“Outros Sons” de regresso a Campo Maior com Músicas do Mundo

O Festival “Outros Sons” está de regresso a Campo Maior, para a segunda edição que promete trazer até à vila alentejana músicas do mundo.

A programação para o evento, que vai acontecer de 16 a 18 de junho, é já conhecida.

O festival vai abrir portas no dia 16 com a atuação de Eduardo Ramos pelas 21h30, no Castelo de Campo Maior.

No segundo dia, dia 17 de junho, há música a dobrar com as atuações do Duo Cubalibre pelas 18h30 no Jardim Municipal, e do grupo ACETRE, pelas 21h30, no mesmo espaço.

Já dia 18, o último dia de “Outros Sons”, Os Luzia são os cabeça de cartaz de um momento musical que vai decorrer também no Jardim Municipal.

Executivo de Campo Maior visita Lar da Santa Casa após obras

O presidente do Município de Campo Maior, Luís Rosinha, visitou ontem, 12 de junho, o Lar e Centro de Dia de S. Beatriz da Silva, da Santa Casa da Misericórdia.

O deputado da Assembleia da República, Ricardo Pinheiro, o presidente da Assembleia Municipal, Jorge Grifo, os vereadores Paulo Pinheiro e São Silveirinha, e o provedor da Santa Casa da Misericórdia, Luís Machado, também acompanharam a visita.

Durante a manhã, os autarcas tiveram oportunidade de conviver com os utentes da instituição e de partilhar histórias e vivências com aqueles que tanto deram a Campo Maior.

Houve ainda tempo para constatar em primeira mão as intervenções realizadas no edifício, depois de ter sido recentemente totalmente remodelado e ampliado, melhorando significativamente as condições do espaço.

Fonte: Município de Campo Maior

Campo Maior: Agrupamento mostra trabalho desenvolvido com iniciativa “Encontra-te na Escola”

O presidente do Município de Campo Maior, Luís Rosinha, esteve presente ontem, 12 de junho, na abertura da iniciativa “Encontra-te na Escola”, promovida pelo Agrupamento de Escolas de Campo Maior, que termina esta terça-feira, dia 13 de junho, no Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro (CERN).

Este é um evento que se realiza com o objetivo de mostrar o que de melhor se faz no Agrupamento e de promover os trabalhos realizados pelos alunos nas mais diversas áreas como exposições, experiências científicas, robótica, entre outras.

Destaque para a exposição de canteiros de flores de papel, elaborados pelos alunos do primeiro ao quarto ano, realizada no âmbito da “Oficina da Flor de Papel e da Pandeireta”.

Os vereadores Paulo Pinheiro e São Silveirinha, os presidentes das Juntas de Freguesia de Degolados e da Expectação, João Cirilo e Hugo Rodrigo, respetivamente, e o diretor do Agrupamento de Escolas, Jaime Carmona, também estiveram presentes na ocasião, tendo sido acompanhados pelas monitoras do Município, que dinamizam a “Oficina da Flor de Papel e da Pandeireta” no CERN.

Fonte: Município de Campo Maior

Badajoz nomeia Rui Nabeiro como Filho Adotivo

Foi a 25 de março que, por unanimidade, a autarquia de Badajoz deliberou distinguir, a título póstumo, o comendador Rui Nabeiro, como filho adotivo da cidade.

A cerimónia aconteceu esta manhã, no salão nobre do município da cidade vizinha, com o alcaide, Ignácio Gragera, a homenagear o empresário campomaiorense, na presença da família Nabeiro.

“Hoje é um dia muito especial para a cidade de Badajoz e para a Eurocidade, que formamos com Elvas e Campo Maior. Depois de uma vida de proximidade e de generosidade palpável, Rui Nabeiro foi um empreendedor dedicado e incansável. Se somos os que somos, de certeza que é graças a ele e ao seu empenho para melhorar o mundo”, garante o alcaide.

