Município de Campo Maior realiza terceiro sorteio da campanha de Natal

O terceiro sorteio da iniciativa “Comércio Tradicional – Onde Tudo se Faz Natal”, promovida pelo Município de Campo Maior, decorreu ontem, 22 de dezembro, no Centro Comunitário da vila, nas presenças do vereadora Paulo Pinheiro, Paula Gaita, enquanto comerciante convidada, e a munícipe Vicência Anastácio.

A lista de premiados pode ser consultada na lista abaixo. Os premiados podem levantar os seus prémios a partir da próxima, terça-feira, dia 27, no Centro Cultural de Campo Maior.

Os vales agora sorteados poderão ser utilizados até 28 de fevereiro nos comércios aderentes (ver aqui).

“Após verificação dos resultados, constatou-se que o quarto prémio sorteado não cumpre as normas da presente campanha, pelo que não será atribuído neste momento. No próximo sorteio, após a extração dos 15 prémios semanais, será extraído um novo cupão para atribuição deste prémio agora anulado”, revela a autarquia.

Até ao próximo sorteio, a decorrer na semana que vem, o Município de Campo Maior apela à população para que “continue a fazer as suas compras no comércio tradicional de Campo Maior para se habilitar a ganhar um dos pacotes de vales de compras” que tem para sortear.

Junta de Degolados desafia criatividade da população e dinamiza comércio local

A Junta de Freguesia de Degolados, com o apoio do Município de Campo Maior, tem vindo a promover um concurso natalício, desafiando a população a decorar as suas janelas ou portas.

O presidente da junta, João Cirilo, explica que esta é uma iniciativa que, sendo uma “brincadeira”, serve, acima de tudo, para que as pessoas se “mantenham ativas” e “puxem pela imaginação”, participando através de fotografias.

Tiradas as fotografias às suas decorações, as pessoas devem enviá-las para a Junta de Freguesia, para que sejam publicadas e votadas nas redes sociais. As mais votadas irão receber um prémio para gastar no comércio local.

Também com vista a apoiar o comércio local, a Junta de Freguesia ofereceu, desta feita, um voucher de 40 euros a todos os seus funcionários, para gastarem nas lojas de Degolados.

APPACDM de Elvas festejou o Natal

A Associação Portuguesa de Pais e Amigo do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Elvas comemorou esta quinta-feira, dia 22, a quadra natalícia com utentes, familiares e funcionários da instituição.

Luís Mendes, presidente da APPACDM, refere que “é sempre bom devolver aos utentes aquilo que lhes foi retirado, devido à pandemia, que são as comemorações de Natal”.

A festa decorreu no ginásio da instituição e contou com a participação dos utentes e colaboradores da APPACDM de Elvas, Gota D’Arte e ISEKAIS.

Pedro Zagalo lança primeiro disco a solo

O músico Pedro Zagalo lançou o seu primeiro disco a solo, intitulado “Outra Avenida”.

“Trata-se de um disco muito introspetivo. É um disco que apareceu derivado da pandemia e dos músicos ficarem sem trabalho. Eu tinha, na altura, em 2020, 45 concertos marcados com os Pólo Norte, com uma tour incrível e acabámos por ficar todos em casa. Acabei por ocupar o tempo a compor e a tentar encontrar um espaço na música. Então surgiram algumas canções que foram compiladas neste disco”, referiu-nos Pedro Zagalo.

Outra Avenida é composto por dez temas, dos quais Pedro Zagalo destaca “Bailarina, cujo videoclipe foi gravado no Cineteatro de Elvas, e Confia, que conta com letra de Miguel Gameiro”.

“Este disco tem muito de Elvas, uma vez que conta com fotografias de Paulo Sousa e artwork de Lídia Moura. Posso dizer que estou muito satisfeito. É um trabalho que está a muito bem aceite pela crítica e pelo público em geral”, referiu Pedro Zagalo.

Pedro Zagalo é natural de Elvas a assume as funções de diretor musical e teclista de nomes como Pólo Norte, Miguel Gameiro e Os Monda.

Dezembro é mês de festa na CURPI de Campo Maior

Terminadas as aulas da Academia Sénior, que são retomadas o início de janeiro, a Comissão Unitária dos Reformados, Pensionistas e Idosos (CURPI) de Campo Maior quis celebrar, com aqueles que frequentam a instituição e não só, neste mês de dezembro, o natal, com duas atividades.

Por um lado, explica a chefe de serviço da CURPI, Anselmina Caldeirão, foi promovido um almoço convívio para todas as alunas da Academia Sénior, tendo sido inaugurada, nessa ocasião, uma exposição dos seus trabalhos, realizados no âmbito da disciplina “Vidas Contadas”. Nesta aula, adianta a responsável, o principal ingrediente “é a própria história de vida das alunas”.

