O Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE) volta a dinamizar um conjunto de Oficinas de Verão, dirigidas a crianças com mais de 5 anos, proporcionando momentos de aprendizagem, criatividade e descoberta durante o mês de julho.
A iniciativa decorre em várias sessões temáticas, entre as 10h30 e as 12h30, convidando os participantes a explorar diferentes formas de expressão artística através do contacto com a coleção do museu.
No dia 15 de julho, as crianças são desafiadas a criar e desenhar em “Casa = Proteção”, enquanto a 16 de julho a colagem serve de ponto de partida para refletir sobre a identidade, na oficina “Quem sou EU?”. A programação prossegue a 22 de julho com a oficina de cerâmica “Cerâmica à minha maneira”, a 29 de julho com “Desenho e pintura no terraço”, e termina a 30 de julho com a atividade de impressão e decalque “Arte, plantas e impressão”, inspirada na transformação da natureza em obra de arte.
As oficinas estão sujeitas a limite de inscrições e pretendem estimular a imaginação, a criatividade e o contacto das crianças com a arte contemporânea, através de experiências práticas e participativas.
As inscrições e informações adicionais podem ser obtidas através do telefone 268 626 218 ou do endereço de correio eletrónico servicoeducativo.mace@cm-elvas.pt.
A Feira das Atividades Económicas (FAE) de Arronches termina este domingo, 12 de julho, depois de dias de muita animação, num recinto que este ano apresenta algumas limitações devido às obras de requalificação que o Município está a realizar no espaço público junto à Rua General Humberto Delgado, conhecido como Rossio.
O presidente da Câmara Municipal de Arronches, João Crespo, revela que a intervenção deverá estar concluída a tempo da próxima edição do certame, prevendo a sua inauguração aquando da abertura da Feira das Atividades Económicas de 2027.
Segundo o autarca, trata-se de uma obra de grande dimensão, com um investimento de 1 milhão e 65 mil de euros, que irá beneficiar “não apenas a realização da feira, mas também o quotidiano da população”.
Entre as principais intervenções está a criação de uma nova bolsa de estacionamento, destinada a aliviar a pressão nas ruas mais estreitas da vila e a proporcionar melhores condições de estacionamento aos residentes. O projeto contempla ainda a melhoria das acessibilidades ao espaço ajardinado do Rossio, através da eliminação de barreiras existentes, tornando a zona “mais acessível e funcional”.
A empreitada conta atualmente com uma taxa de financiamento comunitário de 17%. João Crespo mostrou-se, contudo, confiante de que, à medida que a obra avance e os fundos comunitários sejam executados, essa percentagem possa aumentar. Ainda assim, assegurou que o orçamento municipal permite suportar o investimento, sublinhando que se trata de uma intervenção considerada prioritária para o desenvolvimento e valorização da vila de Arronches.
A Câmara Municipal de Elvas fez um investimento na ordem dos 600 mil euros na requalificação de infraestruturas desportivas do concelho, com destaque para a substituição dos relvados sintéticos dos campos Pedro Barrena e António Semedo, bem como para a melhoria dos balneários do Campo de Futebol de “Os Elvenses”.
O anúncio é feito pelo presidente da autarquia, Rondão Almeida, que sublinha a aposta nas melhores condições para a prática desportiva das crianças e dos jovens.
Segundo o autarca, o investimento prevê a aplicação de cerca de 300 mil euros em cada um dos dois campos para a substituição integral dos respetivos relvados sintéticos. A intervenção inclui ainda a requalificação total dos balneários do Campo Pedro Barrena e a construção de novos balneários de apoio à infraestrutura utilizada pelo Clube Futebol “Os Elvenses”.
“A pensar nas nossas crianças e nos nossos jovens, principalmente naqueles que gostam de futebol, aqui está aquilo que prometi”, afirma Rondão Almeida, lembrando que centenas de atletas utilizam diariamente os dois recintos desportivos.
