Marcelo participou na Procissão dos 375 anos da padroeira de Portugal

A procissão comemorativa dos 375 anos de Nossa Senhora da Conceição como padroeira de Portugal realizou-se em Vila Viçosa, esta noite, tendo o presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa participado.

A procissão teve o início na da Igreja dos Agostinhos em direção ao Santuário de Nossa Senhora da Conceição,

As comemorações dos 375 anos da Proclamação de Nossa Senhora da Conceição prosseguem este fim-de-semana em Vila Viçosa, terminando amanhã.

O Santuário de Nossa Senhora da Conceição vai contar com a exposição “Três Coroas, a mesma Padroeira”, “com as coroas de Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora de Fátima e Nossa Senhora do Sameiro, de Braga, sendo também um momento alto destas comemorações”, conforme disse à Rádio Campo Maior o autarca local Inácio Esperança.

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Revista à portuguesa “Agora é que é” de regresso ao Centro Cultural este sábado

O espetáculo “Agora é que é”, uma revista à portuguesa, da autoria de um grupo de jovens campomaiorenses, está de regresso ao Centro Cultural de Campo Maior, este sábado, em duas sessões.

Duarte Silvério, um dos promotores do espetáculo revela que o formato é o mesmo, no entanto há algumas cenas que sofreram alterações, tendo em conta os acontecimentos atuais. “É um género de revista que já estamos habituados e estamos com muita vontade, algumas cenas sofreram alterações, tendo em conta que as Festas do Povo passaram a ser Património Cultural Imaterial da Humanidade, e isso tem que ser falado no nosso espetáculo, assim como a guerra na Europa e, por isso, fizemos algumas alterações.”

Este é um espetáculo de “festa e celebração”, e tal só acontece, explica Duarte, quando podemos “sentir todas as emoções, porque vir e ficar feliz não chega, temos que fazer passar uma mensagem e fazer as pessoas pensarem nos temas, não chega entreter durante três horas”.

Já Leonor Alegria, outra das mentoras deste espetáculo adianta que querem mostrar um “conjunto de emoções, aliado à dança, canto, música, e ao teatro, cada cena transmite uma mensagem e lição para as pessoas refletirem”.

Neste momento, e como garante Duarte Silvério, já não há bilhetes para o espetáculo, o que para si, demonstra que “a população tem vontade de continuar a querer ver teatro”, o que deixa “bastante feliz”. Para si, “o teatro é magia e ainda continua a ser magia e enquanto isso há teatro e espetáculos, com magia, emoção e toda a entrega e para mim o espetáculo tem tudo isso, e é isso que queremos fazer as pessoas sentir”.

Leonor Alegria enaltece ainda este tipo de iniciativas e garante que a ligação entre os atores e o público é o que “enriquece o espetáculo”.

Para as pessoas que não conseguiram bilhete, podem através do facebook e instagram, no sábado, assistir a todos os preparativos deste espetáculo.

“Agora é que é”, revista à portuguesa que sobe ao palco do Centro Cultural de Campo Maior, este sábado às 16  e 21.30 horas.

Feira de Doçaria conventual e tradicional regressou a Portalegre

Este fim-de-semana, no Convento de Santa Clara, está de regresso a Feira de Doçaria Conventual e Tradicional de Portalegre, após dois anos de interregno, devido à pandemia.

Na cerimónia de inauguração, Fermelinda Carvalho, presidente da câmara municipal de Portalegre, mostrou-se satisfeita com o regresso do evento, afirmando que a iniciativa regressa, desta feita, ao Convento de Santa Clara, “onde se realizou a primeira edição e onde se fizeram muitos doces conventuais, sendo um Convento com muita história”. O certame conta com cerca de 30 doceiros e muitos expositores com licores, portanto, revela Fermelinda Carvalho, “as pessoas precisavam de um evento, ele retomou e acho que retomou muito bem”.

