A Universidade Sénior de Monforte comemora amanhã, segunda-feira, dia 5, o seu 13º aniversário com um evento aberto à população.
A data vai ser assinalada com uma sessão, marcada para as 15 horas, no Centro de Educação, Formação e Universidade Sénior, com a participação de Carmen Garcia, enfermeira e autora de “A Mãe Imperfeita”.
Vimos por este meio divulgar o evento de apresentação da
A Estratégia de Eficiência Coletiva “GUARDIÕES Alentejo – Ação Climática para a valorização do recurso endógeno Ecossistema Ambiental” vai ser apresentada na próxima terça-feira, dia 6 de janeiro, entre as 11 e as 12.30 horas, no Auditório da CCDR Alentejo, IP, em Évora.
A iniciativa, promovida pela CCDR Alentejo IP, pelo Politécnico de Portalegre e pelo Fórum da Energia e Clima, tem como objetivo apresentar a Estratégia e o respetivo Plano de Ação, bem como promover uma reflexão conjunta sobre o envolvimento dos diferentes stakeholders na valorização do ecossistema ambiental do Alentejo e na resposta aos desafios da ação climática.
A Kyndryl, o Instituto Politécnico de Portalegre e a Unidade Local de Saúde do Alto Alentejo vão promover uma ação de doação de sangue no Campus Politécnico de Portalegre, no próximo dia 13 de janeiro, terça-feira, entre as 9 e as 13 horas.
O Município de Arronches vai investir mais de um milhão e 65 mil euros na obra de reabilitação do Rossio, junto à Rua General Humberto Delgado.
Aquela área passará, desde logo, e tal como explica o presidente da Câmara, João Crespo, a contar com um pavilhão multiusos e uma bolsa de estacionamento. “Esse espaço vai permitir a construção de um pavilhão, que nós denominamos pavilhão multiusos, e vai servir não só para eventos, mas também para a criação de uma bolsa de estacionamento coberto, que vai permitir dar resposta aos constrangimentos que sentimos a nível de estacionamento naquela zona mais a sul da vila”, começa por dizer o autarca. “Temos ali o edifício da Segurança Social, que é um edifício que tem muita procura e há sempre grande dificuldade em ter estacionamento. Também temos ali uma IPSS e, portanto, é uma zona que é bastante movimentada”, justifica.
Por outro lado, a intenção é reabilitar o jardim que está “a necessitar de uma renovação”. Serão criados espaços para as crianças, com uma zona de parque infantil e um polidesportivo. Com esta obra, o município pretende “dar resposta às pessoas que vivem naquela parte da vila, para que possam ter um espaço agradável para estar”.
Por outro lado, atualmente, a autarquia tem a decorrer várias obras, como a de reabilitação do sistema de Açudes, em Mosteiros. “É uma obra que está já bastante avançada e que contamos, eu diria, no próximo verão, ter pronta, se tudo correr bem, ou seja, se a meteorologia nos permitir também, porque o trabalho é feito no leito da ribeira e, portanto, estamos sempre condicionados em função daquilo que são os caudais que a ribeira tem”, revela o autarca.
O presidente da Câmara Municipal de Arronches destaca também a criação do Parque Urbano de Esperança, uma intervenção “que está a andar também muito rápido”, e que vai permitir disponibilizar “um espaço público agradável, onde as pessoas possam estar e conviver. E, portanto, nesse aspecto, são duas obras que queremos concluir rapidamente”, remata João Crespo.
O Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE) apresenta ao público, até março, dois projetos expositivos: “No Fundo”, de Pedro Magalhães, e “De um Corpo ao Outro”, com obras de Ana Santos e da Coleção António Cachola.
A exposição de Ana Santos, como revela o comendador António Cachola, ocupa a parte superior do museu. “É uma exposição em que os trabalhos que ela apresenta dialogam com obras da coleção António Cachola, que é a coleção residente do MACE, ou seja, o curador da exposição, que é o Sérgio Fazenda Rodrigues, um curador residente em Lisboa, que tem os seus projetos artísticos de curadoria também em Lisboa, achou por bem que esta mostra e este projeto da Ana Santos acontecessem com obras da sua criação, obras essas que deveriam dialogar com obras da coleção António Cachola”, adianta o colecionador.
Já Pedro Magalhães apresenta uma exposição de trabalhos audiovisuais, com curadoria de Ana Cristina Cachola, no piso inferior do MACE. “É um artista que nasceu e reside no Porto e que tem trabalhos muito interessantes. Ele é um artista que vem da área da música e, portanto, apresenta trabalhos de fotografia e de vídeo, um projeto que nós consideramos também muito interessante pelo facto de não ser um artista que é muito visto na zona sul do país”, explica António Cachola.
A importância dos voluntários nas Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) é muito grande. Os voluntários são considerados pilares fundamentais das IPSS, contribuindo com tempo, dedicação e espírito solidário para que as instituições possam cumprir a sua missão social.
Na Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior, o trabalho dos voluntários é muito valorizado, pois são uma força transformadora, capaz de melhorar vidas e fortalecer o tecido social, como nos refere o provedor José Jorge Pereira “é um papel muito importante, porque os voluntários acabam por ser pessoas que dedicam muito da sua vida à causa pública, à causa social e sem qualquer tipo de ganhos. Eu acho que doar é disponibilizar o tempo daquilo que eu consigo ainda fazer e entregá-lo, partilhar com a comunidade e estar junto deles. Mas, obviamente, temos uma equipa, temos um conjunto de voluntários, pessoas que nos procuram no sentido de ajudar. O que é que podemos fazer mais? Porque todos nós temos um início, um meio, e nós temos de dar dignidade a essas pessoas que quando vem alguém a tomar conta deles, a contar-lhe uma história, a fazer alguma partilha, é melhor que um comprimido. E isso é que a nós nos dignifica”.
A anterior Provedora da Santa Casa de Campo Maior, Rosa Mortágua esteve como provedora durante seis anos e recorda algumas das etapas mais marcantes da sua experiência como voluntária na Mesa da Santa Casa, “fui seis anos provedora, entrei em 2007 e saí em 2013” Sobre a sua experiência, Rosa Mortágua recorda que “a casa estava um bocadinho desorganizada, eu tinha alguns conhecimentos sobre isso e procurei de início primeiro a parte económica. Havia realmente necessidade de melhorar instalações, algumas condições, mas não se pode fazer tudo, portanto eu tive que pedir empréstimos para regularizar um pouco a parte de contabilidade. E ainda melhorei algumas coisas e também iniciei um pouco este projeto atual, em que acabou aqui, junto à vila de Campo Maior, ao jardim, o centro de dia passou lá para cima, que neste momento está muito bem, junto ao lar. O infantário havia muita necessidade, muita gente nova, com crianças que não tinham onde as colocar durante o seu período de emprego. Portanto, esse projeto ainda foi da minha autoria, já não concluído no meu tempo”.
Recentemente, a Santa Casa realizou um reconhecimento público dos seus voluntários, abrangendo provedores, funcionários e voluntários, pelo contributo que fizeram ao longo do tempo para o desenvolvimento da instituição.