Mês do Teatro em Campo Maior com espetáculos para todos os gostos

Em Campo Maior, março é Mês do Teatro. Depois da estreia, este sábado à noite, da revista à portuguesa “Agora Damos a Segunda”, o evento prossegue esta segunda-feira, dia 6, com a apresentação da peça “Ao Crescer Quero Ser”.

Durante todo o mês não vão faltar propostas de espetáculos, para miúdos e graúdos, sendo que a vereadora no Município de Campo Maior, São Silveirinha (na imagem), destaca, por um lado, a peça “Monólogos da Vagina”, que servirá para assinalar o Dia Internacional da Mulher, bem como uma peça de comemoração dos 45 anos da carreira literária do escritor campomaiorense Fernando Fitas. A aposta da Câmara Municipal neste evento, diz ainda, volta a ser “muito forte”.

São Silveirinha revela ainda que é sempre um objetivo da autarquia, em colaboração com o Agrupamento de Escolas, aproximar os mais novos das artes. “Nós pensamos que, realmente, a educação pela arte é uma grande aposta, até porque nós estamos prestes a assinar o Protocolo do Plano Nacional das Artes. Que esta parceria, com o Agrupamento de Escolas, seja cada vez mais forte, para levarmos os nossos alunos a todas estas dinâmicas das artes, seja teatro, a música, a dança, seja o que for”, assegura.

A peça de teatro infantil “Ao Crescer Quero Ser”, da Animateatro, é apresentada esta segunda-feira, dia 6, no Centro Cultural de Campo Maior. Seguem-se, para o público escolar, “Gabi, o Mundo Precisa de Ti”, da Betweein, na terça-feira, dia 7; e “Na Língua de Camões”, na quinta e sexta-feiras, dias 9 e 10.

No sábado, dia 11, às 21h30, Teresa Guilherme, Marta Andrino e Melânia Gomes sobem ao palco com os “Monólogos da Vagina”. Até final do evento, há ainda para assistir “Uma História Lusitana”, no dia 17; “Sementeira”, no dia 18; “Egresso ao Passado”, no dia 19; e, por fim, “O Sítio do Picapau Amarelo”, a 26 de março.

“Agora Damos a Segunda” celebrou liberdade e cultura campomaiorense no Centro Cultural

A iniciativa “Março – Mês do Teatro” começou ontem, sábado, dia 4 de março, em Campo Maior, com a revista à portuguesa “Agora Damos a Segunda”, uma produção da Associação Agora Quer’Arte.

Com o tema da “Liberdade” sempre presente, esta foi “uma verdadeira celebração da liberdade e da cultura portuguesa e campomaiorense”. Para esta revista, a Associação Agora Quer’Arte convidou a Banda 1.º de Dezembro que tocou ao vivo os temas que compõem o espetáculo.

A iniciativa “Março – Mês do Teatro” continua durante o mês, com uma programação variada e pensada para todas as idades.

Granfondo EuroBEC com três passagens este domingo em Campo Maior

A primeira edição do EuroBEC Granfondo Lusiberia realiza-se este domingo, dia 5 de março, com a presença de 1500 participantes.

Badajoz será o local de partida e chegada das três distâncias deste Granfondo (146 km, 121 km e 64 km) que têm ainda passagem pelos concelhos de Elvas e Campo Maior.

No que diz respeito à passagem por Campo Maior, estará instalado um Ponto de Abastecimento no Jardim Municipal, junto à Creche “Cantinho dos Sonhos”.

As horas previstas de passagem as seguintes: às 9 horas, a passagem do Minifondo; às 10 horas, a passagem do Mediofondo; e às 10h30, a passagem do Granfondo (esta distância tem também passagem pela freguesia de Degolados, antes da chegada a Campo Maior)

No próximo ano, o EUROBEC Granfondo terá como ponto central a cidade de Elvas e, em 2025, Campo Maior.

Secretário de Estado acredita que Festival do Peixe do Rio deve ser “uma marca do território”

A abertura do Festival do Peixe do Rio já decorre no Fórum Cultural e Transfronteiriço de Alandroal, na manhã deste sábado, 4 de março.

