Município de Campo Maior debate questão da segurança no centro escolar

O Município de Campo Maior convocou ontem, 12 de outubro, uma reunião de emergência nos Paços do Concelho, para debater a questão da segurança no Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro e analisar possíveis medidas a implementar no curto prazo.

Nesta reunião, onde estiveram representadas a Câmara Municipal de Campo Maior, a Assembleia Municipal de Campo Maior, o Agrupamento de Escolas, a Associação de Pais e Encarregados de Educação, a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens e a Guarda Nacional Republicana, foram discutidas novas ações a ser desenvolvidas para garantir as condições de segurança necessárias à convivência saudável entre alunos, professores e auxiliares de ensino e o bem-estar da comunidade educativa.

Na sequência desta reunião, o Município de Campo Maior determinou a tomada de um conjunto de medidas que considera necessárias para a garantia da segurança e bem-estar dos alunos, que serão implementadas na escola, a partir da próxima semana.

O Município de Campo Maior reitera que a segurança e o bem-estar das crianças e jovens sempre foi e continuará a ser uma prioridade.

“Temos que procurar uma escola inclusiva”, defende Álvaro Laborinho Lúcio

“Educação, Arte e Cidadania” foi o tema da palestra que decorreu esta quarta-feira, dia 12, em Campo Maior, promovida pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) da vila.

Francisca Russo, presidente da CPCJ de Campo Maior, refere que esta ação “foi planificada em comissão alargada, com o objetivo de trabalharmos em conjunto com a escola e com outras entidades. Isto faz parte do plano anual da CPCJ e decidimos trazer o dr. Álvaro Laborinho Lúcio e a dra. Ana Paula Amendoeira para falarem sobre estes temas, bastante pertinentes”.

Álvaro Laborinho Lúcio, jurista, professor universitário, ex-ministro da Justiça e escritor português, foi um dos oradores desta palestra e referiu-nos que “é muito importante abordar estes temas, não só junto dos jovens mas de todas as faixas etárias. Nós temos todos que refletir sobre o estado atual da educação, face ao mundo que ai vem e que desafia os mais novos, não só porque vão ter que viver neles mas porque serão também os protagonistas. Nesse sentido, temos que procurara uma escola que seja inclusiva, sendo a arte um fator muito forte de inclusão”.

Sendo a “inclusão uma questão complexa, não tem soluções simples. O maior erro para uma questão complexa é tentar resolvê-la de forma simples”.

Ana Paula Amendoeira, diretora regional de cultura do Alentejo, considera que “cada vez mais é importante abordar temas como a educação, a arte e a cultura”.

A palestra decorreu no auditório da Escola Secundária de Campo Maior

 

Novas instalações do Lar da Boa-Fé já foram inauguradas (c/fotos)

A obra de ampliação da Estrutura Social António Real da Costa, na Boa-Fé, com a instalação do Lar da Terceira Idade foi inaugurada ao final da manhã desta quarta-feira, 12 de outubro.

É no primeiro andar da instituição que funciona o lar da terceira idade com 34 camas, divididas por 19 quartos, duplos e individuais, contando também com biblioteca e sala de convívio, num investimento de 1,35 milhões de euros.

A Secretária de Estado da Inclusão, Ana Sofia Antunes marcou presença nesta inauguração e revela que “uma das grandes prioridades do Governo, ao nível de apoio social, nesta fase é a área dos mais idosos, porque a esperança média de vida cresceu, a população com mais necessidades cresceu e, a população idosa exige de nós outro tipo de atenção e qualidade de vida”.

“Estas pessoas não têm como prioridade, apenas, estar num lar, querem estar num sítio onde possam ter atividades e ser acompanhadas com todas as condições e, aqui”, referindo-se ao Lar da Boa-Fé, “têm essa dupla vertente, não só podem ter acolhimento residencial, mas também ter o apoio do centro de dia, com tudo aquilo que os possa manter ativos até o mais tarde possível”, acrescenta a Secretária de Estado.

