O concelho de Campo Maior não regista hoje, quarta-feira, dia 26, novos casos de infeção por Covid-19, pelo que se mantém com três casos ativos.
Dos 651 casos confirmados, desde o início da pandemia, 637 pessoas já recuperaram e 11 perderam a vida.
Com vista a melhorar a frota de transporte escolar, oferecendo àqueles que a frequentam mais condições de conforto, o Município adquiriu um MiniBus IVECO Daily de 22 lugares + Motorista.
Esta aquisição surge também da necessidade de uma nova viatura, tendo em conta que um dos autocarros que diariamente realiza o transporte de alunos vai atingir, em setembro, a sua vida útil de laboração, em termos de transporte escolar.
A viatura, com um custo de 63.500 euros mais IVA, foi entregue no ontem, terça-feira, dia 25, na presença dos vereadores Luís Rosinha e Vanda Alegria.
De realçar que a viatura foi decorada já com a nova marca turística do Município, cujo lema é “Campo Maior – Onde Tudo se Faz Flor”.
“O Prado vai à escola” é o nome da exposição que está patente até ao final deste mês na Escola Secundária de Campo Maior.
Trata-se de uma exposição “com 20 réplicas do Museu do Prado, em Madrid, com o objetivo de que os alunos apreciem de perto o que aprendem nas aulas”, refere Vanessa Algarvio, professora na Secundária de Campo Maior.
Exposição “O Prado vai à escola”, patente na Secundária de Campo Maior e que conta com réplicas do Museu do Prado em Madrid.
O Museu Militar de Elvas tem uma nova exposição temporária, com alguns “Achados da I Guerra Mundial”. Trata-se de uma mostra, que abriu ao público na terça-feira, 18 de maio, por ocasião do Dia Internacional dos Museus.
Para este ano, como revela o diretor do museu, major Carlos Carretas, o Conselho Internacional dos Museus propôs, para as comemorações deste dia, o tema “O Futuro dos Museus: Recuperar e Reimaginar”. “Associámo-nos a esta causa, recuámos cem anos e fizemos esta exposição com artigos da Primeira Guerra Mundial”, acrescenta.
Entre os elementos que compõem a mostra, Carlos Carretas destaca “uma parte do serviço da saúde, o armamento que participou na Primeira Guerra Mundial e ainda uma coleção de transmissões”.
A exposição, que conta com entrada gratuita, pode ser visitada, até final de junho, entre as 9 e as 18.30 horas, de terça-feira a domingo.
Durante o longo período em que esteve encerrado ao público, devido à pandemia, o Monte Selvagem, em Lavre, procurou, apesar das dificuldades, para além de cuidar dos mais de 300 animais que tem aos seus cuidados, inovar e criar novos motivos de atração.
Se inicialmente, o propósito do parque era “resgatar animais necessitados de habitats alternativos, ou seja, animais selvagens confiscados pelas autoridades”, a missão do Monte Selvagem tem-se virado mais, ao longo dos últimos anos, para uma vertente de educação.
“Para manter os animais em condições de bem-estar é necessária muita despesa e, aos longo destes 17 anos, temos virado a nossa missão mais para a parte educativa, a educação pela sustentabilidade e pela conservação das espécies, porque como não conseguimos alojar tantos animais como gostaríamos, começámos por enveredar por conectar as pessoas com a natureza e mostrar-lhes como é mágica”, revela a diretora do Monte Selvagem, Ana Paula Santos. Nesse sentido, nos últimos tempos, foi criada nova sinalética educativa, feita “a partir de resíduos florestais da herdade”.
Foram igualmente criados novos jogos didáticos e um espaço museológico. “Ao longo destes anos, temos colectado o espólio de materiais, que vão sendo recolhidos, durante o ciclo de vida dos animais”, como é caso de ovos, ossos, hastes e crânios, adianta Ana Paula Santos.
A juntar a este novo museu, que a responsável pelo parque garante estar “simples, mas engraçado”, o Monte Selvagem tem novos habitantes: os macacos-esquilo, que vieram de um Santuário na Holanda, e mais dois saguins.
O Monte Selvagem aloja dezenas de espécies selvagens, como zebras, crocodilos, bisontes e veados, para além animais da quinta. As crianças e famílias, que visitam o parque, têm à sua disposição, entre outros, mega escorregas, trampolins, passeios de trator, casas nas árvores e zona para merendas.
O concelho de Campo Maior não regista este domingo, dia 23, novos casos de infeção, por Covid-19, pelo que se mantém com quatro casos ativos.
Dos 651 casos registados, em Campo Maior, desde o início da pandemia, 636 recuperaram da doença e onze pessoas morreram devido à infeção pelo novo coronavírus.
A requalificação da Fortificação Abaluartada de Campo Maior resultou num investimento global de cinco milhões de euros.
Desde os meios baluartes, ao interior do Castelo, Praça Velha, quartéis do tronco, foram algumas das zonas intervencionadas, num total de 1600 metros que foram intervencionados.
A Rádio Campo Maior visitou toda esta zona da Fortificação, e foi no Meio Baluarte do Curral dos Coelhos que, João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior, afirmou que este se assume como “um local emblemático da vila”, localizado nas traseiras do castelo.
O presidente considera que este, “é um projeto extremamente feliz e onde os campomaiorenses, que possam visitar o espaço, se revejam neste, que foi feito a pensar na população e também no turismo”. A expectativa é que, depois do espaço estar completamente visitável, que os turistas “passem a palavra da beleza do concelho, em particular do Centro histórico”.
A obra está numa fase de conclusão, depois de 10 anos de estudos, projetos, lançamentos de concursos e protocolos. Passados três anos do início da obra, está agora numa fase de conclusão.
“Aqui o que se vê é uma obra maravilhosa para os campomaiorenses”, diz João Muacho, considerando que “todos nos sentimos extremamente orgulhosos, por aquilo que conseguimos para Campo Maior, nos últimos anos, nomeadamente por esta requalificação, que devolve este espaço, que estava como ocupação ilegal, e passou a ser de fruição dos campomaiorenses”.
Já na Zona da Praça Velha foi dada “uma maior dignidade ao espaço”, que segundo o presidente da Câmara está “mais aprazível, criou-se estacionamento e tem mais segurança, as pessoas estão satisfeitas com o que têm e com o que fizemos por Campo Maior”, remata João muacho.
Obra na Fortificação Abaluartada de Campo Maior que está praticamente concluída, num investimento de cinco milhões de euros, que devolve assim o património da vila aos campomaiorenses.