Fernando Mendes destaca “cenário único” das Festas do Povo

O conhecido rosto de “O Preço Certo” é um dos embaixadores da edição deste ano das Festas do Povo de Campo Maior e não esconde o entusiasmo perante a dimensão e a beleza do evento. Em declarações à Rádio Campo Maior, Fernando Mendes destacou o trabalho da comunidade campomaiorense e a singularidade das festividades.

“É giro ver esta moldura humana e esta paisagem lindíssima, este cenário único”, afirmou, confidenciando ter sido a primeira vez que teve oportunidade de acompanhar o evento.

Fernando Mendes fez questão de elogiar o esforço dos campomaiorenses responsáveis pela construção das tradicionais flores de papel que decoram as ruas da vila. “Parabéns, principalmente, às pessoas que construíram isto, que se fartaram de trabalhar. Essa gente merece tudo”, sublinhou.

O papel de embaixador passa também pela divulgação das Festas do Povo junto de públicos mais alargados. A presença de uma figura tão conhecida como Fernando Mendes em Campo maior tem contribuído para aproximar visitantes do evento, com o apresentador a ser frequentemente abordado para fotografias e cumprimentos.

“Felizmente as coisas assim acontecem e eu estou aqui porque gostava muito do senhor Nabeiro”, explicou, referindo a ligação de amizade e admiração que mantém com a família Nabeiro. “Esta família diz-me muito. Quando apareceu o convite, eu tive que dizer que era obrigatório estar aqui e cá estou.”

Com 23 anos de presença televisiva à frente de “O Preço Certo”, Fernando Mendes considera que a longevidade do programa se deve, sobretudo, à relação com os portugueses. “Temos um país como o nosso, temos um povo como o nosso”, afirmou, defendendo que o programa representa “o país real”. Essa ligação, acrescentou, permite-lhe encontrar portugueses de norte a sul e também nas comunidades emigrantes.

A mesma diversidade de público está patente nas Festas do Povo. Fernando Mendes contou ter encontrado visitantes portugueses e emigrantes provenientes de países como França, Suíça e Alemanha, além de espanhóis que também atravessam a fronteira para conhecer o evento.

“É ótimo, é muito bom”, concluiu o embaixador, satisfeito com a adesão e com a dimensão humana das Festas do Povo de Campo Maior.

Após 11 anos de interrupção, o regresso das Festas do Povo voltou a transformar Campo Maior num imenso cenário de cor e criatividade, resultado de meses de trabalho voluntário da população e de uma tradição que continua a afirmar-se como uma das manifestações culturais mais emblemáticas do Alentejo.

“Mesmo com o calor e cansadas, as pessoas adoram esta festa”, diz Anselmina Caldeirão sobre as Festas do Povo

Sem tempo para descansar, desde o início das Festas do Povo, no passado sábado, a presidente da Junta de Freguesia de São João Baptista, Anselmina Caldeirão, assegura que a sua principal preocupação tem sido olhar por aqueles que 

“Temos visitas em casa, temos de dar esse apoio e não há tempo para dormir, porque a minha preocupação também são as pessoas que andam aqui nas horas de maior calor: é dar-lhes água e ter uma cadeira para descansarem”, revela.

Ainda assim, e pese embora o calor e o cansaço, “as pessoas adoram esta festa”. “Dizem que nunca viram uma festa igual a esta, que é encantadora. Estão sentadas cinco minutos à minha porta, mas vão embora cinco minutos depois, mesmo com o cansaço”, acrescenta.

Lamentando a falta de tempo para ajudar, Anselmima Caldeirão agradece ainda a todos quantos colaboraram com a ornamentação da sua rua, a Rua Dr. Telo da Gama, que diz ser “a mais bonita de todas”.

“Quero deixar um agradecimento muito grande a todas as pessoas que se empenharam, que trabalharam e fizeram este lindo trabalho, porque nós não tivemos muito tempo para ajudar nestes trabalhos. E já agora, dar os parabéns a todas as ruas, porque todas estão lindas”, remata.

