O Município de Campo Maior volta a celebrar o Halloween com uma noite assustadora no Centro Interpretativo da Fortificação Abaluartada (CIFA), esta quinta-feira à noite, dia 31 de outubro.
Esta noite, que promete ser “de muitas emoções”, segundo a vereadora São Silveirinha, para além de assustadora, será também “muito divertida”.
As Organizações Não-Governamentais de Ambiente (ONGA) da Coligação C7 (ANP/WWF, FAPAS, GEOTA, LPN, Quercus, SPEA e ZERO) continuam a bater-se em tribunal contra a Barragem do Pisão, contestando “o suposto interesse público da obra e salientando os graves impactes ambientais negativos referidos no Estudo de Impacte Ambiental”.
No mais recente passo, de um processo que dura desde 2022, as ONGA recorreram, na semana passada, da decisão do tribunal, que decidiu não decretar a providência cautelar que obrigaria à paragem da obra.
As organizações da C7 consideram que a construção da Barragem do Pisão “põe em causa os interesses da União Europeia, absorvendo fundos europeus num projeto que não respeita as suas estratégias e legislação, como a Estratégia de Biodiversidade da UE para 2030 incluída no Pacto Ecológico Europeu, a Diretiva Quadro da Água, a Lei de Restauro da Natureza e o Regulamento do Mecanismo de Recuperação e Resiliência (MRR), pelo que urge ser travada. Estão em causa danos ambientais significativos e irreversíveis”.
Discordando da sentença do Tribunal, este coletivo de ONGA apresentou na passada sexta-feira, dia 25 de outubro, um recurso para o Tribunal Central Administrativo Sul, “visando acautelar o efeito útil da ação administrativa principal para tentar que não se cometa mais este atentado contra o ambiente”.
O comunicado para ler na íntegra:
“As Organizações Não-Governamentais de Ambiente (ONGA) da Coligação C7 (ANP|WWF, FAPAS, GEOTA, LPN, Quercus, SPEA e ZERO) continuam a bater-se em tribunal contra a Barragem do Pisão, contestando o suposto interesse público da obra e salientando os graves impactes ambientais negativos referidos no Estudo de Impacte Ambiental (EIA). No mais recente passo de um processo que dura desde 2022, as ONGA recorreram a semana passada da decisão do tribunal, que decidiu não decretar a providência cautelar que obrigaria à paragem da obra.
As organizações da C7 consideram que a construção da Barragem do Pisão põe em causa os interesses da União Europeia, absorvendo fundos europeus num projeto que não respeita as suas estratégias e legislação, como a Estratégia de Biodiversidade da UE para 2030 incluída no Pacto Ecológico Europeu, a Diretiva Quadro da Água, a Lei de Restauro da Natureza e o Regulamento do Mecanismo de Recuperação e Resiliência (MRR), pelo que urge ser travada. Estão em causa danos ambientais significativos e irreversíveis.
O EIA do empreendimento, designado oficialmente por Aproveitamento Hidráulico de Fins Múltiplos do Crato (AHFMC), e que inclui nas suas infraestruturas primárias a barragem do Pisão, refere claramente que “o projeto gerará significativos impactes negativos, quer na fase de construção, quer na fase de exploração, com afetação substancial de valores naturais, patrimoniais, ecológicos e socioeconómicos, diversos dos quais de carácter de alguma singularidade e relevância (quer conservacionista quer histórica)”.
Entre outros, a construção desta barragem resultará na destruição de habitats protegidos e no abate de árvores protegidas (mais de 40 mil árvores, entre povoamentos de azinheiras e sobreiros, espécies protegidas pela legislação portuguesa), na alteração e interrupção dos regimes de caudais naturais da ribeira de Seda, na conversão de áreas agrícolas de sequeiro em regadio incentivando o consumo de água onde ela já escasseia, reduzindo a biodiversidade, na artificialização dos usos do solo, na possível contaminação dos solos e das águas e na destruição da aldeia do Pisão, com a deslocalização dos seus habitantes.