Presente na sessão de abertura esteve o secretário de Estado da Administração Local e do Ordenamento do Território, Carlos Miguel, no seu discurso destacou o cartaz do Festival do Peixe do Rio, considerando que tem um “excelente design e imagem moderna e pretende dar a conhecer algo diferente, pelo que a Câmara esteve muito bem nisso”.

Carlos Miguel acrescenta que “é no que temos de melhor que devemos apostar e, este festival, pretende ser uma marca e isso é bom, transformar um produto endógeno e de qualidade, como uma marca do território, que traga gente, para alargar o conhecimento e que este festival se vá replicando no dia-a-dia como uma imagem de marca que se vá desenvolvendo para dar apoio à economia local”.

“Transformar aquilo que é uma ideia da Câmara, naquilo que é uma ideia de todos”, é o que o secretário de Estado pretende que se torne este Festival do Peixe do Rio, em Alandroal.

Esta sessão inaugural contou ainda, entre outras entidades civis e militares, com a vice-presidente da CCDR Alentejo, Carmen Carvalheira.

Seguiu-se a esta sessão de abertura a inauguração da exposição“Chaminés do Alandroal”, de Víctor Rosa. Entre as 13 e as 17 horas vai decorrer, também no âmbito do Festival Peixe do Rio , uma feira de produtos regionais, na Praça da República, e um sunset, no Mercado Municipal, a partir as 16.30 horas.

Mais de 1500 ciclistas no Granfondo EuroBEC este domingo

A Eurocidade Badajoz Elvas e Campo Maior acolhe amanhã, domingo, 5 de março, o Granfondo Eurobec, um evento desportivo que vai atrair cerca de 1500 ciclistas.

No entanto hoje, sábado, 4 de março, para os atletas mais jovens, dos 5 aos 12 anos, a organização preparou uma prova por categorias que decorre hoje, às 16 horas nas instalações da IFEBA, em Badajoz.

Luís Rosinha, presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, revela que este “é um evento que ficará marcado neste território e é de grande interesse desportivo para a nossa Eurocidade”.

Para Rondão Almeida, presidente da Eurobec e da Câmara Municipal de Elvas, “esta prova vai trazer mais cerca de quatro ou cinco mil pessoas, entre atletas e famílias, que vêm a um espaço que é a Eurobec e com isso o que pretendemos é que todos têm que começar a sentir, desde elvenses, pacenses e campomaiorenses que este é nosso espaço, o nosso território”.

Ignacio Gragera, alcaide de Badajoz, garante que “durante um fim-de-semana a Eurobec vai ser o centro do ciclismo. Será uma grande prova que atrai visitantes de Espanha e Portugal e que vai posicionar a Eurocidade como destino desportivo, turístico e paisagístico”.

O Granfondo Eurobec parte, amanhã, de Badajoz, às 8 horas e conta com três percursos diferentes, de 64, 121 e 146 quilómetros, passando por Elvas e também por Campo Maior, num total de cerca de 1500 participantes. A entrega de prémios está prevista para as 13 horas, em Badajoz.

“Agora Quer’Arte” estreia “Agora Damos a Segunda” em Campo Maior

A associação “Agora Quer’Arte” estreia, este sábado, 4 de março, a revista à portuguesa “Agora Damos a Segunda”, no Centro Cultural de Campo Maior, sendo o espetáculo também apresentado, amanhã, em duas sessões.

Trata-se, segundo o ator, cantor e encenador Duarte Silvério, de um espetáculo “diferente” e com “melhores cenários”, em que em palco se juntam a 18 pessoas, entre elenco e bailarinos, a Banda 1º de Dezembro. “É com um enorme orgulho que temos a banda agregada ao nosso espetáculo, que faz já parte do elenco, que é isso que nós queremos que sintam”, adianta.

Este promete ser um espetáculo “mais próximo das pessoas, em nome da liberdade”, sendo precisamente assim que começa a ser pensado. “Começámos a ter ideia de algumas cenas e pensámos por que não fazermos uma segunda revista à portuguesa”, adianta o encenador, assegurando que, inicialmente, não tinham em mente fazê-la. É daí também que surge o nome do espetáculo.

Comparativamente a “Agora É Que É”, a primeira revista produzida por este grupo de jovens, “Agora Damos a Segunda” tem “mais brilho”. “A luxúria do espetáculo é muito maior e tem um corpo de baile maior também”, acrescenta Duarte Silvério.