Delta Cafés honra as suas raízes com a nova campanha “Há muito Alentejo em Delta”

Depois de percorrer diferentes regiões do país para celebrar as histórias, tradições e comunidades que dão forma à identidade portuguesa, a Delta Cafés conclui esta história de campanhas regionais no território onde tudo começou: o Alentejo. Com “Há muito Alentejo em Delta”, a marca regressa ao seu berço, em Campo Maior, e dá novo significado ao valor da origem, celebrando as pessoas, os saberes e as tradições que moldam o carácter da região – um Alentejo que vê mais além, que é maior, intemporal e que continua a cultivar o futuro.

Nesta campanha, o Alentejo ganha um significado especial para a Delta Cafés por ser a região que a viu nascer, onde se encontram as origens e a génese da marca. Entre campos decortiça, a tapeçaria de Arraiolos, o céu estrelado do Alqueva e as flores de papel que anunciam o regresso das emblemáticas Festas do Povo de Campo Maior, dez anos depois, a campanha dá voz a histórias e pessoas reais, revelando os seus ofícios e celebrando diferentes formas de viver, criar e preservar a região.

Do respeito pelos ritmos da natureza de quem trabalha a cortiça, à continuidade de uma arte transmitida entre gerações, passando pelo olhar de quem encontra no céu estrelado uma janela para o universo, esta narrativa acompanha ainda uma mulher que, com papel, destreza e dedicação, ajuda a preparar o regresso de uma tradição que transformae volta a florir as ruas de Campo Maior em autênticos jardins. Estas são expressões distintas de um território feito de trabalho, criatividade, conhecimento e orgulho nas suas tradições, unidas por uma ligação profunda à região e aos saberes que mantêm viva a sua identidade.

Ao longo destas histórias, o café acompanha os momentos que marcam o quotidiano: o início de um dia de trabalho, a momentos de pausa, a partilha de um saber, o encontro entre pessoas ou uma noite sob o céu, ajudando a manter os sentidos despertos para contemplar as estrelas.São momentos simples, mas profundamente Delta Cafés, porque traduzem traços comuns à marca: a proximidade às pessoas, a valorização das comunidades, a autenticidade dos gestos e a ligação às origens. Porque há um Alentejo que se faz com as mãos, se preserva na memória, se contempla no céu e floresce em comunidade. E há muito Alentejo em Delta!

“Só faria sentido fechar este capítulo de campanhas regionais no Alentejo, a região que viu nascer a Delta Cafés e que continua a inspirar a forma como olhamos para o futuro. Falar do Alentejo é voltar à origem: é falar do tempo, da dedicação, dos saberes transmitidos entre gerações e da força das comunidades que mantêm viva a identidade destaincrível região. E falar da Delta Cafés é, também, descrever uma região e uma origem que tanto nos orgulham. Com ‘Há muito Alentejo em Delta’, quisemos celebrar essa ligação profunda, dando protagonismo a pessoas e histórias reais que mostram diferentes formas de criar, cuidar e olhar para o território. São valores que reconhecemos na nossa marca e que continuam a guiar a forma como estamos próximos das pessoas, das regiões e das nossas origens. É também quando reconhecemos e nos orgulhamos da identidade e da história que nos fizeram quem somos que ganhamos ainda mais confiança naquilo que queremos construir enquanto marca, mantendo viva essa ligação entre a nossa origem e o futuro que queremos continuar a alcançar.”, afirma Mónica Oliveira, Diretora de Marketing e Comunicação de Cafés do Grupo Nabeiro.

Com visibilidade em meios de exterior e digital, a campanha contará com uma comunicação de forte presença na região do Alentejo e em localizações de elevada afinidade com este território, chegando ao público num momento especialmente simbólico para Campo Maior. Acompanhando o regresso das Festas do Povo, celebra uma tradição que transforma milhares de flores de papel numa expressão única de criatividade, união e orgulho local.

“Há muito Alentejo em Delta” dá continuidade à estratégia de aproximação regional da Delta Cafés, através da qual a marca percorre Portugal para valorizar as pessoas, os ofícios, as tradições e as histórias que tornam cada região única.

Fotorreportagem: as imagens do terceiro dia das Festas do Povo de Campo Maior

A Rádio Campo Maior/Rádio ELVAS tem estado a acompanhar, a par e passo, a edição deste ano das Festas do Povo, levando aos ouvintes o ambiente, as histórias e os protagonistas desta grande celebração campomaiorense.

