Supertaça Ibérica de Basket apresentada na Casa do Benfica de Campo Maior

A Casa do Benfica de Campo Maior recebeu ontem, dia 28 de agosto, a apresentação da Supertaça Ibérica de Basquetebol, uma nova competição que juntará anualmente os campeões nacionais da modalidade de Portugal e Espanha.

A edição deste ano coloca frente a frente o Sport Lisboa e Benfica e o Real Madrid, numa partida a disputar no polidesportivo La Granadilla, em Badajoz, no próximo dia 7 de setembro.

Na apresentação estiveram presentes o presidente e vice-Presidente da Casa do Benfica de Campo Maior, Miguel Minas e Raul Burrica, respetivamente, o Concejal Delegado de Deportes do Ayuntamiento de Badajoz, Juan Parejo Fernández, e os membros do Club Baloncesto Ciudad de Badajoz (BCB), Antonio Correa e Javier Diaz Caro.

Núcleo do Sporting de Campo Maior apoia bombeiros com sardinhada solidária

Em dia de jogo grande, entre Sporting e FC Porto, o Núcleo do Sporting Clube de Portugal de Campo Maior promove uma sardinhada solidária.

O evento, a ter lugar no sábado, 31 de agosto, como explica o presidente da coletividade, Hugo Muacho, serve para ajudar a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Campo Maior. “Queremos ajudar uma causa muito importante, mais importante que o jogo – diria eu –, para ajudar uma associação que tanto faz por Campo Maior”, começa por dizer, convidando “todos os campomaiorenses – não só os sportinguistas – para ajudar e para passar uma bela tarde de convívio”.

Toda a verba angariada pelo núcleo, no decorrer do evento, será canalizada para os soldados da paz da vila. Ainda assim, a entrada é “totalmente gratuita”. “O dinheiro adquirido com esse evento, com aquilo que for consumido, irá reverter todo para os bombeiros, através de equipamentos que iremos depois adquirir”, explica Hugo Muacho.

A promessa é de “muita música e animação” durante a sardinhada, que tem início às 17h30 e que decorre no espaço exterior do núcleo. A partir das 20h30, as atenções centram-se no jogo entre leões e dragões.

Escola dos Bombeiros de Campo Maior com inscrições abertas

Os Bombeiros Voluntários de Campo Maior têm inscrições abertas para a sua escola.

Os interessados em vir a tornar-se bombeiros devem ter entre 17 e 45 anos, espírito de equipa e entreajuda, a escolaridade mínima obrigatória e robustez física e psicológica.

“A tua participação é fundamental para garantir a assistência, socorro e bem-estar da nossa comunidade. Podes fazer a diferença”, garante a corporação nas redes sociais.

A ficha de inscrição está disponível aqui.

GNR deteve homem de 29 anos por tráfico de estupefacientes em Campo Maior

O Comando Territorial de Portalegre da GNR, através do Posto Territorial de Campo Maior,  deteve na segunda-feira, 26 de agosto, um homem de 29 anos, por tráfico de estupefacientes, no concelho de Campo Maior.

No decorrer de uma ação de patrulhamento, os militares da Guarda detetaram um indivíduo que manifestou um comportamento suspeito, perante a sua presença. No âmbito das diligências policiais procedeu-se à abordagem do suspeito e foi efetuada uma revista pessoal de segurança que culminou na detenção do suspeito por tráfico de estupefacientes.

No seguimento da ação foi apreendido o seguinte material:

  • 20 doses de haxixe;
  • 354 euros;
  • Um telemóvel.

O detido foi constituído arguido e os factos comunicados ao Tribunal Judicial de Elvas.

João Manuel Nabeiro em entrevista na nova edição da revista DDD

“Que nos próximos 50 anos a família continue a levar avante o nosso trabalho”: é esta a ambição do Chairman do Grupo Nabeiro-Delta Cafés, João Manuel Nabeiro, que sempre caminhou lado a lado com o seu pai e fundador do Grupo Nabeiro-Delta Cafés, mas que preferiu os bastidores a estar debaixo dos holofotes, no entanto assumindo sempre um papel preponderante no crescimento da empresa. Na sua primeira entrevista à filha e diretora da DDD, Rita Nabeiro, fala sobre a sua ligação à Delta desde a década de 1970.