João Manuel Nabeiro começou por agradecer: “obrigado a Badajoz, em nome do alcaide Ignácio Gragera, que personifica todos os pacenses. O meu pai tinha Badajoz no seu coração. Sei que o Comendador Rui Nabeiro queria que os laços de amizade se estreitassem com todos os amigos de Badajoz, para sempre”. “Era um humanista no sentindo mais amplo da palavra e a sua dedicação aos outros era constante. Era um líder ao serviço, punha as necessidade dos outros antes das suas. Em cada esquina um amigo”, diz ainda.

O filho do Comendador recordou ainda algumas frases do seu pai, como “toda a comunidade cabe dentro do coração”, lembrando que Rui Nabeiro sempre valorizou a amizade e a esperança”. Terminou com a célebra frase: “se quiséssemos, o mundo seria maravilhoso”.

Para Ivan Nabeiro, neto do comendador, é “um grande orgulho” esta homenagem feita ao seu avô, até porque, em Badajoz, Rui Nabeiro “sentia-se em casa”. Já Marcos Bastinhas, outro dos netos de Rui Nabeiro, considera que este foi um “reconhecimento muito especial”, num dia também ele “muito especial”.

Para o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, este é um “reconhecimento mais que justo e merecido”. “É uma extensão daquilo que foi a vida do senhor Comendador, porque Badajoz, a fronteira e o lado espanhol estiveram presentes em toda a sua vida empresarial”, diz ainda.

Estratégia Local de Habitação em Campo Maior prevê reabilitar 12 fogos

O município de Campo Maior, no que diz respeito à Estratégia Local de Habitação, está a reabilitar cerca de 12 habitações, no centro histórico.

Luís Rosinha, presidente da Câmara de Campo Maior, revela que se começou com “uma obra, relativamente pequena, na Rua de São João, onde também vamos criar uma acessibilidade própria ao jardim do Palácio Visconde d’ Olivã, que decorre dentro da normalidade, e, entretanto já iniciámos outra obra num prédio na Rua General Magalhães destinada a cinco famílias”.

Faz sentido, afirma o presidente, que estas obras decorram no centro histórico, uma vez que “podemos colocar mais pessoas a viver nesta zona”.

Em fase de aprovação está outra obra, que” rondará os 600 mil euros, na Rua da Misericórdia, e terá mais seis habitações e, Campo Maior, explica Luís Rosinha, “tem em curso 12 habitações, ao nível desta Estratégia, continuamos a projetar, em casas mais pequenas, para que tenhamos a questão da habitação resolvida em Campo Maior, nomeadamente no centro histórico”.

Luís Rosinha revela que esta estratégia local de habitação se destina a “habitação social”, no entanto o município pretende também que os jovens comecem a instalar-se no centro histórico, através de um outro programa alternativo.

O autarca acrescenta que esta estratégia “já ultrapassa o milhão e meio de euros, de investimento, a estratégia tinha orçado cerca de três milhões e oitocentos mil euros, por isso, ainda estamos a meio”, prevendo-se que a reabilitação total das casas esteja concluída em 2026.

Município de Campo Maior que dá continuidade à reabilitação de casas no centro histórico, no âmbito da Estratégia Local de Habitação.

“Outros Sons” traz músicas do mundo a Campo Maior a partir desta sexta-feira

O Festival “Outros Sons” está de regresso esta sexta-feira a Campo Maior, para a segunda edição que promete trazer até à vila alentejana músicas do mundo.

A iniciativa tem início na sexta-feira, 16 de junho, no Castelo de Campo Maior, e a vereadora na Câmara garante que “só se pode esperar música de qualidade, num festival que pretende trazer até Campo Maior, grupos, bandas e artistas que fazem música com influência de outros países”.

Nesse primeiro dia é Eduardo Ramos que faz as honras da casa, num concerto marcado para as 21.30 horas, no Castelo e este artista traz até à vila “a música celta”, revela São Silveirinha.