Antes desta inauguração decorreu, na Câmara de Elvas, uma reunião entre as IPSS do concelho, o presidente da Câmara e a Secretária de Estado. Ana Sofia Antunes explica que foi objetivo “averiguar o que mais preocupa as instituições, ou seja, o nosso contexto socioeconómico atual, bem como o valor de todos os bens e produtos e, essencialmente energia”.

Ana Sofia Antunes recorda que o Governo tem vindo a fazer face a esse tipo de dificuldades, nomeadamente, “desde o primeiro semestre tem vindo a dar apoios às instituições, excecionais, para aquisição de combustíveis, também a transferência de apoio para alimentação e, no final do ano, irá fazer um apoio específico para os custos do gás” e, acima de tudo, a reunião serviu para que as IPSS dessem conta das suas dificuldades, bem como a apresentação das medidas do Governo.

Sobre este assunto o presidente da Câmara, Rondão Almeida, demonstra-se satisfeito pela presença da secretária de Estado, neste dia de inauguração, bem como na apresentação de propostas para reforçar verbas às instituições. “Cada uma das instituições fez sentir quais os seus problemas atuais, que estão relacionados com a receita que se mantém, mas a a despesa tem vindo a aumentar e, por essa razão houve uma resposta por parte da Secretária de Estado, para reforçar as verbas, o que significa que temos um Governo que está preocupado em acompanhar a evolução desta crise”.

Para Rondão Almeida o equipamento hoje inaugurado, e que estava prometido desde 2012, evidencia o facto de o município ter sempre presente a vertente social. “Isto está a complementar aquilo que são os objetivos traçados desde que cheguei a Elvas, em 1994, que foi dotar o concelho de creches, lares e centros de dia e, felizmente, hoje, inauguramos mais um equipamento, que estava prometido desde 2012 e em boa altura a Câmara conseguiu concretizar, o que significa que a Câmara de Elvas tem sempre presente a vertente social, nos dois escalões etários, quer crianças, quer idosos”.

O autarca agradece ainda a todos aqueles que contribuíram para que esta obra fosse uma realidade, na Boa-Fé, nomeadamente “à direção da Clepsidra, por estar disponível para dirigir os destinos da instituição, bem com aos trabalhadores destas instituições, que são quase 500 a trabalhar na área social, no concelho,” garantindo que este número significa que o desenvolvimento, em termos de economia social, em Elvas, tem sido um grande motor”.

De recordar que os utentes desta instituição estiveram durante um ano e meio instalados no CNT, devido às obras que ali decorreram. Rondão Almeida acrescenta que, depois da visita percebeu que “os utentes já se reveem nos novos quartos, o que é extremamente importante”.

A gestão do Lar da Boa-Fé cabe à Associação de Apoio Social de Elvas, a Clepsidra. Para a diretora da Associação, Isabel Mexia, “é um orgulho enorme chegarmos aqui, embora ainda nos faltem alguns documentos, nomeadamente licenças, para poder o espaço à comunidade, mas para nós, hoje, é um passo muito importante porque cada vez mais se nota esta dificuldade de resposta e vimos isso, porque em dois anos temos tido muita procura e muitas pessoas em lista de espera”.

“As nossas 34 camas vão, agora, dar resposta e ser uma mais-valia para a população”, acrescenta Isabel. Questionada sobre se estas 34 camas têm já destinatários, Isabel Mexia revela que pelo menos 20 pessoas do centro de dia irão ocupar essas camas, no lar.

A diretora de segurança social do Centro Distrital de Portalegre, Sandra Cardoso, marcou presença na inauguração e adianta que esta obra é “socialmente revelante, resultando de uma conjugação de esforços, para dar mais uma resposta social à população idosa”.

Lar de idosos da Boa-Fé que foi hoje inaugurado, depois de obras de ampliação, contando agora com 19 quartos e uma capacidade para 34 utentes.

