Campo Maior Trail Runners entregam brinquedos e roupa aos “Cucos” e APPACDM

Depois da recolha levada a cabo, no decorrer da quinta edição da Caminhada e Corrida de Natal, a 16 de dezembro, o grupo Campo Maior Trail Runners fez chegar, no final da semana passada, roupas e brinquedos ao Centro de Acolhimento “Os Cucos” e à APPACDM de Elvas.

Lembrando a “grande adesão” e o “poder solidário” dos atletas que se associaram à iniciativa, Carlos Pepê, um dos responsáveis do grupo, garante que foi com “muito agrado” que promoveram, uma vez mais, este evento desportivo e entregaram estes donativos a estas duas instituições de Elvas. “É óbvio que precisarão destes donativos ao longo de todo o ano, mas é-nos mais fácil nesta altura do ano fazer esta recolha, porque as pessoas estão também um bocadinho mais sensíveis e mais próximas social e solidariamente”, assegura.

Recordando o espírito solidário do grupo e garantindo que o sentimento é de “dever cumprido”, Carlos Pepê revela ainda que foram entregues brinquedos e roupa, para várias idades, com “muita qualidade, muito bem cuidados”.

“A nossa equipa, para além de ser uma equipa de corrida, de caminhadas e de trail, é uma equipa que tem este espírito solidário bem marcado, porque, aquando da nossa origem, na primeira vez que falámos com o Comendador Rui Nabeiro sobre a ideia de criarmos um clube de running em Campo Maior, ele disse-nos: ‘vocês contam sempre com a minha ajuda, mas nunca se esqueçam que eu conto com vocês para chegar a mais pessoas’. É um bocado esse o desígnio que nós temos tentado marcar na nossa forma de estar no desporto: é praticar desporto para sermos saudáveis, trazer mais pessoas para a prática desportiva, mas ao mesmo tempo carregar as nossas atividades com uma vertente solidária forte”, remata Carlos Pepê.

Árvores de Natal do Hospital de Elvas enfeitadas com materiais reciclados

O Hospital de Santa Luzia de Elvas conta, nesta época de Natal, com várias árvores Natal enfeitadas com materiais reciclados.

Dos vários materiais, destaque para os cd’s dos raio-x, que iriam para o lixo e são agora as bolas que enfeitam estas árvores, bem como o papel que acondiciona os medicamentos, serve para enfeitar as árvores e também o presépio. Vera Escoto, diretora clínica da ULSNA, revela que “num mundo virado para o consumo, e numa altura em que se fala muito de sustentabilidade, é importante dar o exemplo”, destacando que “isto sempre foi um hábito no hospital”.

Para além disso, há várias árvores de Natal, onde cada “uma das pessoas pode deixar uma mensagem para esta época, de amor e compaixão”, acrescenta Vera Escoto.

Hospital de Elvas que conta com árvores de Natal compostas por materiais reciclados, dando também a hipótese de todos aqueles que se deslocam a esta unidade hospital de deixar uma mensagem para ser colocada nessas mesmas árvores de Natal. Para além de tudo isto, a coleção particular de presépios do enfermeiro Rui Cambóias está também exposta, na entrada do hospital.

III Marrocos Palmo-a-Palmo arranca a 19 de abril de Campo Maior

É a 19 de abril que um grupo de motards vai sair de Campo Maior, em direção a Marrocos, para uma viagem de mais de 2.600 quilómetros.

Trata-se da terceira edição do “Marrocos Palmo-a-Palmo – Destinos Delta Q”, organizada pela SenaXtours e pelo Grupo Motard de Campo Maior.

Miguel Sena, o responsável por este evento moto turístico, preparado para um limite de 40 participantes, adianta que, com toda a logística e a assistência asseguradas, esta viagem de moto dura cerca de uma semana: arranca a 19 de abril de Campo Maior, terminando no dia 27. “Tem várias etapas, onde cada um pode ir ao seu ritmo, porque não são grupos fechados, são equipas de duas a quatros motos, no máximo”, revela.

O tour será guiado através do uso de roadbook e gpx, de forma a garantir que os participantes encontrem o seu caminho sem grandes dificuldades. Para além de assistência médica e mecânica, ao longo do percurso, haverá também carros de apoio disponíveis.

Aquilo que mais orgulha Miguel Sena é conseguir levar, nesta viagem, participantes marroquinos que estão imigrados em Portugal, dando-lhes, desta forma, a oportunidade de conhecer o seu próprio país. Com participantes, não só de Portugal, mas de outros vários países, como Bélgica, Espanha e França, a aposta neste evento, diz ainda responsável, continua a ser feita, uma vez que tem sido “um sucesso”.

