“O Tapete Está na Rua” reforça valorização do património e espera milhares de visitantes em Arraiolos (c/fotos)

A vila de Arraiolos volta a vestir-se de tradição com a iniciativa “O Tapete Está na Rua”, um evento que pretende promover um dos mais emblemáticos símbolos do concelho e atrair milhares de visitantes até ao próximo domingo.

Ao longo das ruas, janelas e fachadas, os tapetes de Arraiolos assumem um papel de destaque numa celebração que une património, cultura e dinamização económica. Para o presidente da Câmara Municipal de Arraiolos, Jorge Macau, a iniciativa tem vindo a afirmar-se como uma importante montra da identidade local. “As expectativas são sempre altas. Nós procuramos, ano após ano, melhorar e, de facto, as expectativas são de receber milhares e milhares de pessoas a visitarem-nos nos próximos dias, até ao próximo domingo”, afirmou o autarca.

Segundo Jorge Macau, o principal objetivo do evento passa pela valorização do tapete de Arraiolos enquanto expressão cultural única, sem esquecer o impacto positivo que pode gerar na economia do concelho. “O objetivo principal deste evento é a valorização do tapete de Arraiolos enquanto património cultural, enquanto expressão artística e também, de uma forma direta, o contributo para a economia local”, sublinhou.

O presidente da autarquia considera que a iniciativa constitui igualmente uma oportunidade para reforçar a atividade económica ligada ao turismo, ao comércio e ao artesanato local. “Consideramos que pode ser ainda um motor de desenvolvimento da economia local”, acrescentou.

Paralelamente à realização do evento, Jorge Macau destacou os avanços alcançados na proteção e reconhecimento do tapete de Arraiolos, resultado de um trabalho continuado de promoção e salvaguarda deste património. “Nós trabalhamos e desenvolvemos um conjunto de ações com esse propósito mesmo, da valorização e da salvaguarda deste nosso património”, referiu.

O autarca salientou ainda a recente publicação, em Diário da República, do registo de Indicação Geográfica do Tapete de Arraiolos, uma medida que considera fundamental para reforçar a autenticidade e proteção desta arte secular. “Foi publicada no Diário da República a indicação geográfica do tapete. Esta é uma certificação que há muito tempo defendíamos e que pode fazer toda a diferença”, afirmou.

Para Jorge Macau, este reconhecimento surge como um complemento importante ao processo de candidatura da confeção do Tapete de Arraiolos a Património Cultural Imaterial da UNESCO. “Em complemento com a candidatura do processo de confeção do tapete a património imaterial da UNESCO, achamos que conseguimos dar aqui o empurrão que o tapete bem necessita”, concluiu.

A decorrer até domingo, “O Tapete Está na Rua” promete continuar a atrair visitantes e a afirmar Arraiolos como uma referência nacional na preservação e promoção do seu património artesanal mais emblemático.

Da criatividade à passerelle: seniores da CURPI brilham em desfile inspirado nas flores de Campo Maior

A Academia Sénior da Comissão Unitária de Reformados, Pensionistas e Idosos (CURPI) de Campo Maior encerrou mais um ano letivo com uma iniciativa original e cheia de criatividade: um desfile de moda onde as alunas apresentaram vestidos elaborados inteiramente em papel, inspirados nas tradicionais Festas do Povo.

O evento reuniu amigos e convidados, entre os quais os alunos da Universidade Sénior de Fronteira, que se deslocaram a Campo Maior para assistir ao espetáculo. Entre as modelos esteve também a presidente da CURPI, Anselmina Caldeirão, que desfilou com um vestido de noiva igualmente concebido em papel.

A responsável destacou o empenho e dedicação das participantes na concretização do projeto.“Este ano, como é ano de Festas das Flores e tudo é feito em papel, o nosso projeto foi, de facto, fazer estes vestidos maravilhosos, com toda a qualidade, que foram feitos com muito amor. Elas prestaram-se a fazer esta passagem de modelos, que correu lindamente, como todos puderam assistir”, afirmou.