Considerando a descrição do projeto e os impactes identificados no próprio Estudo de Impacte Ambiental, torna-se ainda óbvio que:
– o interesse público do projeto é inexistente,uma vez que o principal objetivo da construção da barragem do Pisão não é o abastecimento público – considerando o cenário de decréscimo da população das regiões em causa, os dados apresentados confirmam que o volume útil da Barragem de Póvoa e Meadas é suficiente para abastecimento público; acresce que, no estudo do projeto, não foi feita uma avaliação de alternativas de abastecimento específicas para esta componente;
– o projeto não cumpre os objetivos ambientais, estabelecidos no princípio de Não Prejudicar Significativamente (Do No Significant Harm – DNSH) do instrumento que o financia, o MRR;
– a avaliação subjacente ao princípio de DNSH implica uma análise do projeto com a opção Zero (manutenção da situação existente), que não resulta clara, sequer suficiente, do estudo de impacte ambiental apresentado;
– a construção da Barragem do Pisão contraria o objetivo de transição ecológica, originando impactos muito significativos e negativos no ambiente.
O custo final da Barragem do Pisão e da central fotovoltaica aproximar-se-á dos 300 milhões de euros, sendo que, para a barragem e a central hidroeléctrica do Pisão, o valor de construção é de 71,7 milhões de euros. A execução da barragem levará à concretização de um empréstimo contraído pelo Estado, de 140 milhões de euros, levando a mais esse endividamento público.
Urge impedir a tomada de decisões subsequentes ao Título Único Ambiental (TUA) e à Declaração de Impacte Ambiental (DIA), e a inerente criação de expectativas, prejudiciais aos interesses privados e, ainda, muito mais, ao interesse público do Estado Português.
Por esses motivos, em novembro de 2022, o GEOTA, apoiado pela LPN, Quercus e ZERO, colocou uma ação administrativa para a anulabilidade ou anulação do TUA., e o próprio Ministério Público acompanhou esta posição colocando uma ação semelhante em 2023, reforçando os argumentos contra este projeto (vd. Anexo).
Face ao desenvolvimento do projeto, que não parou, apesar da pendência da Ação Administrativa, a 30 de julho estas ONGA colocaram uma Providência Cautelar pelo fundado receio de constituição de uma situação de facto consumado, de prejuízos de difícil reparação, antes que a ação principal pudesse ser considerada procedente.
Apesar de toda a argumentação sobre os factos e riscos suscitados na Ação Administrativa e na Providência Cautelar, a sentença da primeira instância para a Providência Cautelar não considera que se esteja numa situação de risco séria, atual e efetiva que faça perigar o efeito útil de uma eventual decisão de procedência da ação principal.
Discordando da sentença do Tribunal, recorrível, este coletivo de ONGA apresentaram, em 25 de outubro de 2024 um recurso para o Tribunal Central Administrativo Sul, visando acautelar o efeito útil da ação administrativa principal para tentar que não se cometa mais este atentado contra o ambiente.”
O Halloween vai ser celebrado com as crianças, em Elvas, esta quinta-feira, 31 de outubro, numa atividade promovida pelos serviços educativos da Câmara Municipal de Elvas. Após uma caminhada, com início às 17h30, na Praça da República, para a qual os participantes poderão levar as suas máscaras mais assustadoras, as crianças terão oportunidade de assistir à peça “A Bruxa Que Não Sabia Voar”, da associação juvenil Arkus.
“No ano passado a iniciativa correu muito bem e nós participámos de outra maneira, com uma espécie de figuração, pelas ruas, pregando alguns sustos e partidas a quem se inscreveu. Este ano vamos participar na mesma, mas com uma mini-representação, ‘A Bruxa Que Não Sabia Voar’, no final da caminhada”, revela a atriz e membro da associação Raquel Pirota (na imagem).
