Primeiro aniversário do Mercadinho da Horta na Boa-fé

O Mercadinho da Horta, uma iniciativa da Junta de Freguesia de Caia, São Pedro e Alcáçova, assinalou este domingo, dia 14, o seu primeiro aniversário.

A iniciativa que surgiu para apoiar no escoamento de produtos dos hortelões daquela freguesia urbana e dinamizar o Parque da Prata, na Boa-Fé, acolhe produtores do concelho.

Semanalmente, aos domingos, os agricultores vendem os seus produtos, e proporcionam um leque de oferta desde os hortícolas à fruta, queijos e enchidos, entre outros.

O presidente da Junta de Freguesia, José Galguinho, salientou o papel de todos, desde os hortelões aos clientes para o sucesso deste mercadinho, agradecendo a todos os que semanalmente ali vendem os seus produtos ou se deslocam para comprar.

O presidente da Câmara Municipal de Elvas, José Rondão Almeida, lembrou tempo idos, da sua infância e juventude neste espaço agora acolhedor e com vida. “É extremamente gratificante ver este dinamismo e tantas pessoas a frequentar este mercadinho para fazer as suas compras”.

O autarca deixou ainda um agradecimento “a quem teve esta ideia, que veio dar vida ao nosso querido Bairro da Boa-Fé”.

A celebração contou ainda um convívio, animado pelo grupo AR Musical, onde não faltou uma sopa de batata com beldroegas, febras grelhadas e bolo de aniversário.

Câmara de Campo Maior cobre contrapartida nacional de projetos da Santa Casa

O Município de Campo Maior vai apoiar a Santa Casa da Misericórdia da vila com cerca de 40 mil euros, depois de assinados, recentemente, dois novos protocolos.

Ambos os protocolos, um para a aquisição de um veículo elétrico e outro para fazer face à obra a realizar no edifício da provedoria, revela o presidente da Câmara, Luís Rosinha, dão resposta às contrapartidas nacionais dos projetos da Santa Casa, à semelhança daquilo que a autarquia tem feito também com outras IPSS do concelho.

No que toca à obra a realizar na provedoria da Santa Casa, o autarca explica tratar-se de uma intervenção que tem em vista a “reestruturação do edifício do ponto de vista térmico”.

Luís Rosinha adianta ainda que o Município de Campo Maior irá também apoiar o Lar de Degolados, na aquisição de uma viatura elétrica. “Isto vem na sequência também de um apoio enorme que o Município de Campo Maior deu, ao longo dos últimos anos, em duas grandes candidaturas, que foram a requalificação do lar e a eficiência energética do mesmo lar”, remata.

PSP inativa arma de guerra em Elvas (c/vídeo)

A PSP de Elvas foi chamada a uma empresa de sucata onde na tarde de terça-feira, foi encontrado “um lança Rockets” dentro do de uma caixa tipo caixa de estores,  junto com vários outros matérias de sucata.

Quando a empresa realizava a verificação dos matérias deu-se conta que seria uma antiga arma, tendo o responsável da empresa chamou de imediato a PSP que isolou o local e manteve um agente a guardar o espaço durante esta noite.

Tratar-se de uma arma antiga, da década de 1970, usada para “lançar rockets” provavelmente de helicóptero, que alguém terá guardado talvez “como recordação” e que colocou na sucata há algum tempo.

O material encontrado foi identificado pelos da Unidade Especial de Policia da PSP, depois do objeto ter sido levado numa coluna policial com o apoio dos Bombeiros de Elvas, para um local fora da cidade e a mais de quatro quilómetros de zona habitadas para ser destruído em segurança

O subcomissário António Carvalho, da Divisão Policial de Elvas, descreveu a operação à Rádio ELVAS que devidamente autorizada acompanhou em segurança os trabalhos da PSP.

A PSP alerta para o perigo que existe em ter este tipo de objetos sensibilizado que os tenha para entrar em contacto com a Policia.