Destas viagens, e depois de toda a sua preparação, aquilo que fica são as aventuras e as histórias vividas, assegura ainda o responsável.

ULSNA passa a ULSAA e integra Laboratório de Saúde Pública do Alto Alentejo

Com o arranque de uma “nova fase da reforma organizativa do Serviço Nacional de Saúde (SNS)”, desde ontem, 1 de janeiro, que a Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA) passou a designar-se Unidade Local de Saúde do Alto Alentejo (ULSAA), integrando o Laboratório de Saúde Pública do Alto Alentejo.

A juntar às oitos Unidades Locais de Saúde já existentes (Alto Alentejo, Baixo Alentejo, Litoral Alentejano, Matosinhos, Guarda,  Alto Minho, Castelo Branco e Nordeste) surgem agora, no país, mais 31.

Por outro lado, o Ministério da Saúde, em comunicado, dá conta que, para além do “alargamento a todo o território nacional das Unidades Locais de Saúde”, esta nova fase da reforma organizativa do SNS fica marcada pela “generalização das Unidades de Saúde Familiar (USF) de modelo B”.

Elvas e Campo Maior são dois dos 51 concelhos do país que, pela primeira vez, contam com uma USF-B. Elvas e Campo Maior são dois dos 51 concelhos do país que, pela primeira vez, contam com uma USF-B. “Transformam-se em USF-B um total de 212 USF-A e 10 Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados – centros de saúde tradicionais – que passam ao novo modelo, com potencial para atribuir médico de família a mais 300 mil utentes e impacto remuneratório para mais de 3.500 profissionais de saúde, entre médicos, enfermeiros e secretários clínicos, que passam a receber incentivos associados ao desempenho das suas equipas no acompanhamento dos utentes”.

O comunicado do Ministério da Saúde para ler na íntegra:

“O primeiro dia de 2024 fica assinalado pelo arranque de uma nova fase da reforma organizativa do Serviço Nacional de Saúde (SNS), nomeadamente pelo alargamento a todo o território nacional das Unidades Locais de Saúde (ULS) e pela generalização das Unidades de Saúde Familiar (USF) de modelo B.

O alargamento das ULS a todo o país, alicerçando o SNS neste modelo organizativo, facilita o percurso das pessoas no sistema de saúde ao integrar numa única gestão os centros hospitalares, os hospitais, os Agrupamentos de Centros de Saúde (ACeS) e a Rede Nacional de Cuidados Continuados de uma determinada área geográfica.

Esta integração constitui uma qualificação da resposta do SNS, simplificando os processos, incrementando a articulação entre equipas de profissionais de saúde, com o foco na experiência e nos percursos entre os diferentes níveis de cuidados, aumentando a autonomia de gestão, maximizando o acesso e a eficiência do SNS.

No âmbito da reestruturação do SNS, são criadas 31 novas ULS, a somar às 8 existentes, e é preparada a extinção de mais de meia centena de entidades, cujas atribuições passam agora para as ULS.

As ULS permitem responder às necessidades dos cidadãos, privilegiando a proximidade, a otimização de recursos, a continuidade e a integração de cuidados, no domínio da prevenção, no plano assistencial, no tratamento e prestação de cuidados e na recuperação e reabilitação.

A visão das ULS permite olhar para a Saúde além das “fronteiras” do hospital, valorizando os Cuidados de Saúde Primários e integrando outras instituições da sociedade local, nomeadamente municípios, juntas de freguesia, escolas e instituições particulares de solidariedade social, dando sentido à ideia de que a Saúde é um bem de todos e para todos, construindo uma comunidade sustentável.

Simultaneamente, na senda das medidas para aumentar e melhorar o acesso à saúde, no campo dos Cuidados de Saúde Primários, a generalização das USF alarga o número de pessoas com médico de família e valoriza os profissionais destas unidades de saúde.

Serão agora criadas 222 novas USF, permitindo a 51 concelhos terem, pela primeira vez, uma USF-B. No total serão 570 USF- B em funcionamento, em 154 dos 278 concelhos do continente, alcançando-se um marco histórico na reforma dos Cuidados de Saúde Primários iniciada em 2006.

Transformam-se em USF-B um total de 212 USF-A e 10 Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados – centros de saúde tradicionais – que passam ao novo modelo, com potencial para atribuir médico de família a mais 300 mil utentes e impacto remuneratório para mais de 3.500 profissionais de saúde, entre médicos, enfermeiros e secretários clínicos, que passam a receber incentivos associados ao desempenho das suas equipas no acompanhamento dos utentes.

