Vila Viçosa recua no tempo com a V Feira de Inspiração Renascentista: “Fomos o centro da Renascença em Portugal”, afirma Inácio Esperança

A iniciativa decorre no emblemático Castelo de Vila Viçosa e pretende reforçar a identidade histórica da vila e a sua candidatura a Património Mundial.O Castelo de Vila Viçosa volta a ser o palco de eleição para a Feira de Inspiração Renascentista, que este ano cumpre a sua quinta edição. O evento, que tem registado um crescimento sustentado ano após ano, assume-se como uma montra privilegiada para divulgar o património, a história e as tradições locais, atraindo cada vez mais “calipolenses” e visitantes.

Em declarações à Rádio ELVAS, sobre o certame, o Presidente da Câmara Municipal de Vila Viçosa, Inácio Esperança, sublinhou o papel crucial que a vila desempenhou no panorama cultural e político do país.”Vila Viçosa foi o centro da Renascença em Portugal. Não houve outro centro no país tão importante para Portugal, na Renascença, como Vila Viçosa”, defendeu o autarca, lembrando que, numa época em que o país estava sob o domínio Filipino, a corte dos Duques de Bragança funcionou como um farol de centralidade e resistência cultural portuguesa. “Por aqui passaram arquitetos, engenheiros, pintores, músicos de todo o mundo.”

Um Legado de Reis e Rainhas

A feira serve precisamente para evocar as figuras históricas que elevaram o nome da vila além-fronteiras, como o Duque Dom Jaime e os seus descendentes: Dom Teodósio, Dom Teodósio II, Dom João IV (o Restaurador) e a Rainha Catarina de Bragança, nascida na vila e que viria a casar com o rei de Inglaterra.

Segundo Inácio Esperança, o objetivo atual passa por transformar este reconhecimento histórico em distinção oficial: “Nós, hoje queremos elevá-lo a Património Material da Humanidade [da UNESCO], mas ele já foi elevado por todas estas pessoas (Casa de Bragança)”.

Expectativas Altas para a V Edição

Com o evento a afirmar-se no calendário cultural da região, as expectativas para este ano são elevadas. O autarca garante que a iniciativa “renova o compromisso de Vila Viçosa com os calipolenses e com os seus visitantes”, funcionando como um motor de promoção do território.

O convite fica feito a todos os que queiram testemunhar a grandiosidade dos séculos XVI e XVII: “Estão todos convidados para Vila Viçosa ver um bocadinho daquilo que Vila Viçosa foi nos [anos] 1500 e 1600”, concluiu o presidente.

IPP cresce 15% na criação de emprego, mas Luís Loures alerta: subfinanciamento ameaça competitividade

O Instituto Politécnico de Portalegre (IPP) registou um crescimento assinalável no último ano letivo, consolidando a sua atratividade e capacidade de investigação.

Em declarações à Rádio Elvas, o presidente do instituto, Luís Loures, fez um balanço altamente positivo do desempenho do IPP, mas deixou um forte alerta ao Governo sobre o “claro desfavorecimento” financeiro que o ensino superior enfrenta em Portugal face à média internacional.

Do ponto de vista geral, o IPP atravessa um ciclo de forte afirmação regional, nacional e internacional. Segundo Luís Loures, a instituição não se limitou a aumentar o número de estudantes nas suas escolas. “Aumentámos não só o número de alunos, mas também aquela que é a nossa influência, o número de projetos, o financiamento. Ampliámos muito a nossa atratividade e capacidade de investigação, com a contratação de docentes de carreira e investigadores de carreira”, congratula-se o presidente do Politécnico.

Este reforço de quadros tem tido um impacto direto no tecido socioeconómico local, fixando recursos humanos diferenciados: “Estamos a falar de pessoas altamente qualificadas, a maior parte delas que vêm de fora da região, outros que, sendo daqui, acabam por conseguir regressar porque têm, nesta questão deste emprego mais qualificado, uma possibilidade de ter aqui as suas famílias com melhor qualidade de vida.” De resto, os dados estatísticos da instituição traduzem essa dinâmica. “Crescemos em cerca de 15% ao nível daquilo que é a criação de emprego e isso é um número que é assinalável”, destaca.

