A Guarda Nacional Republicana, em parceria com o Sport Lisboa e Benfica, através da Fundação Benfica, encontra-se no terreno a apoiar idosos isolados e em situação de extrema vulnerabilidade, afetados pela tempestade Kristin e pelas cheias que têm assolado Portugal.
A Fundação Benfica assegurará, aos idosos devidamente sinalizados pela GNR, no âmbito do “Programa Apoio 65 – Idosos em Segurança” e em articulação com as autoridades competentes, a reposição de equipamentos e de mobiliário essenciais à sua saúde, segurança e bem-estar.
Participe e ajude, contribuindo com donativos através do site oficial.
Fevereiro, em Mora, é sinónimo de Migas, numa iniciativa gastronómica que transforma o concelho num verdadeiro ponto de encontro para apreciadores da boa gastronomia.
Ao longo do mês, a tradição ganha lugar à mesa, convidando habitantes e visitantes a celebrar a identidade alentejana através da sua cozinha. Os cerca de 15 restaurantes participantes apresentam propostas diversificadas e criativas de migas, um dos pratos mais representativos do Alentejo.
O objetivo desta iniciativa, que já vai na sua 13ª edição, foi, desde o primeiro momento, “criar um motivo para que o turismo se faça sentir de alguma forma num mês de época baixa”, começa por recordar o presidente da Câmara de Mora, Luís Simão de Matos. Se até então era em fevereiro que, “por norma, os restaurantes do concelho tinham uma faturação relativamente mais curta”, com o Mês das Migas “as coisas inverteram-se um bocadinho”.
“Ao longo destes anos os restaurantes habituaram-nos a algumas surpresas, desde migas de tomate, migas de feijão com couve, as nossas tradicionais migas de espargos, migas de ovas, migas de pimentos, enfim, uma grande variedade de migas”, acrescenta o autarca.
Prometendo novidades para a edição do próximo ano, como a possibilidade da criação das “Maiores Migas do Mundo”, Luís Simão de Matos revela ainda que a iniciativa inclui, aos fins de semana, animação musical nos restaurantes aderentes, com os grupos de cantares do concelho.
Os Bombeiros de Campo Maior lamenta o falecimento do seu bombeiro Luís Silveirinha e colocaram mensagem de luto “despedimo-nos com profunda tristeza do Luis Francisco Abreu Silveirinha, bombeiro de 3.ª, nascido a 25 de agosto de 1968.
Entrou para os Bombeiros de Campo Maior no dia 22 de abril de 1983, dedicando parte da sua vida ao serviço da comunidade, encontrando-se na reserva.
Fica na memória de todos como um homem de amizade sincera, bondade e simpatia, qualidades que marcaram colegas, amigos e todos aqueles que com ele privaram. Deixando um vazio, mas também um legado de exemplo, companheirismo e dedicação.
À família, amigos e camaradas, endereçamos as mais sentidas condolências. Que descanse em paz.”
Corre-se este domingo, 8 de fevereiro, a 34ª edição da Meia Maratona Internacional Badajoz – Elvas.
A prova, com um percurso de 21 quilómetros, é organizada, uma vez mais, pela Câmara Municipal de Elvas, em parceria com a autarquia de Badajoz, através da Fundação Municipal de Desportos, o Clube Elvense de Natação e a Associação de Atletismo do Distrito de Portalegre.
À semelhança da Meia Maratona Elvas – Badajoz, garante o vereador Hermenegildo Rodrigues, esta é “mais que uma prova desportiva”. “É um símbolo que esbate fronteiras, que reforça a cooperação transfronteiriça e, acima de tudo, permite que as cidades de Elvas e Badajoz caminhem juntas, partilhem aquilo que são objetivos e desígnios comuns de união”, assegura.
Por outro lado, o autarca destaca ambas as provas como uma forma de proporcionar aos munícipes dos dois lados da fronteira “uma qualidade de vida assente na prática desportiva”, partilhando “um futuro comum”. “É a esse futuro comum que nós queremos dar continuidade ao longo do percurso para um lado ou para o outro. Garantidamente muitos dos que participam partilham histórias, partilham a aventura e o desafio pessoal, mas afirmam e reforçam uma linguagem comum em que o desporto é o fator predominante”, acrescenta.
Dando conta que o evento, desta vez, conta com um cariz solidário, em prol da luta contra o cancro, o vereador agradece ainda a colaboração dos muitos voluntários que se associam à organização, bem como das forças de segurança, dos bombeiros e da Cruz Vermelha.