Com o objetivo de “acrescentar cultura” a Campo Maior, através dos vários espetáculos que tem vindo a realizar, a associação procura fazer sempre “mais e melhor”. “Queremos abranger mais pessoas, porque a verdade é que percebemos, com o outro espetáculo, que conseguíamos levar muitas pessoas ao Centro Cultural e é isso que já se verifica agora. Vão 600 pessoas ver este espetáculo. É um número que nós queremos ainda ultrapassar, estamos só ainda a tentar ver outras datas, para que possamos, também, ir a outros sítios”, diz ainda Duarte Silvério.

Sendo este um espetáculo através do qual se quer “quebrar tabus”, revela a atriz e cantora Leonor Alegria, não é recomendado a menores de 12 anos. Ainda assim, “fica ao critério de quem as quiser levar”. Apesar de diferente, este espetáculo, tem o mesmo registo “Agora É Que É”, juntando o teatro à dança e à música. “Mas é diferente porque temos uma mensagem a transmitir, uma mensagem que quebra tabus e fala em nome da liberdade. É isso que queremos transmitir”, garante Leonor Alegria.

“Desta vez tivemos uma preocupação em elevar os figurinos, os cenários e as próprias cenas e distanciarmo-nos daquilo que já foi feito”, revela, por sua vez, outro dos elementos do elenco, Miguel Henriques. Adiantando que o espetáculo contaa com uma pequena cena de homenagem ao fado, o artista revela ainda que o público vai poder esperar “muita dança, muitos ritmos de diferentes partes do mundo, muita alegria, muita cor e, essencialmente, liberdade”.

A verdade é que os bilhetes, no valor de oito euros, esgotaram no mesmo dia em que foram colocados à venda. Para isso, não tem dúvidas Duarte Silvério, contribui o facto da população de Campo Maior apoiar sempre muito os artistas da terra: “as pessoas querem-nos apoiar, querem mostrar que Campo Maior tem talento e que Campo Maior consegue avançar. É isto que faz sentido, é isto a essência também de uma comunidade”.

“Eu sinto muito, nestes momentos, o carinho das pessoas e que as pessoas querem muito vir nos ver. É assim que nos estamos a sentir nos últimos dias e é maravilhoso termos esgotado. Eu quero que muito mais pessoas vão”, diz ainda. Em conjunto da Câmara Municipal de Campo Maior, a associação está já a tratar de novas datas, porque, também para o município, garante o artista, deve ser um orgulho ter o Centro Cultural cheio.

Aqueles que foram a tempo de comprar bilhete, terão oportunidade de assistir a este “Agora Damos a Segunda”, este sábado, pelas 21 horas; ou amanhã, dia 5, em duas sessões: às 15 e às 19 horas.

De recordar que, depois de “Agora É Que É”, em março de 2022, a associação apresentou ao público, em Campo Maior, o espetáculo “Agora… Canta-se o Fado!”, em outubro.

Trânsito condicionado na manhã de domingo em Campo Maior devido ao Granfondo Eurobec

Devido à realização da primeira edição do EuroBEC Granfondo Lusiberia, com passagem pelo concelho de Campo Maior, o trânsito estará condicionado amanhã, dia 5 de março, entre as 8.30 e as 13.30 horas, em várias artérias do concelho, com especial destaque para a zona do Jardim Municipal, onde estará instalado um ponto de abastecimento. Haverá a possibilidade de cortes no trânsito em alguns períodos da manhã.

Desta forma, o município de Campo Maior apela à compreensão de todos e deixa “o pedido para que siga as instruções das autoridades e dos elementos da organização nos diferentes locais de passagem da prova”.

Esta é uma prova que contará com a presença de 1500 participantes, em três distâncias diferentes que irão percorrer o território da Eurocidade Badajoz – Elvas – Campo Maior.

AFP financia relvado sintético do Estádio Capitão César Correia

O presidente da direção do Sporting Clube Campomaiorense, João Manuel Nabeiro, e o presidente da Associação de Futebol de Portalegre, Daniel Pina, assinaram na passada quarta-feira, 1 de março, o Contrato Programa do Fundo “Crescer 2024”.