Anselmina Caldeirão aproveitou ainda para agradecer a presença da “comitiva” de Fronteira: “Quero agradecer à Clarisse, presidente da Junta de Freguesia de Fronteira, que trouxe a Academia Sénior de Fronteira para assistir a este espetáculo”. Após o desfile, cantaram-se as saias e declamou-se poesia, com alunas, professoras e convidados a partilharem um lanche.  

Apesar do término das atividades letivas regulares, a presidente da instituição garantiu que a CURPI continuará a promover momentos de convívio e ocupação para os seus utentes. “É um período agora um pouco difícil para algumas destas senhoras que frequentam a nossa academia, mas a CURPI continua aberta. Não há aulas com horário normal, mas podem vir à CURPI, eu estou cá, podem vir almoçar, podem vir lanchar. Há de haver imensas atividades ainda assim”, explicou. Entre as iniciativas previstas estão uma sardinhada, na Enxara, marcada para o próximo dia 12, e uma visita ao concelho de Fronteira, reforçando a ligação entre as duas academias seniores.

A acompanhar os alunos de Fronteira esteve a presidente da Junta de Freguesia de Fronteira, Clarisse Silveira, que enalteceu a receção e o espetáculo proporcionado pela CURPI. “Foi um convite da Anselmina para dar a conhecer, no fundo, Campo Maior, a Academia e os fatos que elas iriam usar neste espetáculo. Campo Maior é, sem dúvida, a terra das flores e ver hoje este espetáculo fantástico foi para nós muito gratificante”, referiu.

A autarca confirmou ainda a intenção de regressar a Campo Maior durante as Festas do Povo e deixou também um convite aos campomaiorenses para visitarem Fronteira. Clarisse Silveira destacou igualmente a importância das academias seniores no combate ao isolamento social da população mais idosa.

O desfile marcou o encerramento simbólico de mais um ano de atividades da Academia Sénior da CURPI, numa celebração que aliou criatividade, tradição e convívio, reforçando o papel da instituição na promoção do envelhecimento ativo e da inclusão social.

Programa de Discos Pedidos não será transmitido amanhã

O programa de Discos Pedidos da Rádio Nova Antena 101.3 FM, Rádio Elvas 91.5 FM e Rádio Campo Maior 95.9 FM não será emitido amanhã, dia 4 de junho.

Reconhecido pela forte participação dos ouvintes, através de pedidos musicais e dedicatórias, o espaço é um dos programas mais acompanhados das três rádios, reunindo diariamente centenas de ouvintes em torno da música e das mensagens dirigidas a familiares e amigos.

Apesar desta alteração, a programação das emissoras decorrerá normalmente, com a habitual oferta de informação, música e entretenimento ao longo do dia.

A Rádio Nova Antena, a Rádio Elvas e a Rádio Campo Maior agradecem a compreensão dos ouvintes.

Alentejo avança com rede pioneira de hotéis literários e prevê primeiras acreditações até ao final do ano

A Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo está a desenvolver uma rede pioneira de hotéis literários no Alentejo, num projeto que pretende reforçar a diferenciação turística da região através da ligação entre alojamento, literatura e identidade cultural.

A iniciativa, apresentada recentemente em Évora a mais de duas dezenas de unidades hoteleiras, já conta com as primeiras inscrições e poderá ter os primeiros hotéis acreditados até ao final do ano.

O anúncio foi feito por José Manuel Santos, presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, que destacou o trabalho realizado nos últimos anos na valorização do turismo literário na região. “Temos feito um trabalho de valorização dos recursos associados ao turismo literário. O Alentejo é uma região que, felizmente, é berço de muitos escritores que escreveram muito sobre a região, mas também um território que atraiu autores que, não sendo daqui, têm hoje os seus projetos literários centrados no Alentejo”, afirmou.

Segundo o responsável, existem atualmente mais de 30 produtos de turismo literário em funcionamento no território alentejano. Entre eles está o roteiro “Levantado do Chão”, inspirado na obra de José Saramago, que liga Montemor-o-Novo a Évora e que será promovido em julho na Feira de Turismo Literário de Paraty, no Brasil.

