Exposição na Feira da Luz assinala 50 anos da Constituição da República e desafia cidadãos a participar no futuro

A Feira da Luz/Expomor, que está a decorrer em Montemor-o-Novo, acolhe no Pavilhão de Exposições a mostra “Cidadãos do Futuro – Depois da Liberdade, o que fazemos com ela?”, dedicada aos 50 anos da Constituição da República Portuguesa.

Organizada pelo Município de Montemor-o-Novo, a exposição percorre cinco décadas de transformações no país, no Alentejo e no próprio concelho, destacando conquistas nas áreas económica, social, cultural, ambiental e política.

O presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, Carlos Pinto de Sá, considera que a exposição permite recordar uma profunda transformação da sociedade portuguesa, sublinhando a importância do 25 de Abril e da Constituição de 1976. “Estamos aqui a assistir a 50 anos de história, uma mudança extraordinária do país e de Montemor e do Alentejo. Uma mudança para melhor, em que viemos de uma noite negra e alcançámos patamares absolutamente brilhantes”.

Entre os temas abordados estão a criação do poder local democrático, as eleições democráticas e a evolução de áreas como a saúde, a educação e a segurança social.

Carlos Pinto de Sá destaca, em particular, o impacto que a Constituição e as conquistas democráticas tiveram na vida dos portugueses. “Temos aqui o Serviço Nacional de Saúde e o contributo que deu para a melhoria excecional de saúde dos portugueses, ou da educação, em que se abriu a educação a todos, ou da segurança social, enfim, do direito do trabalho”.

Mas a exposição não se limita a olhar para o passado. O próprio conceito de “Cidadãos do Futuro” lança uma reflexão sobre o papel de cada pessoa na construção da sociedade e sobre a importância da participação cívica.

Para o autarca, cada cidadão pode contribuir para uma mudança positiva, seja no concelho, na região ou no país. “Tu podes participar numa mudança para melhor no concelho, na região, no país”.

Carlos Pinto de Sá deixa, por isso, um alerta para os riscos da passividade e da indiferença, defendendo que a participação é essencial para que os cidadãos possam ter influência nas decisões que condicionam o seu futuro. “A indiferença, cruzar os braços, é que pode levar a que outros decidam por nós e decidam coisas que nós não queremos e contra nós”.

A exposição “Cidadãos do Futuro – Depois da Liberdade, o que fazemos com ela? 50 anos da Constituição da República Portuguesa no concelho de Montemor-o-Novo” integra a programação da Feira da Luz/Expomor 2026, que decorre até segunda-feira, dia 7, no Parque de Exposições Municipal.

Elvas: espaço exterior da EB1 de Santa Luzia está a ser requalificado num investimento de 158 mil euros

O espaço exterior da Escola Básica nº 1 de Santa Luzia, em Elvas, está a ser alvo de uma intervenção de requalificação, num investimento que ultrapassa os 150 mil euros.

Segundo o presidente da Câmara Municipal de Elvas, Rondão Almeida, a intervenção surgiu na sequência de uma necessidade identificada pelos encarregados de educação e pela direção do agrupamento de escolas, tendo a obra já entrado em fase de execução.

“Esta promessa que custa nada mais nada menos do que 158.100 euros para a requalificação da envolvente à escola primária de Santa Luzia foi solicitada tanto pelos encarregados da educação, como pela então senhora diretora”, afirma Rondão Almeida.

O presidente da Câmara destacou que a intervenção contempla a criação de um espaço destinado às crianças, nomeadamente para atividades lúdicas durante os períodos de recreio.

“As crianças quando vão entrar, com certeza que encontrarão um espaço lúdico para poderem brincar”, sublinha o autarca.

Apesar de a intervenção ainda se encontrar em curso, o autarca salienta que será necessário aguardar pela conclusão dos trabalhos para avaliar o resultado final da requalificação do parque infantil. “A obra ainda está em meio. Por isso, vamos aguardar para termos a oportunidade de ver como fica esse parque de diversão para as crianças brincarem no intervalo”, afirma.