A autarca considera que este evento destina-se não só aos visitantes mas também a quem reside em Portalegre, sendo um acréscimo a tudo o que a cidade tem de bom. “ Este é um território que precisa muito ser visitado, nós queremos muito receber pessoas e estes eventos contribuem muito para esse propósito, sendo feitos não só para quem vem de fora, mas para as pessoas da região, porque queremos dar-lhes esse ânimo”.

Estes eventos acabam por “contribuir e ser um acréscimo a tudo aquilo que nós temos de bom e junta-se o útil ao agradável, visitam  a região e desfrutam destes eventos” acrescenta Fermelinda Carvalho,  sendo este para si, “um fim de semana com um evento muito doce”.

De acordo com a presidente da Câmara de Portalegre, foi lançado um desafio a todos para que durante o fim de semana levem a sua boleima até à feira. “A boleima é um doce com muita tradição em Portalegre, muitas famílias fazem a boleima tradicional e está muito associada à cidade, pelo que resolvemos dar destaque à boleima e ressuscitar a sua importância, e decidimos fazer um concurso para premiar a melhor boleima, com o objetivo de lhe dar destaque”, acrescenta.

A Feira de Doçaria Conventual decorre até domingo, 27 de março, no Convento de Santa Clara, em Portalegre.

CEAN apresenta espetáculo “A pensar morreu um burro” este domingo

Os alunos do Centro Educativo Alice Nabeiro apresentam este domingo, 27 de março, um espetáculo intitulado de “A pensar morreu um burro”, às 16 horas, no Centro Cultural de Campo Maior.

Apesar de os provérbios parecerem esquecidos nos livros ou apenas existirem na cabeça de alguns, o provérbio “A pensar morreu um burro” dá nome a esta peça de teatro. É um provérbio que põe em causa o pensamento. Pensar ou não pensar? Telma e os colegas irão aventurar-se no mundo do teatro, da filosofia e descobrir o verdadeiro significado deste provérbio.

Os bilhetes para o espetáculo estão à venda no Centro Cultural, no Posto de Turismo e online, e é obrigatório o uso de máscara no interior do Centro Cultural.

Capital do Borrego 2022

A Câmara de Sousel apresentou hoje o projeto “Sousel, Capital do Borrego”, com o intuito de transformar este concelho num território único e com uma marca desejada por todos.

A apresentação da marca “Sousel, capital do borrego” decorreu esta tarde no auditório da Biblioteca Municipal Dr. António Garção, em Sousel, com a presença da ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, a secretária de Estado da Valorização do Interior, Isabel Ferreira, o secretário de Estado do Planeamento, Ricardo Pinheiro e o secretário de Estado Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Carlos Miguel.

Também alguns presidentes de câmara do distrito de Portalegre marcaram presença, uma vez que este projeto visa o envolvimento de todos.

Pode ver as imagens da apresentação da marca “Sousel, capital do Borrego”, aqui:

Centro de Inteligência Competitiva deve começar a funcionar ainda este ano

A obra do novo Centro de Inteligência Competitiva de Campo Maior, a ser instalado na antiga Escola da Cooperativa, está praticamente concluída.

Segundo as previsões do presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Luís Rosinha, tudo aponta para que, dentro de dois meses, a intervenção esteja terminada, para que no final do verão esteja já em pleno funcionamento.

“Houve alguns percalços naquilo que foi a obra, muito também fruto da questão do Covid, mas pensamos que nos próximos dois meses iremos, com certeza, ter a obra física concluída”, garante o autarca.

Neste momento, o município está a já “a contratar aquilo que será o recheio, a parte tecnológica, que ainda é densa, e o mobiliário”. Talvez no início do próximo ano letivo, diz ainda Luís Rosinha, já se possa ter o Centro de Inteligência Competitiva a trabalhar, “de uma forma educacional para potenciar as empresas”. Com esta infraestrutura, revela ainda, pode-se fornecer aos empresários “toda a informação de determinado produto que queiram vir a explorar”.

Este Centro de Inteligência Competitiva será um espaço de investigação em tecnologias direcionadas aos produtos endógenos da região Alentejo, fomentando a valorização do conhecimento, num processo que se consolida na transferência de conhecimento à inovação empresarial.