Portugal 2030 beneficia “da requalificação de Terena”, diz presidente da CCDRA

A Câmara Municipal de Alandroal pretende continuar a investir no concelho e a criação de espaços museológicos faz parte do plano de atracão turística.

Depois de anunciado o museu para o castelo da vila, também a freguesia de Terena vai ganhar uma nova atração que, entre outro espólio, poderá “acolher tudo o que está relacionado com o endovélico e que, atualmente, se encontra em Lisboa”, como nos referiu o presidente da câmara, João Grilo.

“Desde sempre que é uma ambição ter em Terena um espaço dedicado a  todo o imaginário do Endovélico. É claro que este museu não vai dedicar-se apenas a este tema. Vamos aproveitar para que seja uma montra de todo o restante património do concelho, sendo um polo de atratividade que liga ao Castelo, à vila histórica, e ao Santuário de Nossa Senhora da Boa Nova, onde também estamos a intervir”, garantiu o autarca.

Já Ceia da Silva, presidente da CCDR Alentejo, considera que o projeto definido pelo município “enquadra-se perfeitamente no novo quadro comunitário 2030. Para mim, Terena é uma das joias da coroa do Alentejo. A região tem uma valia turística e patrimonial muito forte e Terena e insere-se neste espírito daí este projeto da autarquia ser muito importante”. Ceia da Silva garante ainda que “o novo quadro comunitário vai beneficiar da requalificação urbana de Terena porque é muito importante reabilitar as terras e os locais, valorizando-os.”

Terena fica no concelho do Alandroal, em pleno coração do Alentejo. Também conhecida por São Pedro ou São Pedro de Terena, tem apenas 700 habitantes, mas tem estatuto de vila.

A requalificação que vai ser feita da zona do castelo vai ser candidatada a fundos do Portugal 2030.

Planos regionais de saúde para as demências ainda não saíram do papel

Seguindo sempre “a sua linha de intervenção”, o gabinete Alzheimer.m@ior, da Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior, e após um período mais conturbado e de dificuldades, devido à pandemia, tem procurado orientar, sobretudo, numa primeira fase, os cuidadores das pessoas com demência, para as respostas clínicas e sociais existentes.

De acordo com uma das responsáveis pelo gabinete, Rosália Guerra, os cuidadores, quando procuram o apoio da Alzheimer.m@ior, fazem-no quando são “surpreendidos com um diagnóstico de demência” e não sabem o que fazer e como agir. “Aquilo que nós fazemos é orientar as pessoas para as respostas do ponto de vista clínico, que há ao dispor, que não são muitas, e para as respostas sociais, porque uma pessoa com demência e um cuidador podem precisar de um apoio de um centro de dia, de resposta de lar, do apoio de uma unidade de cuidados continuados”, explica Rosália Guerra, não escondendo que, “infelizmente”, ainda se está “muito longe de ter aquilo que é a resposta mais sensível à problemática”.

Rosália Guerra adianta que os planos regionais para a demência foram aprovados em dezembro do ano passado, mas que ainda não foram colocados em prática. “Queremos, com a maior brevidade possível, que venham a ser uma realidade, porque houve muito trabalho feito: os planos estão escritos, constituídos, mas não estão a acontecer”, revela, assegurando que esta é uma “lacuna muito grande” que precisa de ser corrigida urgentemente.

Por outro lado, Rosália Guerra defende que há também um “caminho urgente” a ser feito, com as respostas às pessoas com demência a precisarem de um “enquadramento maior” por parte dos agentes políticos, para que sejam alinhadas “com aquilo que é a política social” para os doentes.

CEAN recebe esta quarta-feira a sua 14ª Bandeira Eco-Escolas

O Centro Educativo Alice Nabeiro (CEAN), em Campo Maior, recebe amanhã, 12 de outubro, em Valongo, a sua 14ª Bandeira Verde Eco-Escolas, entre vários outros prémios e distinções, no decorrer do maior encontro nacional deste projeto de sustentabilidade e da área da educação ambiental.

