O espetáculo “A Batalha do K-POP em Concerto (Tributo)” é apresentado no Coliseu de Elvas no dia 23 de maio, com início às 15 hroras.
Este evento é um tributo musical inspirado no sucesso global da Netflix (K-Pop: Demon Hunters), combinando música, dança e uma narrativa de fantasia imersiva.
O impacto internacional do K-Pop contemporâneo levou o espetáculo a palcos de referência e a aclamação da crítica e do público vem com tudo para ecoar com toda a força, este ano, em Portugal. Com sessões esgotadas e uma procura crescente, “A Batalha do K-Pop em Concerto (Tributo)” é já um fenómeno cultural que está a marcar uma geração.
O Castelo de Montemor-o-Novo vai voltar a transformar-se num cenário da Idade Média, com a realização de uma nova edição da Feira Medieval, marcada para os dias 12, 13 e 14 de junho. O evento é organizado pelo Município de Montemor-o-Novo e promete três dias de recriação histórica, animação e tradição.
Durante o fim de semana, o castelo e a zona envolvente vão receber diversas atividades que recriam o ambiente medieval, com música de época, demonstrações de ofícios antigos, mercado de produtos tradicionais e várias animações para visitantes de todas as idades. Entre as atrações previstas estão recriações históricas, espetáculos de rua e torneios de armas que procuram transportar o público para o quotidiano da época medieval.
A feira pretende valorizar o património histórico da cidade e promover a cultura e o turismo no concelho. Durante estes dias, o recinto medieval deverá encher-se de artesãos, comerciantes e artistas, recriando o ambiente que se vivia dentro das muralhas da vila em séculos passados.
Carlos Pinto de Sá, presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, revela que o executivo aceitou “a inclusão da Feira Medieval nas opções do plano deste ano, na perspetiva de ser algo que promove Montemor do ponto de vista turístico” “É algo que nos ajuda a promover a vinda a Montemor, a visitar Montemor, para conhecer não apenas a Feira Medieval, mas também o concelho, portanto, o convite que nós fazemos aos visitantes é que possam passear pela cidade, conhecer o concelho, poder ficar até numa dos nossos turismos rurais ou hotéis e poder usufruir de Montemor. Mas é também uma experiência histórica, uma vez que nos leva, a tempos antigos e perceber um pouco como é que decorria nesses tempos, esse relacionamento, o que as pessoas vestiam, o que as pessoas comiam, enfim, ter aqui algum contacto com aquilo que deve ser a nossa memória e a nossa história, que é fundamental. É isso que propomos no âmbito da feira”, assegura.
“A ideia é um pouco semelhante àquilo que temos feito, criações com a participação de artesãos a mercadores, as questões da indumentária da época, a gastronomia tradicional. Também aqui uma relevância talvez para as questões culturais e pedagógicas da história, o convite talvez às turmas de história e aos professores de história para poderem aproveitar a feira medieval para também transmitir alguns conhecimentos. Mas depois temos também cortejos temáticos, criações históricas, demonstrações de ofícios tradicionais à época, espetáculos de música e dança antiga. Portanto, temos aqui uma oferta diversificada que pretende, de alguma maneira, dar a conhecer como é que naqueles tempos, digamos, as pessoas se divertiam, por um lado, e também negociavam, por outro, uma vez que estamos a falar de uma feira e na altura as feiras eram muito importantes, eram, aliás, os momentos mais importantes de trocas nas localidades onde ocorriam”, acrescenta ainda o autarca.
O Município de Arronches aderiu a um inovador projeto da empresa Get2C que visa disponibilizar às pequenas e médias empresas do concelho acesso gratuito a uma solução simples e inovadora, que permite calcular a pegada de carbono da empresa, identificar medidas de redução de emissões e custos operacionais e dar um passo concreto rumo a uma atividade mais sustentável e competitiva, através da plataforma ‘Get2Zero’.
Para apresentar o projeto, integrado no programa DIH4ClimateNeutrality, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência, estiveram junto dos empresários do concelho os técnicos da Get2C, numa sessão que decorreu no Convento de Nossa Senhora da Luz.
Assim, acompanhados pelo executivo autárquico, nas pessoas do vice-presidente Paulo Furtado e da vereadora Maria João Fernandes, os técnicos Jorge Cristino e Maria João Ramos começaram por fazer uma abordagem às causas, efeitos e ação das alterações climáticas, bem como do ponto de situação da neutralidade carbónica. Posteriormente foi falado do papel das autarquias na transição climática, antes da apresentação da calculadora disponibilizada, a qual pode ser acedida pela seguinte ligação: https://cm-arronches.get2zero.pt/.
A sessão visou ainda atingir objetivos como contextualizar sobre as causas e efeitos das alterações climáticas, contribuir para a mobilização do Município no caminho da descarbonização, dar a conhecer o atual enquadramento institucional, demonstrar de que forma se pode agir em conformidade com um modelo de desenvolvimento sustentável e desenvolver conhecimentos sobre poupanças financeiras ao Município de Arronches.
Da parte da autarquia, os serviços administrativos estão totalmente disponíveis para apoiar os empresários que pretendam aderir à plataforma e trabalhar com esta calculadora, podendo os mesmos deslocar-se presencialmente à Câmara Municipal ou entrar em contacto através dos meios habituais.