Rondão Almeida adianta ainda que o objetivo do município passa por replicar este tipo de intervenção noutros estabelecimentos de ensino do concelho, de forma a melhorar as condições oferecidas às crianças. “O nosso objetivo é fazer o mesmo nos outros estabelecimentos de ensino”, remata.

A obra tem um prazo de execução de 90 dias.

Aqueduto da Amoreira é finalista das Novas 7 Maravilhas de Portugal

O Aqueduto da Amoreira é um dos três finalistas nacionais na categoria Grandes Obras da eleição das Novas 7 Maravilhas de Portugal.

O apuramento foi assegurado na semifinal realizada em Sintra este sábado, 5 de setembro, com transmissão em direto na TVI.

O nosso Aqueduto vai agora discutir o título de Nova Maravilha de Portugal com os seus congéneres da Usseira (Óbidos) e Vila do Conde.

Elvas esteve presente em Sintra com uma claque com meia centena de pessoas, da qual fizeram parte o vereador Hermenegildo Rodrigues, em representação do Município, e o guia turístico e poeta popular José Manuel Martins, padrinho da candidatura.

A final das Novas 7 Maravilhas de Portugal está marcada para a noite do próximo sábado, 12 de setembro, de novo na vila de Sintra. Para votar no Aqueduto da Amoreira já pode ligar para o número 761 207 067.

“Mercado Cá da Terra” convida a descobrir os sabores e talentos de Campo Maior

O Município de Campo Maior promove este domingo, dia 6 de setembro, mais uma edição do “Mercado Cá da Terra”. A iniciativa decorre no emblemático Jardim Municipal, localizado na Avenida da Liberdade, entre as 09h30 e as 13h00, com entrada inteiramente gratuita para todo o público. 

O evento, que se realiza habitualmente no primeiro domingo de cada mês, funciona como uma montra privilegiada para a economia local. O mercado contará com a participação ativa de produtores, empresários e artesãos da região, que disponibilizarão uma grande variedade de produtos endógenos e peças de artesanato exclusivas.

Esta iniciativa integrada na estratégia da autarquia visa valorizar o território, apoiar o comércio de proximidade e proporcionar uma manhã de domingo diferente e atrativa para residentes e visitantes.

Ricardo Pinheira destaca importância do setor agrícola para a economia regional e nacional na Feira da Luz/Expomor

O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, Ricardo Pinheiro, destacou a importância do setor agrícola para a economia regional e nacional, durante a sua passagem pela Feira da Luz/EXPOMOR 2026, em Montemor-o-Novo.

Ricardo Pinheiro sublinhou o peso da agricultura no Produto Interno Bruto da região e considerou particularmente relevante a realização da EXPOMOR num concelho que assume um papel de destaque na produção pecuária extensiva em Portugal. “De facto, a agricultura tem um peso extraordinariamente importante naquilo que é o produto interno bruto da região”, afirmou.

O presidente da CCDR Alentejo destacou ainda o contributo do setor para a economia nacional, referindo que representa mais de 18 mil milhões de euros do PIB português.

Para Ricardo Pinheiro, a importância de Montemor-o-Novo enquanto referência da produção extensiva de gado justificou a sua presença no certame, onde fez uma avaliação positiva daquilo que encontrou. “Fiz aquilo que era a minha análise em relação a tudo aquilo que aqui está feito, montado, mas com enorme satisfação com aquilo que acabei de ver”, afirmou.

O responsável destacou também a parceria existente entre a Câmara Municipal de Montemor-o-Novo e a APORMOR, considerando-a particularmente relevante no atual contexto de preparação do próximo quadro financeiro plurianual. “Fundamentalmente esta parceria entre a autarquia e a APORMOR parece-me particularmente importante numa altura em que a CCDR prepara claramente aquilo que é o próximo quadro financeiro plurianual”, afirmou.