O aviso ao Governo: “Não se fazem omeletes sem ovos”

Apesar do “ano preenchido e de grandes conquistas”, o líder do Politécnico de Portalegre aponta o subfinanciamento crónico do setor como o principal obstáculo à competitividade das academias portuguesas. Aludindo a dados recentes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, o responsável lembra que o fosso face ao exterior continua a alargar-se.

“Temos batalhado muito no financiamento do ensino superior, que em Portugal continua altamente subfinanciado. Ainda há pouco tempo saiu um relatório novo da OCDE e nós estamos cada vez mais distantes da média”, avisa. Luís Loures concretiza o cenário com dados comparativos: “Estamos a falar de uma diferença entre aquilo que é o financiamento público das instituições de ensino superior em Portugal e a média da OCDE de cerca de 48%.”

Para o presidente do IPP, esta assimetria financeira prejudica o país no xadrez global da captação de talento. “Obviamente que é muito difícil fazer omeletes sem ovos e continuarmos a ser competitivos num cenário de claro desfavorecimento face aos nossos competidores diretos, que não estão em Portugal, como é óbvio, e estão no mundo”, reitera, deixando um apelo direto à tutela: “É muito importante que o Governo rapidamente seja capaz de reverter esta situação. Tem que começar por algum lado. Nós sabemos que Roma e Pavia não se fizeram num dia, mas é preciso começar a inverter este cenário de subfinanciamento.”

Praia das Azenhas d’El Rei no Alandroal renova com orgulho a Bandeira Azul

A Praia Fluvial das Azenhas d’El Rei, no concelho do Alandroal, foi novamente galardoada com a prestigiada Bandeira Azul para a época balnear de 2026. Esta distinção internacional premeia, mais uma vez, a excelência da água, a segurança, a gestão ambiental e as infraestruturas de apoio que tornam este espaço um dos destinos fluviais mais atrativos e sustentáveis da região do Alqueva.

A renovação deste galardão consolida a aposta do município do Alandroal na valorização do seu património natural e no turismo sustentável. Com a Bandeira Azul a hastear novamente, a praia reafirma-se como um símbolo de qualidade e bem-estar, pronta para receber residentes e turistas com os mais elevados padrões de segurança e respeito pelo ambiente.

Fim das moratórias de crédito à habitação: saiba como agir para evitar o incumprimento

Com o término das moratórias de crédito, muitas famílias enfrentam agora o desafio de retomar o pagamento integral das prestações de crédito habitação. A DECO alerta que os consumidores não devem esperar pelo incumprimento: caso detetem dificuldades financeiras, devem contactar de imediato a instituição bancária para acionar mecanismos como o PARI (Plano de Ação para o Risco de Incumprimento), que obriga os bancos a avaliarem a situação do cliente e a apresentarem soluções de reestruturação antes que a dívida se agrave.

As instituições de crédito podem propor medidas como o aumento do prazo do empréstimo, períodos de carência ou a alteração da taxa de juro, procurando adequar a dívida à atual capacidade financeira do agregado. É fundamental recordar que a moratória não significou um perdão de dívida, tendo os juros continuado a vencer e, em muitos casos, a ser capitalizados. Caso o incumprimento já se tenha verificado, o consumidor será integrado no PERSI, um procedimento que força o banco a negociar soluções para evitar a execução imediata do crédito.

Tudo para saber sobre o assunto na edição desta semana da rubrica da DECO, com Helena Guerra, do Gabinete de Inovação e Projetos da Associação para a Defesa do Consumidor. Para ouvir no podcast abaixo:

Lançada primeira pedra da empreitada de ampliação do Lar de Santa Eulália

A primeira pedra da empreitada de ampliação do Lar de Santa Eulália foi lançada ao final da tarde da passada quarta-feira, 3 de junho, numa cerimónia que contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Elvas, José Rondão Almeida, do vice-presidente Nuno Mocinha, da presidente da Direção da Comissão de Melhoramentos do Concelho de Elvas, Patrícia Sardinha, bem como de outros membros da direção da instituição, utentes e convidados.