O presidente da Câmara destaca que a prioridade do município passa por garantir equipamentos desportivos modernos e bem conservados, permitindo que os praticantes desenvolvam a sua atividade em condições de qualidade e segurança.
Além das intervenções nos campos de futebol, a autarquia está também a avançar com a requalificação do Complexo Municipal de Piscinas. De acordo com Rondão Almeida, decorrem atualmente obras na zona destinada à época de inverno, estando prevista para o próximo inverno a renovação das piscinas de verão.
O autarca manifesta ainda o seu desagrado pelo facto de a piscina de Santa Eulália continuar encerrada nesta época balnear, apesar de considerar tratar-se de uma infraestrutura de qualidade. “Lamentamos que, nesta altura, Santa Eulália, com uma excelente piscina, essa ainda não esteja a funcionar. Mas isso já não é uma responsabilidade da Câmara Municipal de Elvas”, remata.
Os preparativos para as Festas do Povo de Campo Maior continuam a decorrer a bom ritmo, com os trabalhos de montagem das infraestruturas a entrarem numa fase decisiva, de acordo com o presidente da Câmara Municipal, Luís Rosinha.
Segundo o autarca, as equipas municipais encontram-se no terreno, assegurando a instalação das infraestruturas essenciais para a realização do evento. “Continuamos o trabalho de rua, que já estamos a executar praticamente há duas semanas: na colocação dos paus, no som de rua, nas infraestruturas de telecomunicações e também nas infraestruturas elétricas”, adiantou Luís Rosinha, dando conta que, entretanto, começarão a chegar à vila os stands expositivos.
O presidente da Câmara mostra-se confiante no sucesso da edição deste ano das Festas do Povo, destacando o envolvimento da comunidade campomaiorense na preparação daquele que é o maior evento cultural do concelho.
“Eu acho que vai ser uma grande edição das Festas do Povo. As condições climatéricas apontam para dias muito quentes e, portanto, agora é irmos dia após dia, quase 24 horas por dia, trabalhando, como estão a trabalhar todas as pessoas em Campo Maior neste momento, para que no dia 8 amanheça o jardim mais belo do mundo”, sublinha.
Luís Rosinha reconhece, no entanto, que algumas ruas enfrentam dificuldades relacionadas com a disponibilidade de recursos humanos. Ainda assim, garante que o Município está empenhado em criar todas as condições necessárias para apoiar os moradores na concretização dos tradicionais enfeites em papel.
“Sabemos bem que há muitas ruas com dificuldades do ponto de vista dos recursos humanos e de questões mais particulares das ruas. Aquilo que nós pretendemos é entregar as condições para que os homens e as mulheres das ruas possam fazer aquilo que melhor sabem, que é expor a sua arte”, conclui.
De recordar que a edição deste ano das Festas do Povo, evento que não se realizava há 11 anos, decorre de 8 a 16 de agosto.
“Momentos” é o título da exposição de desenho, pintura e instalações da autoria de José Pimenta inaugurada ontem, sexta-feira, 10 de julho, no Forte de Nossa Senhora da Graça.
O autor dos trabalhos nasceu na Terrugem em 27 de fevereiro de 1992. Embora a sua área de formação seja a Hotelaria e Turismo, manifestou desde muito jovem um gosto especial pelas artes plásticas, que desenvolveu até hoje na condição de autodidata.
A mostra agora patente no Forte da Graça reúne obras de diversas fases da carreira artística de José Pimenta.
O cubismo espanhol e a cultura nipónica são as principais inspirações do artista plástico para a elaboração dos seus trabalhos, cuja principal temática se centra em acontecimentos políticos e económicos da atualidade.
A guerra no Médio Oriente e o regresso do homem ao espaço são alguns dos assuntos em destaque, bem como a cultura portuguesa – com evocações ao fado e à literatura -, e elementos naturais.
A exposição “Momentos” fica patente no Forte da Graça até 30 de setembro.