Neste âmbito, Ricardo Pinheiro defendeu que a dimensão da gestão dos fundos destinados à agricultura deve estar integrada na estratégia da CCDR Alentejo, em articulação com os municípios. “E onde a dimensão da gestão dos fundos da agricultura devem estar englobados naquilo que é a visão também da CCDR Alentejo, em colaboração estreita com as autarquias”, acrescentou.

O presidente da CCDR Alentejo considerou ainda que a EXPOMOR é um dos certames de referência da região, pelo trabalho desenvolvido em torno da agricultura e da atividade agropecuária. “A APORMOR é um dos certames por excelência que o Alentejo tem e faz todo o sentido que a CCDR aqui esteja representada”, afirmou.

Ricardo Pinheiro defendeu, por isso, uma presença da CCDR Alentejo não apenas nas dimensões tradicionais do certame, mas também através de um acompanhamento mais próximo dos eventos que promovem, analisam e estudam a importância do setor agrícola e agropecuário para o conjunto da região.

Aqueduto da Amoreira perto de garantir lugar na final nacional das Novas 7 Maravilhas de Portugal

O Aqueduto da Amoreira enfrenta, na noite deste sábado, 5 de setembro, mais uma etapa decisiva na eleição das Novas 7 Maravilhas de Portugal, na categoria de Grandes Obras.

Depois de conquistar a vitória na final regional, no passado fim de semana, o monumento emblemático de Elvas está agora entre os sete semifinalistas nacionais da categoria, numa lista que reúne um total de 49 monumentos e obras, sete por cada uma das sete categorias a concurso.

As votações para a semifinal nacional continuam abertas. Para votar no Aqueduto da Amoreira, basta ligar para o número 761 207 067, sendo que cada chamada corresponde a um voto e tem o custo de 1 euro + IVA.

A gala da semifinal nacional realiza-se este sábado, a partir das 21h30, no Palácio da Vila, em Sintra, e será transmitida em direto pela TVI. A final está marcada para o sábado seguinte, dia 12.

Com o apoio dos elvenses e de todos os que reconhecem o valor histórico e patrimonial do monumento, o Aqueduto da Amoreira procura dar mais um passo rumo à consagração como uma das Novas 7 Maravilhas de Portugal.

Arkus volta a iluminar o património de Elvas com milhares de velas a 12 de setembro

associação juvenil Arkus promove, a 12 de setembro, a segunda edição do evento “Elvas Iluminada”, uma iniciativa que pretende dar a conhecer o património da cidade através de um percurso noturno iluminado por milhares de velas, acompanhado por momentos de música e animação.

Depois do sucesso alcançado na estreia da iniciativa, em 2025, a organização prepara uma edição reforçada, com mais espaços abrangidos, maior diversidade de artistas e algumas alterações ao formato, fruto da experiência adquirida.

Segundo o presidente da Arkus, Carlos Beirão, a primeira edição, em 2025, superou largamente as expectativas da organização. “Quando organizámos a primeira edição, não sabíamos qual seria a adesão. Estávamos à espera de cerca de 100 a 150 pessoas e acabaram por aparecer mais de 500 ou 600, o que nos obrigou a alterar algumas coisas no próprio momento”, recorda.

Com base nessa experiência, a associação prepara agora algumas melhorias para a nova edição do evento. “Vamos mudar determinados horários e algumas atividades, ampliar os espaços e contar com muito mais atores e músicos, para que a visita pela cidade seja mais completa e as pessoas desfrutem ainda mais da experiência”, explica.

A iluminação continuará a ser um dos elementos centrais do evento, devendo ser utilizadas mais de cinco mil velas. No entanto, por questões de segurança, haverá uma novidade: parte da iluminação será feita com velas elétricas.

