Filme “Avatar – Fogo e Cinzas” em exibição em Campo Maior

O filme “Avatar – Fogo e Cinzas” vai estar em exibição este sábado, dia 10 de janeiro, no Centro Cultural de Campo Maior, a partir das 21h30.

“Avatar – Fogo e Cinzas” é um filme norte-americano de ficção científica, dirigido por James Cameron, que coescreveu o roteiro com Rick Jaffa e Amanda Silver, a partir de uma história que o trio escreveu com Josh Friedman e Shane Salerno.

Neste terceiro filme da aclamada e fenomenalmente bem-sucedida saga “Avatar”, James Cameron leva novamente o público até Pandora, numa nova aventura imersiva com o fuzileiro transformado em líder Na’vi, Jake Sully (Sam Worthington), a guerreira Na’vi Neytiri (Zoe Saldaña) e a família Sully.

Margarida Curinha é a nova presidente da Assembleia Intermunicipal da CIMAA

A Assembleia Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) realizou na passada segunda-feira, 29 de dezembro, no auditório, a sua primeira reunião do atual mandato. O início deste novo ciclo autárquico fica marcado pela eleição da nova Presidente da Assembleia Intermunicipal, Margarida Curinha, tal como do Vice-Presidente e do Secretário, António Pita e Nuno Silva, respetivamente.

“Todos os desafios que digam respeito ao meu concelho em particular, e ao meu distrito no geral, são abraçados por mim com todo o entusiasmo possível. É importante continuar o trabalho que tem sido efetuado até aqui, de reforço de coesão territorial entre todos municípios. Só assim conseguimos ser mais fortes, ter voz a nível nacional e defender o Alto Alentejo”, sublinhou a recém-empossada Presidente.

A Assembleia Intermunicipal da CIMAA é um órgão deliberativo constituído por membros de cada assembleia municipal, eleitos de forma proporcional, com a seguinte composição: dois nos municípios até 10 000 eleitores e quatro nos municípios entre 10 001 e 50 000 eleitores.

Nesta reunião foi ainda aprovada a eleição do 1.º Secretário do Secretariado Executivo da CIMAA, Carlos Nogueiro, no seguimento da deliberação dos autarcas em sede de reunião ordinária do Conselho Intermunicipal de dia 13 de novembro.

No seguimento da instalação, a Assembleia Intermunicipal deu seguimento à sua primeira reunião ordinária, com destaque para a aprovação do Plano de Ação, do Mapa de Pessoal e do orçamento da CIMAA para o ano de 2026, o mais elevado de sempre desta comunidade. O Orçamento aprovado, no valor de 140.956.670,00€, reflete fundamentalmente a implementação de vários projetos ligados à Barragem do Pisão, mas não esquece o investimento nas diferentes áreas de intervenção da CIMAA.

Ter um fundo de emergência é fundamental para uma vida financeira saudável, defende a DECO

Segundo a DECO, ter um fundo de emergência é essencial para todas as famílias, sendo fundamental para uma vida financeira saudável.

Trata-se de um montante, variável de pessoa para pessoa, que é colocado de parte para fazer face a um imprevisto.

Ter um Fundo de Emergência não é mais do que o dinheiro que se obtém a economizar e que se reserva para cobrir gastos ou despesas inesperadas que poderão ocorrer, inclusive no curto prazo, na vida de cada um.

O dinheiro do Fundo de Emergência permitirá, por exemplo, pagar as despesas correntes e até inesperadas, sem que as famílias tenham de se endividar ou recorrer a crédito, logo sem entrar em stress financeiro numa situação imprevista, como doença, desemprego ou de quebra de rendimento. Esse fundo deve ser constituído por, pelo menos, cinco a seis vezes o rendimento mensal da família. Só assim será possível acautelar o imprevisto.

Tudo para saber sobre o assunto na edição desta semana da rubrica da DECO, com Helena Guerra, do Gabinete de Projetos e Inovação da Associação para a Defesa do Consumidor. Para ouvir no podcast abaixo:

Trilhos dos Reis atraem amantes do trail a Portalegre

Portalegre prepara-se para receber, no próximo fim de semana, dias 10 e 11, mais de 1.800 participantes naquela que é já uma das mais emblemáticas provas de trail running do país: os Trilhos dos Reis, que cumprem em 2026 a sua XII edição. 

Organizados pela DAP – Associação de Desporto e Aventura de Portalegre, os Trilhos dos Reis voltam a afirmar-se como uma aventura mágica na Serra de São Mamede, reunindo atletas, famílias e amantes da natureza numa celebração do desporto, da inclusão e do território. 

O evento arranca no sábado com a já tradicional Corrida dos Príncipes, destinada aos mais novos, que contará com 150 participantes e promete voltar a ser um dos momentos mais marcantes do fim de semana. 

No domingo, o coração do evento será novamente o Mercado Municipal de Portalegre, de onde partirão, de forma faseada, os atletas e caminheiros distribuídos pelas várias distâncias. A edição de 2026 conta com 300 participantes na Caminhada, 750 atletas no Mini Trilho dos Reis (18 km), 450 atletas no Trilho dos Reis (31 km) e 200 atletas no Ultra Trilho dos Reis (48 km). 

Ao longo de trilhos exigentes e paisagens únicas da Serra de São Mamede, a organização promete manter o elevado padrão de qualidade que tem marcado as últimas edições, com forte aposta na experiência dos participantes, animação, segurança e envolvimento da comunidade local. 

Com quase dois milhares de inscritos, os Trilhos dos Reis voltam a ter um impacto significativo na dinâmica económica e turística da região, reforçando Portalegre como destino de referência no calendário nacional do trail running. 