A medida representa um importante avanço na reforma dos Cuidados de Saúde Primários do SNS e reforça o caminho de universalização de um modelo que garante uma resposta moderna e de proximidade aos utentes.

Ainda em 2024, seguir-se-á a passagem ao modelo B das USF-A remanescentes, com efeitos retroativos a janeiro, considerando uma classificação global de desempenho igual ou superior a 60% na avaliação do exercício de 2023.

O aumento das necessidades em saúde e bem-estar da população, associados ao envelhecimento, à carga de doença, assim como às suas crescentes exigências e expectativas, exige que o SNS continue a aumentar o acesso e a eficiência na prestação de cuidados de saúde fomentando modelos organizacionais que promovam a gestão integrada de Cuidados Primários e cuidados hospitalares, assegurando o foco nas pessoas.

O alargamento das ULS e a generalização das USF é um caminho crucial para a requalificação do SNS e para garantir cuidados de saúde atempados e de qualidade à população, sempre com o objetivo de melhorar os indicadores de saúde e bem-estar no país.”

39 Unidades Locais de Saúde (31 novas e 8 existentes)

– ULS Alto Ave: Hospital da Senhora da Oliveira Guimarães com o ACeS do Alto Ave – Guimarães/Vizela/Terras de Basto e o Centro de Saúde de Celorico de Basto

– ULS de Barcelos/Esposende: Hospital de Santa Maria Maior-Barcelos com o ACeS do Cávado III – Barcelos/Esposende

– ULS de Braga: Hospital de Braga com os ACeS do Cávado I-Braga e do Cávado II-Gerês/Cabreira

– ULS da Póvoa de Varzim/Vila do Conde: Centro Hospitalar Póvoa de Varzim/Vila do Conde com o ACeS do Grande Porto IV-Póvoa de Varzim/Vila do Conde

– ULS do Médio Ave: Centro Hospitalar do Médio Ave com os ACeS do Grande Porto I – Santo Tirso/Trofa e do Ave -Famalicão

– ULS de Vila Nova de Gaia/Espinho: Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho com os ACeS do Grande Porto VII – Gaia e do Grande Porto VIII – Espinho/Gaia

– ULS de Trás-os-Montes e Alto Douro: Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro com ACeS de Trás-os-Montes – Alto Tâmega e Barroso, do Douro I – Marão e Douro Norte e do Douro II – Douro Sul

– ULS de Entre Douro e Vouga: Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga com os ACeS de Entre Douro e Vouga I – Feira e Arouca e de Entre Douro e Vouga II – Aveiro Norte

– ULS de São João: Centro Hospitalar Universitário de São João com os ACeS do Grande Porto III – Maia/Valongo e do Grande Porto VI – Porto Oriental

– ULS de Santo António: Centro Hospitalar Universitário de Santo António com os ACeS do Grande Porto II – Gondomar e do Grande Porto V – Porto Ocidental

– ULS do Baixo Mondego: Hospital Distrital da Figueira da Foz com os Centros de Saúde da Figueira da Foz, de Soure e de Montemor-o-Velho

– ULS da Cova da Beira: Centro Hospitalar Universitário da Cova da Beira com o ACeS da Cova da Beira

– ULS de Dão-Lafões: Centro Hospitalar Tondela-Viseu, com o ACeS de Dão-Lafões

– ULS da Região de Leiria: Centro Hospitalar de Leiria com o ACeS do Pinhal Litoral, o Centro de Saúde de Ourém e os Centros de Saúde de Alcobaça e da Nazaré

– ULS de Coimbra: Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, Hospital Arcebispo João Crisóstomo – Cantanhede e o Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro – Rovisco Pais, com o ACeS do Pinhal Interior Norte e os Centros de Saúde de Cantanhede, de Celas, de Eiras, de Fernão Magalhães, de Norton de Matos, de Santa Clara, de São Martinho do Bispo, de Condeixa-a-Nova, da Mealhada, de Mira, de Mortágua e de Penacova

– ULS da Região de Aveiro: Centro Hospitalar do Baixo Vouga e do Hospital Dr. Francisco Zagalo – Ovar com o ACeS do Baixo Vouga

– ULS de Amadora/Sintra: Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca com os ACeS da Amadora e Sintra

– ULS de Almada-Seixal: Hospital Garcia de Orta com o ACeS Almada-Seixal

– ULS da Lezíria: Hospital Distrital de Santarém com o ACeS Lezíria

– ULS do Estuário do Tejo: Hospital de Vila Franca de Xira, com o ACeS Estuário do Tejo