“Para evitar riscos, sobretudo tendo em conta o património tão valioso que temos, vamos alternar velas elétricas com as tradicionais. No ano passado arriscámos bastante e, felizmente, não aconteceu nenhum incidente, mas queremos prevenir qualquer eventualidade”, afirma Carlos Beirão.

O responsável sublinha que “Elvas Iluminada” pretende proporcionar uma forma diferente de descobrir a cidade. “Há muitas pessoas que nunca viram os monumentos de Elvas iluminados durante a noite. Queremos dar a conhecer não só o património, mas também uma visão diferente da cidade.”

À semelhança da edição anterior, a Arkus volta a contar com o envolvimento do tecido associativo e empresarial do concelho. O presidente da associação destaca que a iniciativa só é possível graças ao trabalho conjunto de diversas entidades. “Todas as atividades que fazemos têm como objetivo dinamizar a cidade. Quem ganha é Elvas. Contamos novamente com o apoio das empresas e das associações parceiras e amigas, porque cada uma contribui com aquilo que sabe fazer. Sem essa colaboração, não conseguiríamos levar este evento por diante”, salienta.

A organização espera repetir o êxito da primeira edição, apostando numa experiência ainda mais enriquecedora para residentes e visitantes, através da valorização do património histórico e cultural de Elvas.

Campo Maior abre inscrições para os Projetos de Formação Artística 2026/2027

O Município de Campo Maior volta a promover, no ano letivo 2026/2027, os seus Projetos de Formação Artística, uma iniciativa que, há mais de uma década, tem proporcionado a centenas de campomaiorenses, de todas as idades, a oportunidade de desenvolver competências em diferentes áreas das artes do palco.

As inscrições para a nova edição já estão abertas e são gratuitas, podendo ser realizadas online, através de formulário próprio (aqui), ou presencialmente no Centro Cultural de Campo Maior.

Nesta edição, os projetos abrangem quatro áreas de formação: Ballet Clássico, Viola, Dança Oriental e Teatro (Entre Palcos). Os horários das respetivas aulas serão divulgados posteriormente.

A iniciativa pretende continuar a aproximar a comunidade das diferentes expressões artísticas, proporcionando uma oferta formativa diversificada e acessível à população.

No âmbito dos Projetos de Formação Artística, os participantes podem subscrever um seguro de acidentes pessoais, com um custo anual de cinco euros e uma franquia de 50 euros.

A subscrição do seguro é opcional. Quem optar por não o subscrever terá, obrigatoriamente, de entregar um Termo de Responsabilidade, através do qual o utente ou o respetivo encarregado de educação declara abdicar do seguro.

O cumprimento de uma destas duas condições — subscrição do seguro ou entrega do Termo de Responsabilidade — é obrigatório para a frequência das aulas.

Apoio à Bilha Solidária prolongado, mas DECO defende medida estrutural

O Governo prolongou o apoio da Bilha Solidária até meados deste mês de setembro. A medida, que estava prevista terminar a 30 de junho, foi estendida pela ministra do Ambiente e Energia, mantendo a comparticipação excecional de 25 euros por botija de gás.

Destinado aos consumidores economicamente mais vulneráveis para a aquisição de gás de botija, este subsídio — que cobre até duas botijas por mês com um teto máximo de 12 por ano — representa um alívio financeiro imediato e crucial para milhares de famílias que utilizam este recurso essencial para cozinhar e aquecer água.

Apesar de a DECO acolher a decisão de forma positiva, a associação deixa um alerta crítico sobre a natureza desta ajuda, sublinhando que a sucessão de prolongamentos temporários apenas mascara uma necessidade que é permanente no quotidiano das famílias mais desfavorecidas.

Para a DECO, torna-se urgente debater e implementar uma solução estrutural e definitiva, em vez de continuar a depender de medidas provisórias que deixam os consumidores em constante situação de instabilidade energética.