O presidente da Câmara Municipal de Elvas, comendador José Rondão Almeida, visitou ontem, sexta-feira, dia 10, as obras em curso no Bloco Operatório do Hospital de Santa Luzia de Elvas, que estão a ser realizadas, pela Unidade Local de Saúde do Alto Alentejo, numa deslocação que permitiu verificar o avanço dos trabalhos e fazer o ponto de situação daquele que é um dos mais importantes investimentos na área da saúde no concelho, que ascende a cerca de 15 milhões de euros, entre Hospital e Centro de Saúde.
Acompanhado pelo presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde, Dr. Miguel Lopes, o autarca mostrou-se muito satisfeito com o facto de as “intervenções estarem a decorrer dentro dos prazos previstos”, o que permitirá, após a realização dos testes necessários, “antecipar a data de abertura do Bloco Operatória, para 20 de agosto”.
A deslocação que permitiu verificar o avanço dos trabalhos e fazer o ponto de situação daquele que é um dos mais importantes investimentos na área da saúde no concelho, e que ascende a cerca de 5 milhões de euros. Durante a visita, José Rondão Almeida recordou a preocupação que existiu numa fase inicial relativamente ao impacto da intervenção no funcionamento do bloco operatório, receios que acabaram por se refletir junto da população. O autarca salientou, contudo, que o diálogo permanente entre o Município, a administração da ULSAALE e todas as entidades envolvidas permitiu encontrar soluções, sempre assentes na boa-fé e na cooperação institucional.
“A obra foi lançada, está a ser executada dentro dos prazos previstos, conseguiu-se antecipar a data de abertura do bloco e quem vai beneficiar são, sem dúvida, as populações”, afirmou o presidente da Câmara, lembrando que a requalificação de um edifício hospitalar em funcionamento representa um desafio técnico muito superior ao de uma construção nova.
José Rondão Almeida destacou ainda a qualidade da intervenção realizada, tanto ao nível das infraestruturas interiores como da valorização da imagem exterior do Hospital de Santa Luzia e do Centro de Saúde de Elvas. “Não estamos perante uma simples pintura para melhorar o aspeto exterior. Está a ser efetuado um tratamento profundo das fachadas, que garantirá durabilidade durante muitos anos e contribuirá para dignificar um equipamento essencial para toda a região”, referiu. A intervenção passa ainda pela pintura das enfermarias, corredores e requalificação das instalações sanitárias, tendo ainda sido substituído todo o sistema AVAC.
Por sua vez, o presidente da ULSAALE, Miguel Lopes, indicou que o bloco operatório deverá reabrir no próximo dia 20 de agosto, inicialmente com uma sala em funcionamento, permitindo o regresso da urgência cirúrgica e das cirurgias programadas ao Hospital de Santa Luzia. O responsável salientou ainda que, durante os cerca de quatro meses em que decorreram as obras, não foi necessário acionar o protocolo existente com o Hospital Universitário de Badajoz, demonstrando a capacidade de resposta dos serviços de saúde durante este período de transição.
Miguel Lopes revelou também que foi submetida, na passada quarta-feira, a candidatura para a requalificação e ampliação do Serviço de Urgência, num investimento de cerca de cinco milhões de euros. O objetivo passa por aumentar a capacidade de resposta, melhorar o conforto dos utentes e criar condições mais adequadas para profissionais e doentes, manifestando a convicção de que a candidatura reunirá condições para ser aprovada.
“Também era algo que há muito tempo ansiávamos, porque o serviço de urgência está subdimensionado para aquilo que é a procura e o conforto dos utentes”, reafirmou o responsável.
Na reunião realizada após a visita às obras foram ainda abordados diversos projetos estratégicos para o futuro da prestação de cuidados de saúde na região. Entre eles, destacou-se a intenção de promover um encontro entre os presidentes das câmaras municipais de Elvas, Campo Maior e Badajoz, bem como representantes do Serviço Extremeño de Saúde, com vista à celebração de um acordo de cooperação na área da saúde, aproveitando o potencial da Eurocidade.
