CCDR Alentejo apresenta Programa de Apoio a Iniciativas Culturais

A CCDR Alentejo, I.P. promoveu, no passado dia 28 de julho, uma sessão pública dedicada ao Programa de Apoio a Iniciativas Culturais Locais ou Regionais de Carácter Não Profissional do Alentejo, durante a qual foram apresentados os projetos apoiados no primeiro semestre de 2026.

A iniciativa decorreu no Auditório da CCDR Alentejo e contou com a presença de representantes de associações culturais, autarquias, entidades promotoras e agentes culturais de toda a região. A sessão teve início com um momento cultural proporcionado pela aluna Júlia Soares, da Escola de Artes da Universidade de Évora, que brindou os participantes com a declamação de duas poesias de sua autoria.

A abertura esteve a cargo de Henrique Sim-Sim, Vice-Presidente para a Cultura da CCDR Alentejo, I.P., que, de seguida, apresentou o Programa de Apoio a Iniciativas Culturais Locais ou Regionais de Carácter Não Profissional do Alentejo, destacando os seus objetivos de valorização da atividade cultural de base local, de promoção da participação das comunidades e de fortalecimento do tecido associativo e cultural do Alentejo.

Seguiu-se a apresentação das iniciativas apoiadas no primeiro semestre de 2026, evidenciando a diversidade de projetos contemplados nas diferentes áreas artísticas e culturais e a sua relevância para a dinamização cultural dos territórios.

No encerramento da sessão, o Presidente da CCDR Alentejo, Ricardo Pinheiro, sublinhou a importância do trabalho desenvolvido pelas entidades culturais da região, afirmando que “a cultura é um fator essencial de coesão territorial, de identidade e de desenvolvimento, pelo que continuaremos a apoiar iniciativas que aproximem a criação cultural das comunidades e valorizem o extraordinário trabalho realizado pelos agentes culturais do Alentejo”.

A expressiva presença da liderança da CCDR Alentejo, que contou ainda com a presença dos Vice-Presidentes Roberto Grilo, Sónia Ramos, Silvino Alhinho e Marciano Lopes, conferiu especial relevância institucional à sessão, sublinhando o compromisso da Comissão com a valorização da cultura e com o apoio às iniciativas que contribuem para a coesão e identidade do Alentejo.

A sessão constituiu uma oportunidade para reconhecer o papel das associações, coletividades e restantes agentes culturais na promoção da atividade cultural não profissional, reforçando o compromisso da CCDR Alentejo com a valorização da cultura como motor de desenvolvimento regional.

Violência doméstica: mais de 14.500 casos e 1.455 detenções no primeiro semestre

As forças de segurança registaram 14.533 ocorrências de violência doméstica em Portugal durante o primeiro semestre de 2026, uma média de cerca de 80 casos por dia, segundo dados provisórios da PSP e da GNR divulgados pelo Expresso. No mesmo período, foram detidas 1.455 pessoas, mais 125 do que nos primeiros seis meses de 2025. A violência doméstica provocou ainda, pelo menos, 13 vítimas mortais.

De acordo com os dados, a PSP registou 7.594 ocorrências e a GNR 6.939, representando um aumento global de 92 casos face ao primeiro semestre do ano passado. Junho foi o mês com maior número de participações, com cerca de 2.800 ocorrências. A PSP efetuou 690 detenções e a GNR 765. Entre abril e junho foram registadas sete vítimas mortais — cinco mulheres, uma criança e um homem — e as autoridades admitem que os casos possam aumentar durante o verão, período em que, tradicionalmente, cresce o tempo de convivência entre vítimas e agressores. A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) alertou ainda para a crescente banalização deste crime, enquanto a Rede Nacional de Apoio às Vítimas contabilizou, no primeiro trimestre, 1.383 pessoas acolhidas, entre as quais 684 crianças, número que ultrapassou, pela primeira vez, o de mulheres acolhidas.

Politécnicos passam a Universidades Politécnicas, mudança que reconhece a excelência destas instituições

Alteração de denominação não interfere com a natureza do ensino, que manterá a vertente prática e aplicada, e de forte ligação aos territórios e às necessidades do tecido económico e empresarial. Alteração de nomenclatura para universidade, o termo que melhor define o Ensino Superior, “reforça a imagem corporativa junto dos jovens e representa um compromisso com o futuro”, considera o Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos

Agosto de 2026 representa um marco histórico na vida das Instituições de Ensino Politécnico. Treze Institutos Politécnicos (Beja, Bragança, Castelo Branco, Cávado e Ave, Coimbra, Guarda, Lisboa, Portalegre, Santarém, Setúbal, Tomar, Viana do Castelo e Viseu) passam a Universidades Politécnicas na sequência da revisão do diploma do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES). Uma mudança aplicada apenas às instituições que apresentam padrões de excelência e qualidade, verificados através de uma avaliação independente, exigente e meticulosa efetuada pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES).

O presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) e presidente do IPPortalegre, Luís Loures, acredita que esta mudança “além do reconhecimento pelo trabalho de excelência realizado pelas instituições politécnicas, reflete ainda a grande maturidade científica e pedagógica das instituições, a sua elevada capacidade de investigação, especialmente na área da investigação aplicada, a excelência do corpo docente e a importância do trabalho que desenvolvem ao nível da coesão territorial e do fortalecimento do ecossistema socioeconómico e cultural das regiões”.

Esta alteração de terminologia não terá impacto na matriz do ensino ministrado, isto é, pese embora as novas universidades politécnicas possam integrar cursos e unidades orgânicas anteriormente reservados às universidades clássicas, o objetivo passa por continuar a privilegiar a aprendizagem prática e aplicada, centrada no desenvolvimento tecnológico e na transferência e valorização do conhecimento.

Para Luís Loures, esta “é uma alteração que apenas peca por tardia e que não belisca em nada o sistema binário do Ensino Superior”, colocando a tónica noutras questões que são mais impactadas pela nova nomenclatura, como sejam “o reconhecimento e a competitividade do ensino politécnico à escala internacional, uma maior equidade entre subsistemas, que levará seguramente à revisão das diferenças de financiamento entre instituições, ou, ainda, o aumento da visibilidade e reconhecimento das regiões de baixa densidade, que têm nas suas instituições de ensino superior o grande fator de coesão territorial”.

A conversão dos institutos politécnicos em universidades politécnicas traz ainda outra alteração no que respeita à liderança das instituições. Os presidentes dos politécnicos assumirão a designação de reitores das universidades politécnicas, passando a ser eleitos diretamente pela comunidade académica.

O novo RJIES preconiza, também, o reforço da autonomia orçamental, patrimonial e de gestão das instituições. Neste particular, o CCISP, saudando o reforço da autonomia, alerta para a necessidade de se corrigir o subfinanciamento crónico do Ensino Superior.

Segundo Luís Loures, “dificilmente poderemos ser verdadeiramente competitivos a nível internacional, se a tutela e o governo continuarem a apostar num modelo de financiamento que nos coloca na cauda da Europa e cada vez mais distantes da média da OCDE, sendo atualmente o financiamento do ensino superior em Portugal 48% inferior à média da OCDE”.

Compras fora da UE: nova taxa de três euros acaba com isenções no mercado online

Entrou em vigor, a 1 de julho, uma nova taxa aduaneira fixa de três euros por categoria de artigo para todas as mercadorias importadas de fora da União Europeia, eliminando a antiga isenção para encomendas inferiores a 150 euros.

De acordo com a DECO, esta medida é um passo fundamental para aumentar a segurança dos produtos no mercado europeu, restabelecendo a fiscalização sobre os cerca de 5,9 mil milhões de artigos de baixo valor que entraram no espaço comunitário só no último ano, muitos dos quais sem controlo efetivo das autoridades.

Embora a taxa seja da responsabilidade dos importadores comerciais e das plataformas de comércio eletrónico, estes operadores podem optar por repercutir o custo no cliente.

Contudo, a DECO alerta que qualquer encargo tem de ser comunicado de forma clara e transparente antes da conclusão da compra, estando os consumidores totalmente protegidos contra cobranças inesperadas ou tentativas de exigir o pagamento da taxa no momento da entrega.

Este é o tema em destaque, esta semana, na rubrica da DECO, com Helena Guerra do Gabinete de Inovação e Projetos da Associação para a Defesa do Consumidor. Para ouvir no podcast abaixo:

Terceira etapa da Volta a Portugal em Bicicleta termina em Elvas a 8 de agosto

A cidade de Elvas volta a integrar o percurso da maior prova do ciclismo nacional, acolhendo, no próximo dia 8 de agosto, a chegada da 3.ª etapa da 87.ª Volta a Portugal em Bicicleta, que ligará Beja à cidade Património da Humanidade, num percurso de 180 quilómetros e cerca de 2.106 metros de desnível acumulado.