Antes do momento simbólico do lançamento da primeira pedra, os presentes tiveram oportunidade de conhecer em detalhe o projeto de ampliação, que contempla a construção de um novo edifício e a requalificação de vários espaços do atual lar, permitindo reforçar significativamente a capacidade de resposta desta valência social.

A obra, cujo início está previsto para a próxima semana, representa um investimento de cerca de 1,5 milhões de euros e permitirá criar mais 20 camas para utentes, respondendo às crescentes necessidades da população sénior do concelho. A ampliação irá igualmente possibilitar a criação de novos postos de trabalho, reforçando a equipa que presta apoio diário aos residentes.

Na ocasião, foi recordado que este é um projeto que vinha sendo preparado há já algum tempo e que agora se concretiza, representando um importante passo no reforço da rede de apoio à terceira idade no concelho de Elvas.

O presidente da Câmara Municipal de Elvas, comendador José Rondão Almeida, destacou a importância deste investimento para responder às necessidades atuais da população, sublinhando que “as listas de espera existentes demonstram bem a necessidade de aumentar a capacidade destas instituições. Temos cada vez mais pessoas a necessitar deste tipo de resposta social e é nossa responsabilidade criar condições para que ninguém fique sem o apoio de que necessita”.

O autarca acrescentou ainda que “o reforço da capacidade dos lares do concelho é uma prioridade, não só para garantir mais vagas, mas também para assegurar melhores condições de acolhimento e acompanhamento aos nossos idosos. Este é um investimento que olha para o presente, mas sobretudo para o futuro, tendo em as necessidades que já hoje sentimos no território”.

José Rondão Almeida salientou igualmente o trabalho desenvolvido pela Comissão de Melhoramentos do Concelho de Elvas e por todas as entidades envolvidas na concretização do projeto, considerando que esta ampliação “representa um ganho muito significativo para Santa Eulália e para todo o concelho, permitindo dar uma resposta mais eficaz às famílias que procuram este tipo de apoio”.

Esta intervenção integra uma estratégia mais ampla de reforço das respostas sociais no concelho, estando igualmente prevista a ampliação do Lar de Vila Fernando, e em curso a requalificação do Lar de São Vicente e Ventosa, projetos que visam aumentar a capacidade de acolhimento e melhorar as condições disponibilizadas aos idosos do concelho.

Festival Internacional de Bandas Filarmónicas do Alto Alentejo promete encher Elvas de cor, som e tradição

O centro histórico de Elvas será palco, este sábado, 6 de junho, de mais uma edição do Festival Internacional de Bandas Filarmónicas do Alto Alentejo. A iniciativa reúne seis bandas filarmónicas e promete encher as ruas da cidade de cor, som e tradição, numa celebração da cultura musical e do património filarmónico da região.

Organizado pela Federação das Bandas Filarmónicas do Distrito de Portalegre e pela Banda 14 de Janeiro, com o apoio da Câmara Municipal de Elvas e da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA), o festival presta homenagem a duas figuras marcantes da música filarmónica elvense: Manuel Caldes e Vilar Pires.

Em declarações à Rádio ELVAS, o maestro da Banda 14 de Janeiro, Jorge Grenho (na imagem), explicou que a principal novidade desta edição passa pela ocupação do centro histórico por todas as bandas participantes. “A ideia é termos aquilo que se chama as nossas bandas em movimento. Queremos dar ao centro histórico um bocadinho de cor e som, aproveitando as ruas da cidade para levar a música mais perto das pessoas”, referiu.

