O programa Ambiente em FM desta semana dá a conhecer o primeiro Guia de Campo dos Cágados de Portugal, uma nova ferramenta destinada a ajudar a população a identificar estes répteis de água doce. Descubra a importância de proteger as espécies nativas e saiba quais são as principais ameaças que estes animais enfrentam no nosso território.
Portugal acolhe onze espécies de tartarugas de água doce, mas apenas duas são autóctones: o cágado-de-carapaça-estriada e o cágado-mediterrânico. A introdução de espécies exóticas por ação humana representa um dos maiores perigos para estes animais, uma vez que o surgimento de populações invasoras gera uma competição direta por alimento e abrigo, empurrando os cágados nativos para o declínio. Somam-se a este cenário adverso outros riscos graves como a poluição, o atropelamento e a destruição contínua das zonas húmidas. O agravamento das alterações climáticas, acompanhado por períodos prolongados de seca e temperaturas elevadas, ameaça reduzir ainda mais os ecossistemas aquáticos fundamentais para a sobrevivência e reprodução destas espécies
Tudo para saber sobre o assunto com José Janela, da Quercus. O programa desta semana para ouvir, na íntegra, no podcast abaixo:
Afonso Pires, de Elvas, concluiu o ensino secundário com uma média de 19,4 valores, um resultado que lhe abriu as portas para qualquer opção no ensino superior.
Antigo aluno da Escola Secundária de D. Sancho II, o jovem elvense vai agora prosseguir os estudos na capital, onde ingressou na licenciatura em Matemática Aplicada à Economia e à Gestão, no Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) da Universidade de Lisboa. A escolha surge depois de ponderar várias áreas, entre elas Engenharia Aeroespacial e Medicina, num processo de decisão que, confessa, não foi fácil.
Em entrevista à Rádio ELVAS, Afonso admite que, quando entrou no ensino secundário, nunca imaginou alcançar uma classificação final tão elevada. “Nunca pensei de início, quando cheguei ao secundário, que iria acabar com esta média”, confessa. O resultado foi fruto, segundo explica, de muito trabalho e de uma estratégia de estudo organizada, mas também da capacidade de encontrar um equilíbrio entre a escola e a vida pessoal.
“Procurei sempre trabalhar bastante, estudar, embora sempre tentando estudar de maneira minuciosa, estudar aquilo que é preciso e saber também gerir o tempo livre”, afirma.
Para Afonso, estudar muitas horas não é, por si só, garantia de bons resultados. O jovem considera fundamental manter uma vida equilibrada, com espaço para convívio e outras atividades. “Não podemos limitar-nos a estudar porque isso prejudica-nos. É preciso que mantenhamos uma vida social e outras atividades para conseguirmos ter mais energia para estudar e conseguir melhores resultados”, defende.
Uma evolução ao longo do secundário
Embora já fosse um bom aluno no terceiro ciclo, Afonso reconhece que a entrada no secundário representou uma mudança significativa. O novo ritmo de trabalho e a importância das classificações na construção da média trouxeram inicialmente algumas dúvidas.
Ainda assim, o percurso foi de crescimento contínuo. As notas foram melhorando do 10.º para o 11.º ano e, posteriormente, para o 12.º ano, até atingir os 19,4 valores finais. O jovem rejeita, por isso, a existência de uma “fórmula mágica” para alcançar bons resultados.
“Cada um de nós tem que se adaptar àquilo que melhor resulta para cada um. Não há um método universal que resulte para toda a gente”, considera.
A pressão para manter as classificações, essa sim, acabou por fazer parte do percurso. Mas Afonso garante que nunca sentiu uma exigência especial por parte dos pais. “A pressão que depois eventualmente senti é a pressão de manter as notas”, explica.
Entre Matemática, Letras e muitas dúvidas
Com uma média de 19,4 valores, Afonso tinha praticamente todas as portas abertas. A escolha do curso acabou, porém, por não ser fácil.