Esta peça, que tem como principal mensagem que tudo se consegue quando se acredita, adianta a responsável, conta com três personagens: a bruxa, um fantasma e uma vampira. O espetáculo, apresentado uma única vez, no ano passado, na Terrugem, volta agora a ser dado a conhecer ao público.
Nesta iniciativa de Halloween, cada criança deve ser acompanhada por um adulto responsável.
O Pavilhão do Terror II vai realizar-se esta quinta-feira à noite, dia 31 de outubro, no Pavilhão Rui Nabeiro, em Campo Maior, entre às 20h e a 1h.
Esta é segunda edição da atividade, e, segundo Natalino Borrega, responsável pela secção de ginástica do Sporting Clube Campomaiorense, é destinado “a toda a população, no entanto, não é aconselhável para menores de 10 anos”.
Natalino Borrega adianta ainda que “o percurso da iniciativa vai ser o mesmo do ano passado, mudando apenas o tema. As pessoas quando entram no pavilhão vão ser guiadas pelos próprios guias do evento e passam pelas diversas salas até á saída no campo”
A entrada para o evento tem o custo de três euros, sendo que, podem adquirir o bilhete através dos atletas do Campomaiorense ou à entrada da atividade.
O Pavilhão do Terror II conta com a colaboração da Câmara Municipal de Campo Maior e do Campomaiorense. A organização da iniciativa pertence “aos pais do grupo de ginástica dos Galguini mais velhos” realça Natalino Borrega.
De forma a promover as tradições gastronómicas locais e a apoiar e dinamizar a economia do concelho, o Município de Campo Maior promove, a partir desta sexta-feira, 1 de novembro, e até dia 15, a terceira edição das Quinzenas Gastronómicas.
Nesta, que é uma Quinzena Gastronómica dedicada às sopas, e na qual participam seis restaurantes, vão estar em destaque iguarias como sopa de Cação, Sopa de Tomate e Açorda Alentejana com bacalhau.
A lista de restaurantes e as propostas que cada um apresenta nesta Quinzena das Sopas está disponível.
À semelhança dos últimos anos, a Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Expectação, em Campo Maior, volta a apoiar os alunos que frequentam o Ensino Superior.
Desta vez, revela o presidente da junta, Hugo Milton, são dez as bolsas de estudo a atribuir. No caso das dez bolsas não serem suficientes, a junta, “perante aqueles que se irão candidatar”, irá “fazer um esforço, com um acerto, de forma a que ninguém de fora”.
“O Município também este ano alargou o número das suas bolsas e esperamos que toda a comunidade campomaiorense, entre câmara e juntas de freguesia, sinta este apoio, para que os seus filhos possam ir mais além nos estudos”, acrescenta Hugo Milton.
Em causa está um apoio total de 800 euros a cada um dos contemplados com estas bolsas de estudo, valor a ser pago de forma faseada, ao longo dos meses. Os interessados têm até esta quinta-feira, dia 31 de outubro, para fazer a sua candidatura, através do preenchimento do formulário que está disponível na junta de freguesia.
Os alunos que obtenham a bolsa de estudo da Câmara Municipal de Campo Maior ficam, automaticamente, excluídos da lista de contemplados pelas bolsas da junta de freguesia.
É para perpetuar o legado de Paula Calado, professora e vereadora da Cultura na Câmara de Elvas, que perdeu a vida a 24 de junho do ano passado, que o coletivo Autores de Elvas acaba de lançar a primeira edição de um concurso escolar literário com o seu nome.
Não deixar que “o sonho de Paula Calado desapareça”, tendo em conta “as ideias que tinha para a cidade e para o concelho”, que começava “a dinamizar e a dar passos muito significativos”, explica a professora Teresa Guerreiro, enquanto porta-voz dos Autores de Elvas, é um dos grandes objetivos da iniciativa.
Ainda que o concurso tenha contado com o apoio, na sua fase de preparação, dos Agrupamentos de Escolas de Elvas e Campo Maior, do Colégio Luso-Britânico e do Centro Educativo Alice Nabeiro, esta é uma iniciativa aberta a todas as escolas do Alto Alentejo.