Neste almoço, animado com música, pela tarde dentro, estiveram presentes as vereadoras, na Câmara de Campo Maior, São Silveirinha e Fátima Vitorino, e José Leão, tesoureiro da Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Expectação.

Também este mês, a CURPI abriu ainda portas a toda a comunidade, para um baile, que, segundo Anselmina Caldeirão, ao que tudo indica, voltará a realizar-se no Dia de Reis.

“As empresas têm de facultar contacto gratuito ou de baixo custo”, diz a DECO

As empresas que fornecem bens e serviços e as entidades que prestam serviços públicos essenciais devem disponibilizar linhas de apoio ao cliente gratuitas ou a custos reduzidos, tendo, em 2021, sido aprovado o Decreto-Lei 59/2021 que veio regulamentar as linhas de apoio ao consumidor.

“O referido decreto-lei, cuja aplicação está neste momento plenamente em vigor, criou a obrigação de informar sobre os custos das chamadas, embora não tenho abolido as linhas de valor acrescentado, mas criando a obrigação das empresas facultarem alternativas de apoio ao cliente gratuitas ou de baixo custo”, como nos referiu Ana Sofia Rosa, jurista na delegação do Alentejo da Associação para a Defesa do Consumidor

A jurista explica que “há chamadas de valor acrescentado a custar mais de dois euros, sendo que o custo final depende do tarifário de cada consumidor”

Por outro lado, Ana Sofia Rosa refere que “as empresas que têm estas chamadas de valor acrescentado acabam por prolongar as chamadas para que o custo seja mais elevado. Normalmente, o problema que o consumidor tem nunca demora apenas um minuto a ser resolvido”.

Ana Sofia Dias refere que “se o consumidor não conseguir um contato gratuito, deve dirigir-se ao balcão, caso a empresa tenha atendimento presencial”

Este decreto/lei 59/ de 2021 determina também a aplicação de multas entre 650 euros para pessoas singulares, 1.700 euros para micro empresas, até 24 mil euros para grandes empresas no caso de situação grave e de 90.000 euros se for uma contra ordenação muito grave.

Ricardo Pinheiro e Eduardo Alves visitam zona de Campo Maior afetada pelas cheias

O presidente do Município de Campo Maior, Luís Rosinha, e o presidente da Assembleia Municipal, Jorge Grifo, receberam em Campo Maior, os deputados da Assembleia da República, eleitos pelo círculo eleitoral de Portalegre, Ricardo Pinheiro e Eduardo Alves.

Os deputados visitaram a Alagoa e o Ribeirinho, na sequência das inundações que afetaram aquela zona no passado dia 13 de dezembro.

Nesta visita, em que estiveram também os vereadores Paulo Pinheiro e São Silveirinha, os deputados puderam conversar com os munícipes afetados, assim como observar em primeira mão os estragos causados e os trabalhos de limpeza que ali decorrem.

Fonte: Município de Campo Maior

Agricultores que perderam animais nas cheias em Campo Maior são “os mais prejudicados”

O presidente do Município de Campo Maior, Luís Rosinha, esteve reunido, no final da semana passada, com o presidente da Assembleia Municipal, Jorge Grifo, o diretor regional de Agricultura e Pescas do Alentejo, José Godinho Calado, e um grupo de agricultores locais, afetados pelas cheias.

“Há um prejuízo agrícola muito forte no nosso concelho e aquele grupo de agricultores teve oportunidade de, em primeira mão, dar nota ao diretor regional de Agricultura daquilo que eram os seus prejuízos e de que forma é que poderiam aceder a algumas verbas compensatórias”, começa por explicar o presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Luís Rosinha.

Os agricultores foram informados, por José Godinho Calado, que será necessário ser feito um levantamento de todos os prejuízos, sendo que, no dia desta reunião, na passada quinta-feira, 15 de dezembro, no Centro Cultural de Campo Maior, muitos dos agricultores “ainda não tinham todos os prejuízos apanhados, porque havia sítios, ainda nessa quinta-feira, inundados”.

“Penso que, durante esta semana, todos os agricultores poderão fazer um mapa das suas despesas e o mesmo será enviado para a direção regional de Agricultura”, acrescenta o autarca.

Os agricultores que mais sofreram com “esta catástrofe” e que mais necessidade têm de receber os devidos apoios do Governo, garante ainda Luís Rosinha, são aqueles que perderam os seus animais. “A sua vida está dependente da produção dos animais”, lembra o autarca, assegurando que muitos outros agricultores perderam “muita maquinaria hidráulica, cercas e terras que poderão ficar sem capacidade de cultura, nos próximos tempos”.

