Musical “D’Artagnan e as 3 Mosqueteiras” apresentado este sábado à tarde em Campo Maior

O musical “D’Artagnan e as Três Mosqueteirs” é apresentado, na tarde deste sábado, 29 de novembro, no Centro Cultural de Campo Maior.

Inspirado em “Os Três Mosqueteiros”, este espetáculo combina ação, humor e valores como o respeito e a igualdade de género. No Reino de França, a Rainha Ana vê o seu trono ameaçado pelo maquiavélico cardeal Richelieu e pela sua aliada Milady.

D’Artagnan decide ajudar a Rainha e a sua leal aia Julieta, juntando-se a três destemidas mosqueteiras numa aventura repleta de surpresas. Entre duelos, intrigas e gargalhadas, surgem ainda personagens inesquecíveis como o Pinguim Jean Pierre e a Cozinheira Babuxa, garantindo diversão para toda a família.

A sessão está marcada para as 16 horas.

Estudantes de Erasmus estiveram em Campo Maior

O Agrupamento de Escolas de Campo Maior recebeu, entre 20 e 24 de outubro de 2025, estudantes de vários países e a sua passagem por Campo Maior e Elvas foi publicada no jornal local polaco Krasnic.pl da cidade de Kraśnik, 50 km a sudoeste de Lublin, no leste do país. A noticia foi escrita por Grzegorz Jankowski:

“O projeto do programa Erasmus+ “Jovens Europeus – criativos e responsáveis defensores da natureza” (Young Europeans – the CREW – Creative and Responsible Environment Warriors) já é conhecido pela comunidade local devido ao vasto leque de atividades a ele associadas. Muitas delas tiveram lugar também fora das paredes da escola. Exposições internacionais em bibliotecas municipais, encontros, visitas a diferentes instituições são apenas algumas das iniciativas realizadas pela Escola Secundária n.º 1 no âmbito do projeto.

Creditos Krasnic.pl

O ano letivo de 2025/2026 marca o terceiro ano da sua execução. Já se realizou a quarta mobilidade internacional. Entre os dias 20 e 24 de outubro de 2025, representantes dos países parceiros – República Checa, Itália, Roménia, Polónia e Portugal – reuniram-se em Campo Maior para concretizar os objetivos do projeto: desenvolvimento sustentável, biodiversidade, património natural e cultural, bem como inclusão digital.

Os parceiros portugueses do Agrupamento de Escolas de Campo Maior empenharam-se para que a nossa estadia fosse atrativa e decorresse num ambiente de apoio e cordialidade. A região onde se situa Campo Maior – o Alentejo – é conhecida pelas oliveiras, que constituem uma parte significativa da paisagem desta zona de Portugal. Assim, durante a visita, conhecemos uma fábrica de azeite com tradição de várias gerações, onde as oliveiras são cultivadas e transformadas de forma sustentável e amiga do ambiente. Ficámos a saber que, infelizmente, as plantações modernas, orientadas para o lucro rápido, empobrecem os solos e recorrem a numerosos produtos químicos, o que afeta a qualidade dos frutos e tem impacto negativo no meio ambiente e na saúde humana. A visita terminou com uma prova de azeitonas e de diferentes tipos de azeite fresco produzido localmente. Fomos também levados ao museu do azeite, onde pudemos aprofundar os nossos conhecimentos sobre os métodos de transformação da azeitona ao longo da história”

MACE abre portas este sábado a dois novos projetos expositivos: “No Fundo” e “De um Corpo ao Outro”

O Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE) abre portas, na tarde deste sábado, 29 de novembro, para apresentar ao público dois novos projetos expositivos: “No Fundo”, de Pedro Magalhães, e “De um Corpo ao Outro”, com obras de Ana Santos e da Coleção António Cachola.

A exposição de Ana Santos, como revela o comendador António Cachola, irá ocupar a parte superior do museu. “É uma exposição em que os trabalhos que ela vai apresentar vão dialogar com obras da coleção António Cachola, que é a coleção residente do MACE, ou seja, o curador da exposição, que é o Sérgio Fazenda Rodrigues, um curador residente em Lisboa, que tem os seus projetos artísticos de curadoria também em Lisboa, achou por bem que esta mostra e este projeto da Ana Santos acontecessem com obras da sua criação, obras essas que deveriam dialogar com obras da coleção António Cachola”, adianta o colecionador.

Já Pedro Magalhães apresenta uma exposição de trabalhos audiovisuais, com curadoria de Ana Cristina Cachola, no piso inferior do MACE. “É um artista que nasceu e reside no Porto e que tem trabalhos muito interessantes. Ele é um artista que vem da área da música e, portanto, vai apresentar trabalhos de fotografia e de vídeo, um projeto que nós consideramos também muito interessante pelo facto de não ser um artista que é muito visto na zona sul do país”, explica António Cachola.