Entre as possibilidades de cooperação, poderá constar, por exemplo, o apoio da ULSAALE à implementação da Hospitalização Domiciliária em Badajoz, através da formação de profissionais de saúde, a realização do internato de médicos espanhóis no Hospital de Santa Luzia, o desenvolvimento de candidaturas conjuntas a programas de financiamento e outras iniciativas de cooperação transfronteiriça.
Durante o encontro foi igualmente debatida a solução para a regularização jurídica do património do Hospital de Santa Luzia, que poderá passar pela constituição de um direito de superfície por um período de 50 anos, permitindo garantir estabilidade para futuros investimentos na unidade hospitalar.
Outro dos temas abordados foi o processo de instalação do futuro Centro Aligeirado de Hemodiálise de Elvas, que funcionará nas instalações da Cruz Vermelha Portuguesa. A nova valência poderá entrar em funcionamento até ao final do ano, respondendo às necessidades dos atuais 22 utentes de Elvas e nove de Campo Maior que realizam tratamentos de hemodiálise, evitando deslocações para outras localidades e proporcionando maior proximidade e qualidade de vida aos doentes.
O sociólogo e professor universitário Vítor Rosa reuniu e publicou um conjunto de obras que recuperam a produção literária de autores de Redondo, dando nova vida a poemas e textos dispersos em jornais históricos da vila, que remontam aos anos 20 e 30.
A origem deste projeto remonta a uma motivação pessoal. Segundo Vítor Rosa, a ideia nasceu da vontade de procurar referências relacionadas com a história da sua família. “A minha mãe ficou órfã aos seis anos e foi criada no Colégio Nossa Senhora da Saúde, em Redondo. Comecei a procurar informação e deparei-me com dois jornais, o Serra d’Ossa, publicado entre 1920 e 1929, e o Alma Nova, de 1929 a 1930, do qual existem apenas 12 números digitalizados”.
Ao consultar as edições digitalizadas dos jornais, o investigador descobriu uma vasta produção poética assinada por autores conhecidos da vila, mas também por escritores amadores e, em muitos casos, sob pseudónimo. “Ao folhear esses jornais digitalmente, constatei que havia imensos poemas, quadras e textos literários de autores, de ilustres redondenses, e também de pessoas mais simples. Pensei que fazia sentido reunir estes textos, apresentá-los num formato mais acessível e divulgá-los, sobretudo junto das escolas”, avança.
O objetivo passa, igualmente, por despertar a memória coletiva da população de Redondo. “Muitos dos poemas estão assinados com pseudónimos, o que dificulta a identificação dos autores. No entanto, já há pessoas que, ao conhecerem este trabalho, reconhecem textos de familiares, o que é muito interessante”, revela.
No caso da obra dedicada ao jornal Serra d’Ossa, Vítor Rosa conseguiu reunir 76 poemas e quadras. Para além da transcrição dos textos, procedeu a pequenas atualizações ortográficas que facilitam a leitura contemporânea, complementando a edição com uma análise sociológica. “Além da recolha, faço uma análise mais sociológica dos poemas. Na parte final da publicação apresento um olhar sobre os temas e o contexto em que estes textos foram produzidos”.
Já a publicação dedicada ao jornal Alma Nova reúne 26 poemas, resultado das apenas 12 edições conhecidas daquela publicação. “Neste caso, faço também uma breve análise dos poemas, identificando o tema principal, a estrutura formal e os recursos literários utilizados, numa perspetiva semelhante à que é trabalhada no ensino secundário”, explica.
O trabalho de investigação estendeu-se ainda à compilação do folhetim O Desconhecido, de Victor Manuel Santos, publicado originalmente em vários capítulos nas páginas do jornal. “Era um folhetim que ia sendo publicado por partes, como era habitual na época. Procurei reunir todos esses capítulos, compilá-los num único volume e acrescentar uma análise sociológica. O resultado é um pequeno livro muito interessante”, garante o sociólogo.