José Manuel Santos explicou que o novo projeto dos hotéis literários resulta de um trabalho conjunto com o Turismo de Portugal e assenta na criação de um referencial técnico específico para acreditação das unidades aderentes. “É um projeto pioneiro em Portugal e agora já estamos a trabalhar nessa fase. Já temos as primeiras inscrições feitas e esperamos, até ao final do ano, poder ter os primeiros hotéis literários acreditados”, revelou.

Os critérios definidos incluem requisitos obrigatórios e opcionais. Entre as exigências principais estão a aposta clara no conceito de turismo literário, a existência de uma pequena biblioteca, programação cultural regular — como tertúlias e ações de valorização literária — e a ligação da unidade hoteleira a um escritor ou corrente literária. “Os requisitos obrigatórios são o hotel apostar no conceito de turismo literário, ter uma pequena biblioteca, ter uma programação regular ao longo do ano e estar associado a um escritor ou a uma corrente literária”, explicou.

Já os requisitos opcionais passam pela integração entre literatura e gastronomia, bem como pela adaptação da decoração dos hotéis ao universo literário escolhido.

De acordo com o presidente da Entidade Regional de Turismo, este segmento está a despertar um interesse crescente junto dos mercados internacionais, com destaque para Itália, França e Brasil. “É um produto que está a ter muita procura, especialmente de alguns mercados internacionais. Salientaria o mercado italiano, francês e muito o mercado brasileiro”, sublinhou.

Para José Manuel Santos, esta aposta permitirá reforçar a identidade cultural do Alentejo e consolidar a região como um destino turístico diferenciador, tanto em Portugal como no estrangeiro.

Tapete volta às ruas de Arraiolos para cinco dias de festa e celebração

O Tapete de Arraiolos, tradicionalmente bordado no concelho, é um símbolo de identidade cultural e um motor de desenvolvimento local. Com o evento “O Tapete está na Rua”, visitantes e moradores têm possibilidade de apreciar de perto, entre hoje e domingo, de 3 a 7 de junho, este património ancestral que se transmite de geração em geração.

Segundo Jorge Macau, presidente da Câmara Municipal de Arraiolos, na edição deste ano, “os objetivos estratégicos do evento são a valorização, salvaguarda e promoção deste património cultural, a dinamização da economia local envolvendo todos os agentes económicos e a afirmação de Arraiolos como destino cultural capaz de atrair novos públicos”.

O evento oferece a oportunidade de contacto direto com as bordadeiras, fortalecendo a tradição viva do concelho. Como destaca Jorge Macau, “o evento tem um papel determinante na valorização e preservação deste património, ao dar visibilidade ao saber-fazer e contribuir para o reconhecimento do Tapete de Arraiolos enquanto elemento identitário de elevado valor cultural”.

Um marco histórico recente foi a certificação do Tapete de Arraiolos pelo IEFP, que limita a produção deste património ao concelho. “A questão da certificação do tapete foi um processo demoroso e muito complexo, e foi com bastante agrado que vimos esta decisão do IEFP através deste despacho provisório. Consideramos que se trata de um passo importante para a valorização e salvaguarda do Tapete de Arraiolos”, afirma ainda o autarca.

Com estas iniciativas, Arraiolos não só preserva a sua história e cultura, como também reforça a economia local e consolida a sua posição como destino turístico e cultural de excelência, capaz de atrair públicos diversos e valorizar o património imaterial da região.

Hoje, na primeira noite do evento, é Carolina Deslandes quem sobe ao palco. Por esta edição de “O Tapete está na Rua” vão passar também Os Quatro e Meia (4 de junho), Terras de Rayo (dia 5), ÁTOA (dia 6) e Teresinha Landeiro (dia 7).

Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre aposta no turismo de natureza e lança novo curso técnico

A Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre (EHTP) encerra o ano letivo 2025/26 com 97 alunos e prepara-se para assinalar o seu 18.º aniversário com novidades na oferta formativa. Em entrevista à Rádio Elvas, o diretor da instituição Nuno Miranda fez o balanço das atividades, anunciou a abertura do novo curso de Técnico de Turismo e destacou a aposta em formações “fora da caixa”, como o birdwatching, para atrair visitantes de maior poder económico ao Alentejo.