Escola de Biociências terá CTeSP em cannabis medicinal e inovação tecnológica na agricultura

Com o contrato de comodato já assinado com a Câmara de Elvas, que vai permitir transformar o antigo Ciclo de Santa Luzia numa extensão da Escola Superior de Biociências (ESBE), o Instituto Politécnico de Portalegre (IPP) continua a procurar alargar a oferta formativa na cidade.

Nesse sentido, e já depois de anunciadas as candidaturas para a abertura de uma licenciatura em Desporto e de dois doutoramentos, em Agricultura Sustentável e Economia Circular, há agora também intenção de abertura de dois novos cursos técnicos superiores profissionais (CTeSP).

Estes dois cursos, de acordo com o presidente do IPP, Luís Loures, são referentes às áreas do cannabis medicinal e da tecnologia na agricultura. “São duas novas propostas, que têm de seguir todos os trâmites legais. Já constituímos a equipa responsável pela elaboração das propostas, que tem de ser submetida à Direção Geral do Ensino Superior, temos de ter um conjunto de parceiros, que já estão identificados, mas que vão permitir afirmar estes processos”, adianta.

No que toca aos doutoramentos, embora o Politécnico de Portalegre seja a entidade coordenadora, Luís Loures adianta que o curso de Economia Circular será lecionado em parceria com a Universidade de Évora, e o de Agricultura Sustentável com o Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa.

Judo continua em atividade em Campo Maior no verão

Se para muitas modalidades desportivas, a época já chegou ao fim, para outras ainda agora vai a meio. É o caso do judo.

Com a temporada a terminar só em dezembro os atletas desta modalidade têm ainda pela frente várias “provas e estágios”, incluindo o apuramento para o Campeonato Nacional de Seniores e a própria competição, segundo o mestre de Judo na Casa do Povo de Campo Maior e presidente da Associação de Judo de Portalegre, o mestre António Chavigas Drogas.

“Embora as provas onde temos mais gente envolvida sejam, realmente, no primeiro semestre do ano, que interfere com juniores e cadetes, mas efetivamente o ano ainda vai a meio em termos de prática desportiva e de competições”, assegura.

Devido às dificuldades dos clubes do distrito de Portalegre, em muitas situações, estes acabam por se unirem e trabalharem como “um só”. “As participações nas provas têm sido bastante positivas e o caminho a seguir é este, é haver uma complementaridade entre todos os clubes, para conseguirmos fazer sempre mais e melhor”, remata Chavigas Drogas.

Obra no Cineteatro Florbela Espanca está “em franco desenvolvimento”

A obra de recuperação do Cineteatro Florbela Espanca, em Vila Viçosa, está “em franco desenvolvimento”, apesar de não haver ainda um prazo definido para a sua conclusão.

O vice-presidente da Câmara de Vila Viçosa, Tiago Salgueiro, garante que “este equipamento faz muita falta” e acredita que “quando a obra estiver concluída dará uma nova dinâmica à vila, a nível cultural, propiciando a realização de outros eventos culturais”.

De recordar que o Cineteatro Florbela Espanca se encontrava já em obra, quando a 31 de julho do ano passado, um incêndio consumiu parte da sua estrutura. Esta empreitada resulta de um investimento de dois milhões e 900 mil euros.

Tchê Gaúcho trouxe para Elvas o melhor da gastronomia do Brasil

Aberto ao público desde 11 de novembro, o restaurante Tchê Gaúcho trouxe para Elvas o melhor da gastronomia do Brasil.

Num estabelecimento que tem por base o famoso rodízio brasileiro, em que a picanha é o maior destaque, toda a oferta de carnes do restaurante é servida à mesa pelos churrasqueiros, segundo explica um dos sócios-gerentes do Tchê Gaúcho, Eduardo Miguel.

À “panóplia” de carnes, como a salsicha toscana, a maminha e o cupim, juntam-se “diversos acompanhamentos que fazem parte do menu”. “Temos outros pratos, mas é nisto que trabalhamos há muitos anos”, garante o responsável. Para acompanhar a refeição, nada melhor que uma boa caipirinha ou sangria. A par da caipirinha tradicional do Brasil, com lima, uma das grandes apostas do restaurante é a caipirinha de maracujá.