Esta segunda-feira, 10 de agosto, o estúdio desta estação, instalado no coreto do Jardim Municipal de Campo Maior, voltou a ser ponto de encontro de várias personalidades ligadas ao concelho e às Festas do Povo.

Ao longo da tarde, passaram pelo estúdio, para entrevista, os presidentes das três juntas de freguesia do concelho: Anselmina Caldeirão, de São João Baptista, Hugo Milton, da Expectação, e Florival Cirilo, de Degolados. Também Jorge Grifo, presidente da Assembleia Municipal de Campo Maior, marcou presença, assim como a cantora Chiquita.

As conversas permitiram conhecer diferentes perspetivas sobre esta edição das Festas do Povo, desde o envolvimento das freguesias e das populações até à importância cultural e turística de um evento que transforma Campo Maior e que, este ano, volta a trazer milhares de visitantes às ruas da vila.

Com o estúdio instalado no coração da festa, a Rádio Campo Maior/Rádio ELVAS tem também procurado dar voz aos campomaiorenses e a todos aqueles que contribuem para a concretização das Festas do Povo, acompanhando diariamente a programação e o movimento que se vive nas ruas ornamentadas.

Na galeria abaixo, mostramos-lhe mais algumas das ruas ornamentadas nesta edição das Festas do Povo, que continua a transformar Campo Maior num verdadeiro cenário de cor, criatividade e tradição.

Chiquita nas Festas do Povo: “muito feliz de ver a terra onde nasci tão bonita”

Natural de Campo Maior, Chiquita regressou à vila, no decorrer das Festas do Povo, para apreciar a arte dos seus conterrâneos, que descreve como “um milagre”.

Dizendo que a sua terra é um verdadeiro jardim, em entrevista à Rádio ELVAS/Rádio Campo Maior, a artista, que agradece e dá os parabéns aos campomaiorenses, começa por dizer que Campo Maior não podia estar melhor nem mais bonito.

“Campo Maior está lindo, está maravilhoso. Isto é um paraíso”, diz a cantora, que agradece, em primeiro lugar, às mulheres campomaiorenses, uma vez que é das mãos delas que sai a “beleza toda” das festas: as flores. “Em seguida é que vêm os homens. Então, o meu muito obrigado aos homens de Campo Maior e à população em geral, que, mais uma vez, fizeram o milagre das rosas, dos malmequeres… É um jardim a minha terra”, acrescenta.

Revelando-se “muito feliz” por ver a terra onde nasceu “tão bonita”, Chiquita destaca também a afluência de público ao evento. “Tanta e tanta gente que vem de fora. Eu vinha aí a andar no jardim e ouve-se falar francês, ouve-se falar espanhol e ouvem-se falar até línguas que eu não conheço”, assegura.

Assegurando que as festas são “a cultura de um povo”, Chiquita assegura que sempre representou Campo Maior além-fronteiras, através das tradicionais saias, da maneira de cantar e até da própria alegria das gentes da terra, ao longo dos seus quase 50 anos de carreira: “Sempre falei da minha terra, sempre representei a minha terra. Fui a muitos países e lá representei Campo Maior”.

“Eu parti de Campo Maior tinha 11 anos, em 1963. Em 1969 fui para Paris e levei sempre, no ADN, Campo Maior e a minha gente. Eu sou filha e neta de gente humilde e isto para mim é muito importante”, recorda ainda Chiquita.

São Vicente e Ventosa em festa: Doya, Deixa Rolá e Avô das Batidas são cabeças de cartaz

A freguesia de São Vicente e Ventosa, no concelho de Elvas, prepara-se para receber mais uma edição das tradicionais Festas de Verão em honra de Nossa Senhora do Rosário, que decorrem entre os dias 12 e 17 de agosto.

A organização está, este ano, a cargo da Associação de Festas e Animação de São Vicente e Ventosa, que promete um programa diversificado, pensado para todas as idades.

Em entrevista à Rádio ELVAS, o presidente da associação, Rúben Ameixa, revela que a preparação das festividades começou logo após a passagem do pendão da anterior comissão de festas, a 15 de agosto do ano passado. “Em outubro ou novembro o cartaz estava praticamente fechado”, assegura.