O ano letivo que agora termina é classificado pela direção da EHTP como globalmente positivo, sustentado pela dedicação dos alunos, que são “o foco da atividade”. Atualmente, a instituição conta com 97 estudantes, distribuídos entre o nível 4 (equivalente ao secundário com dupla certificação, cerca de 40%) e o nível 5 (pós-secundário, cerca de 60%).

No nível 5, a vertente internacional assume um peso esmagador: “Cerca de 70% são alunos internacionais, que vêm maioritariamente dos PALOP (Países Africanos de Língua Portuguesa) fazer a sua formação e depois seguem para o mercado de trabalho. Muitos até se mantêm por Portugal e fazem falta na nossa economia”, revela o responsável.

Novo curso de Técnico de Turismo abre horizontes

Historicamente focada nas áreas de cozinha, restaurante e bar, a única escola de hotelaria da rede sediada no interior do país vai alargar o seu leque formativo já no próximo ano letivo, introduzindo uma resposta que escasseava na região.

“Vamos abrir o curso técnico de turismo. É uma resposta que não existe aqui, quer em Portalegre, quer nos concelhos à volta. Vamos apostar para ver se conseguimos ter pelo menos 15 alunos para arrancar com a turma já este ano”, avança o diretor Nuno Miranda, lembrando que o turismo representa já mais de 12% do PIB nacional e é um motor crucial na criação de emprego.

O responsável lamenta, contudo, que Portugal ainda apresente níveis de certificação profissional muito abaixo da média europeia (cerca de 40% face aos 70% registados no norte da Europa), justificando a importância estratégica da EHTP.

Birdwatching e o turismo que “gasta mais dinheiro”

Para além da formação inicial, a escola tem expandido o seu raio de ação na formação contínua de ativos, abrangendo agora os distritos de Portalegre, Évora, o norte de Beja e, recentemente, uma fatia significativa de Castelo Branco. É nesta área que a instituição está a desenhar ofertas direcionadas para nichos de mercado altamente rentáveis, como o curso de observação de aves (birdwatching) no Alto Alentejo, desenvolvido em parceria com a Comunidade Intermunicipal (CIMAA) e os municípios locais.

“Queremos disponibilizar aquilo que está a começar a despontar. Se pensarmos que alguém que seja observador de pássaros traz uma câmara fotográfica que, das mais simples, custa 2 mil ou 3 mil euros, percebemos que são turistas que trazem um valor acrescentado maior”, explica. Sem argumentos de “sol e praia”, o diretor Nuno Miranda defende que o trunfo do interior reside na diferenciação: “O que nós temos para oferecer é um turismo de cultura, de natureza, de sentar à mesa, comer uma boa refeição, um bom vinho, e essas pessoas não se importam de pagar um bocadinho mais se tiverem um bom serviço.”

Emprego garantido e aposta na fixação de talento

Questionado pela Rádio Elvas sobre a procura por parte do setor da hotelaria e restauração, o diretor assegura que o mercado tem capacidade para absorver todos os formandos. “Se tivermos a terminar o ano com 20 ou 25 alunos para ir para estágio, eles todos têm sítio. Mas se tivermos 250, eles todos têm sítio para fazer estágio e grande parte deles tem sítio depois para trabalhar”, garante Nuno Miranda.

Esta dinâmica transforma a escola num polo de atração para territórios de baixa densidade, fixando não só estudantes que optam por permanecer na região após o curso, mas também quadros técnicos e docentes que escolhem Portalegre para assentar arraiais e construir vida.

Entrevista Completa para ouvir às 12.15 horas depois das noticias das 12horas

Antigos militares regressam a Elvas para o 7.º convívio do RI8

Antigos militares oriundos de vários pontos do país voltam a reunir-se, no próximo sábado, 6 de junho, em Elvas, para mais um convívio dedicado à memória e à camaradagem dos tempos passados no extinto Regimento de Infantaria 8 (RI8). A iniciativa, que vai já na sua sétima edição, promete um dia marcado pelo reencontro, pelas recordações e pela confraternização.