Esta 16ª edição da DDD foca-se na história de diversificação do Grupo Nabeiro-Delta Cafés, mostrando como o café foi apenas o ponto de partida para um grupo empresarial que está hoje presente em 40 países, nos cinco continentes. Entre marcas próprias de café e derivados, dos vinhos Adega Mayor ao turismo rural da Herdade dos Adaens, e outras marcas representadas ou distribuídas, são já 60 chancelas as que pertencem ao universo do Grupo que permanece centrado em Campo Maior.

É também revisitado neste número da DDD, em discurso direto de Rui Miguel Nabeiro, CEO do Grupo Nabeiro-Delta Cafés, o evento Delta Inovação 2024, onde foi apresentada a estratégia e as novidades do Grupo Nabeiro para este ano. Destaque ainda para o novo vinho Adega Mayor – Palhete “Tudo Ao Molho”, feito como antigamente e com as técnicas e o saber-fazer de hoje. Nesta edição, são ainda apresentadas sugestões para escapadinhas em Tróia, Comporta, Melides e Santo André.

As fotografias, o grafismo minimalista e o destaque gráfico de cada página, convidam o leitor a mergulhar nos valores do Grupo Nabeiro-Delta Cafés na mais recente edição da DDD, o projeto editorial do Grupo destinado a clientes e parceiros e que já pode ser consultada em formato papel e digital.

A DDD – Dê de Delta é uma revista gratuita com periodicidade trimestral para colecionar, que desafia e promove a inovação, que acredita na excelência, que vive da criatividade, que admira e promove o espírito empreendedor e que pode ser lida, em qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, através de um simples clique.

Assinado contrato para empreitada de construção da rede de rega do Xévora

O ministro da Agricultura e Pescas, José Manuel Fernandes, esteve esta terça-feira, 27 de agosto, de visita a Campo Maior, para assinar o contrato para empreitada de construção da rede de rega do aproveitamento hidroagrícola do Xévora.

Ainda antes da assinatura do contrato, que teve lugar no Centro Interpretativo da Fortificação Abaluartada (CIFA) de Campo Maior, o ministro foi recebido pelo presidente da Câmara, Luís Rosinha, na barragem do Abrilongo, para uma visita ao local da empreitada. Na ocasião, Rogério Ferreira, diretor-geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural, explicou aos presentes a obra a realizar.

Questionado pela RCM sobre a data de disponibilização de água aos agricultores, Rogério Ferreira disse esperar que “em dezembro de 2025 já haja possibilidade de abastecer as primeiras explorações. Foi necessário, de acordo com estudo de impacte ambiental, reservar áreas para cultura de sequeiro, onde se verificam as maiores zonas de nidificação de Grous e Abetardas, aves que fazem ninhos em terrenos mais secos”. Para desenvolver este projeto foi “ainda necessário entrar em conversações com o Reino de Espanha para comprar terrenos para lá da nossa fronteira”.

Já o ministro, que revela que depois da obra se seguirá uma outra fase, fala num projeto “importantíssimo”, não só pelos 17,7 milhões de investimento, mas pela utilização de uma barragem, com “1.600 hectares que vão ser beneficiados”. “Isto traz competitividade, ajuda à coesão territorial e à sustentabilidade”, assegura.

Ainda que refira que há quem queira ver as barragens eliminadas, José Manuel Fernandes garante que estas infraestruturas “ajudam à biodiversidade e ao combate às alterações climáticas”, pelo que a agricultura não é, de todo, “inimiga do ambiente”. “Eliminar barragens conduzia, não só ao abandono do território, como ao aumento da seca e de problemas ambientais. É necessário é acelerar processos. Uma declaração de impacte ambiental não pode demorar cinco anos. Ao demorar cinco anos, estamos a ter um prejuízo ambiental”, diz ainda.