Tudo para saber sobre o assunto na edição desta semana da rubrica da DECO, com Helena Guerra, do Gabinete de Inovação e Projetos da Associação para a Defesa do Consumidor. Para ouvir no podcast abaixo:

Ciência, humanismo e inteligência artificial em debate na V Conferência Manuel Ferreira Patrício

O Centro de Ciência do Café, em Campo Maior, voltou a reunir, esta sexta-feira, 4 de setembro, profissionais da área da educação para a V Conferência Manuel Ferreira Patrício, uma iniciativa promovida pela associação Coração Delta.

Sob o tema Ciência e Humanismo: Curiosidade e sabedoria em ação”, a conferência propôs uma reflexão sobre a relação entre ciência e educação, num contexto marcado pelo avanço da inteligência artificial, pela desinformação e pela necessidade de reforçar o pensamento crítico na formação das novas gerações.

Mais do que um espaço de debate sobre os desafios atuais da educação, a conferência assumiu, uma vez mais, um caráter de homenagem a Manuel Ferreira Patrício, antigo reitor da Universidade de Évora e diretor pedagógico do antigo Centro Educativo Alice Nabeiro, hoje designado de Centro de Talentos Alice Nabeiro.

João Manuel Nabeiro, presidente da comissão organizadora e Chairman do Grupo Nabeiro, recorda-o como “um grande professor e filósofo”, mas, acima de tudo, como “um grande homem”.

“Tocou-me profundamente, nos meus 15, 16 e 17 anos, quando estava no Liceu Nacional de Évora e vivenciei com ele esses três anos na mesma casa. Depois disso, foi um homem que se dedicou, obviamente, ao ensino, chegou a reitor da Universidade de Évora, e nesses anos todos teve sempre um papel extremamente importante naquilo que é a nossa vida comunitária, principalmente, na sua dedicação à comunidade, através do ensino”, recorda João Manuel Nabeiro.

Também Rita Nabeiro, presidente da associação Coração Delta e administradora executiva do Grupo Nabeiro, destacou a importância de manter viva a memória de Manuel Ferreira Patrício, sublinhando, ao mesmo tempo, o propósito da conferência de contribuir para o debate em torno dos temas mais atuais da educação e da ciência.

Com a participação de alguns dos nomes de referência destas áreas em Portugal, a iniciativa coloca este ano particular ênfase na inteligência artificial e no equilíbrio necessário entre o desenvolvimento tecnológico e a dimensão humana do ensino.

O presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Luís Rosinha, saudando a realização da conferência, destaca a atualidade do tema escolhido, “já muito orientada para a questão da inteligência artificial”, mas também o pensamento de Manuel Ferreira Patrício, que considera “um pensador muito à frente do seu tempo”. “Ele já refletia sobre muitas destas matérias que nós iremos hoje aqui abordar”, assegura o autarca.

Na sessão esteve também presente Ricardo Pinheiro, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, que confessou, em declarações à Rádio ELVAS/Rádio Campo Maior, a sua admiração pelo percurso de Manuel Ferreira Patrício, recordando que o professor foi também presidente da CCDR. A ligação entre ambos, explica Ricardo Pinheiro, ultrapassa essa dimensão institucional: foi Manuel Ferreira Patrício quem escreveu o seu primeiro discurso político, na altura em que se candidatava à presidência da Câmara Municipal de Campo Maior.

A sessão de abertura da V Conferência Manuel Ferreira Patrício esteve a cargo de João Manuel Nabeiro, após um momento musical protagonizado pelo grupo Ensemble Milhões. O encerramento, ao final da tarde, fica a cargo de Rita Nabeiro e Luís Rosinha.

Ao longo do dia, a conferência, apresentada por Rui Maria Pêgo, conta, entre outros, com as participações da ex-ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Elvira Fortunato, de Luís Sebastião, professor associado do Departamento de Pedagogia e Educação da Universidade de Évora, e de José Eduardo Franco, professor responsável pela Cátedra UNESCO do Centro de Estudos Globais da Universidade Aberta.