A Volta a Portugal decorre entre 5 e 16 de agosto, percorrendo várias regiões do país sob o lema “Memória em Movimento”. A passagem por Elvas representa mais uma oportunidade para promover o concelho enquanto destino de excelência para o turismo, o desporto e o património, convidando residentes e visitantes a assistir de perto à emoção da prova e a apoiar os ciclistas na chegada à cidade.

A apresentação da prova aconteceu esta quarta-feira, no emblemático Alto da Senhora da Graça, em Mondim de Basto, revelando uma edição que marca o início de um novo ciclo para a maior competição do ciclismo nacional.

Mais serviços, menos deslocações: Vila Boim inaugura Espaço Cidadão

A Junta de Freguesia de Vila Boim, no concelho de Elvas, inaugura este sábado, 1 de agosto, o Espaço Cidadão, um serviço que ficará instalado no edifício da junta e que permitirá à população aceder a diversos serviços da Administração Pública.

O presidente da Junta de Freguesia de Vila Boim, José Guerra, explica que a criação deste espaço era um objetivo que o executivo pretendia concretizar há algum tempo, considerando tratar-se de “uma mais-valia para a freguesia”.

O Espaço Cidadão disponibilizará serviços relacionados com a Autoridade Tributária, Segurança Social, Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), processos de reforma, alteração de registo de veículos, entre muitos outros. O objetivo passa por facilitar o acesso da população a serviços públicos, evitando deslocações, sobretudo por parte da população mais idosa.

Para acolher o novo serviço, foi necessário adaptar parte das instalações da Junta de Freguesia. Segundo José Guerra, o espaço foi instalado na zona posterior do edifício, após obras de remodelação que permitiram cumprir os requisitos exigidos para o funcionamento do Espaço Cidadão.

A inauguração está agendada para o sábado das festas de Vila Boim, uma escolha propositada do executivo. “Há muita gente natural da freguesia que regressa nesta altura e entendemos que seria a ocasião ideal para inaugurar este serviço”, explica o autarca, referindo ainda que o processo sofreu algum atraso devido à formação obrigatória dos responsáveis pelo funcionamento do espaço.

O atendimento ao público terá início na segunda-feira, 3 de agosto, e funcionará durante o horário normal de expediente da Junta de Freguesia. O serviço contará com um funcionário afeto ao Espaço Cidadão, sendo o próprio presidente da junta um dos responsáveis, após ter frequentado a respetiva formação.

José Guerra sublinha ainda que o novo equipamento não se destina apenas aos residentes de Vila Boim. “Qualquer pessoa do concelho de Elvas poderá deslocar-se a Vila Boim para tratar destes assuntos. Teremos todo o gosto em receber todos aqueles que necessitem dos serviços disponíveis”, assegura.

A cerimónia de inauguração está marcada, este sábado, para o meio-dia, estando o convite aberto à população e às entidades locais para conhecerem o novo Espaço Cidadão.

Festas do Povo: uma promessa, 50 voluntários e meses de trabalho para enramar parte da Rua Dr. Tello da Gama

A poucos dias do arranque das Festas do Povo de Campo Maior, que decorrem de 8 a 16 de agosto, o entusiasmo cresce entre os habitantes que, há vários meses, trabalham na preparação das emblemáticas ruas enramadas.

No quarto troço da Rua Doutor Tello da Gama, Diodina Gaita regressa ao papel de cabeça de rua, função que já desempenhou em 2015, enquanto Ana Cachapa assume a função pela primeira vez, no terceiro troço da mesma artéria da vila.

Promessa feita e cumprida

Para Ana, o desafio nasceu do cumprimento de uma promessa feita a São João, padroeiro da vila. “Se uma determinada situação fosse resolvida, prometi que faria festas na minha rua”, explica, acrescentando que a oportunidade surgiu e decidiu avançar.

Apesar da natural vontade de ver a sua rua distinguida como a mais bonita de todas, as duas responsáveis acreditam que este ano será difícil apontar uma favorita. “Acho que em todas as ruas todos dizemos que a nossa vai ser a mais bonita, porque é um orgulho terminar um projeto e ver o desafio concretizado”, referem. “Depois de tantos anos sem festas, as pessoas quiseram mostrar aquilo que Campo Maior vale. Vai ser muito difícil escolher apenas uma, porque todas vão ficar muito bonitas”, acrescentam.