O jovem elvense sempre revelou interesse por áreas distintas, tanto pelos números como pelas letras, o que tornou a decisão ainda mais complexa.
Entre as possibilidades esteve a Engenharia Aeroespacial, área pela qual sente interesse, e até Medicina, uma opção frequentemente associada aos alunos com médias muito elevadas.
No entanto, acabou por concluir que a área da Saúde não correspondia tanto à sua vocação e teve também algumas reservas quanto à possibilidade de seguir Engenharia Aeroespacial.
A escolha recaiu no curso de Matemática Aplicada à Economia e à Gestão, sobretudo pela sua versatilidade. “Escolhi este curso pelo facto de ter uma grande versatilidade de saídas e ter realmente várias hipóteses que posso vir a seguir no futuro”, explica.
Consultoria, análise de risco, economia, gestão e até áreas relacionadas com a matemática e investigação estão entre as possibilidades profissionais que o curso poderá proporcionar.
“O importante é seguirmos o nosso sonho”
Afonso deixa também uma mensagem para outros jovens que, perante uma média elevada, possam sentir-se pressionados a escolher um determinado curso superior. Na sua perspetiva, ter boas notas não deve significar seguir obrigatoriamente Medicina, Engenharia ou outra área tradicionalmente associada ao sucesso escolar.
“O que é importante é seguirmos o nosso sonho, a nossa vocação, aquilo que achamos que é melhor para nós”, sublinha.
O próprio é exemplo dessa indecisão. Apesar do excelente desempenho escolar, admite que chegou ao final do secundário sem ter uma profissão ou área perfeitamente definida. Quando era criança chegou a imaginar-se ator, mas nunca teve uma ideia concreta sobre aquilo que queria fazer no futuro.
Afonso considera que esta dificuldade é natural, tendo em conta a idade dos jovens quando são chamados a tomar uma das primeiras grandes decisões sobre o seu futuro.
Uma nova etapa em Lisboa
A entrada no ensino superior representa agora uma mudança significativa. Afonso já esteve em Lisboa, onde teve os primeiros contactos com a nova realidade académica durante a semana de receção.
A primeira impressão foi positiva e o jovem mostra-se confiante para enfrentar a nova etapa, embora reconheça o inevitável nervosismo perante uma mudança tão importante. “É uma mudança muito grande nas nossas vidas”, afirma.
Quanto ao futuro depois da licenciatura, todas as hipóteses continuam em aberto. Ficar em Portugal, procurar uma oportunidade no estrangeiro, permanecer em Lisboa ou regressar ao Alentejo são possibilidades que Afonso ainda não exclui.
Por enquanto, prefere seguir uma etapa de cada vez. A licenciatura será apenas o primeiro passo, podendo depois optar por diferentes mestrados e áreas de especialização.
Sem fórmulas mágicas, sem uma profissão previamente definida e sem medo de admitir dúvidas, Afonso Pires inicia assim uma nova etapa com uma certeza: há muitas portas abertas e tempo para descobrir qual delas quer atravessar.
As candidaturas às Bolsas de Estudo do Município de Campo Maior para o ano letivo 2026/2027 abrem no próximo dia 15 de setembro, com o Município a reforçar o apoio aos jovens do concelho que frequentam o ensino superior.
A Câmara Municipal de Campo Maior aprovou a atribuição de cem bolsas de estudo, sendo que cada bolsa terá um valor de 750 euros, o que corresponde a 75 euros ao longo de dez meses.
O presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Luís Rosinha, destaca a importância desta medida para os jovens e para as famílias do concelho. “Vamos abrir à mesma cem bolsas de estudo, à semelhança dos últimos dois anos letivos, num valor que ascenderá mais ou menos a 750 euros por bolsa”, afirma o autarca, acrescentando que o Município decidiu, uma vez mais, contemplar “todas as vertentes universitárias, desde CTeSP a licenciaturas e mestrados”.