“Os Trilhos dos Reis são muito mais do que uma prova desportiva. São um reflexo do espírito da nossa região, da ligação à Serra de São Mamede e da capacidade que Portalegre tem de acolher atletas de todo o país com qualidade, paixão e autenticidade. Chegar à 12.ª edição com estes números é motivo de enorme orgulho para toda a equipa”, declara José Presado, Presidente da Direção da DAP, agradecendo a parceiros, patrocinadores, atletas e voluntários, que continuam a desempenhar um papel decisivo na realização daquele que é um dos maiores eventos da região. 

Rui Jesuíno dedica terceiro volume de “Elvas Antiga” à história do comércio da cidade

O terceiro volume do livro “Elvas Antiga”, da autoria do historiador elvense e cronista oficial da cidade, Rui Jesuíno, tem a sua sessão de lançamento e apresentação, esta sexta-feira, 9 de janeiro, na Biblioteca Municipal Dra. Elsa Grilo, pelas 18 horas.

Depois de um primeiro volume dedicado à componente arquitetónica da cidade e de um segundo às grandes vivências da cultura, este terceiro, que será apresentado no âmbito das comemorações dos 367 anos da Batalha das Linhas de Elvas, é dedicado à história do comércio. “É uma história que ainda não tinha sido contada por ninguém e que vai ser revelada desta forma”, começa por dizer o autor.

Para Rui Jesuíno, “falar sobre o comércio foi algo muito interessante, uma vez que Elvas sempre foi, por ser uma cidade fronteiriça, uma cidade muito comercial”. Na obra, a história, que se inicia na Idade Média, estende-se até aos dias de hoje.

À semelhança do que já aconteceu nos dois primeiros volumes da coleção “Elvas Antiga”, todas as histórias apresentadas são ilustradas com fotografias. Num trabalho de “muita pesquisa”, levadi a cabo ao longo de um ano, para o historiador a maior dificuldade foi “conseguir as fotografias antigas que ilustrassem esse comércio”. “Foi mais difícil do que propriamente fazer investigação”, garante.

Cada capítulo da obra é dedicado a um tipo de comércio: desde as ourivesarias e relojoarias, às farmácias e boticários, passando pelos hotéis, pensões e estalagens, restaurantes, confeitarias, pastelarias, geladarias e chocolatarias, talhos, padarias, adegas, tabernas, cafés, bares, stands de automóveis, bombas de gasolina, tabacarias e casas de prostituição.

“O livro começa por falar do comércio no geral, como começaram e como funcionavam os mercados e as feiras aqui na cidade de Elvas, o mercado diário semanal que se fazia antigamente na Praça da República, e também na Rua da Cadeia e Rua da Feira, e as regras que tinham e que eram ditadas pela Câmara”, adianta o historiador.

Por outro lado, na obra, Rui Jesuíno dá a conhecer os elvenses que estiveram ligados ao comércio internacional e que foram “conhecidos mundialmente”. “São, infelizmente desconhecidos, de alguns, mas fala-se, por exemplo, da família Gomes de Elvas, que se estabeleceu na Madeira e nos Açores e que tinha um monopólio do açúcar. Vendiam o açúcar para a Europa, em especial para a Flandres. Também o António Fernandes de Elvas, que é um elvense do início do século XVII, que, por exemplo, em 1616, detinha o monopólio dos escravos que iam de Angola e do Congo para o Brasil. Era ele que fazia esse comércio de traficante negreiro”, recorda.

A Associação Comercial de Elvas, uma das mais antigas do país, fundada em 1893, é também abordada neste livro, como pontapé de saída para uma abordagem àquilo que foi o “associativismo comercial do final do século XIX”.  

Não sabendo ainda se haverá um quarto volume deste “Elvas Antiga”, Rui Jesuíno, quem tem outra obra sobre “Elvas nas Guerras da Restauração” já concluída, leva um total de oito livros editados.

A entrevista completa a Rui Jesuíno sobre este terceiro volume da obra “Elvas Antiga” para ouvir no podcast abaixo:

Programa PAS: “uma mais-valia para o comércio local e um apoio importante para as instituições” de Campo Maior

As três juntas de freguesia do concelho de Campo Maior – São João Baptista, Nossa Senhora da Expectação e Degolados – têm vindo, de há alguns anos a esta parte, a apoiar, mensalmente, as instituições e o comércio local, através do Programa de Apoio Social (PAS).

A iniciativa tem vindo a revelar-se uma ajuda importante para as instituições, que recebem, sobretudo, bens alimentares, que são adquiridos nos estabelecimentos de Campo Maior, pelas juntas de freguesia. “Tudo aquilo que nós oferecemos às instituições é comprado no comércio local. Acho que é uma mais-valia para o comércio local e um apoio importante também para as instituições”, diz a presidente da Junta de João Baptista e da CURPI, Anselmina Caldeirão.  

Em causa está um apoio mensal que oscila entre os 120 e os 130 euros, sendo que quer as instituições, quer os estabelecimentos contemplados variam de mês para mês. “Um mês recebe uma instituição, outro mês recebe outra. Num mês vamos a uma loja, depois vamos a outra. Portanto, são todas abrangidas e toda a gente sai a ganhar”, garante a presidente da junta.

“Tem sido, de facto, muito gratificante. Falando pela CURPI, é sempre uma ajuda muito importante”, diz ainda Anselmina Caldeirão.

Para além da CURPI, beneficiam deste apoio das juntas de freguesia instituições como a Loja Social, a Santa Casa da Misericórdia e o ATL da Casa do Povo.