Borba presente no Festival Nacional da Canção Rural

“Terra que dá fruto” é o nome do tema que representará o nosso município de Borba no Festival Nacional da Canção Rural que, este ano, acontece em Beja, no dia 27 de junho.

O município desafiou a Associação RBF (Rock Best Friends) para o concurso e o resultado abre perspetivas para uma excelente participação. Como a RBF descreve, define-se como “uma canção criada para o Festival da Canção Rural, celebrando a terra, a natureza e o valor do trabalho rural, com uma sonoridade tradicional portuguesa adaptada à música ligeira”.

Esta é a terceira participação consecutiva de Borba, no Festival Nacional da Canção Rural que é promovido pela AMPV – Associação de Municípios Portugueses do Vinho e conta com o apoio do programa Wine in Moderation, da ARVP – Associação das Rotas de Vinho de Portugal. Um concurso de canções que tem como objetivo estimular a composição de obras literário-musicais com acompanhamento vocal, cujos textos (poemas) contemplem temáticas direta ou indiretamente relacionadas com o mundo rural – a vinha e o vinho.

Borba esteve presente nas edições de 2024 – em Santarém, com a “Força da Mulher”, interpretada por Rute Sousa, e em 2025, Festival que aconteceu em Borba, com a canção “Vinificação da Vida”, com a Carolina Matos.

Ficha técnica – Canção de Borba: Título: Terra que dá Fruto; Artista/Intérprete: Associação RBF; Género musical: Música ligeira / Popular portuguesa; Compositor(es): RBF – António M.; Letrista(s): RBF – António M.; Estúdio de gravação: Estúdio RBF; Músicos participantes: Voz: Susana Pardal; Piano: Paulo Novado; Guitarra portuguesa: José Geadas; Bateria: Miguel Mouquinho e Baixo: António Mouquinho.

Campeonatos Nacionais de Corrida de Montanha UPHill realizam-se em Alegrete a 9 de maio

A freguesia de Alegrete, no concelho de Portalegre, recebe no próximo dia 9 de maio de 2026 os Campeonatos Nacionais de Corrida de Montanha – Uphill, uma das provas mais exigentes do calendário da Federação Portuguesa de Atletismo.

A competição, destinada a atletas filiados, será disputada na Serra de São Mamede, num percurso desafiante que liga Alegrete ao ponto mais alto do território nacional a sul do Tejo.

Em simultâneo, realiza-se a 1.ª edição do São Mamede Uphill, uma prova aberta a atletas federados e não federados, que partilham o mesmo percurso e horário, permitindo a participação alargada nesta experiência competitiva.

Com cerca de 10 quilómetros sempre em subida, o evento constitui um verdadeiro teste de resistência, num cenário natural de reconhecida beleza.

De acordo com a organização, são esperados entre 100 a 200 atletas, provenientes de vários pontos do país.

Dia da Mãe volta a ser celebrado em Vila Viçosa com caminhada

Vila Viçosa vai assinalar o Dia da Mãe com a realização de uma caminhada, no próximo domingo, dia 3 de maio.

Promover a prática de atividade física, envolvendo a comunidade local, ao mesmo tempo que se assinala a efémeride, é o grande objetivo da iniciativa, segundo o vice-presidente da Câmara, Tiago Salgueiro, que lembra que esta é uma tradição já enraizada em Vila Viçosa.

“É uma tradição que nós temos aqui e que acaba por ser sempre um evento muito concorrido, com a adesão de todas as famílias. Esperemos que este ano o tempo também nos ajude, mas realmente trata-se de uma caminhada que tem já uma forte implementação aqui no nosso concelho, contando, inclusivamente, com a participação de pessoas de concelhos limítrofes”, diz ainda o autarca.

A caminhada tem início marcado para as 10 horas, na Praça da República de Vila Viçosa. A entrega do brinde aos participantes inscritos, limitada ao stock existente, está condicionada à apresentação do ticket, até às 9h45. Os tickets podem ser levantados até quinta-feira, 30 de abril, no Balcão Único da Câmara Municipal de Vila Viçosa.

Câmara de Elvas vai investir mais de um milhão na recuperação do Paiol de Santa Bárbara

A Câmara de Elvas vai investir mais de um milhão de euros na recuperação do Paiol de Santa Bárbara. O investimento a ser feito naquele que é o maior dos paióis de Elvas foi aprovado na reunião do executivo da passada quarta-feira, 22 de abril.