Luís Rosinha deixa ainda um apelo aos estudantes para que apresentem as suas candidaturas. “Concorram, que o município terá todo o gosto de ajudar os jovens campomaiorenses, numa medida que cobre praticamente aquilo que são os valores das propinas universitárias”, sublinha.
O presidente da Câmara admite, por outro lado, que o Município gostaria de ir além das cem bolsas previstas, caso o número de candidaturas o justifique. “Gostávamos muito de até ultrapassar o valor das cem bolsas atribuídas”, refere, garantindo que a autarquia aguarda “as candidaturas de todos”.
Para Luís Rosinha, este apoio representa uma forma concreta de acompanhar os jovens do concelho na passagem para o ensino superior, para além de um importante auxílio às famílias. “É com muito orgulho que o Município de Campo Maior apoia os seus jovens da transição para o ensino superior numa medida que é muito ativa, que é muito boa para as famílias, porque é um apoio muito digno”, conclui.
Das cem bolsas disponíveis, 50 serão destinadas a estudantes de Licenciatura e Mestrado, enquanto as restantes 50 serão atribuídas a alunos que frequentem Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP) e Cursos de Especialização Tecnológica (CET).
As candidaturas podem ser apresentadas no Balcão de Inclusão do Município de Campo Maior, entre 15 de setembro e 2 de novembro.
O Forte da Graça recebe, nos dias 8 e 20 de setembro, duas visitas guiadas especiais, com início marcado para as 10h00, proporcionando aos participantes a oportunidade de conhecer espaços habitualmente menos acessíveis deste monumento elvense.
O percurso contempla a passagem pela cisterna, contraminas, entre outros locais permitindo descobrir alguns dos elementos mais singulares da arquitetura e do sistema defensivo desta fortificação, classificada como Património Mundial pela UNESCO.
A visita do dia 8 de setembro será realizada em espanhol, dirigindo-se especialmente ao público de língua espanhola, enquanto a iniciativa agendada para 20 de setembro decorrerá em português.
A participação, gratuita, está sujeita a inscrição prévia, que poderá ser efetuada diretamente no Forte da Graça, através do endereço eletrónico forte.graca@cm-elvas.pt ou pelo telefone 268 639 741.
A Feira da Luz/Expomor, que está a decorrer em Montemor-o-Novo, acolhe no Pavilhão de Exposições a mostra “Cidadãos do Futuro – Depois da Liberdade, o que fazemos com ela?”, dedicada aos 50 anos da Constituição da República Portuguesa.
Organizada pelo Município de Montemor-o-Novo, a exposição percorre cinco décadas de transformações no país, no Alentejo e no próprio concelho, destacando conquistas nas áreas económica, social, cultural, ambiental e política.
O presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, Carlos Pinto de Sá, considera que a exposição permite recordar uma profunda transformação da sociedade portuguesa, sublinhando a importância do 25 de Abril e da Constituição de 1976. “Estamos aqui a assistir a 50 anos de história, uma mudança extraordinária do país e de Montemor e do Alentejo. Uma mudança para melhor, em que viemos de uma noite negra e alcançámos patamares absolutamente brilhantes”.
Entre os temas abordados estão a criação do poder local democrático, as eleições democráticas e a evolução de áreas como a saúde, a educação e a segurança social.
Carlos Pinto de Sá destaca, em particular, o impacto que a Constituição e as conquistas democráticas tiveram na vida dos portugueses. “Temos aqui o Serviço Nacional de Saúde e o contributo que deu para a melhoria excecional de saúde dos portugueses, ou da educação, em que se abriu a educação a todos, ou da segurança social, enfim, do direito do trabalho”.
Mas a exposição não se limita a olhar para o passado. O próprio conceito de “Cidadãos do Futuro” lança uma reflexão sobre o papel de cada pessoa na construção da sociedade e sobre a importância da participação cívica.