Trabalho de preparação iniciou-se em novembro

O trabalho começou ainda em novembro, com a mobilização dos vizinhos. O convite foi feito de forma original: um pequeno cartão entregue porta a porta, convidando todos para uma reunião. A partir daí iniciou-se um longo processo de organização, escolha do tema e planeamento dos trabalhos.

Antes mesmo de começar a produção das flores, existe um grande esforço de preparação. “Há um processo antes que também é trabalho. Estas coisas não se fazem só porque sim, fazem-se porque se vivem e se sentem”, explicam Diodina e Ana.

A escolha do tema para o terceiro e quatro troços da Rua Doutor Tello da Gama foi feita de forma participada. Três propostas, com diferentes níveis de dificuldade e combinações de cores, foram apresentadas aos moradores e a decisão foi tomada por votação. “Foi tudo escolhido democraticamente”, garante Ana Cachapa.

Cerca de 50 voluntários envolvidos nos trabalhos

Desde janeiro, a produção das flores passou a fazer parte da rotina diária dos voluntários, obrigando muitos a adaptar horários e a abdicar de momentos da vida pessoal. “Se não consigo fazer à noite, faço à hora do almoço ou de manhã ao fim de semana. Acabamos por abdicar um bocadinho da nossa vida pessoal em prol da festa”, reconhece Diodina.

Ao longo dos meses, cerca de meia centena de pessoas participou nas diferentes fases do projeto. Algumas integraram os trabalhos iniciais, outras juntaram-se mais tarde, num esforço coletivo que continua até aos últimos preparativos. Entre os elementos decorativos, permanecem algumas surpresas guardadas para a noite da enramação, embora as responsáveis destaquem o cuidado colocado na entrada da rua, marcada por um trabalho ornamental minucioso com flores de pequenas dimensões.

A experiência dos mais velhos

A preparação da festa conta também com o conhecimento transmitido pelas gerações mais experientes. As responsáveis sublinham que os antigos continuam a desempenhar um papel essencial na organização: “Há sempre alguém mais velho que nos alerta para aquilo que faz falta, para os detalhes da montagem ou para aspetos que não nos podemos esquecer. É uma organização conjunta e aprendemos muito com quem já viveu muitas festas.”

Concluída a noite da enramação, haverá espaço para celebrar o trabalho realizado. O plano passa por reunir os participantes da rua, brindar com um licor, partilhar um bolo e percorrer as restantes ruas enfeitadas de Campo Maior antes do início oficial das festividades.

Durante a semana das Festas do Povo, o descanso ficará para segundo plano. “Dormimos de dia, saímos à noite, dormimos de manhã, saímos à tarde. Não há plano”, resume Diodina, antecipando os dias intensos que esperam todos os envolvidos.

As duas cabeças de rua deixam ainda um convite a quem visite Campo Maior entre 8 e 16 de agosto. Garantem que, à semelhança do espírito das Festas do Povo, todos serão recebidos de braços abertos. “Venham à nossa rua. Haverá sempre um licor, um bolo e uma cadeira para descansar. Mas, acima de tudo, venham conhecer os 99 troços enramados que fazem destas festas um dos maiores símbolos da identidade e da hospitalidade de Campo Maior”.

Atletismo: época de pista termina em Portalegre com campeões distritais e estreia do Salto com Vara em Distância

O Estádio Prof. Eduardo Sousa Lima, em Portalegre, recebeu o Torneio de Encerramento e Campeonato Distrital de Absolutos, prova que encerrou a época de pista ao ar livre 2025/2026 da Associação de Atletismo do Distrito de Portalegre (AADP). Organizado com o apoio da Câmara Municipal de Portalegre, o evento reuniu atletas de todos os escalões, de traquinas a Veteranos, num programa que contemplou 21 provas entre corridas, saltos e lançamentos.

Os 1500 metros foram as provas com maior adesão do dia, somando 12 atletas classificados no setor masculino e 9 no feminino. A vitória masculina sorriu a Nuno Preciado, da ADCV – Castelo Vide, que cronometrou 4:35.77 no escalão M40, enquanto Cláudia Batuca se impôs no setor feminino com 5:47.99, na mesma categoria. O Peso Absolutos e o 100 metros masculino também foram provas bastante participadas.