Quanto às temáticas predominantes nos poemas recolhidos, Vítor Rosa destaca a forte presença dos sentimentos e da identidade local. “Centram-se muito nas questões sentimentais e amorosas, na identidade da terra, na religião, nas orações, nos arrependimentos e nas dedicatórias pessoais. Há muitos poemas de namoro, escritos à distância, dedicados às amadas ou aos amados”, revela ainda. A realidade social da época também está presente nos textos. “Encontrei referências à miséria que assolava o Alentejo, à orfandade, à dureza da vida no campo e a metáforas ligadas à natureza. Mas o tema que mais prevalece é, sem dúvida, o amor e a dimensão sentimental”, remata.
Com estas publicações, Vítor Rosa pretende contribuir para a preservação da memória literária de Redondo, valorizando autores locais e aproximando as novas gerações de um património cultural que permaneceu durante décadas disperso pelas páginas da imprensa regional.
O Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE) recebe, este domingo, 12 de julho, às 15h00, a apresentação do livro Nada Acontece por Acaso, do elvense Pedro Inocêncio.
Uma sequela inspirada por uma ideia “vertiginosa”
Nada Acontece por Acaso é o mais recente romance de Pedro Inocêncio e surge como a sequela de Tudo Acontece por Uma Razão. O autor explica que a escrita do livro aconteceu de forma inesperada, interrompendo outro projeto literário que tinha em mãos.
“O Nada Acontece por Acaso é o meu quinto romance e é a sequela do Tudo Acontece por Uma Razão, que lancei em 2015. É um livro que surgiu de uma inspiração quase vertiginosa, porque eu estava a escrever um outro romance e tive de parar para fazer esta história, porque a história veio ter comigo e obrigou-me a escrevê-la”, revela.
A narrativa retoma as personagens Francisco Andrade e Leonor Almeida, mas abre com um novo mistério: Leonor acorda todas as noites e apercebe-se de que Francisco sai de casa às escondidas, enquanto ela enfrenta uma doença cuja origem desconhece.
“O mote é dado a partir daí: porque é que o Francisco está a sair todas as noites, deixando a Leonor sozinha, e que doença é essa que ela tem”, explica o escritor.
À medida que a história avança, o suspense intensifica-se quando Leonor descobre, com a ajuda da irmã Alice, que Francisco se encontra secretamente com Ana, a sua melhor amiga de infância. A trama percorre Lisboa, Algarve e Brasil, numa viagem que combina romance, ação, suspense e drama.
O objetivo é “transportar o leitor para o centro da ação”
Desde o lançamento oficial, a 16 de maio, no Museu Municipal de Faro, cidade em que Pedro Inocêncio reside, o autor diz ter recebido um feedback muito positivo por parte dos leitores.
“Tenho tido um conjunto de leitores extraordinários comigo. Muitas pessoas disseram-me que leram o livro em 48 a 72 horas, o que é fantástico. O meu grande objetivo desde que comecei a escrever é transportar o leitor para o centro da ação, fazer com que se identifique com as personagens e viva emoções reais. Felizmente, os feedbacks têm sido muito bons”, assegura.
O escritor considera que a ligação emocional dos leitores às personagens é o principal indicador do sucesso da obra e mostra-se satisfeito com a forma como o romance tem sido recebido.
Elvas ocupa um lugar especial no percurso do autor
Pedro Inocêncio destaca ainda a ligação especial que mantém com Elvas, cidade onde continua a reunir um número significativo de leitores.
“Felizmente tenho muitos leitores em Elvas. É talvez a cidade, a par de Faro, que mais lê Pedro Inocêncio”, afirma.
Regressar à cidade natal para apresentar uma nova obra é sempre um momento marcante para o escritor, que agradece o apoio recebido ao longo dos anos.