Esperando que venha a contar com “uma adesão significativa”, Teresa Guerreiro explica que a concurso vai estar a modalidade literária de conto. “Há quatro escalões, desde os mais pequeninos até aos alunos do secundário”, revela ainda a professora, que adianta que os vencedores serão conhecidos em junho.
Segundo a diretora do Agrupamento de Escolas nº 3 de Elvas, Fátima Pinto, para além da importância do concurso, no sentido de incentivar os alunos a escreverem, a iniciativa servirá, acima de tudo, para “perpetuar o nome de Paula Calado no tempo”, através da escrita dos mais novos. Nesse sentido, considera que os Autores de Elvas se uniram, “em boa hora”, aos agrupamentos de escolas.
Para a filha de Paula Calado, esta é das homenagens mais especiais e com mais significado já feitas à sua mãe. “Todas as homenagens para nós, enquanto família, são importantes, porque é a certeza que a mãe está viva e presente, mesmo depois de ter partido, mas esta é particularmente especial, porque os livros significavam muito para ela”, diz Sara Fevereiro, que apela ainda aos jovens para que escrevam e para que participem, “sem medos”, neste concurso.
A imagem gráfica do concurso esteve a cargo da designer e artista plástica Elisabete Matias, que garante que, para si, foi “um privilégio” poder também, através da sua arte, prestar homenagem a Paula Calado.
A abertura e encerramento da apresentação do concurso, que teve lugar no auditório da Escola Secundária D. Sancho II, na tarde da passada segunda-feira, 28 de outubro, esteve a cargo do professor Paulo Cachinho que, à guitarra portuguesa, interpretou dois temas de Carlos Paredes, músico de quem Paula Calado gostava particularmente.
A Câmara Municipal de Campo Maior vai comparticipar a aquisição de uma nova ambulância, em 2025, com vista a reforçar a frota da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da vila. O anúncio foi feito no passado sábado, 26 de outubro, pelo presidente da Câmara, Luís Rosinha, no decorrer da sessão solene de comemoração dos 75 anos da associação.
Por outro lado, e como explica o autarca, com o objetivo de valorizar os operacionais e de “cativar novos elementos para aderirem ao corpo ativo”, a autarquia irá avançar com um Regulamento Municipal de Apoio ao Bombeiro Voluntário. Embora diga que as medidas políticas com vista a ajudar a corporação “são sempre poucas”, Luís Rosinha garante que o município tem estado sempre atento, no sentido de ajudar os soldados da paz da melhor forma. Com o regulamento municipal, os Bombeiros de Campo Maior irão beneficiar de medidas que farão “a diferença nas suas vidas”.
Luís Rosinha lembra ainda que, praticamente, todos os anos, a autarquia tem vindo a comparticipar a compra de uma ambulância, “numa renovação de frota, que é obrigatória, para que possam ser prestados melhores e mais céleres cuidados a todos os campomaiorenses”.
Considerando que é “obrigatório” que os bombeiros venham a ter as suas condições revistas pelo Governo, Luís Rosinha espera que o grupo de trabalho criado para o efeito “olhe para estes homens e mulheres que dão a sua vida a cuidar dos outros”.
A partir desta quarta-feira, 30 de outubro, e domingo, dia 3 de novembro, o espaço Arraiolos Multiusos acolhe a 23.ª Mostra Gastronómica, o 15.º Festival da Empada e a tradicional Feira do Tapete de Arraiolos.
Este é um evento organizado pela Câmara Municipal de Arraiolos, que anualmente convida visitantes a explorar a gastronomia e a cultura da região, oferecendo uma experiência completa com pratos típicos e a possibilidade de conhecer o famoso tapete.