Até ao momento, a afluência de clientes ao restaurante, garante Eduardo Miguel, tem sido “uma agradável surpresa”, ainda que lembre que o rodízio não seja uma novidade em Elvas.

O Tchê Gaúcho situa-se na Rua Paco Bandeira, nº 1 A, junto ao Intermarché de Elvas. Para reservas, o restaurante tem disponível o contacto 268 038 060.

A vida testou a resiliência Paulo Dias que respondeu “aceitar, trabalhar e acreditar”

“Aceitar, trabalhar e Acreditar” são as palavras que movem o campomaiorense Paulo Dias, depois de há sete anos ter sofrido uma grave hemorragia cerebral, que o deixou entre a vida e a morte.

Licenciado em Terapia Ocupacional pela Escola Superior de Saúde de Alcoitão, assumia funções de coordenador da unidade Delta Saúde do Grupo Nabeiro-Delta Cafés. Passando por um longo processo de recuperação e reabilitação, atualmente Paulo Dias, ainda que com algumas sequelas do acidente que sofreu, continua bastante ativo na comunidade: é voluntário na Associação Coração Delta, nas áreas de intervenção precoce e de apoio ao desenvolvimento de crianças e jovens, e também no Agrupamento de Escolas de Campo Maior na unidade de multideficiência.

Em abril lançou o livro “Aceitar, Trabalhar, Acreditar – A Prova de Resiliência de Paulo Dias”, escrito por Cláudia Poeiras. Este livro segundo explica Paulo, assume-se como uma “fonte inspiração para outras pessoas, para que percebam que tudo é possível”.

Este campomaiorense é uma verdadeira prova de superação e resiliência e sente-se muito grato por tudo o que a comunidade fez por si, pelo que este gesto de doação dos livros é um de muitos que tem tido, como forma de agradecimento, até porque Paulo Dias diz mesmo que “a gratidão é a memória do coração”.

Recuperamos a entrevista de Paulo Dias na Rádio Elvas para nos falar sobre a situação pela qual passou, bem como dos projetos que tem para o futuro. A entrevista completa para ouvir no podcast abaixo:

“O Industrial” restaurante que apoia “os camionistas”

O restaurante “O Industrial” festejou nove anos aberto ao público em Elvas, é um estabelecimento “mais direcionado para os camionistas, pelo que conta até com duche e casa de banho própria, para que estes profissionais possam fazer a sua higiene pessoal”, como nos refere o proprietário José Reis.

Augusta Coutinho que revela que em termos de refeições o que difere entre “O Industrial” e o “Pára Y Come” (o outro restaurante destes empresários) são os pratos do dia, assegura que, nos dois estabelecimentos, tudo funciona da mesma forma.

Embora ambos os estabelecimentos sejam propriedade de José Reis e Augusta Coutinho, têm diferentes públicos-alvo. “O Industrial”, recorda o empresário, é um estabelecimento “mais direcionado para os camionistas”, pelo que conta até com duche e casa de banho própria, para que estes profissionais possam fazer a sua higiene pessoal. “Em tempos de pandemia ajudei-os bastante, contaram sempre comigo. Cheguei a ir, bastantes vezes, ao Caia levar-lhes comida”, recorda.

“Quando abri ‘O Industrial’ toda a gente me dizia que eram duas casas uma ao pé da outra, mas uma coisa não tem nada a ver com a outra”, diz ainda José Reis.

Já Augusta Coutinho, que revela que em termos de refeições o que difere entre “O Industrial” e o “Pára Y Come” são os pratos do dia, assegura que, nos dois estabelecimentos, “tudo funciona da mesma forma”.

“O Industrial” situa-se na Rua de Portugal, na Zona Industrial de Elvas, enquanto o “Pára Y Come” está localizado na Boa-Fé.

Festival Raya termina ao som de Ivandro

O Festival Raya chega na noite deste sábado ao fim, em Campo Maior.

Nesta última noite do evento, promovido pela Câmara Municipal, atuam, para além de Ivandro, os XP Covers, Quarto Escuro e DJ V1na.

As portas do recinto, no parque de estacionamento das piscinas municipais da vila, abrem às 21 horas. Os bilhetes têm um custo de seis euros.