A produção de azeite deverá sofrer, este ano, a nível nacional, uma quebra superior a 50 por cento.
Alfredo Peneda, engenheiro responsável pela campanha de apanha da azeitona na Herdade d’Alcobaça, em São Vicente e Ventosa, no concelho de Elvas, explica que, “devido à elevada produção do ano passado, a árvore perde este ano algum fruto. Por outro lado, as temperaturas elevadas de final de Maio, altura em que a árvore estava na floração, levaram à secagem de algumas flores das árvores”.
Em São Vicente, a apanha da azeitona deverá decorrer até meados de Dezembro. “No olival mais antigo, a quebra deverá ser de cerca de 40 por cento. Já no olival mais novo, a diferença, em relação a 2021, deverá rondar os 20 por cento. Esta diminuição, para a economia da Herdade, faz alguma diferença. É verdade que nós temos animais, amêndoa e vinha mas o olival é o grande volume de negócio”.
De acordo com Alfredo Peneda, o azeite da Herdade d’Alcobaça é produzido “apenas com produção própria e com azeitona do ar, ou seja, não se utiliza fruta do chão. O nosso azeite é distribuído nas grades superfícies comerciais e caracteriza-se por ter uma baixa acidez, com frutado intenso e um ligeiro picante. Deve ser dos azeites do mercado que dura mais tempo na garrafa, se estiver guardado em ótimas condições”.
O engenheiro garante que, “hoje em dia, com todas as técnicas utilizadas para apanhar a azeitona, a qualidade do azeite está assegurada”.
O ano passado, na Herdade d’Alcobaça, em São Vicente e Ventosa, foram colhidas cerca de cinco mil toneladas de azeitona, o que se traduziu em, aproximadamente, 850 toneladas de azeite, valores muito acima do normal. Este ano, a quebra ronda os 40 por cento em alguns tipos de azeitona e os 20 por cento nos olivais mais novos.


O livro de “Receitas da Avó Beatriz” é apresentado no sábado, dia 26 de novembro, em Degolados, pelas 16 horas.
Os “Oh Laurinda”, trio natural do Baixo Alentejo, apresentam-se em concerto, no próximo sábado, 26 de novembro, à noite, no Centro Cultural de Campo Maior.
A Aquamaior informa os utilizadores do sistema de distribuição de água e de recolha de efluentes do concelho de Campo Maior que a intervenção de desbaratização e desratização agendada para os dias 23, 24 e 25 deste mês, foi adiada devido “a adversidades climáticas, nomeada devido à pluviosidade”.
O Agrupamento de Escolas de Campo Maior foi distinguido recentemente com dois selos pela Direção-Geral de Educação: “Escola Sem Bullying | Escola Sem Violência” e “Escola Saudável”.
Reforçando a sua aposta em inovação e em proporcionar novos momentos de consumo com uma bebida que já faz parte do dia-a-dia dos portugueses, a Delta Cafés lança o Lote Ritual, um blend de café moído que reflete os padrões de qualidade da marca e que promete fazer a diferença no ritual de café dos portugueses.
A Andante apresenta na próxima sexta-feira, dia 25 de novembro, o espetáculo “Quem Quer Ser Saramago?”, no Centro Cultural de Campo Maior, numa iniciativa destinada ao público escolar.
As farmácias portuguesas estão com roturas em várias centenas de medicamentos, sobretudo para hipertensão e diabetes.
Há farmácias a reportar falta de paracetamol, devido ao aumento das infecões respiratórias. Na farmácia Moutta “ainda há stock existente, mas não sabemos como vai ser o futuro. Quanto ao Inderal, medicamento utilizado para controlar a hipertensão, a solução tem passado pela aquisição do genérico vindo de Espanha”.
A diretora técnica considera que “há alguma falta de informação. Os médicos são informados que sai a insulina e que tem aquele efeito secundário que é bom, mas não são informados que a quantidade existente no mercado não dá para todos”.
A Biblioteca Municipal João Dubraz, em Campo Maior, está de “Portas Abertas”, para que os alunos do ensino pré-escolar e do 1.º e 2.º anos assistam a uma animação de leitura da história infantil “Formiga Horripilante”, de Liz Pichon.
O Elvas venceu esta tarde o Mosteirense, por 5-1, em jogo da Taça da Associação de Futebol de Portalegre. No outro jogo da jornada, Elétrico e Gavionenses empataram a uma bola.