Para o autarca, cada cidadão pode contribuir para uma mudança positiva, seja no concelho, na região ou no país. “Tu podes participar numa mudança para melhor no concelho, na região, no país”.
Carlos Pinto de Sá deixa, por isso, um alerta para os riscos da passividade e da indiferença, defendendo que a participação é essencial para que os cidadãos possam ter influência nas decisões que condicionam o seu futuro. “A indiferença, cruzar os braços, é que pode levar a que outros decidam por nós e decidam coisas que nós não queremos e contra nós”.
A exposição “Cidadãos do Futuro – Depois da Liberdade, o que fazemos com ela? 50 anos da Constituição da República Portuguesa no concelho de Montemor-o-Novo” integra a programação da Feira da Luz/Expomor 2026, que decorre até segunda-feira, dia 7, no Parque de Exposições Municipal.
O espaço exterior da Escola Básica nº 1 de Santa Luzia, em Elvas, está a ser alvo de uma intervenção de requalificação, num investimento que ultrapassa os 150 mil euros.
Segundo o presidente da Câmara Municipal de Elvas, Rondão Almeida, a intervenção surgiu na sequência de uma necessidade identificada pelos encarregados de educação e pela direção do agrupamento de escolas, tendo a obra já entrado em fase de execução.
“Esta promessa que custa nada mais nada menos do que 158.100 euros para a requalificação da envolvente à escola primária de Santa Luzia foi solicitada tanto pelos encarregados da educação, como pela então senhora diretora”, afirma Rondão Almeida.
O presidente da Câmara destacou que a intervenção contempla a criação de um espaço destinado às crianças, nomeadamente para atividades lúdicas durante os períodos de recreio.
“As crianças quando vão entrar, com certeza que encontrarão um espaço lúdico para poderem brincar”, sublinha o autarca.
Apesar de a intervenção ainda se encontrar em curso, o autarca salienta que será necessário aguardar pela conclusão dos trabalhos para avaliar o resultado final da requalificação do parque infantil. “A obra ainda está em meio. Por isso, vamos aguardar para termos a oportunidade de ver como fica esse parque de diversão para as crianças brincarem no intervalo”, afirma.
Rondão Almeida adianta ainda que o objetivo do município passa por replicar este tipo de intervenção noutros estabelecimentos de ensino do concelho, de forma a melhorar as condições oferecidas às crianças. “O nosso objetivo é fazer o mesmo nos outros estabelecimentos de ensino”, remata.
O Aqueduto da Amoreira é um dos três finalistas nacionais na categoria Grandes Obras da eleição das Novas 7 Maravilhas de Portugal.
O apuramento foi assegurado na semifinal realizada em Sintra este sábado, 5 de setembro, com transmissão em direto na TVI.
O nosso Aqueduto vai agora discutir o título de Nova Maravilha de Portugal com os seus congéneres da Usseira (Óbidos) e Vila do Conde.
Elvas esteve presente em Sintra com uma claque com meia centena de pessoas, da qual fizeram parte o vereador Hermenegildo Rodrigues, em representação do Município, e o guia turístico e poeta popular José Manuel Martins, padrinho da candidatura.
A final das Novas 7 Maravilhas de Portugal está marcada para a noite do próximo sábado, 12 de setembro, de novo na vila de Sintra. Para votar no Aqueduto da Amoreira já pode ligar para o número 761 207 067.
O Município de Campo Maior promove este domingo, dia 6 de setembro, mais uma edição do “Mercado Cá da Terra”. A iniciativa decorre no emblemático Jardim Municipal, localizado na Avenida da Liberdade, entre as 09h30 e as 13h00, com entrada inteiramente gratuita para todo o público.
O evento, que se realiza habitualmente no primeiro domingo de cada mês, funciona como uma montra privilegiada para a economia local. O mercado contará com a participação ativa de produtores, empresários e artesãos da região, que disponibilizarão uma grande variedade de produtos endógenos e peças de artesanato exclusivas.