Já no sábado, 17 de junho, há espaço para dois espetáculos: “pelas 18.30 horas, no jardim municipal, atua o grupo Duo Cubalibre, que tem influências da música cubana, já pelas 21.30 horas, no mesmo local é a vez do grupo ACETRE, animar os presentes com música folk, espanhola e portuguesa”.

No domingo, 18 de junho, o Festival encerra, no jardim municipal, às 18.30 horas com o grupo “Os Luzia” que interpretará música tradicional portuguesa.

São Silveirinha apela às pessoas para que “se associem a esta iniciativa e desfrutem deste que é dos poucos festivais de músicas do mundo, em Portugal”.

Festival “Outros Sons” que regressa na sexta-feira a Campo Maior, para três dias, em que será possível ouvir músicas de vários cantos do mundo.

ISEKAIS quer ir ao Europeu de Ginástica na Noruega em 2024

Foto ilustrativa

A Associação de Desportos Gímnicos ISEKAIS pretende participar, com 30 atletas, no Eurogym -European Gym for Life Challenge, que vai decorrer no próximo ano, na Noruega.

Filipa Dores, professora na ISEKAIS, revela que este encontro é apoiado pela Federação Internacional e Federações nacionais da modalidade, e para a participação ser possível temos de cumprir algumas observações técnicas e, independentemente, de participarmos em conjunto com outros clubes o objetivo passa por haver qualidade na delegação portuguesa, que consegue ser sempre das mais dinâmicas, com muitos participantes e rigor técnico”.

A associação irá participar com cerca de 30 atletas, em julho de 2024, no entanto devido “aos elevados custos financeiros, tem vindo a desenvolver iniciativas para angariar dinheiro e assim diminuir os valores”.

Filipa Dores revela que esta “é uma oportunidade única para o crescimento dos atletas e dá-lhes algum alento, nas exibições que irão acontecer”, classificando a iniciativa como “a festa da ginástica”.

Atletas da ISEKAIS que vão participar no próximo ano, no EuroGym for life chalenge, um torneio que vai decorrer na Noruega.

Obra no Posto de Turismo de Campo Maior está praticamente concluída

Está praticamente concluída a obra no Posto de Turismo de Campo Maior, que se localiza na antiga escola da Fonte Nova.

A garantia foi dada pelo presidente da Câmara, Luís Rosinha, que adianta que, neste momento, “a parte interior está concluída e estamos a tratar dos acessos exteriores e da rua de acesso e, dentro das próximas semanas estará concluída”.

Esta obra será um “ponto de excelência para quem nos visita, nomeadamente a porta de entrada e teremos condições para estacionar autocarros, a partir dali as pessoas podem descobrir todos os atrativos da vila e terá uma interligação com a futura praça multimodal”, refere Luís Rosinha.

Na época da Páscoa, recorda o presidente, Campo Maior teve muitos visitantes e a Capela dos Ossos, segundo afirma “tem sido uma brilhante surpresa e um fator diferenciador”. Com este Posto de Turismo, “o projeto turístico será consolidado e interliga todos os espaços da vila”, acredita Luís Rosinha.

Depois de concluída a obra neste Posto de Turismo, Campo Maior passará para uma “aposta de dinamização e promoção, para que estes números que agora nos alegram, sejam ainda maiores”, espera Luís Rosinha.

Ex-militares de Elvas reúnem e recordam velhos tempos (c/fotos)

Os claustros do Museu Militar de Elvas foram palco este domingo, 11 de junho,  para o quarto almoço convívio de ex-militares do Centro de Instrução de Condutores Auto e do Regimento de Infantaria de Elvas.

Foram cerca de 220 pessoas, entre ex-militares e familiares que marcaram presença neste momento. Carlos Cambóias, um dos organizadores da iniciativa revela que este é, acima de tudo, “um dia de festa e de convívio, onde reveem antigas amizades”.

Antes do almoço os ex-militares tiveram oportunidade de passar por alguns locais emblemáticos da cidade, onde prestaram serviço e segundo Carlos Cambóias ficaram todos “muito satisfeitos e está a ser um convívio muito agradável”.

