associados. E essa mudança abre perspetivas ao município que, sendo normais para qualquer município, para nós são, de facto, excelentes notícias ao fim de tantos anos limitados. E falo, sobretudo, da questão de passarmos a ter endividamento abaixo do limite legal, o que quer dizer que temos um limite positivo de contração de financiamento que nos permite agora dar suporte a investimentos”, diz o autarca.

Se em 2024, o Município de Alandroal teve o seu primeiro saldo positivo, na ordem dos 1,3 milhões de euros, em 2025 conseguiu acrescentar-lhe mais de dois milhões. “Hoje, se o município se quisesse financiar junto da banca para suportar contrapartidas nacionais de investimentos comunitários, por exemplo, teria já para o ano de 2026 uma capacidade de 3,5 milhões de euros, o que é bastante significativo e um sinal muito importante”, explica João Grilo.

Por outro lado, o autarca destaca o facto de a autarquia ter passado também a ter autonomia para a contratação, algo que não era possível quando se encontrava em período de excesso de endividamento, uma vez que “a lei diz que os municípios não podem contratar e abrir lugares de quadro, além dos que estão previstos nas transferências de competências” (nas áreas da saúde, educação e setor social).

A verdade é que, com esta condicionante, o Município de Alandroal foi perdendo, desde 2009, “quase 80 funcionários pelas mais diferentes razões, mas sobretudo aposentações”. Agora, a Câmara Municipal pode “começar a pensar na reestruturação do quadro de pessoal e reforçar as equipas mais importantes, aquelas que dão um contributo também maior para o desenvolvimento”.

Assegurando que Alandroal se encontra, atualmente, num “período de grande atração de investimento público e privado para o setor do urbanismo”, com o turismo também em crescimento, João Grilo revela que o município precisa de “uma equipa de urbanismo reforçada”. “E quando digo equipa de urbanismo, digo também de fiscalização, digo também de todo o setor ligado a esta área para nos ajudar a dar mais resposta”, remata.

Dado este passo, Alandroal passa a integrar um restrito grupo de apenas quatro municípios a nível nacional que conseguiram abandonar o Plano de Ajustamento Municipal, sendo as restantes autarquias de maior dimensão.

Elvas: obra dos 60 fogos da Quinta dos Arcos deve estar concluída no final de maio

Já são conhecidos os contemplados com os 60 novos apartamentos construídos pelo Município de Elvas na Quinta dos Arcos, depois de realizado o sorteio público, na semana passada, no Auditório São Mateus.

Dizendo que a crise habitacional não é um problema nacional, mas um problema à escala europeia, o presidente da Câmara, Rondão Almeida, garante que, desta forma, a autarquia “ajuda a resolver a vida a mais 60 agregados familiares”. “Neste caso, Rondão Almeida, com 83 anos, está a dar passos que andam à frente dos grandes pensadores do país. Por isso, eu falava sempre que havia meia dúzia de pessoas a quem eu não ligaria muita importância ao que diziam. Agora passei a dizer 6 + 1”, diz o autarca, respondendo aos críticos.

A previsão de Rondão Almeida é que as obras estejam concluídas no final deste mês de maio. As famílias contempladas no sorteio terão depois “oportunidade de visitar as casas e de verem se lhes agradam”. Seguir-se-á um período de reflexão para que digam “se aceitam ou não aceitam”. “A partir do momento em que aceitam, vamos fazer o contrato de arrendamento dentro dos parâmetros que a própria lei exige e, assim que as casas estejam em perfeitas condições, vamos arrendar”, explica ainda o edil.

Dando ainda conta de que a Câmara Municipal de Elvas está, atualmente, a intervir não só nestes 60 fogos na Quinta dos Arcos, mas em cerca de 300 habitações, entre cidade e freguesias, Rondão Almeida lança um desafio aos “6 + 1”. “Esse 1 que aparece agora como inimigo, depois de se dizer amigo, que ponha olhos na obra que se está a fazer, que olhe para a idade dele e se esqueça dos meus 83 anos”, remata.

Os 60 fogos na Quinta dos Arcos, 24 de tipologia T2 e 36 de T3, são destinados a arrendamento acessível. O sorteio, no passado dia 29 de abril, foi realizado pelo notário Luís Meruje, para assegurar a legalidade e transparência do processo. A lista dos contemplados pode ser consultada aqui.

Centro Comunitário de Campo Maior é a “casa” de muitos campomaiorenses há 26 anos

O Centro Comunitário de Campo Maior, a “casa” de muitos campomaiorenses, celebra esta sexta-feira, 8 de maio, o seu 26.º aniversário. As comemorações, promovidas pela Câmara Municipal, vão unir-se às iniciativas da Feira do Livro, que decorre naquele espaço municipal, até sábado, dia 9.

Para este dia, está marcado um encontro com o escritor Sérgio Godinho, que irá apresentar o livro “Olivença com ç”, aos alunos de terceiro ciclo de Campo Maior, entre as 10 horas e o meio-dia.

Às 15 horas haverá encontro com Maria do Céu Pires, que dará a conhecer a obra “Sobre a alegria – Carta aos meus netos”. “Vamos ter aqui um público sénior, algumas senhoras que nós temos aqui nos ateliês do Centro Comunitário, o que faz todo o sentido, porque são pessoas que frequentam este espaço todo ano. Depois vamos cantar os parabéns e vamos assinalar então mais um aniversário”, revela Paula Jangita, vereadora na Câmara Municipal de Campo Maior.

A equipa do Centro de Ciência do Café, num workshop marcado para as 16 horas, irá explicar como se consegue um “Expresso Perfeito”. A programação deste dia só termina durante a noite, com um Serão de Contos com Rodolfo Castro, previsto para as 21 horas.