Na velocidade, os 100 metros absolutos masculinos produziram os tempos mais rápidos da jornada. Benevilde Tangeniomwene, da Academia José Jacob, foi o mais veloz, com 11.68 segundos, seguido de Miguel Miranda, da ADCV – Castelo Vide, autor de 11.93 segundos no escalão Sub-20. No salto em comprimento, Afonso Martins, do Eléctrico F.C., venceu o Triplo Salto masculino com 9.80 metros, ao passo que Dayane Santos, da Academia José Jacob, se destacou no setor feminino com 9.28 metros em Sub-16, somando essa vitória à conquistada instantens antes no 80 metros do mesmo escalão. Luiz Otávio, do Clube Elvense de Natação, fez a dobradinha nos 80 e 800 metros Sub-16, e Matilde Sousa, da Academia José Jacob, foi a atleta mais rápida do dia nos 60 metros Sub-14 feminino, com 8.35 segundos.

Um dos momentos mais participados e emotivos da manhã foi o Desafio de Gerações, que juntou crianças e adultos — pais, mães ou outros familiares e amigos próximos — em equipas mistas ao longo de um conjunto de estações de corrida, saltos, lançamentos e destreza motora. Mais do que uma competição, a iniciativa proporcionou aos mais novos a alegria de competir lado a lado com quem lhes é próximo, promovendo simultaneamente a prática desportiva entre os adultos participantes e reforçando junto das famílias a mensagem de um estilo de vida ativo e saudável.

O programa incluiu ainda a estreia do Salto com Vara em Distância no distrito de Portalegre, disciplina até agora sem prática regular na região. a prova permitiu aos escalões de formação um primeiro contacto com a técnica do salto com vara, com destaque para André Vitória, do Sport Arronches e Benfica, vencedor em Sub-12 com 3.80 metros, e Luísa Calha, da ADCV – Castelo Vide, vencedora em Sub-14 com 3.14 metros.

Nas classificações coletivas, a Academia José Jacob (AJJ) venceu o Torneio de Encerramento com 105 pontos, seguida do Eléctrico F.C. (101 pontos) e da Escola de Atletismo de Portalegre (72 pontos). Completaram a tabela o Clube Elvense de Natação (63 pontos), a ADCV – Castelo Vide (57 pontos), o Sport Arronches e Benfica (53 pontos), o CVS Portalegre (15 pontos) e o Grupo Desportivo Arenense (9 pontos). Já no Campeonato Distrital de Absolutos, o pódio coletivo foi liderado pela ADCV – Castelo Vide, com 70 pontos, seguida do Eléctrico F.C. (49 pontos) e do Sport Arronches e Benfica (36 pontos). Fecharam a classificação o Grupo Desportivo Arenense (27 pontos), a Escola de Atletismo de Portalegre (23 pontos) e a Academia José Jacob (18 pontos).

Com esta jornada, a AADP encerra a componente de pista da época 2025/2026, mantendo o Alto Alentejo como território de forte dinamismo na formação e promoção do atletismo.

Bumba na Fofinha e Catarina Gouveia são as protagonistas da nova campanha Delta Q

A Delta Q estreou uma nova campanha digital que parte de uma verdade simples e universal: há um antes e um depois de beber o primeiro café. Com a humorista e influencer Mariana Cabral, mais conhecida como Bumba na Fofinha, e a atriz e influencer Catarina Gouveia como protagonistas, a marca recorre a um tom descontraído e próximo para mostrar, de forma leve e com humor, como um café Delta Q tem um papel transformador para garantir foco, energia e boa disposição no início do dia.

A mais recente campanha da marca introduz dois perfis distintos, o antes e o depois de beber um café Delta Q, dando forma a uma narrativa que contrasta diferentes estados de espírito ao longo do dia. Para personificar cada um destes momentos e perfis de consumidor, a marca junta, pela primeira vez, duas embaixadoras distintas, com estilos de vida, linguagens e universos muito próprios. A narrativa tira partido do contraste natural entre as duas personalidades, criando uma dinâmica genuína e divertida, mas também celebra o entusiasmo e fair play com que ambas abraçaram a ideia, expondo as suas diferenças com humor, autenticidade e uma forte ligação aos seus seguidores.

Presente 100% em digital, a campanha encontra-se disponível no Instagram, TikTok e YouTube da marca, bem como nos canais próprios das embaixadoras, e nas plataformas de streaming HBO e Disney+.

Com curadoria criativa de Mariana Cabral, desde o conceito ao guião, a campanha preserva a sua autenticidade, linguagem e tom humorístico, tornando a narrativa próxima, reconhecível e facilmente relacionável por diferentes consumidores. O conceito criativo tem como ponto de partida o café e o momento de transição entre o acordar e o estarmos verdadeiramente prontos para enfrentar o dia com energia, foco e confiança.