Resulta de uma parceria entre o Município de Campo Maior, o Instituto Superior de Estatística e Gestão de Informação, da Universidade Nova de Lisboa, e o Instituto Politécnico de Portalegre e de um investimento de quase 992 mil euros, dos quais 843 mil financiados por fundos da União Europeia.

Novo governo português será mais pequeno

O primeiro-ministro encolheu o Governo em dois ministros (passaram de 19 para 17) e em 12 secretários de Estado (de 50 para 38). Ou seja: o futuro Executivo irá ter no total 56 governantes, contra 70 atualmente (uma redução de 20 por cento). É uma dimensão média, no contexto global dos governos constitucionais. Desaparecem três ministérios (Mar, Modernização do Estado e Planeamento) e é (re)criado um, para colocar Ana Catarina Mendes como ministra adjunta e dos Assuntos Parlamentares.

Do atual Executivo, sobram seis ministros. Mariana Vieira da Silva, Marta Temido, Ana Mendes Godinho, Ana Abrunhosa, Pedro Nuno Santos e Maria do Céu Antunes mantém-se nas pastas que já detinham (ver páginas 6 e 7). João Gomes Cravinho também fica no Governo (mas muda de ministério, da Defesa para os Negócios Estrangeiros). Os restantes onze são novidades – um índice de renovação superior a 50 por cento.

Nas saídas, Alexandra Leitão, atualmente ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública., tal como Pedro Siza Vieira (ministro de Estado e da Economia) deixar o Executivo (será substituído pelo “pai” do PRR, António Costa Silva). irão deixar o Governo também a ministra da Justiça e da Administração Interna, Francisca Van Dunem, mas neste caso sem surpresa alguma: há muito que já tinha dito que estava de saída.

Augusto Santos Silva (vai para presidente da Assembleia da República), João Leão (substituído nas Finanças por Fernando Medina), Tiago Brandão Rodrigues (substituído como ministro pelo seu ainda secretário de Estado João Costa), Nelson de Sousa (cujo ministério, do Planeamento, é reduzido agora a uma secretaria de Estado, ficando sob a tutela de Mariana Vieira da Silva), Graça Fonseca (substituída por Pedro Adão e Silva na Cultura), Manuel Heitor (substituído pela cientista Elvira Fortunato na pasta da Ciência e Ensino Superior), João Pedro Matos Fernandes (o ministério do Ambiente passa para Duarte Cordeiro) e Ricardo Serrão (o ministério do Mar deixa de ter existência autónoma passando a ser uma secretaria de Estado no que passará a ser o ministério da Economia e do Mar), completam o lote de saídas do executivo.

Pós graduação em Enoturismo é forte aposta do IPP e EHT Portalegre

A pós-graduação em Enoturismo, é a nova aposta formativa da Escola de Hotelaria e Turismo (EHT) de Portalegre e do Instituto Politécnico de Portalegre, em parceria com a Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo e Comissão Vitivinícola da Região Alentejana.

O presidente do Instituto Politécnico de Portalegre, Luís Loures, revela que a área é emergente, e com estas parcerias pretende-se cruzar conhecimentos, assumindo-se como uma pós graduação diferenciadora para a região. “Esta é uma associação integrada que conta com um conjunto de parceiros significativos, da parte do IPP, através da ESAE e ESECS, em parceria com a Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre, tendo outros parceiros de carácter empresarial ou associativo, que também operam nesta área”.

“O tema é novo e emergente e esta região tem condições ótimas para o seu desenvolvimento, por isso, cruzamos um conjunto de competências e conhecimentos que estas entidades têm, fazendo assim uma pós graduação diferenciadora para a região e possa potenciar o seu desenvolvimento”, acrescenta Luís Loures.

Esta pós graduação surge também, releva Luís Loures, de uma candidatura ao PRR, em que “as várias entidades entenderam que a área do enoturismo era determinante para a competitividade da região, uma vez que liga a produção sustentável, turismo, novas tecnologias, gastronomia e enologia, em torno de um conhecimento muito aplicado que pode ser fundamental para o desenvolvimento regional”.