– ULS de Loures-Odivelas: Hospital de Loures com o ACeS Loures-Odivelas

– ULS de Lisboa Norte: Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Norte, com o ACeS Lisboa Norte e o Centro de Saúde de Mafra

– ULS de Lisboa Central: Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa e Instituto de Oftalmologia Dr. Gama Pinto com ACeS de Lisboa Central

– ULS do Oeste: Centro Hospitalar do Oeste com ACeS Oeste Sul, com excepção do Centro de Saúde de Mafra, e os Centros de Saúde do Bombarral, das Caldas da Rainha, de Óbidos e de Peniche

– ULS do Médio Tejo: Centro Hospitalar do Médio Tejo com os Centros de Saúde de Abrantes, de Alcanena, de Constância, do Entroncamento, de Fátima, de Ferreira do Zêzere, de Mação, do Sardoal, de Torres Novas, de Tomar e de Vila Nova da Barquinha e o Centro de Saúde de Vila de Rei

– ULS da Arrábida: Centro Hospitalar de Setúbal com o ACES da Arrábida

– ULS de Lisboa Ocidental: Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental com os ACeS Lisboa Ocidental e Oeiras e Cascais

– ULS do Arco Ribeirinho: Centro Hospitalar Barreiro-Montijo, com o ACeS Arco Ribeirinho

– ULS do Alentejo Central: Hospital do Espírito Santo de Évora com o ACeS do Alentejo Central

– ULS do Algarve: Centro Hospitalar Universitário do Algarve com os ACeS Algarve I – Central, do Algarve II – Barlavento e do Algarve III – Sotavento

– ULS do Tâmega e Sousa: Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa com os ACeS do Tâmega I – Baixo Tâmega, com excepção do Centro de Saúde de Celorico de Basto, do Tâmega II – Vale do Sousa Norte e do Tâmega III – Vale do Sousa Sul

Oito ULS existentes: Matosinhos (1999), Guarda (2008), Baixo Alentejo (2008), Alto Minho (2008), Castelo Branco (2010), Nordeste (2011) e Litoral Alentejano (2012). A ULS Norte Alentejano (2007) passa a designar-se ULS do Alto Alentejo e integra o Laboratório de Saúde Pública do Alto Alentejo.

51 novos concelhos com USF-B

Amarante

Chaves

Lamego

Águeda

Albergaria-a-Velha

Cabeceiras de Basto

Elvas

Mealhada

Oliveira do Bairro

Régua

Portimão

Tondela

Vagos

Alcochete

Alenquer

Alijó

Almeirim

Alpiarça

Anadia

Arruda dos Vinhos

Campo Maior

Castro Marim

Celorico de Basto

Estremoz

Figueiró dos Vinhos

Golegã

Guarda

Lagoa

Mêda

Mesão Frio

Miranda do Corvo

Mirandela

Moimenta da Beira

Monção

Murça

Murtosa

Nelas

Nisa

Oliveira de Frades

Paredes de Coura

Penalva do Castelo

Ponte da Barca

Portel

Sabrosa

Santa Comba Dão

Santa Marta de Penaguião

Sines

Soure

Terras de Bouro

Vendas Novas

Vila Nova de Poiares

Elvas: trabalhos alusivos ao Natal de artistas de palmo e meio em exposição no MAEE

“Natal Encantado d’Elvas”: assim se chama a exposição, com trabalhos das crianças dos três agrupamentos de escolas de Elvas, que está disponível para visita, até 7 de janeiro,  no Museu de Arqueologia e Etnografia de Elvas (MAEE) António Tomás Pires.

Numa iniciativa inserida no evento “Elvas Cidade Natal”, esta mostra, segundo explica o vereador Cláudio Monteiro, resulta de um trabalho dos alunos, em conjunto com pais, encarregados de educação e professores. “Está aqui uma exposição magnífica e aproveito para convidar todos os elvenses e turistas a visitar, não só esta exposição, mas também o MAEE”, começa por dizer.

Ao todo, adianta ainda o vereador, encontram-se em exposição mais de 500 verdadeiras “obras de arte”, entre pais Natal, presépios, estrelas e coroas de natal. “Aqui a particularidade que as pessoas vão gostar muito é de ver presépios feitos, por exemplo, dentro de um garrafão de plástico, sempre com materiais reciclados e recicláveis”, adianta Cláudio Monteiro.

Para Brígida Gonçalves, a diretora do Agrupamento de Escolas nº 2 de Elvas, esta exposição está uma “maravilha”. “Há aqui trabalhos de todas as maneiras e feitios, com uma imaginação incrível”, assegura. Já Fátima Pinto, diretora do Agrupamento nº 3, assegura ser “espetacular” poder mostrar-se ao público em geral os trabalhos dos alunos, pelo que agradece a iniciativa à Câmara Municipal de Elvas.

