Cerca de três décadas depois, o artista plástico campomaiorense Luís Silveirinha regressa ao Instituto Politécnico de Portalegre (IPP), onde se formou, para apresentar uma exposição de desenho.
A mostra inclui um conjunto de desenhos, relacionados com a temática da natureza, que foram realizados desde 2022 até aqui e que já estiveram em exposição em diferentes partes do país, incluindo na Bienal de Vila Nova de Gaia e na Galeria “Braço Perna 44”, em Lisboa. Dizendo-se “orgulhoso” deste convite, Luís Silveirinha garante que abraçou, desde logo, o desafio que lhe foi lançado pelo IPP.
“É um apanhado (de trabalhos) de um período em que eu estive ligado a um fazer muito relacionado com a natureza e com a descoberta das formas, que estariam, ou não, ligadas à natureza, mas no encalce de um investigador que, no século XIX, parte para a América, deixando a Europa, para ir à procura da flora existente nesse novo continente”, adianta o artista.
Luís Silveirinha, que apresentou, recentemente, o seu trabalho em Campo Maior, onde não expunha há várias décadas, garante ser curioso este seu regresso “às raízes”. “É curioso este regresso, depois de todo este trabalho de 30 anos que andei a fazer por fora, a esse espaço (IPP), que também me albergou, de alguma maneira, e que criou em mim esta vontade de criar”, assegura.
As próprias flores características das famosas Festas do Povo de Campo Maior também têm alguma presença nos trabalhos do artista. “Esta forma de fazer flores também se veio a desenvolver neste trabalho que eu agora vou apresentar. Tudo aquilo a que eu assisti, enquanto vivi em Campo Maior, está em mim. É algo de que eu não posso fugir”, remata.
A exposição “Desenhos 2022-2024”, de Luís Silveirinha, é inaugurada esta sexta-feira, 13 de setembro, pelas 18 horas, nos Serviços Centrais do Politécnico de Portalegre, onde fica patente até 25 de outubro.


Depois de já ter procedido à submissão da proposta para a criação de um curso de Medicina à Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior, a Universidade de Évora (UÉ) aguarda agora por respostas para, num futuro breve, poder avançar com esta nova oferta letiva.
O Jardim Municipal de Campo Maior foi palco, na tarde de ontem, 10 de setembro, de uma demonstração de Judo, promovida pela Casa do Povo, no âmbito do Mês do Desporto.
Fundado há 25 anos, o Grupo de Ecologia e Desportos de Aventura (GEDA) de Campo Maior vai celebrar esta importante data no próximo sábado, 14 de setembro, com um conjunto de atividades. Neste, a que a associação quis chamar o “Dia GEDA”, não vão faltar atividades como escalada, rappel, slide e workshops: tudo a ter lugar nas piscinas municipais da vila.
O Município de Campo Maior dedica a semana de 21 a 29 de setembro aos Maiores, isto é, à franja mais velha da população do concelho que, por esses dias, terá oportunidade de participar num vasto leque de atividades.
O Município de Campo Maior tem uma nova identidade gráfica, que se assume como a nova imagem institucional da Câmara Municipal.
“Semiótica das Cores” é o título da exposição de obras a acrílico e aguarela da designer e artista plástica elvense Elisabete Matias, inaugurada este sábado, 7 de setembro, no Museu de Arqueologia e Etnografia de Elvas (MAEE) António Tomás Pires.
“O Perdurável Inventário de Efémeros”, de Yanis Barbacena, pseudónimo do campomaiorense Fernando Fitas, é a obra vencedora da terceira edição do Prémio Literário Hugo Santos, promovido pelo Município de Campo Maior.
Já teve início, em Degolados, a obra da nova casa mortuária, num investimento superior a 400 mil euros.
É com a terceira edição do Torneio Internacional de futebol Luís Cordeiro, promovido pelo Sporting Clube Campomaiorense (SCC), que arranca, no sábado, 7 de setembro, em Campo Maior, o Mês do Desporto.