Para o coronel Nuno Duarte, diretor do Museu Militar de Elvas, esta iniciativa “é muito positiva para juntar várias gerações que serviram Portugal, no Regimento de Infantaria 8, numa confraternização, entre famílias nos locais onde passaram muitos momentos, que deixam saudade”.

Falámos também com alguns ex-militares, que vieram de várias partes do país, para perceber o que destacam e como classificam o tempo em que prestaram serviço, em Elvas. No caso de Manuel Cruz, veio de Cabeço de Vide e passou 18 meses em Elvas, que classifica como “muito positivos, tal como este encontro porque encontrei aqui pessoas que já não via há 40 anos e não há quartel como este, no mundo”.

Manuel Pequito, na altura, conhecido como capitão do cachimbo, garante que este “é um dia emocionante e sinto-me realizado porque sempre respeitei os meus subordinados e por ver a amizade que eles têm por mim”.

De Barcelos veio Américo Costa, que garante que os melhores momentos da sua vida foram quando esteve em Elvas, por todas as experiências vividas.

Já Elsa Gonçalves foi uma das primeiras mulheres a ingressar na vida militar. Em Elvas esteve durante quatro anos e garante que quando foi embora sentiu “uma grande saudade, porque passei anos fantásticos e o que guardo é a camaradagem entre as pessoas e o apoio que dávamos uns aos outros”. Elsa Gonçalves classifica este encontro como “incrível, para reencontrar velhos amigos e recordar histórias e peripécias que nos aconteceram aqui”.

Joaquim Bucho define este encontro como “um regresso às origens, porque é um evento que reúne pessoas de todas as idades e há um ponto de união que é esta casa” e destaca um dos momentos mais marcantes para si que foi a saída da instrução de condução que, segundo diz, “dava alma à cidade e às estradas e levava Elvas, com os recrutas que eram às centenas, ao país inteiro”.

Idosos de Montemor são desafiados a manterem-se em movimento 

Com o objetivo de manter os idosos em movimento, a União de Freguesias de Nossa Senhora da Vila, Bispo e Silveiras continua a promover, através de uma parceira com o Hospital de São João de Deus, todas as semanas, várias sessões de movimento ativo, em cinco associações de reformados de Montemor-o-Novo.

De acordo com a fisioterapeuta Edite Menino, uma das responsáveis pelo projeto, iniciado em 2018, pretende-se, acima de tudo, “aumentar a expectativa de uma vida saudável” e promover “a autonomia e independência” de pessoas com idade igual ou superior a 55 anos.

Passando de sete para cinco locais, onde se realizavam inicialmente estas sessões, explica Edite Menino, o projeto “Idosos em Movimento”, retomado em fevereiro deste ano, esteve parado durante o período de pandemia. “Dois dos locais, por falta de pessoas, foram desativados, também porque as pessoas foram envelhecendo e foram deixando a atividade”, revela.

Nestas sessões, para além de se promover uma troca de saberes, o espírito de entreajuda e a criatividade, procura-se, entre outros, combater o isolamento social e estimular a mobilidade e o movimento. “Trabalhamos desde a coordenação, o equilíbrio, a marcha; fazemos também um trabalho de prevenção de quedas e um melhor desempenho nas atividades da vida diária”, adianta a fisioterapeuta.

Com quase 80 pessoas a frequentar, atualmente, estas sessões desenvolvem-se às segundas, quartas e sextas-feiras: às segundas, nas Silveiras, das 9h30 às 10h30, e no Reguengo, das 10h45 às 11h45; às quartas, no Cortiço, das 9h30 às 10h30, e em São Geraldo, entre as 10h45 e as 11h45; às sextas, em Montemor, das 9h30 às 10h30.

Quem quiser experimentar estas classes de movimento ativo deve aparecer numa das sessões ou informar-se junto de cada associação.