Luís Minas, da Associação de Regantes do Xevora, destacou o dia da assinatura da empreitada, que surge “finalmente, depois de se esperar 20 anos”. Disse ainda que “se calhar só estamos aqui hoje porque quem pagou o estudo de impacte ambiental foi a nossa Associação”. Pediu ainda ajuda para a criação de charcas de apoio às explorações agrícolas e que a estrada de acesso à barragem, atualmente em mau estado, “seja arranjada”.

Já Luís Rosinha garante que este é um “dia muito importante”, dado tratar-se de um dos maiores investimentos de sempre feitos no concelho de Campo Maior, “se não o maior”. “Seguir-se-á uma outra fase, a da estação elevatória, que vai ser financiada, mas apenas a partir do ano de 2026, mas o que importa, nesta altura, é perceber que estes 1.600 hectares, no final da conclusão desta mesma empreitada, já obterão todos capacidade de regadio”, adianta.

Ao todo, serão mais de 40 proprietários de terras, na envolvência do Abrilongo, que passadas mais de duas décadas, veem esta obra em construção. “Tínhamos uma barragem sem aproveitamento, com um paredão que aguardava por esta obra, que em boa hora, tanto o Governo anterior, como o Governo agora em funções, decidiram levar por diante, e que culmina hoje com a assinatura da consignação”, diz ainda Luís Rosinha.

Com esta obra da rede de rega do Xévora, a juntar à Barragem do Caia, o autarca assegura que haverá “condições para futuros investimentos na área da agricultura” no concelho.

O prazo de execução da obra é de 12 meses, com os trabalhos a iniciarem-se ainda este ano, estando agora o contrato a ser enviado para validação do Tribunal de Contas.

Dois homens constituídos arguidos por furto de água em Campo Maior

Dois homens, de 34 e 45 anos, foram identificados pela GNR, no concelho de Campo Maior, por furto de água da rede pública de distribuição, no passado dia 22 de agosto.

“No âmbito de uma ação de patrulhamento, os militares da Guarda detetaram a presença dos indivíduos no interior de um complexo de abastecimento de distribuição de água. Na sequência da ação, os suspeitos foram intercetados pelos militares da Guarda, tendo sido, posteriormente constituídos arguidos”, revela o Comando Territorial de Portalegre da GNR.

Os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Elvas.

A Guarda Nacional Republicana relembra que “o furto de água tem como consequências os elevados custos de reposição, falhas na distribuição da rede pública, poluição ambiental, perdas comerciais, danos na rede de distribuição pública, e aumento do risco de incêndio, entre outras”.

Ricardo Pinheiro comenta os problemas de segurança

Tendo como base o relatório anual de segurança interna, documento fundamental para se perceber movimentações de pessoas numa determinada região, Ricardo Pinheiro, deputado eleito pelo círculo de Portalegre, considera que exigir tranquilidade no interior e no país é uma exigência da qual não se deve abdicar.

“Uma área em que Portugal se tem destacado… O relatório anual de segurança interna é sempre um documento importante de atração de pessoas e de movimentações. E, de facto, continuar a pedir uma responsabilização enorme àquilo que são os níveis, e os padrões de segurança, nomeadamente nas regiões do interior, parece-me que continua a ser uma exigência que não devemos abandonar”, explica o antigo autarca.

Quanto à vila cujo município já presidiu, Ricardo Pinheiro considera que em Campo Maior, “os números refletem bem a forma como nos posicionamos à escala nacional”: “Acontece que somos uma comunidade particularmente pequena… Nos territórios do interior, sempre que acontece algum evento de insegurança, propaga-se de uma forma completamente diferente. Felizmente, nos últimos meses, tenho notado níveis de segurança no concelho de Campo Maior”.