João Coré (na imagem), um dos responsáveis pela organização do encontro, a par de Carlos Cambóias, explica que este convívio tem vindo a consolidar-se ao longo dos anos como um momento especial para todos aqueles que passaram pelo RI8. “É o sétimo convívio e temos vindo ao longo destes anos a promover esta iniciativa para reavivar memórias”, refere.

O Museu Militar volta a ser o centro das celebrações, numa escolha que, segundo João Coré, é carregada de simbolismo: “não poderia deixar de ser, porque é emblemático, é simbólico e, também como nos outros anos anteriores, teria que ser aí. É realmente emblemático esse local. Era a casa de todos, onde se reuniam oficiais, sargentos e praças”, sublinha.

O programa deste convívio arranca às 9h15, na Igreja de São Domingos, com uma missa em memória dos militares já falecidos. Segue-se, às 10 horas, uma visita guiada ao Museu Militar, conduzida por José Ribeiro, antigo oficial e profundo conhecedor da história militar de Elvas. “Terá uma história muito importante para contar e coisas desconhecidas que nós não sabíamos”, destaca João Coré. Em simultâneo, os participantes poderão optar por uma visita às antigas instalações do BC-8 (Batalhão de Caçadores 8), do Tribunal Militar e da Casa da Reclusão.

O roteiro inclui ainda visitas à Casa das Barcas e ao Castelo de Elvas, proporcionando aos participantes uma oportunidade para recordar vivências e revisitar alguns dos locais mais marcantes da cidade.

O ponto alto da iniciativa acontece às 13h30, com o almoço-convívio nos claustros do Museu Militar. “Vai ser o ponto alto, onde os militares realmente vão estar unidos e em pleno convívio”, refere o organizador.

Durante o almoço serão ainda homenageados cinco antigos capelões militares: os padres Simões, Tomás, Jerónimo, Jorge e Agostinho, reconhecidos pelo apoio prestado aos militares durante os anos de serviço. “Foram elementos essenciais naquela época dos militares, servindo de ponto de equilíbrio emocional e de aconselhamento aos militares. Acho que é uma homenagem justa”, salienta João Coré.

As inscrições para este sétimo convívio terminam amanhã, quarta-feira, dia 3 de junho, estando disponíveis para o efeito os contactos 962 780 605 (João Coré) e 961 406 842 (Carlos Cambóias).

A entrevista completa a João Coré para ouvir no podcast abaixo:

Grupo Nabeiro assinala Dia dos Sistemas com iniciativas abertas à comunidade

O Grupo Nabeiro vai assinalar, a 8 de junho, o Dia dos Sistemas, uma iniciativa que marca simultaneamente o Dia Mundial do Ambiente e o Dia Mundial da Segurança dos Alimentos.

Com este evento, o Grupo pretende reforçar o seu compromisso com as boas práticas nas áreas do ambiente, segurança alimentar, saúde e segurança no trabalho, qualidade e responsabilidade social, promovendo a sensibilização e o envolvimento das suas partes interessadas.

A iniciativa terá lugar no parque de estacionamento do Centro de Ciência do Café, onde estará patente, ao longo do dia, uma exposição temática dedicada às boas práticas nos diferentes domínios dos sistemas. O objetivo passa por sensibilizar para os riscos associados ao incumprimento destas práticas, quer ao nível da saúde pública e do meio ambiente, quer no contexto da segurança individual no trabalho.

Entre as 10h00 e as 17h00 decorrerá um conjunto de atividades subordinadas ao tema “Todos fazem parte dos Sistemas”, envolvendo participantes de diferentes idades numa dinâmica interativa e educativa.

As atividades incluem jogos e ações de sensibilização sobre temas como a gestão de resíduos de embalagens, resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos, boas práticas de qualidade e segurança alimentar e segurança no trabalho, incentivando a partilha de conhecimento entre gerações. Ao longo do dia, os participantes terão ainda a oportunidade de receber brindes oferecidos pelos parceiros e pelo Grupo Nabeiro.