“Sempre que vou à minha cidade é especial. Têm tido sempre a amabilidade de me convidar para apresentar os meus livros. E aí tenho de agradecer, nomeadamente, à Tânia Morais Rico e à Câmara Municipal de Elvas, que me têm aberto sempre as portas. Já apresentei na Biblioteca Municipal, no Forte da Graça e agora, pela primeira vez, vou apresentar no Museu de Arte Contemporânea, que ainda não conheço. Já me disseram que é um espaço muito bonito e tenho todo o gosto em conhecê-lo”, acrescenta.
Sessão aberta a toda a comunidade
A apresentação de Nada Acontece por Acaso promete reunir leitores, amantes da cultura e todos os interessados em conhecer o percurso literário de Pedro Inocêncio. A entrada é livre e a iniciativa pretende proporcionar um momento de proximidade entre o autor e o público, reforçando a aposta do concelho na dinamização cultural e na promoção da leitura.
O Grupo Motard de Campo Maior realiza, este sábado, dia 11 de julho, a sua Festa de Verão, uma iniciativa que promete juntar gastronomia, música e animação na sede da associação, na Zona Industrial da vila, junto ao Parque Verde. A entrada é gratuita e o convite estende-se a toda a população.
O programa tem início às 19h00 com uma sardinhada, acompanhada pela atuação de Pedro Amaro, seguindo-se, a partir das 22h30, uma Festa da Espuma ao som de Hell DJ, num evento que deverá prolongar-se até cerca das duas da manhã.
De acordo com o presidente do Grupo Motard de Campo Maior, Nelson Carrilho, a iniciativa surge como uma alternativa ao habitual baile de verão promovido pela associação.
“Todos os verões organizamos um baile com uma sardinhada. Este ano, devido ao calendário e às Festas do Povo, decidimos fazer algo diferente. Aproveitámos também o facto de o Festival Raya só ocupar um fim de semana, mantivemos a sardinhada, mas juntámos um ‘remember’ de música dos anos 80 e 90 e uma festa da espuma”, afirma.
Segundo o responsável, o objetivo passa por proporcionar um momento diferente de convívio e animação para a comunidade.
“A ideia é reunir a comunidade e proporcionar mais um momento de festa em Campo Maior. A iniciativa está aberta a toda a gente e serão todos bem-vindos. Esperamos que nos façam uma visita e que desfrutem da festa”, sublinha Nelson Carrilho.
Esta Festa de Verão conta com o apoio da Câmara Municipal de Campo Maior e da Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Expectação e pretende afirmar-se como mais um momento de encontro e lazer durante o verão, mantendo o espírito de convívio que caracteriza as iniciativas promovidas pelo Grupo Motard campomaiorense.
O Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE) assinala o seu 19.º aniversário com uma visita especial, promovida no próximo domingo, 12 de julho, pelas 10h00, convidando a comunidade e todos os apreciadores de arte contemporânea a celebrar quase duas décadas de atividade cultural e artística.
A iniciativa pretende proporcionar uma experiência diferenciada aos participantes, permitindo conhecer mais de perto a história do museu, a sua evolução ao longo dos últimos 19 anos e a importância que tem assumido na divulgação da arte contemporânea, através da Coleção António Cachola e das exposições temporárias que regularmente acolhe. A visita será também uma oportunidade para descobrir as atuais propostas expositivas e aprofundar o conhecimento sobre as obras e os artistas representados.
Integrado na estratégia cultural do Município de Elvas, o MACE continua a afirmar-se como um espaço de referência no panorama artístico nacional, contribuindo para a valorização da oferta cultural da cidade e para a dinamização do seu centro histórico. A participação na visita especial é uma forma de celebrar este percurso, aproximando o público da arte contemporânea e de um equipamento cultural que, ao longo de 19 anos, se tornou uma marca distintiva de Elvas.