Através deste apoio, o clube vai garantir um relvado sintético para o Campo N.º 2 do Estádio Capitão César Correia, financiado em 53.900 euros.

Daniel Pina realça a “relevância de apoios destes para o desenvolvimento das infraestruturas desportivas, fundamentais para o crescimento dos clubes”.

Presente na assinatura do contrato esteve também o coordenador do Campomaiorense, Luís Maia, que aproveitou a oportunidade para destacar que “a substituição do relvado – que passa de natural a sintético – é importante para o desenvolvimento do futebol no nosso clube”, uma vez que “os atletas passam a ter melhorias significativas para a prática da modalidade”.

A Associação de Futebol de Portalegre está a apoiar oito dos clubes filiados em mais de 200 mil euros através deste fundo, que tem como intuito a melhoria das infraestruturas desportivas e aquisição de viaturas. Todos os projetos são financiados em 38,5% do valor candidato.

Câmara de Campo Maior realiza várias obras em estradas municipais

O Município de Campo Maior está a realizar uma série de intervenções em várias estradas e caminhos municipais, no sentido de melhorar as condições de circulação e de segurança para todos aqueles que diariamente por lá circulam.

Desta forma, o vereador Paulo Pinheiro, acompanhado pelo chefe da Divisão de Obras e Urbanismo, Rui Carneiro, visitou algumas dessas obras, nomeadamente a da Estrada conhecida popularmente como “da Seganiza” e a Estrada de Ouguela.

Estas intervenções têm o objetivo de melhorar as acessibilidades no concelho, tornando-as mais seguras e fáceis de circular, pelo que o Município pede a compreensão de toda a população por quaisquer incómodos causados.

Campo Maior: professores contestam “trabalhos forçados” e serviços mínimos

A luta dos professores continua e, na manhã desta sexta-feira, 3 de março, em Campo Maior, foram muitos os docentes e educadores de infância que se concentraram, junto ao Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro, para se manifestar, entre outros, contra a imposição de “trabalhos forçados” e os serviços mínimos decretados.

Os sindicatos, como é o caso do Sindicato dos Professores da Zona Sul, revela o dirigente e professor Pedro Reis, e apesar dos “pequenos avanços”, não aceitam as propostas do Ministério da Educação, relativamente ao modelo de recrutamento, que ainda incluem “muitos aspetos negativos”. “Ainda não temos condições para poder aceitar, não estando nenhum acordo à vista, por isso mesmo nós continuamos a fazer estes protestos simbólicos”, assegura.

Sendo hoje dia da greve de professores e educadores do distrito de Leiria até ao sul, foram “muitos” os profissionais, em Campo Maior, que se quiseram associar a esta manifestação, mas que “depois tiveram de ir cumprir os serviços mínimos obrigatórios”. Pedro Reis garante que, em dias de greve, muitos professores não asseguram serviços mínimos, mas sim “serviços máximos”: “nós temos colegas que tinham quatro tempos de aulas, durante a manhã. São obrigados a cumprir três, ou seja, ficam apenas com direito a fazer uma hora de greve”.

Esta manhã, revela ainda o professor, foram muitos os pais que se mostraram solidários com os docentes, que, inclusive, decidiram nem sequer “enviar os filhos à escola”.

A manifestação de hoje aconteceu ainda por um direito “fundamental constitucional, que não deve ser beliscado”: “o direito ao protesto em liberdade, que infelizmente hoje não está a acontecer, nesta situação”. “Muitos dos professores hoje estão impedidos de fazer greve, o que é grave”, acrescenta.

Para que se tenha uma escola pública “de qualidade, inclusiva, para todos”, através da qual se possa “criar um futuro mais digno” para os mais novos, que é por isso que os professores “se movem”, é que preciso que os docentes tenham as devidas “condições”.

Pedro Reis, lembrando a forma como está a ser feita a contagem dos anos de serviço dos professores, questiona-se ainda de que forma é que, em sala de aula, os docentes vão explicar aos alunos que “seis anos, mais seis meses e 23 dias é igual a zero”. “É isto que está acontecer, em termos de contagem de tempo de serviço, para os professores. Isto é uma exigência fundamental, é uma daquelas linhas vermelhas que se não for superada não podemos entrar em qualquer possibilidade de acordo”, remata.