A iniciativa será dinamizada pela equipa do departamento de Sistemas da Qualidade e Assuntos Regulamentares do Grupo Nabeiro, com o apoio de entidades parceiras, entre as quais a Sociedade Ponto Verde a Eletrão e a Diversey.

Este evento destina-se à população escolar de Campo Maior e aos colaboradores do Grupo Nabeiro, prevendo-se a participação de cerca de 600 pessoas, incluindo aproximadamente 290 crianças, com idades compreendidas entre os três e os 12 anos, provenientes do Centro de Talento Alice Nabeiro e do Agrupamento de Escolas de Campo Maior.

Com esta iniciativa, o Grupo Nabeiro pretende proporcionar um dia de aprendizagem, partilha e convívio, reforçando a importância do contributo de cada um para a construção de um futuro mais sustentável e seguro.

Elvas recebe Festival Internacional de Bandas Filarmónicas do Alto Alentejo no sábado

O centro histórico de Elvas recebe no próximo sábado, dia 6 de junho, mais uma edição do Festival Internacional de Bandas Filarmónicas do Alto Alentejo, uma iniciativa que promete encher as ruas da cidade de música e tradição, reunindo seis bandas filarmónicas numa celebração dedicada à cultura musical e à valorização do património filarmónico da região.

O programa tem início às 17h45, com o desfile das bandas a partir de diferentes pontos do centro histórico até à Praça da República. Pelas 18h15 decorrem as atuações individuais, seguindo-se, às 19h00, uma homenagem a Manuel Caldes e Vilar Pires, com oferta de lembranças às bandas participantes.

Às 19h15 terá lugar a atuação conjunta dos temas “Ó Elvas, Ó Elvas”, de Paco Bandeira, com arranjo de Vilar Pires, e do hino da Federação das Bandas Filarmónicas do Distrito de Portalegre, composto por Sílvio Pleno. O encerramento está marcado para as 19h45, com o desfile conjunto das seis bandas, ao som da marcha “Elvas 2005”, desde a Praça da República até ao Viaduto.

Participam nesta iniciativa a Banda 14 de Janeiro (Elvas), a Filarmónica do Crato, a Banda Filarmónica dos Bombeiros Voluntários de Sousel, a Sociedade Musical Nisense, a Banda Filarmónica do Centro Cultural de Alandroal e a Banda Municipal de Villanueva del Fresno, numa organização da Federação das Bandas Filarmónicas do Distrito de Portalegre, com o apoio da Câmara Municipal de Elvas e da CIMAA.

O festival constitui um momento de afirmação da identidade cultural da região e uma homenagem ao legado de duas figuras incontornáveis da música filarmónica elvense.

Sons do Minho, Némanus, Daniela Mercury e Fernando Daniel na Feira das Atividades Económicas de Arronches

Arronches prepara-se para receber a XV Feira das Atividades Económicas (FAE), que decorrerá entre os dias 9 e 12 de julho, prometendo dinamizar a economia local e proporcionar momentos de convívio, cultura e entretenimento para residentes e visitantes.

O certame, um dos eventos mais importantes do concelho, reunirá expositores de diversos setores de atividade, destacando o tecido empresarial, agrícola, gastronómico e artesanal da região. Ao longo de quatro dias, os visitantes poderão conhecer produtos locais, participar em iniciativas promocionais e desfrutar de uma programação diversificada.

A componente musical volta a ser um dos grandes atrativos da feira. O cartaz de espetáculos inclui atuações de artistas de renome nacional e internacional

Na primeira noite do evento, a 9 de julho (quinta-feira), sobem ao palco os Sons do Minho. Seguem-se, no dia 10 (sexta-feira), os Némanus e, no dia 11 (sábado), Daniela Mercury, uma das maiores referências da música brasileira. O encerramento, a 12 de julho (domingo), ficará a cargo de Fernando Daniel, um dos nomes mais destacados da música portuguesa da atualidade.

A FAE espera uma forte afluência de público, reforçando o seu papel como motor de promoção económica, turística e cultural do concelho de Arronches.