O objetivo, segundo o responsável, foi manter o modelo de sucesso das edições organizadas pela mesma equipa, entre 2015 e 2019, oferecendo animação para diferentes públicos. O cartaz inclui bailes, concertos, animação com DJs, atividades tauromáquicas e momentos religiosos, procurando agradar tanto aos mais jovens como aos visitantes habituais.

Doya, Deixa Rolá e DJ Avô das Batidas como principais apostas

Nas duas primeiras noites – quarta e quinta-feira, dias 12 e 13 de agosto – a festa é feita com largadas de touros, na Rua Nova do Poente. Rúben Ameixa sublinha que a componente tauromáquica continua a ter grande importância em São Vicente e Ventosa, uma “das imagens de marca” da freguesia, o que justifica a abertura do programa com estas iniciativas.

A partir de sexta-feira, dia 14, inicia-se a programação musical, com baile animado por David Melão, seguido do concerto da dupla Doya, já “muito solicitada”, que mistura flamenco com sonoridades mais atuais. A noite termina com atuações dos DJs Miguel Morais e Boss Dici.

O feriado de 15 de agosto, sábado, dia dedicado a Nossa Senhora do Rosário, será o ponto alto das festividades. O programa inclui, a partir das 9 horas, o tradicional Peditório da Colcha, acompanhado pela Banda 1.º de Dezembro de Campo Maior, missa solene e procissão. Após as celebrações religiosas realiza-se a cerimónia de entrega do pendão, momento simbólico que assinala a passagem da organização das festas para uma futura comissão – caso exista -, tendo em conta o regulamento em vigor.

Durante a tarde realiza-se uma garraiada popular e, à noite, sobem ao palco Helena Brita e Victor Noruegas, seguindo-se a atuação da “banda do momento”, que animou os bairros de Lisboa por ocasião da celebração dos Santos Populares: Deixa Rolá. Pela madrugada fora a animação estará a cargo do DJ Avô das Batidas, que passou por um dos palcos da última edição do Rock in Rio, e Genzi.

No domingo, dia 16, haverá, durante a tarde, na Praça de Touros, nova tourada à vara larga. À noite, o recinto dos espetáculos recebe uma demonstração de zumba pela Gota d’Arte e a atuação da banda Pack 7, que abrange um vasto leque de estilos musicais, terminando a noite ao som do DJ Cuba.

As festas encerram na segunda-feira, dia 17, com uma largada de touros ao final da tarde, baile com Jorge Gomes, concerto da banda Os Contramão e atuação do DJ Manja.

Street food, restaurante, artesanato e atividades para os mais novos

O recinto das festas volta a instalar-se no Bairro Engenheiro António Gonçalves, onde, além dos espetáculos, no polidesportivo, o público encontrará, junto ao jardim, uma zona de street food, restaurante, mostra de artesanato, quermesse, insufláveis e outras diversões para crianças.

As entradas no recinto dos espetáculos são pagas. Na sexta e no sábado o bilhete custa três euros, enquanto no domingo e na segunda-feira a entrada terá o valor de dois euros.

Investimento superior a 25 mil euros

Para concretizar um investimento que “ronda os 25 a 30 mil euros”, a associação promoveu ao longo do ano diversas iniciativas de angariação de fundos, como o tradicional Baile da Pinha, o jantar de celebração do Dia da Mulher, a Romaria de Nossa Senhora da Ventosa, um arraial de Santos Populares e rifas, contando igualmente com o apoio da Câmara Municipal de Elvas, da Junta de Freguesia de São Vicente e Ventosa e de patrocinadores.

Apesar do entusiasmo, Rúben Ameixa alerta para as crescentes dificuldades enfrentadas pelas comissões de festas, apontando o aumento da burocracia e dos custos com licenças, seguros e restantes exigências legais como um dos principais desafios à continuidade deste tipo de eventos.

Ainda assim, as expectativas da organização são positivas. A venda antecipada de pulseiras esgotou e o presidente da associação acredita que as festas poderão beneficiar da dinâmica criada por outros eventos, como as Festas do Povo de Campo Maior, que decorrem na região durante o mesmo período.

Questionado ainda sobre a hipótese de não surgir uma nova comissão que queira organizar as festas de verão de São Vicente em 2027, Rúben Ameixa garante: “Sem festas não ficamos”.

