O Mercado Municipal da Casa das Barcas acolhe desde a manhã de ontem, sábado, 28 de fevereiro, um mural de trabalhos artesanais realizados pelas alunas da disciplina de Artes da Universidade Sénior de Elvas.
As flores em papel estão em destaque neste trabalho de grandes dimensões, elaborado por cerca de uma dezena de formandas da disciplina lecionada por Rosalina Pacheco.
Corre-se, no próximo dia 7 de março (sábado), o XIII Corta-Mato “Cidade de Elvas”.
Desta vez, a prova que anualmente presta homenagem a António Leitão, promete um nível ainda mais elevado, dada a presença confirmada da Seleção de Corta-Mato da Federação Estremenha de Atletismo (Espanha), com atletas de vários escalões.
O evento desportivo, que contará com a participação de “cerca de 300 atletas”, revela o vereador Hermenegildo Rodrigues, é organizado pelo Clube Elvense de Natação em parceria com a Câmara Municipal de Elvas.
“Fazemos, desde já, um convite a toda a população de Elvas para que possa também viver a modalidade do atletismo naquela que é talvez uma das modalidades mais emblemáticas, que é o corta-mato, não tivéssemos nós sido campeões europeus e campeões do mundo durante anos consecutivos, nomeadamente com o Paulo Guerra, com o Carlos Lopes, com o Fernando Mamede e com um conjunto de atletas que foram, e são ainda hoje, uma referência mundial”, diz ainda o autarca.
O início das provas, nas traseiras do Estádio de Atletismo de Elvas, está marcado, no dia 7, para as 15 horas. As inscrições, para os interessados, ainda se encontram abertas (podem ser feitas aqui).
As técnicas do Radar Social de Campo Maior, projeto de combate à pobreza, solidão e exclusão social, têm vindo a realizar, ao longo deste mês de fevereiro, diversas atividades com os utentes de diferentes instituições do concelho: Lar e Centro de Dia da Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior, CURPI, Centro Comunitário, Lar de Degolados e ateliês de Degolados e Ouguela.
A equipa, que tem como principal missão sinalizar e encaminhar as situações identificadas para as entidades competentes, explica a coordenadora, Joana Mourão, procura, através das ações desenvolvidas junto dos utentes das instituições, “criar uma maior proximidade”, facilitando o trabalho realizado porta a porta, para que se chegue a “um maior número de pessoas em situação de vulnerabilidade social”.
“Estas ações dão-nos a conhecer, permitem que as pessoas fiquem mais próximas, promovem o bem-estar socioemocional e os vínculos comunitários e facilitam, sobretudo, a articulação com as instituições relativamente aos encaminhamentos”, explica Joana Mourão.
Até ao momento, o Radar Social promoveu três atividades diferentes com os idosos: a “Árvore dos Afetos”, que “fomenta a expressão emocional e fortalece sobretudo os laços afetivos entre os utentes”; o “Pote das Memórias”, num “momento de partilha de memórias, de experiências de vida, valorizando assim também os laços afetivos no grupo”; e “O Que é Para Si o Amor”, uma ação dedicada aos “valores afetivos e às relações interpessoais”, que ajuda “a desenvolver competências socioemocionais”.
Na sequência destas atividades, têm surgido “algumas sinalizações”, com os utentes a indicarem às técnicas do Radar Social as situações de que têm conhecimento sobre pessoas que se debatem com algum tipo de vulnerabilidade.
Atualmente a realizar o seu trabalho de sinalização, através de questionários porta a porta, em Degolados, Joana Mourão revela ainda que a equipa pretende vir a criar mais ações para desenvolver com a população até 30 de junho, data que marca o encerramento do projeto em Campo Maior.