Sendo assim, o deputado responsável pelo acompanhamento do Ambiente e Energia à escala nacional, a partir do grupo parlamentar do Partido Socialista, é da opinião de que deve ser “dessa forma que devemos continuar a comportar-nos, estar atentos a este fenómeno, pedir responsabilidades”, isto é, “existir uma participação e uma relação mútua entre política e autoridades de segurança em relação a alguns fenómenos que estão muito ligados aos territórios de fronteira em que vivemos”.

Jovens “queimam últimos cartuchos” das férias nas piscinas de Elvas

O calor que se tem feito sentir nas últimas semanas tem conduzido muita gente até às piscinas municipais de Elvas, que, como tem sido hábito, continuam a ser a escolha de muitos: não só dos elvenses, mas também de pessoas dos concelhos limítrofes e até de Badajoz.

Num destes dias, fomos encontrar um grupo de amigos, ainda em período de férias, a aproveitar a água para se refrescar. Alexandre Garcia, por exemplo, conta que já foi este verão “umas sete vezes” até às piscinas da cidade. “Não poder correr e não poder dar bombas”, contudo, torna as suas passagens por aquele espaço de lazer um “bocadinho seca”.

Já Leonor Garrido revela o que, entre amigos, e para ocupar parte dos seus dias de férias, faz nas piscinas: “comemos, fazemos jogos e brincamos uns com os outros”. Sem querer pensar muito no regresso às aulas, esta jovem elvense só quer aproveitar o bom tempo para “queimar os últimos cartuchos” das férias.

João Pires, por sua vez, confessa que é, sobretudo, para se divertir com os amigos que gosta de frequentar as piscinas de Elvas. Quando questionado, este jovem garante que prefere piscina a praia, adiantado que aproveita estes dias para também conhecer pessoas e fazer novas amizades. Ao contrário de João, Isaac Miranda prefere praia a piscina, mas na falta de mar, este equipamento municipal acaba sempre por ser uma alternativa.

As piscinas municipais descobertas de Elvas estão abertas às segundas-feiras, das 14 às 20 horas, e de terça a domingo, entre as 10 e as 20 horas.

III Kids Urban Run na celebração dos 25 anos do GEDA

Fundado há 25 anos, o Grupo de Ecologia e Desportos de Aventura (GEDA) de Campo Maior vai celebrar esta importante data a 14 de setembro, com um conjunto de atividades.

Neste, a que a associação quis chamar o “Dia GEDA”, não vão faltar atividades como escalada, rappel, slide e workshops: tudo a ter lugar nas piscinas municipais da vila.

Para além disso, o Campo Maior Trail Runners, enquanto secção do GEDA, vai promover a terceira edição do Kids Urban Run. Trata-se, como explica o responsável pelo grupo, Carlos Pepê, de uma atividade de corrida com obstáculos, destinada a crianças e jovens dos 3 aos 16 anos. Neste dia, garante, procura-se unir “o melhor de dois mundos”.

“Este ano, já fizemos a primeira atividade (do Kids Urban Run), que não foi competitiva, mas comemorativa dos 50 anos do 25 de Abril, no circuito do estádio, que foi muito participada, com cerca de 500 crianças e jovens. Agora vamos relançar o circuito, com a primeira prova, que vai ser esta, no relvado das piscinas municipais, e depois teremos a última prova, a coincidir com o nosso trail, no dia 5 de outubro”, recorda.

Por esta ocasião, o GEDA, com as diversas iniciativas promovidas, vai procurar “relembrar todo o percurso trilhado, de forma inovadora, em Campo Maior, desde 1999”.

No que toca ao Kids Urban Run, ainda que a participação seja gratuita, é necessário proceder a uma inscrição prévia, que deve ser feita aqui.

“As corridas vão acontecer consecutivamente, começando pelos mais novos e terminando com os mais velhos. O secretariado abre às 9h30 e as provas começam às 10 horas. É importante fazer o registo no formulário, para sabermos quantas crianças é que vão participar, mas todas elas vão ter prémios por escalão e participação”, remata o responsável.