“Este é um certame onde procuramos mostrar empresas, produtores e produtos do concelho de Arraiolos. Esta é uma característica que distingue esta iniciativa de outras do país, relativamente à questão da gastronomia, onde entramos no espaço do Arraiolos Multiusos e temos presente Arraiolos”, começa por dizer a presidente da Câmara de Arraiolos, Sílvia Pinto.
Com o certame, a autarquia tem também o objetivo de “fomentar o desenvolvimento económico no concelho”. “É uma edição que contará com várias atividades, como a demonstração da empada, showcookings, apresentações de livros e conferências, que conta com a presença da nossa gastronomia, dos nossos doces tradicionais, da nossa empada de Arraiolos e, claro, do nosso Tapete de Arraiolos”, acrescenta a autarca.
“Aliamos a tudo isto a nossa música tradicional, o cante alentejano e animação ao final do dia. E porque não queremos deixar os pequeninos de parte, temos o Espaço Criança com jogos tradicionais com a ligação ao tapete e ao mundo rural”, sublinha.
A Mostra Gastronómica promete “uma vasta seleção de iguarias alentejanas, promovendo a cozinha regional e incentivando a sustentabilidade e o uso de produtos locais”.
Mafalda Teixeira e Kapinha, os reis do TikTok, são Leila e Kiko na comédia “Despedida de Casados”, que é apresentada, em Elvas, na noite do próximo sábado, 2 de novembro.
Escrito por Luís Filipe Borges e com encenação de Ricardo Castro, o espetáculo, segundo explica Mafalda Teixeira, tem na sua base a história de um “casamento de 20 anos”, que se encontra em fase de rotura. “Há uma grande tentativa de recuperar a paixão e tudo aquilo que se vai perdendo, no dia-a-dia, numa relação. Com todas as rotinas, o stress do trabalho e toda a gestão da vida doméstica, o romantismo fica um bocadinho esquecido e vamos trazer à tona muitos destes temas”, adianta.
Enquanto casal, Kiko e Leila prometem um serão “muito divertido, com muitas gargalhadas, quase do início ao fim”. Assegurando que este é um espetáculo em que os casais se vão rever, Mafalda Teixeira revela ainda que, trabalhar ao lado do seu companheiro, tem sido muito bom, até porque, segundo diz, trabalham “muito bem” juntos. “É um prazer podermos partilhar, não só a vida em comum, mas também o palco. Representar é uma coisa que gostamos muito de fazer juntos, principalmente em comédia, em fazer rir, que é isso que toda a gente precisa”, diz ainda.
Já Kapinha, que se revela “super motivado” para apresentar este espetáculo em Elvas, começa por dizer que esta é uma comédia “hilariante” e “incrível”. “Queremos muito que as gentes de Elvas nos venham ver e que se venham rir connosco”, garante, adiantando que considera o texto escrito por Luís Filipe Borges “extraordinário”. Não tendo dúvidas que o público vai sair “muito satisfeito” deste espetáculo, Kapinha garante que esta é, acima de tudo, uma peça para que as “pessoas se riam, se divirtam, para trazer os amigos e a família”.
Apesar de muitos jovens seguirem Kapinha e Mafalda Teixeira nas redes sociais, onde, em conjunto têm mais de dois milhões e meio de seguidores, este é um espetáculo apenas para maiores de 16 anos. Os bilhetes para o espetáculo, com início às 21h30, têm um custo de 16 euros e podem ser adquiridos na Ticketline ou uma hora antes do início da sessão, no cineteatro de Elvas.
“Despedida de Casados”, que estreou no passado fim de semana em Faro, é o primeiro de seis espetáculos a subir ao palco do cineteatro, naquele que é, em Elvas, o Mês do Teatro. Seguem-se “La Lengua de Salomé”, no dia 9; “Ruy – A História Devida”, no dia 17; “Agora Damos a Segunda”, no dia 19; “Querida, Conta-me o Teu Segredo”, no dia 24; e, por fim, “Pénis – Uma Espécie de Musical”, no dia 30. Apenas o espetáculo de dia 24 conta com entrada gratuita.