Já a diretora da Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre, Conceição Grilo, garante que esta é uma “pós graduação inovadora, dando continuidade ao trabalho que é desenvolvido pela instituição de ensino, nesta área dos vinhos, pelo que se criou um cluster de afirmação da Escola na região, num tema que tem um enorme potencial de crescimento”. “Este tema irá torna-se mais robusto e irá necessitar de recursos humanos mais qualificados e a Escola cumpre a sua missão nesse processo de formação de recursos humanos qualificados, para esse setor exigente que é o enoturismo”.

Graça Pacheco de Carvalho, da Escola Superior Agrária de Elvas e uma das coordenadoras da pós graduação, revela que esta formação foi o “concretizar de uma forma estruturada formação, com conhecimento e dando a oportunidade a quem gosta do setor, ou que pense criar algum negócio” de ingressar nesta formação.

A pós graduação tem um pacote de módulos b-learning, sendo que a parte teórica será dada de forma online, e a ideia é que, uma vez por mês, os formandos reúnam de forma presencial e visitem “casos concretos de sucesso de enoturismo”, explica Graça Pacheco de Carvalho.

Já a parte prática do curso será dada de forma presencial, na Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre, como análises sensoriais e organização de eventos vínicos, aliando a gastronomia ao vinho, havendo ainda espaço para seminários com convidados para, “aportar mais valor a esta formação”.

A apresentação desta pós graduação, que já tem candidaturas abertas até ao final do mês, e deverá ter início em abril, decorreu esta quarta-feira, 23 de março, na Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre.

As candidaturas para todos os interessados pela área do enoturismo, podem ser feitas aqui.

Santa Casa de Campo Maior está a recolher bens para enviar para a Ucrânia

A Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior está, à semelhança de outras instituições, um pouco por todo o país, a proceder à recolha de diversos tipos de bens, com vista a serem enviados para a Ucrânia.

Tendo em conta que esta “é uma instituição que se associa a causas onde há conflitos, falta de paz ou guerra”, neste caso, a Santa Casa decidiu dar início a esta campanha, porque segundo revele Rosália Guerra, da instituição campomaiorense, “não quisemos deixar de estar perto das pessoas, que precisam de ajuda num momento tão difícil e que a todos nos sensibiliza e, mais do que tudo todos estamos solidários com o povo ucraniano”.

Desta forma, e tendo em conta as necessidades veiculadas pelo próprio povo ucraniano e associações que estão na primeira linha, decidiram dar início a esta campanha solidária. Para tal são solicitados bens, como alimentos que possam “ter uma durabilidade longa, como enlatados, café, chá, cerais, azeite; ao nível de higiene: fraldas, pensos higiénicos, toalhitas, pasta dos dentes, escovas de dentes; também são pedidos abrigos, mantas, sacos cama, toalhas e lençóis, bem como tapetes e tendas de campismo que podem servir de conforto nos vários habitáculos, onde esta pessoas se encontram, assim como medicamentos e primeiros socorros”, revela Rosália Guerra.

Rosália adianta que caso as pessoas tenham bens de maior porte, ou elevado volume de bens, a instituição procede à sua recolha na residência das pessoas, em dia e hora a combinar.

Esta é uma fase planeamento e ainda não está definida a forma como farão chegar os bens, mas Rosália Guerra explica que podem-se associar a “transportes que já estejam previstos para esse fim ou criar uma nova dinâmica”.

“Esta ação termina quando deixar de se justificar a necessidade que, pode também adaptar-se ao povo ucraniano que possa vir para Portugal e estes bens serem entregues a pessoas que residam nas nossas comunidades”, ou seja, “nós estaremos enquanto a necessidade existir”, remata Rosália Guerra.

A população que queira contribuir pode fazê-lo na provedoria da Santa Casa de Campo Maior, de segunda a sexta-feira, das 9 às 13 horas e das 14 às 17 horas.