Já Juan Parejo, vereador no Município de Badajoz, recorda que a Meia Maratona Internacional Badajoz – Elvas esteve, até ao ano passado, e por diversas razões, em suspenso desde a altura da pandemia. “No ano passado, e na sequência da conversa que tivemos com os clubes de atletismo dos dois lados da fronteira, tanto de Elvas como de Badajoz, eu e o meu colega Hermenegildo Rodrigues trabalhámos para recuperar a prova. Temos a Meia Maratona Elvas-Badajoz, que se realiza sempre em novembro, mas a Meia Maratona Badajoz-Elvas teve que ser recuperada”, recorda.
Dizendo que, habitualmente, a prova iniciada em Elvas costuma ser mais participada, Juan Parejo garante que esta Meia Maratona com arranque em Badajoz é “mais complicada” para os atletas. “Enfrentam a prova com o vento na cara e a terem que subir, nos últimos quilómetros, mas essa dificuldade também torna o evento desportivo atrativo. Esse é o desafio dos atletas: superar uma meia maratona com um final assim e chegando a uma cidade que é Património Mundial”, remata o autarca espanhol.
A prova, amanhã, tem partida marcada para as 9h30, na Avenida de Huelva, em Badajoz. A meta, como habitualmente, estará instalada no Estádio Municipal de Atletismo de Elvas.
Ensemble Milhões, grupo formado por quatro jovens músicos, dois campomaiorenses e dois elvenses, apresenta-se, na noite do próximo dia 21 de fevereiro, em concerto, no Centro Cultural de Campo Maior.
A dar os primeiros passos, este projeto musical, que alia a tradição à inovação, tem a sua essência na “transformação” que faz de músicas conhecidas do grande público em algo “diferente”, com uma “outra roupagem”, através, sobretudo, dos arranjos vocais. “Tentamos explorar essencialmente música portuguesa, mas não quer isto dizer que nos limitemos à música portuguesa. Naturalmente, vamos também a alguma música espanhola, muito ligada ao flamenco e entre outras influências próprias da música espanhola”, avança João Batuca, um dos elementos da banda.
Do grupo, para além de João Batuca (voz e guitarra), fazem parte João Alcaravela (voz e guitarra), Diogo Rego (voz e piano) e Duarte Abreu (voz e guitarra). “Nós tocamos e cantamos os quatro em simultâneo e a particularidade das vozes, neste caso, prende-se com o facto de não fazerem todas a mesma coisa: cada uma tem a sua linha melódica e é precisamente essa junção das linhas melódicas que depois vai criar uma base harmónica vocal que, a nosso ver, é o que enriquece e o que caracteriza a sonoridade deste projeto musical”, assegura o músico.
Apesar de já alguns espetáculos realizados, este será o primeiro grande concerto em nome próprio do Ensemble Milhões. Na preparação deste espetáculo, que promete ser único para a banda, os músicos têm tentado criar “mais do que um momento onde as pessoas vão ouvir boa música e de qualidade, bem montada, bem trabalhada”. O objetivo, assegura João Batuca, “é criar uma experiência multissensorial”, em que, a par da dimensão auditiva, que o grupo espera que seja “prazerosa para os ouvintes”, será também explorada a “dimensão visual”. A intenção é meter, sempre que possível, o público a cantar durante o espetáculo, até porque os temas que a banda apresenta no seu repertório “são canções que fazem parte do imaginário musical comum”.
Entretanto, Ensemble Milhões deu-se a conhecer ao público, na região, com a sua participação naquela que foi a primeira edição do concurso “Elvas a Cantar”, promovido pela associação Arkus, no ano passado. João Batuca recorda essa como uma “experiência muito particular”, até porque foi o único grupo que se apresentou a concurso. “Todos os outros concorrentes foram a título individual e todos eles, diga-se de passagem, fantásticos cantores. E nós, na realidade, quando chegámos ao ‘Elvas a Cantar’ e vimos cantores com tanta qualidade, pensámos que, sendo dez concorrentes, ficaríamos em décimo lugar e já ficaríamos muito contentes”, recorda.
A verdade é que o grupo viria a conquistar o segundo lugar no concurso, para surpresa de todos os elementos da banda. “Na entrega dos prémios foi muito notória a nossa reação franca de surpresa, porque, de facto, não esperávamos obter um lugar tão bom”, diz ainda o músico.
Os bilhetes para o concerto de dia 21 têm um custo de três euros e podem ser adquiridos na Ticketline ou no Centro Cultural. O espetáculo está marcado para as 21h30.