A exposição ‘El Tendedero / Archivos Imaginados’, de Mónica Mayer e Lourdes Murillo, com curadoria de Montaña Hurtado, está patente no Museu Extremenho e Iberoamericano de Arte Contemporânea (MEIAC), em Badajoz.
Esta mostra, que coloca no centro as vivências das mulheres e a sua presença no espaço público, pode ser visitada até ao dia 7 de junho de 2026.
A peça central é “El Tendedero” (O Estendal), uma obra icónica da arte feminista que utiliza a participação e a memória coletiva para transformar experiências privadas em reflexão pública.
Famílias e grupos de amigos de São Vicente trocaram, no decorrer deste último fim de semana prolongado, o conforto das suas casas pelo campo para cumprir, um ano mais, a tradicional romaria em honra de Nossa Senhora da Ventosa.
De “armas e bagagens”, a população voltou a mudar-se para o campo, onde, em contacto direto com a natureza, se voltaram a viver momentos de puro convívio e diversão, com o São Pedro a ajudar à festa. “O nosso principal receio é sempre o tempo, mas estiveram dias bons, em que se conseguiu aproveitar ao máximo”, começa por dizer Rúben Ameixa, presidente da Associação de Festas e Animação de São Vicente e Ventosa, responsável pela organização do evento, com o apoio da Junta de Freguesia.
Com o objetivo de reunir sempre mais pessoas na romaria, a associação promoveu diversas iniciativas, como torneios de malha, um passeio de motos, uma garraiada e a caminhada do Dia da Mãe. “Todas as iniciativas tiveram uma boa adesão e, portanto, do meu ponto de vista, acho que correu tudo bem. Não houve nenhum incidente em nenhuma das iniciativas. Não podíamos estar mais satisfeitos”, assegura o responsável. A par das atividades organizadas pela associação, o feriado de 1 de maio ficou marcado pela tradicional procissão em honra de Nossa Senhora da Ventosa.
Fora todos aqueles que passaram pelo recinto, terão sido “cerca de cem pessoas” aquelas que, durante estes dias, estiveram acampadas junto à capela da Ventosa, espaço totalmente requalificado pela Câmara Municipal há já mais de 20 anos. “Lembro-me que vinha a esta festa e só existiam quatro paredes sem cobertura: era isso que era a capela da Senhora da Ventosa. Em boa altura, eu e o senhor presidente da junta, António Malhado, levantámos então esta capela. E esta capela hoje está em perfeitas condições e todas as pessoas que aqui vêm revêem-se precisamente na Senhora da Ventosa”, dizia o presidente da Câmara, Rondão Almeida, aos microfones da Rádio ELVAS na passada sexta-feira, quando se juntou à população local para o almoço oferecido pela junta de freguesia.
Já o presidente da Junta de Freguesia de São Vicente e Ventosa, João Charruadas, que agradece à Associação de Festas por cumprir, um ano mais, a tradição, assegura que estes foram dias, sobretudo, de “convívio e festa”. “Foram três dias e quatro noites que se passaram aqui em convívio: dever cumprido, tanto da população como dos festeiros que conseguiram cumprir a tradição”, assegura.
Em parceria com a Câmara Municipal de Campo Maior, a Escola de Gestão de Informação e de Ciência de Dados da Universidade Nova de Lisboa (NOVA IMS) promove, a 19 de maio (terça-feira), no centro cultural da vila, uma sessão de capacitação profissional, no âmbito da Estratégia Nacional de Territórios Inteligentes (ENTI).
Destinada a Pequenas e Médias Empresas (PME), startups e entidades da Administração Pública, a sessão tem como objetivo promover ganhos de eficiência operacional e apoiar a adoção de modelos de governação inteligente nos territórios, através da partilha de estratégias institucionais, da discussão com stakeholders e de demonstrações práticas de tecnologias.
De acordo com o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, este é mais um passo dado no âmbito da parceria estabelecida com a Universidade Nova no que diz respeito ao Centro de Inteligência Competitiva: isto, depois das duas entidades terem, recentemente, assinado um contrato de comodato, para que os técnicos e docentes daquele estabelecimento de ensino superior possam ter um espaço próprio na vila, para desenvolverem o seu trabalho.
“Aquilo que fizemos desta vez foi colocar um espaço à disposição, para que os técnicos – mão de obra especializada – e os docentes da Universidade Nova possam vir trabalhar para Campo Maior e ter um espaço próprio, onde se pode desenvolver do ponto de vista da inovação, da criação e onde, eventualmente, possamos vir aqui a ter e a abrir espaços também para o cowork ou até para a própria incubação”, refere o autarca, que destaca este como um “projeto muito interessante”.
No que toca à Estratégia Nacional para os Territórios Inteligentes, Rosinha lembra que a autarquia campomaiorense tem vindo, nos últimos meses, a trabalhar muito aquilo que é a inteligência artificial. “Este será mais um fórum, para o qual os técnicos e os políticos de todo o Alentejo já foram convidados a marcarem presença, e onde iremos discutir aquilo que, efetivamente, possa ser um território inteligente”, remata Rosinha.
A sessão do próximo dia 19, no Centro Cultural de Campo Maior, tem início marcado para as 9h30. No final da formação, os participantes irão receber um certificado oficial emitido pela Universidade Nova. A participação é gratuita, mas carece de inscrição (aqui).