Em representação da instituição de ensino do Grupo Nabeiro estarão três alunos, que irão receber os três prémios ganhos, em vários desafios, referentes ao ano letivo passado, bem como a distinção por esta ser a escola madrinha do Politécnico de Portalegre no programa Eco-Escolas, segundo revela o professor Carlos Pepê. “Vamos receber também o prémio de escola madrinha do Instituto Politécnico de Portalegre (IPP), uma vez que todas as escolas do IPP entraram este ano para o Eco-Escolas, e o CEAN foi uma das escolas que se disponibilizou a ajudar o Politécnico, cedendo algumas informações e a nossa metodologia de trabalho”, adianta.

Para além disso, o CEAN subirá ainda ao palco para, em representação de todo o distrito de Portalegre, recolher a bandeira Eco-Escolas. “Para nós é uma honra”, assegura Carlos Pepê.

O evento de amanhã, que é já a 25ª edição do “Dia das Bandeiras Verdes Eco-Escolas”, decorre no Pavilhão Municipal de Valongo e  deve reunir mais de 2000 pessoas, entre crianças, jovens, professores e autarcas dos 18 concelhos que compõem o projeto.

Secundária de Campo Maior já tem sala da “Academia Digital para Pais”

A sala da “Academia Digital para Pais” já foi inaugurada esta segunda-feira, 10 de outubro, na Escola Secundária de Campo Maior.

Trata-se de uma iniciativa da Direção Geral da Educação e da E-REDES, que pretende capacitar os pais e encarregados de educação dos alunos, para o mundo digital, e que, em Campo Maior, conta agora com uma sala para o efeito.

Jaime Carmona, diretor do Agrupamento de Escolas de Campo Maior revela que é com alguma “vaidade” que vê esta sala ser inaugurada, “mas de um trabalho que tem vindo a ser feito ao longos dos últimos três anos, mas agora com mais uma oferta para a comunidade, porque é fundamental capacitarmos os pais para o mundo digital”.

O diretor acrescenta que nas duas edições anteriores da Academia Digital para pais, “houve uma resposta imediata” não só por parte dos alunos, que ministram esta academia, mas também por parte dos pais, sendo objetivo da Escola “arranjar estratégias para que as pessoas venham até nós, e que possamos oferecer alguma coisa, como é o caso desta sala”.

Hélder Pais, diretor de Serviços de Desenvolvimento Curricular da Direção-Geral de Educação, realça que “o digital está em tudo nas nossas vidas e nas vidas dos jovens e é importantíssimo que os pais possam ter as competências mínimas, para poderem a acompanhar o que os filhos estão a fazer e alertá-los para os principais riscos”.

O facto de serem os próprios alunos a voluntariarem-se para ministrar esta academia, “é fantástico”, diz Hélder Pais, acrescentando que “uma das melhores formas para aprender é ensinar e isto vai reforçar muito as competências destes jovens”.

Já António Sanches, diretor das Autarquias Sul da E-REDES, revela que, em 2020, altura em que surgiu a pandemia, “foi identificada a necessidade de algumas pessoas precisarem de melhorar as suas competências na área do digital, pelo que a empresa tinha no seu stock computadores, que tinham sido substituídos, no âmbito da renovação tecnológica e aproveitou-os para serem utilizados para esta Academia, fornecendo-os às escolas”.

Esta parceria vem, de certa forma, “contribuir para uma sociedade mais digital”, afirma o diretor das Autarquias Sul da E-REDES. Nas duas edições desta iniciativa, a E-redes já doou cerca de 370 equipamentos aos 56 agrupamentos escolares, a nível nacional, que concorreram, sendo que para Campo Maior vieram entre seis a sete equipamentos, acrescenta António Sanches, adiantando que “estamos a lançar a terceira edição já que estas duas últimas tiveram tanto sucesso”.

O presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Luís Rosinha, considera que esta é uma iniciativa “brilhante”, para dotar os encarregados de educação de Campo Maior de mais competências digitais. “Quando se pretende que os pais estejam mais na escola, como é o caso desta Academia Digital, pretende-se também que fiquem mais dotados de ferramentas para o fazerem a partir de casa, e há uma sinergia entre alunos e os respetivos pais e, a partir deste momento conseguem ter as competências mais básicas”.

Luís Rosinha acrescenta que o facto de os alunos ensinarem os encarregados de educação, nesta área, os vai dotar “de outro tipo de capacidades”, lançando o apelo aos pais que querem aprender mais sobre o mundo digital para que o façam através desta Academia.

Na cerimónia de inauguração, para além do descerrar da placa da sala, houve espaço para uma pequena demonstração do contexto de formação. Leonardo Martins, aluno de 12º ano, do Curso Técnico de Turismo diz que se voluntariou porque sempre gostou de informática e acaba por ser “um aprendizado para todos”.

Escola Secundária de Campo Maior que conta agora com uma sala dedicada à Academia Digital para Pais, com o objetivo de os dotar de uma maior literacia na área digital.

Primeiro ano de mandato de Luís Rosinha: “intenso e de muitos projetos”

Um “ano intenso”, com uma “forte aposta” na cultura e com vários novos projetos: assim começa por descrever Luís Rosinha, presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, este primeiro ano de mandato à frente dos destinos do município.

“Temos imensos projetos, não só num projeto de continuidade, naqueles que já existiam, em questões de obra”, adianta o autarca, assegurando que o município está “atento”, tendo uma “carteira devidamente documentada e recheada, para fazer face àquilo que será um futuro quadro comunitário”.

A elevação das Festas do Povo a Património Mundial, em dezembro do ano passado, bem como a aprovação do projeto da área de acolhimento empresarial aos fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) são também dois dos marcos importantes destacados pelo autarca, neste primeiro ano de mandato. Sobre este último, Rosinha lembra que “será deliberada a ida para o mercado de um projeto de uma envergadura de 15 milhões e 200 mil euros” e que constituirá “um novo paradigma para a zona industrial de Campo Maior”.

Ao nível da Estratégia Local de Habitação, um “trabalho já iniciado”, com o arranque da primeira obra, o presidente da Câmara garante que Campo Maior está um passo à frente de outros municípios que, por esta altura, ainda a preparam.

“Destaco também aquilo que é o Museu das Festas: é um momento importantíssimo para os campomaiorenses, sobretudo, e não me canso de o dizer, porque aquela casa é, claramente, a casa de Campo Maior e dos campomaiorenses”, assegura.

Acreditando que, através dos fundos comunitários, Campo Maior irá começar a ter muita obra no terreno, Luís Rosinha garante que este tem foi um ano de “muito trabalho”, tecendo rasgados elogios à sua equipa política. “A minha equipa tem sido fantástica, tem estado perfeitamente articulada e conhecedora daquilo que é o nosso projeto”, remata.

Luís Rosinha foi eleito presidente da Câmara de Campo Maior, pelo PS, nas autárquicas de 26 de setembro do ano passado, sucedendo no cargo a João Muacho. Faz esta segunda-feira, dia 10 de outubro, um ano em que tomou posse.

Almoço convívio numa semana inteiramente dedicada aos maiores

Cerca de 1000 maiores participaram, este domingo, dia 9, no almoço convívio, no pavilhão da escola secundária.

Um almoço que marca “o encerramento de uma semana inteiramente dedicada aos maiores do concelho”, como nos referiu o presidente Luís Rosinha. “Foi uma semana fantástica e que não surgiu à toa, sendo a semana em que culmina o primeiro ano do meu mandato e em que conseguimos ter os mais novos e os mais experientes”.

O Comendador Rui Nabeiro também marcou presença e num discurso emotivo destacou “o papel de todos os que se encontravam na sala”.

A Semana dos Maiores foi uma organização da câmara municipal de Campo Maior. Começou no dia 1 de outubro, com um passeio a Coimbra, e terminou hoje com o almoço dos maiores.