Na sequência das condições climatéricas adversas originadas pela passagem da Depressão Leonardo pelo Município de Portalegre, que provocaram estragos em casas, carros e demais estruturas na via pública, a Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) mobilizou uma Brigada de Sapadores Florestais Intermunicipais e um trator para os trabalhos de manutenção e limpeza.
Os sapadores estiveram no terreno integrados no dispositivo local de Proteção Civil, que conta ainda com o apoio do Exército português, nomeadamente o Regimento de Cavalaria 3 de Estremoz – Dragões de Olivença, na limpeza de todas as ruas afetadas e manutenção da normalidade possível.
Foi lançado, recentemente, um Manifesto pelo Futuro do Artesanato em Portugal, uma iniciativa da sociedade civil, construída a partir dos contributos de cerca de 400 artesãos e artesãs de todo o país.
Trata‑se de um documento coletivo e inédito, coordenado por um grupo independente de cinco artesãs nas áreas do têxtil, couro e cerâmica, que alia prática profissional e competências de investigação para propor medidas concretas para o futuro das artes e ofícios em Portugal. O Manifesto aborda temas como reconhecimento profissional, educação e formação, proteção social, enquadramento fiscal e visibilidade do setor.
O objetivo do Manifesto “não é mais do que dar voz aos artesãos, sistematizar problemas e apontar soluções, que passarão pela concertação e pelo trabalho conjunto entre profissionais e as entidades que já têm na sua tutela parte do setor”, assegura Ana Marta Clemente, uma das artesãs promotoras da iniciativa.
“Nós propomos que se olhe de novo para o que tem sido feito, que se analisem os procedimentos, que se analisem os textos, as estratégias e os documentos que já existem para que, em conjunto, se encontrem formas de os aplicar de uma forma mais equitativa, que se restaurem alguns documentos que estão realizados e que não foram implementados”, avança a artesã.
A publicação, em formato de petição, está online (aqui), sendo essa uma forma “de dar a conhecer o texto do manifesto, que foi o resultado de um inquérito e da contribuição de cerca de 400 artesãos do país inteiro, incluindo ilhas”.
Com a petição, procura-se agora “reunir o maior número possível de assinaturas para que, com esse consenso, com a força da comunidade alargada, se possam ter mais ferramentas para, junto das instituições, se poder implementar e avançar com algumas mudanças”.
Neste âmbito, estão previstas sessões de sensibilização e de recolha conjunta regionais”, ainda a serem agendadas. “Mas neste momento, a fase mais importante é esta de chegar ao maior número possível de pessoas”, remata Ana Marta Clemente.
A Câmara Municipal de Campo Maior informa que os munícipes com mobilidade reduzida que queiram recorrer ao serviço de transporte do município para se deslocar às meses de voto, no domingo, 8 de fevereiro, deverão fazer o agendamento através do contacto 268 680 300.
O serviço estará disponível no dia das eleições presidenciais até às 18h30.
Em comunicado, o Regimento de Artilharia N.º 5 (RA5) de Vendas Novas, dá conta que em articulação com a Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC), apoiou no transporte de materiais de Arraiolos para Porto de Mós, destinados à recuperação de habitações afetadas pela Tempestade Kristin, na região de Leiria.
O RA5 foi contactado pela CIMAC, através do Presidente da Câmara de Vendas Novas, com o intuito de promover este apoio logístico. Esta operação permitiu o envio de 11 paletes de telhas, angariadas pelos municípios que constituem a CIMAC, para o concelho de Porto de Mós, com o objetivo de apoiar as populações cujas habitações sofreram danos significativos, procurando contribuir para a reposição das condições mínimas de segurança e habitabilidade.
Esta ação coordenada é bem demonstrativa da efetiva articulação entre o Exército e as autarquias, e neste caso concreto, entre o RA5 e o Município de Vendas Novas, reforçando a resposta integrada às necessidades das autoridades civis e das populações que têm vindo a ser afetadas pelo mau tempo.
O Comando Territorial de Portalegre da GNR, através do Posto Territorial de Campo Maior, deteve ontem, dia 5 de fevereiro, um homem de 48 anos por introdução em lugar vedado ao público.
A detenção ocorreu em flagrante delito durante uma ação de patrulhamento, no momento em que os militares da Guarda detetaram o suspeito no interior de um local destinado a serviço público. Segundo as autoridades, o homem terá acedido ao espaço sem qualquer consentimento ou autorização prévia.
O indivíduo foi constituído arguido e o caso seguiu para o Tribunal Judicial de Elvas para aplicação das medidas de coação.