Associação Arkus realiza Noite de Fados no dia 21 de fevereiro

A Arkus, Associação Juvenil, vai realizar uma noite de fados, no dia 21 de fevereiro, sexta-feira, pelas 20h, na sua respetiva sede, localizada na Rua 14 de Janeiro, nº 15, em Elvas.

Esta noite de fados, conta a presença do poeta José Martins e de variados fadistas, entre os quais: Joana Capelas, Mariana Guerra e Coronel Varandas. Nas cordas, estarão acompanhados por Paulo Cachinho na guitarra portuguesa e por Joaquim Ferreira na viola de fado.

O evento tem o custo de 25 euros com jantar incluído, sendo que é requerido o pagamento de 50% no ato da reserva.

Comédia “Cama para 4” sobe ao palco do Centro Cultural de Arronches dia 8 de fevereiro

A comédia “Cama para 4” sobe ao palco do Centro Cultural de Arronches no próximo dia 8 de fevereiro, pelas 21h.

O espetáculo, da autoria de Roberto Pereira, conta com as participações de Carlos Cunha, Erika Mora, David Carronha e Carla Janeiro.

A aquisição dos bilhetes pode ser feita a partir de dia 5 de fevereiro, na Biblioteca Municipal de Arronches, das 11h às 13h e das 14h às 17h, ou, no próprio dia do espetáculo a partir das 20h.

Sinopse do espetáculo: “Imagine comprar a casa dos seus sonhos e no dia que faz a mudança descobre que a mesma casa foi também vendida a um outro casal, que se muda também no mesmo dia. Então, aquilo que era suposto ser um dia de sonho, torna-se num verdadeiro pesadelo, sem fim à vista, pois ninguém parece querer abdicar dos seus direitos. Assim, dá-se início a um reboliço para chegar a conclusão, que teima não chegar. E, enquanto isso, uma casa que era para dois passar a ter… uma cama para 4”.

Concurso de obra em espaço público de Arronches volta a ficar deserto

Tendo em conta a falta de mão de obra disponível, o concurso para a obra de requalificação do espaço público, junto à Rua General Humberto Delgado, em Arronches, onde todos os anos se realiza a exposição de gado da Feira de Atividades Económicas, voltou a ficar deserto.

Em cima da mesa está uma obra que resultará de um investimento de mais um milhão de euros, que o presidente da Câmara, João Crespo, espera que possa ser lançada a concurso, novamente, “muito em breve”. Na expectativa que num terceiro concurso possam já surgir concorrentes, João Crespo assegura que “as empresas não concorrem porque não têm mão de obra disponível”.

“É algo que estamos a assistir. É a segunda vez que este concurso fica deserto e temos conhecimento que também os concursos de outros municípios, com obras de grande monta, ficaram desertos”, acrescenta.

Com esta obra, “programada há já bastante tempo”, o município procura não só “embelezar” aquela zona da vila, mas também criar uma bolsa de estacionamento. Essa bolsa de estacionamento é muito necessária, explica João Crespo, tendo em conta os constrangimentos diários naquela zona mais a sul de Arronches, onde existe uma grande concentração de serviços.  

A obra, a par da criação de uma bolsa de estacionamento, com mais de 20 lugares, prevê, entre outros, a requalificação do campo de jogos, a colocação de uma de pérgula vegetal no seguimento da existente para aumentar a área de sombra, a criação de um parque de merendas, a requalificação do parque infantil, a instalação de mobiliário urbano e sinalética e a plantação de árvores autóctones.

Sereno & Fonseca encerra produção, mas mantém Fábrica-Museu da Ameixa de Elvas aberta

A empresa elvense Sereno & Fonseca, que se tem dedicado, ao longo dos últimos anos, à transformação da Ameixa Rainha Cláudia, exclusivamente proveniente de ameixieiras localizadas no perímetro de Elvas, vai encerrar a sua produção.

Explicando os motivos que levam a este encerramento, o empresário José Carlos Fonseca revela, por outro lado, que a Fábrica-Museu da Ameixa de Elvas, localizada na Rua Martim Mendes, no centro histórico da cidade, vai manter-se aberta ao público: “a produção encerrou porque eu já tenha uma idade que não me permite andar a carregar e a descarregar fruta”.

Estando a fábrica localizada numa zona onde os fornecedores não chegam com as suas viaturas de transporte, o empresário lembra que era sempre ele quem ia ao encontro dos produtores, fazendo a carga e descarga da matéria-prima. “Um jovem consegue fazê-lo (as cargas e descargas), agora uma pessoa com mais idade já não”, assegura, dando conta que, por ano, a empresa “trabalhava cerca de seis toneladas” de fruta.

Lembrando que muitos dos turistas que visitam Elvas passam pela Fábrica-Museu, José Carlos Fonseca garante que é importante mantê-la aberta ao público: “temos registo de 30 mil pessoas que entraram aqui no museu e compraram, por isso, o património tem de estar aberto”.

Agora, a empresa prepara-se para fazer a transação do negócio ou estabelecer parcerias com outras entidades. “Temos várias ofertas, há várias entidades que se aproximaram para fazer ou parceira ou transação”, revela o responsável. Embora este seja um negócio que não se debate com a falta de clientes, o problema da localização da fábrica impede a melhoria da produção. “Precisa de mais maquinaria, mas nós estamos num sítio que só funciona mesmo à base da mão de obra. Terá de passar por uma mistura de produção artesanal com industrial, para ter o sucesso que o produto precisa”, acrescenta.

A par da ameixa, e através de um processo de confitagem, a Sereno & Fonseca vinha também a transformar o alperce, o figo e o pêssego.

Localizada na antiga fábrica Frutas Doces, fundada em 1919, a Fábrica-Museu era, aos dias de hoje, a única fábrica de Ameixas de Elvas ainda a laborar de acordo com o processo tradicional e a receita original dos conventos quinhentistas.

Neste espaço museológico, o visitante tem oportunidade de conhecer, não só a história desta especialidade, mas também a importância desta atividade económica no desenvolvimento da cidade de Elvas.

Nova empresa em Campo Maior resulta em “dinamismo económico e criação de postos de trabalho”

Há um novo projeto empresarial a nascer em Campo Maior. Trata-se de uma empresa que vai dedicar a sua produção ao cultivo de cannabis medicinal.

Destacando a importância de projetos com esta “envergadura”, tendo em conta “o dinamismo económico e a criação de postos de trabalho”, o presidente da Câmara, Luís Rosinha, a acompanhar o processo desde a primeira hora, garante que a procura das empresas por Campo Maior para se instalarem resulta muito do trabalho levado a cabo pela autarquia.

“Temos acompanhado a instalação desta empresa desde os primórdios, desde a intenção em se fixar em Campo Maior. Chegamos agora a uma fase em que, estrategicamente, a empresa está em vésperas de se colocar ao serviço”, diz ainda Luís Rosinha.