Ana Abrunhosa conhece cenário devastador deixado pelas cheias em Santo Amaro

A ministra da Coesão Territorial visitou ao início da tarde desta terça-feira, 20 de dezembro, Santo Amaro, freguesia do concelho de Sousel, uma das localidades fortemente afetadas pelas cheias da semana passada, depois de ter passado também hoje por Avis.

Com esta visita, Ana Abrunhosa procura ver, com os seus próprios olhos, os estragos causados pelo mau tempo, para que seja feito um relatório dos danos, que será apresentado em Conselho de Ministros, para que se possa, posteriormente, avançar com medidas de apoio concretas, no início do ano.

Neste momento, e depois de já ter passado por outras localidades, na semana passada, como Campo Maior, Fronteira, Monforte e Ponte de Sor, a ministra explica que é tempo “de tomar conhecimento”, para se fazer “o levantamento dos danos”. “É completamente diferente ver no terreno, ver a profundidade dos danos, ver que há rochas que foram partidas com a força das águas”, assegura.

“Temos a possibilidade de ativar o fundo de emergência municipal e temos de ver outras situações, como as do comércio. A metodologia de levantamento dos danos já está consolidada com a Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo e com a CCDR e depois esperamos que, depois do natal, nos chegue o relatório dos danos”, adianta Ana Abrunhosa.

Não tendo dúvidas que é “urgente” atuar, a ministra revela que é necessário “abrir medidas para apoiar autarquias, comércio e agricultura”. “Temos de tentar envolver também o Ministério do Ambiente e Ação Climática e eu venho para reportar a todo o Conselho de Ministros da gravidade do que vi e a urgência de atuarmos”, acrescenta.

Apelando para que, neste momento difícil, as pessoas se apoiem umas às outras, depois desta catástrofe, a ministra deixa ainda uma palavra de “grande agradecimento” aos presidentes de junta e câmara. “Aqui no Alentejo, apesar das dificuldades, vejo as pessoas com força, e nós havemos de resolver os problemas”, remata Ana Abrunhosa. 

Já o presidente da Câmara de Sousel, Manuel Valério, garante que a autarquia quis levar o Governo, a ver no terreno, o que aconteceu em Santo Amaro, adiantando que nesta freguesia foram cerca de 70 as habitações ficaram com o seu recheio, entre eletrodomésticos e mobílias, danificado. “De um momento para o outro, as pessoas viram-se sem nada, mas, felizmente, houve aqui uma grande cooperação entre as pessoas, que se ajudaram umas às outras”, acrescenta.

Comércio e agricultura terão saído muito lesados destas cheias, sendo que, segundo o presidente da Junta de Freguesia de Santo Amaro, Nélio Paínha, cinco famílias “perderam tudo”. Aquilo que aconteceu na semana passada, garante ainda, nunca ninguém tinha visto.

Depois da visita a Santo Amaro, a ministra foi inaugurar o Pavilhão Multiusos de Sousel.

Reabrir a estrada Campo Maior – Elvas pode demorar até três semanas

Entre “15 dias a três semanas”: é esta a previsão para a reabertura da Estrada Nacional 373, entre Campo Maior e Elvas, que, desde a semana passada se encontra cortada ao trânsito, devido aos estragos provocados pelo mau tempo.

Segundo o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, e depois da visita de alguns técnicos da Infraestruturas de Portugal, na sexta-feira passada, a obra de recuperação do talude e da via terá início no decorrer desta semana. “É chato aquilo que aconteceu lá, porque há uma lavagem debaixo da própria via, com alguma profundidade”, explica o autarca.

“Sei que a Infraestruturas de Portugal está a fazer o melhor que pode, para que possamos reabrir, o mais depressa possível, a EN 373, que é uma estrada estruturante para o nosso concelho, quer seja nas movimentações diárias entre Elvas e Campo Maior, quer para o transporte de mercadorias”, lembra Luís Rosinha.

Quanto à Estrada Municipal 1113, a chamada Estrada do Bicho, Luís Rosinha explica que a autarquia está a tentar, com “urgência”, contratar uma empresa, capaz de fazer a passagem hidráulica da via, para que esta possa reabrir ao trânsito. Esta estrada, revela ainda o autarca, foi alvo de um projeto da Divisão de Obras e Urbanismo do Município, sendo necessário recorrer a uma empresa para realizar a obra, uma vez que, com “todos os prejuízos”, a autarquia “não tem capacidade para avançar para tudo”.