Campo Maior: “Despertar Alentejano” aposta há largos anos na formação de acordeonistas

Desde 2009, ano em que foi fundado o grupo de Cantares “Despertar Alentejano”, em Campo Maior, que as portas da sede da coletividade, no Largo do Barata, se abrem, às terças-feiras à tarde, para aulas de acordeão.

Segundo o presidente do grupo, Carlos Clemente, esta escola, que tem como professor Tiago Afonso, surgiu da necessidade de fazer “nascer” acordeonistas na vila, para acompanharem o “Despertar Alentejano” nas suas atuações. “O que é mais importante aprender aqui são as saias de Campo Maior. O nosso interesse é tocar aquilo que é nosso. Atrás disso, vêm outras músicas”, assegura o responsável.

Estas são aulas são gratuitas para os residentes em Campo Maior. Para quem não é da vila ou do concelho, têm um custo de 25 euros. “Em princípio, deve-se ter algum conhecimento de música ou até aprender aqui o solfejo, antes de se começar as aulas de acordeão”, explica ainda Carlos Clemente, que também ele é acordeonista.

Estas aulas de acordeão funcionam com o apoio do Município de Campo Maior.

Pedro Tomé: “que 2024 traga mais espírito de solidariedade”

O comandante dos Bombeiros Voluntários de Campo Maior, Pedro Tomé, deseja um feliz ano novo a todos.

Deixa também a mensagem de que “é necessário haver mais espírito de solidariedade para o ano de 2024, não há um exemplo melhor do que uma corporação de bombeiros, visto que também são voluntários”.

Jorge Grifo: “que 2024 traga muita saúde e união”

O presidente da Assembleia Municipal de Campo Maior, Jorge Grifo, deseja que “neste ano de 2024 haja muita saúde, pois é o que faz falta no panorama de guerra em que vivemos. Que haja também estabilidade e união em torno de um bem maior, e que os campomaiorenses possam contar com estabilidade e saúde”.

Bombeiros de Campo Maior passam o ano novo ao serviço da população

Hoje, dia 31 de dezembro, é véspera de ano novo, e enquanto a maioria das pessoas está a celebrar este dia com muita festa, os bombeiros de Campo Maior estão prontos a prestar serviço à população.

“Neste dia, em forma de celebração, tocam-se as sirenes e retiram-se as ambulâncias e carros de combate a incêndio para a rua e à meia noite abrimos um champanhe”, revela Mónica Cunha, bombeira em Campo Maior.

Pedro Tomé, apesar de afirmar que neste dia “os bombeiros juntam-se para comer bolo-rei, tocam-se as sirenes e os rotativos”, refere que “este não deixa de ser um dia como os outros, o corpo de bombeiros não pára de trabalhar, a nossa vertente é o trabalho e não a festa em si”.

Bombeiros de Campo Maior que estão ao serviço da população mesmo em dia de festa.

Passagem de Ano: momento é de festa e de esperança em melhores dias

É neste domingo, 31 de dezembro, o último dia do ano, em que famílias e amigos se reúnem para festejar, à meia-noite, a chegada de 2024.

Para perceber que desejos os ouvintes têm para o novo ano e de que forma vão celebrar a entrada em 2024, a Rádio Campo Maior saiu às ruas de Campo Maior.

Marisa Cebola, por exemplo, revela que vai celebrar a passagem de ano em casa com o seu marido e filhas. “A passagem de ano é um momento mais tranquilo, em que não há tanta euforia como no Natal. Tenho uma bebé pequena, então vou passar em casa juntamente com o meu marido e a minha outra filha”, adianta.

“Apesar de ser de cá, de Campo Maior, vou passar a passagem de ano em Vila Real, de onde é a minha mulher. Espero que em 2024 haja mais estabilidade e que o nosso país tenha aquilo que merece”, diz, por sua vez, Gil Galacho.

Já Aparecida Marques espera muita festa nesta passagem de ano. Sendo brasileira, veio até Portugal, e Campo Maior, mais especificamente, visitar a filha e passar, pela primeira vez, estas festividades no país. “Lá no Brasil, o ano novo é só festa. Aqui eu ainda não sei como é que é, vamos ver, mas acho que vai haver muita festa também”, comenta.

No momento da passagem de 31 de dezembro para 1 de janeiro, em todo o mundo, milhões de pessoas fixam a sua atenção nos relógios para não perderem o instante em que deixam para trás mais um ano. O alvoroço coletivo do momento é o reflexo da esperança de melhores dias no ano novo que chega.