De acordo com o presidente da Câmara, Rondão Almeida, a recuperação do património castrense, que viria a contribuir para a classificação de Elvas como Património da Humanidade, tem vindo, desde 1994, a ser uma das “grandes preocupações” do município. “Não foi por acaso que este tipo de trabalho resultou em que, em 2012, a própria UNESCO nos classificasse como Património da Humanidade. Mas ainda há muito, mas muito, para fazer, principalmente nos panos de muralhas seiscentistas, e agora chegou a altura de iniciarmos esta grande obra”, adianta.

Há “mais de 80 anos desativado”, o Paiol de Santa Bárbara, diz o autarca, “está numa fase de degradação”. “Ninguém olhou para ele, mas nós aprovámos mais de um milhão de euros para recuperar este grande elemento, para que o possamos juntar a todo o outro trabalho que tem vindo a ser feito”, acrescenta Rondão Almeida.

Respondendo aos mais críticos, que dizem que o município “pouco ou nada faz” no que toca à manutenção do património, o presidente da Câmara de Elvas garante que o município “não tem feito outra coisa” e recorda o trabalho levado a cabo ao longo de mais de 30 anos, com as obras levadas a cabo nos fortins, Forte de Santa Luzia e da Graça e na zona dos Quartéis.

Com a intervenção prevista para o Paiol de Santa Bárbara, a Câmara Municipal procura dar mais um passo na recuperação do património da cidade que, “ao fim e ao cabo, representa a memória e o trabalho de quem o fez”. “Por isso, nós hoje em dia sentimos a responsabilidade de o manter para dizer aos nossos descendentes que vão ter a obrigação de continuar a dar-lhe vida”, remata Rondão Almeida.

De recordar que o Paiol de Santa Bárbara, construído perto do Castelo durante a Guerra da Restauração, foi espaço de armazenamento de material de guerra até 1915.

Município de Campo Maior reforça qualificações dos seus trabalhadores através de protocolo com a CCDR Alentejo

O Município de Campo Maior assinou, na semana passada, um protocolo de parceria com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, para que possa vir reforçar as qualificações e competências dos seus trabalhadores, através do Centro Qualifica da Administração Pública.

A formação inicia-se já amanhã, dia 29 de abril, com os técnicos de Ação Educativa, explica o presidente da Câmara, Luís Rosinha, que adianta que a autarquia vinha a preparar este protocolo com a CCDR há já algum tempo. “Nós vamos iniciar esta formação pelos técnicos da Ação Educativa, onde tivemos muita gente interessada do ponto de vista das escolas. Acreditamos nós, e acreditam também os funcionários, que mais dia, menos dia, será uma função obrigatória e até do ponto de vista da carreira será interessante para eles obter um nível 4 de qualificação”, diz o autarca.

“Vamos iniciar já no próximo dia 29 essa mesma formação. Tivemos uma reunião preparatória e, na passada segunda-feira (dia 20 de abril), conjuntamente com o senhor presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, assinámos aqui nos Paços do Concelho esse mesmo protocolo”, remata Rosinha.

Em regime presencial e online, esta formação destinada a trabalhadores com vínculo à Câmara Municipal de Campo Maior e detentores do 9.º e 12.º ano de escolaridade, permitirá a obtenção de novas qualificações numa área com elevada relevância social e educativa.

I Encontro “Passos que Unem” juntou dança e cultura dos dois lados da fronteira no Centro Cultural de Campo Maior

O Centro Cultural de Campo Maior recebeu na tarde de domingo, 26 de abril, a primeira edição do encontro “Passos que Unem”, uma iniciativa promovida pelo Município de Campo Maior, através do Projeto de Formação de Dança Oriental.

O espetáculo, promovido no âmbito do Dia Internacional da Dança, celebrado a 29 de abril, reuniu várias escolas e grupos de dança da região, de ambos os lados da fronteira, proporcionando ao público uma tarde marcada pela diversidade artística e cultural. Em palco estiveram representados estilos como dança oriental, kizomba, ballet clássico, dança contemporânea e flamenco.

Além das alunas do Curso de Dança Oriental do Município de Campo Maior, participaram também os alunos dos projetos de Ballet Clássico e Música, bem como grupos convidados como o EsPasso de Dança, de Portalegre, o grupo Naadirahs, de Elvas, Las Lunas e a Escola Puro Flamenco, de Badajoz, e ainda a dupla de kizomba Yoel e Aris.

Ao longo da tarde, os diferentes grupos apresentaram coreografias que refletiram não só a identidade de cada estilo, mas também o espírito de partilha e colaboração que marcou este primeiro encontro

Integrado no programa comemorativo dos 52 anos do 25 de Abril em Campo Maior, o “Passos que Unem” encerrou as celebrações com uma iniciativa que reforçou a importância da arte como elo de ligação entre culturas, gerações e territórios.