Após a sessão de inauguração das exposições, marcada para as 16 horas, Pedro Magalhães e Ensemble Decadente apresentam a performance “Hidden Track”, prevista para as 18 horas.

Entretanto, e com estas duas exposições a chegarem ao fim em março, logo no mês seguinte, o MACE apresenta uma exposição de fotografia alusiva ao 25 de Abril, em parceria com o Museu Militar de Elvas. “É uma exposição de fotografia comemorativa daquilo que aconteceu em 25 de abril de 1974, com fotografias do fotógrafo Alfredo Cunha. É um projeto extraordinário, de muita qualidade em termos fotográficos. Ele é um grande fotógrafo e tem trabalhos muito interessantes e reconhecidos por muitas das pessoas que viveram o 25 de Abril como sendo um dos fotógrafos mais importantes que estiveram próximos desse acontecimento”, explica o comendador.

Já a 23 de maio, Alexandre Estrela, artista escolhido para representar Portugal na Bienal de Veneza, pela Direção-Geral das Artes e o Ministério da Cultura, apresenta uma exposição individual que irá ocupar todo o espaço do MACE. Considerando esta mostra um “dos pontos altos do primeiro semestre de 2026”, António Cachola lembra que a Bienal de Veneza é o acontecimento de arte contemporânea mais importante do mundo. “Ficámos muito contentes porque já tínhamos programado e planeado há muito tempo esta exposição do artista Alexandre Estrela. Portanto, vamos ter uma representação de Portugal na Bienal de Veneza, que vai começar em maio, com o artista Alexandre Estrela a representar Portugal e a estar no Pavilhão de Portugal em Veneza. A 23 de maio teremos uma exposição individual dele a ocupar todo o museu, em Elvas, o que é ótimo e que, de alguma maneira, mostra que Elvas está sempre naqueles que são os eventos e os acontecimentos mais importantes da arte contemporânea no nosso país”, remata.

I São Silvestre de Campo Maior a 13 de dezembro: uma prova que promete ser “diferente e apelativa”

O grupo Campo Maior Trail Runners (CMTR) e o GEDA unem-se à Câmara Municipal de Campo Maior, à Associação de Atletismo do Distrito de Portalegre, ao Sporting Clube Campomaiorense e ao União Futebol de Degolados para, na tarde do próximo dia 13 de dezembro (sábado), promover a I São Silvestre na vila.

A prova, destinada a atletas federados e não federados de todas as idades, é composta por corrida, em diferentes distâncias consoante o escalão, e uma caminhada de cinco quilómetros. Esta I São Silvestre, tal como revela Carlos Pepê, da organização, acaba por surgir no seguimento da iniciativa desportiva solidária que o CMTR vinha, de alguns anos a esta parte, a realizar por altura do Natal. “Há muitos anos que vínhamos fazendo, com o município, um evento de Natal sempre solidário: nos primeiros anos de apoio aqui à nossa Loja Social e depois da recolha de bens para Os Cucos”, começa por recordar.

Dando agora um “passo em frente”, e associando-se à AADP, o CMTR consegue “colocar mais uma prova no circuito de corridas da associação”, dado “o crescimento” que se registava, ano após ano, do evento solidário e não competitivo que o grupo organizava. “Temos feito sempre um caminho sustentável, no sentido de aproximar as pessoas da modalidade e depois dar um passo em frente sempre que se tenha oportunidade”, acrescenta Carlos Pepê.

Esta promete ser uma prova “diferente e apelativa”, que irá atravessar a avenida florida de Natal da vila. “É uma prova diferente porque estamos também associados à Associação de Comércio de Campo Maior, no sentido de fazermos aqui também a mostra daquilo que Campo Maior tem de melhor, porque vamos ter uma avenida florida de Natal e, nesse contexto, vamos tentar fazer com que a prova passe por essas zonas que estão devidamente engalanadas para receber os atletas. Estão criadas todas as condições para termos uma jornada claramente diferente daquilo que são as outras São Silvestres do nosso país”, assegura o responsável.

As inscrições, que são pagas apenas para atletas não federados maiores de 16 anos (quatro euros), vão estar abertas até às vésperas do evento. As inscrições na corrida são feitas através da página da Federação Portuguesa de Atletismo (aqui). Os interessados em participar na caminhada têm disponível um formulário próprio nas redes sociais do CMTR (aqui).

No dia 13, o secretariado, instalado na Praça Multimodal, abrirá às 15 horas, estando a partida da corrida, para os mais novos, prevista para as 17 horas, com saída junto à estátua do Comendador Rui Nabeiro, na Avenida da Liberdade. A partida da “prova rainha” desta I São Silvestre em Campo Maior, com duas voltas de cinco quilómetros num circuito urbano, está marcada para as 18h30. Logo de seguida parte a caminhada. A cerimónia de entrega de prémios acontecerá às 20 horas.