A entrevista completa para ouvir no podcast abaixo:

Festas do Povo continuam esta terça-feira ao som dos Bandidos do Cante

As Festas do Povo de Campo Maior continuam esta terça-feira, 11 de agosto, com um programa que tem como principal destaque a atuação dos Bandidos do Cante.

A programação arranca às 21h00, no Palco do Jardim Municipal, com a atuação de Leonor Alegria. Às 21h30, o Projeto de Formação de Música do Município de Campo Maior atua no Largo do Barata.

Os Bandidos do Cante sobem ao palco do Jardim Municipal às 22h15.

A partir das 22h45, o DJ Pekedy anima o Largo do Barata e, às 23h30, Zé Pedro Sousa dá início ao baile no Jardim Municipal, prolongando a animação até às 02h00.

As Festas do Povo de Campo Maior continuam até ao próximo domingo.

Festival Periferias: O Cinema ao Serviço da Amazónia em destaque no Ambiente em FM

O programa Ambiente em FM desta semana dá-nos a conhecer o Festival Internacional de Cinema Periferias, a decorrer até 15 de julho em Marvão e Valência de Alcântara.

O grande destaque da programação ambiental vai para a exibição do documentário Kopenawa: Sonhar a Terra-Floresta, realizado por Marco Altberg e Tainá de Luccas. A obra centra-se no testemunho de Davi Kopenawa Yanomami, um dos mais emblemáticos líderes indígenas na defesa da Amazónia, reunindo também o contributo de diversas personalidades brasileiras.

Através desta narrativa audiovisual, o festival lança um alerta urgente para a destruição da floresta tropical e para os riscos das alterações climáticas para o futuro da humanidade. Além disso, o programa sublinha a importância crucial dos povos originários na conservação da natureza e no equilíbrio dos ecossistemas

Tudo para saber sobre o assunto com José Janela, da Quercus. O programa desta semana para ouvir, na íntegra, no podcast abaixo:

”Tabuleiros de Tomar” desfilaram nas Festas de Campo Maior

Na manhã de domingo, 12 tabuleiros representantes das freguesias do concelho de Tomar desfilaram nas Festas do Povo de Campo Maior.

A iniciativa insere-se no conjunto de parcerias estabelecidas pela Associação das Festas do Povo que trouxe vários festas congéneres de Portugal e Espanha até à vila na edição 2026 das festas das flores campomaiorenses.

“Para um dia de piscina é um preço ótimo”: utilizadores elogiam Piscinas Municipais de Elvas

As Piscinas Municipais de Elvas continuam a ser um dos espaços mais procurados durante o verão, não só para fazer face às temperaturas elevadas, mas também pelas condições que oferecem aos utilizadores. Limpeza, manutenção, zonas de sombra, ambiente e preços acessíveis são alguns dos aspetos mais valorizados por quem frequenta o recinto.

Marta Conceição, que trabalha no espaço de restauração das piscinas e aproveita os dias de folga para usufruir do recinto, considera que a higiene é um dos pontos fortes das instalações. “As pessoas conseguem controlar aqui minimamente a higiene, tanto da água como da relva, do piso e das casas de banho”, afirma, acrescentando que existe uma preocupação constante em manter o espaço limpo.

Entre os utilizadores encontram-se também jovens integrados no programa de Ocupação Municipal de Tempos Livres (OMTL) da Câmara Municipal de Elvas. Rodrigo Ribeiro escolheu desenvolver a sua atividade nas Piscinas Municipais e destaca o contacto diário com quem frequenta o recinto. “Há muita gente de fora do país, de Badajoz e assim”, refere, explicando que a maioria dos visitantes já conhece o espaço e que a equipa procura adaptar-se a todos os utilizadores.

O ambiente vivido nas piscinas é outro dos aspetos destacados pelos frequentadores. Mariana Catita, utilizadora habitual do recinto, considera que “o ambiente está belíssimo” pelas manhãs, e sublinha que os preços praticados tornam o espaço bastante acessível. “Paguei 5,25 euros pela entrada e pela espreguiçadeira. Para um dia de piscina é um preço ótimo”, refere, destacando ainda a existência de várias zonas de sombra.

Com boas condições, um ambiente familiar e valores considerados acessíveis pelos utilizadores, as Piscinas Municipais de Elvas continuam a afirmar-se como uma das principais opções de lazer no concelho, durante a época balnear.