Esta iniciativa integrada na estratégia da autarquia visa valorizar o território, apoiar o comércio de proximidade e proporcionar uma manhã de domingo diferente e atrativa para residentes e visitantes.
O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, Ricardo Pinheiro, destacou a importância do setor agrícola para a economia regional e nacional, durante a sua passagem pela Feira da Luz/EXPOMOR 2026, em Montemor-o-Novo.
Ricardo Pinheiro sublinhou o peso da agricultura no Produto Interno Bruto da região e considerou particularmente relevante a realização da EXPOMOR num concelho que assume um papel de destaque na produção pecuária extensiva em Portugal. “De facto, a agricultura tem um peso extraordinariamente importante naquilo que é o produto interno bruto da região”, afirmou.
O presidente da CCDR Alentejo destacou ainda o contributo do setor para a economia nacional, referindo que representa mais de 18 mil milhões de euros do PIB português.
Para Ricardo Pinheiro, a importância de Montemor-o-Novo enquanto referência da produção extensiva de gado justificou a sua presença no certame, onde fez uma avaliação positiva daquilo que encontrou. “Fiz aquilo que era a minha análise em relação a tudo aquilo que aqui está feito, montado, mas com enorme satisfação com aquilo que acabei de ver”, afirmou.
O responsável destacou também a parceria existente entre a Câmara Municipal de Montemor-o-Novo e a APORMOR, considerando-a particularmente relevante no atual contexto de preparação do próximo quadro financeiro plurianual. “Fundamentalmente esta parceria entre a autarquia e a APORMOR parece-me particularmente importante numa altura em que a CCDR prepara claramente aquilo que é o próximo quadro financeiro plurianual”, afirmou.
Neste âmbito, Ricardo Pinheiro defendeu que a dimensão da gestão dos fundos destinados à agricultura deve estar integrada na estratégia da CCDR Alentejo, em articulação com os municípios. “E onde a dimensão da gestão dos fundos da agricultura devem estar englobados naquilo que é a visão também da CCDR Alentejo, em colaboração estreita com as autarquias”, acrescentou.
O presidente da CCDR Alentejo considerou ainda que a EXPOMOR é um dos certames de referência da região, pelo trabalho desenvolvido em torno da agricultura e da atividade agropecuária. “A APORMOR é um dos certames por excelência que o Alentejo tem e faz todo o sentido que a CCDR aqui esteja representada”, afirmou.
Ricardo Pinheiro defendeu, por isso, uma presença da CCDR Alentejo não apenas nas dimensões tradicionais do certame, mas também através de um acompanhamento mais próximo dos eventos que promovem, analisam e estudam a importância do setor agrícola e agropecuário para o conjunto da região.
O Aqueduto da Amoreira enfrenta, na noite deste sábado, 5 de setembro, mais uma etapa decisiva na eleição das Novas 7 Maravilhas de Portugal, na categoria de Grandes Obras.
Depois de conquistar a vitória na final regional, no passado fim de semana, o monumento emblemático de Elvas está agora entre os sete semifinalistas nacionais da categoria, numa lista que reúne um total de 49 monumentos e obras, sete por cada uma das sete categorias a concurso.
As votações para a semifinal nacional continuam abertas. Para votar no Aqueduto da Amoreira, basta ligar para o número 761 207 067, sendo que cada chamada corresponde a um voto e tem o custo de 1 euro + IVA.
A gala da semifinal nacional realiza-se este sábado, a partir das 21h30, no Palácio da Vila, em Sintra, e será transmitida em direto pela TVI. A final está marcada para o sábado seguinte, dia 12.
Com o apoio dos elvenses e de todos os que reconhecem o valor histórico e patrimonial do monumento, o Aqueduto da Amoreira procura dar mais um passo rumo à consagração como uma das Novas 7 Maravilhas de Portugal.