Segundo Jorge Grenho, o modelo adotado diferencia-se dos festivais habitualmente promovidos pela Federação, onde as bandas atuam em diferentes freguesias. “Pensámos que seria bonito aproveitar todo o centro histórico para que cada banda partisse de um ponto distinto e pudesse dar música às nossas ruas”, acrescentou.

O maestro destacou ainda o significado especial da homenagem a Manuel Caldes e Vilar Pires, recordando o papel determinante que ambos tiveram no crescimento da Banda 14 de Janeiro. “Nunca nos podemos esquecer do Manuel Caldes e do Vilar Pires. Foram durante muitos anos os impulsionadores da nossa casa, que é a Banda 14 de Janeiro”, sublinhou.

Participam nesta edição a Banda 14 de Janeiro, anfitriã do evento, a Filarmónica do Crato, a Banda Filarmónica dos Bombeiros Voluntários de Sousel, a Sociedade Musical Nisense, a Banda Filarmónica do Centro Cultural de Alandroal e a Banda Municipal de Villanueva del Fresno, de Espanha.

O programa tem início às 17h45, com arruadas simultâneas a partir de diferentes pontos da cidade em direção à Praça da República. Pelas 18h15 realizam-se as atuações individuais de cada banda. A Banda 14 de Janeiro interpretará “Ye Ya”, uma composição de Vilar Pires que, segundo Jorge Grenho, continua a despertar uma forte carga emocional junto do homenageado.

Às 19h00 decorrerá a cerimónia de homenagem a Manuel Caldes e Vilar Pires e a entrega de lembranças às bandas participantes. Segue-se, às 19h15, uma atuação conjunta das seis formações, que interpretarão “Ó Elvas, Ó Elvas”, de Paco Bandeira, com arranjo de Vilar Pires, e o hino da Federação das Bandas Filarmónicas do Distrito de Portalegre, da autoria de Sílvio Pleno.

O encerramento está previsto para as 19h45, com um desfile

CIMAA assume pacto de 70 milhões do Alentejo 2030 e quer executar 14 milhões este ano

Os 15 autarcas do Alto Alentejo reafirmaram o seu compromisso com o desenvolvimento da região através do Programa Operacional Alentejo 2030.

Em declarações à Rádio Elvas, o presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA), Joaquim Diogo, revelou que o pacote financeiro total ultrapassa os 70 milhões de euros, estando prevista, para este ano, a execução de 12 milhões de euros por parte dos municípios, aos quais se somam mais de dois milhões de investimento privado.

Após um ano de 2025 focado na aceleração dos fundos comunitários, o território entra agora em velocidade de cruzeiro na aplicação das verbas do Portugal 2030. A CIMAA destaca o esforço de adaptação face às novas regras burocráticas impostas no ano passado.

“Fomos das comunidades intermunicipais que, no ano de 2025, conseguiu acelerar mais o processo de utilização dos meios de financiamento no PT 2030. Assumimos também agora um compromisso muito forte para os próximos anos para que possamos fazer projetos no Alto Alentejo. As regras mudaram em 2025, nós adaptámo-nos. Não é aquilo que os municípios querem, mas nós provamos sempre que queremos fazer mais e sabemos fazer”, sublinha Joaquim Diogo.

Habitação, Mobilidade, Água e Saúde são as prioridades

O plano de investimentos para o distrito de Portalegre assenta em pilares estratégicos para a qualidade de vida das populações e atratividade do território, destacando-se a habitação, a reabilitação urbana e a introdução de uma nova vertente ligada à defesa.

No topo das prioridades encontram-se também as infraestruturas ambientais e os serviços básicos de saúde e educação. No caso da Mobilidade e Transportes, o objetivo é a melhoria das redes de ligação intermunicipal. No Ambiente, as intervenções estruturantes dizem respeito à gestão de resíduos e ao ciclo urbano da água e, nos Equipamentos Sociais, a aposta será feita no reforço da requalificação de escolas e centros de saúde.

A CIMAA, diz ainda Joaquim Diogo, reconhece que o enquadramento financeiro tem as suas limitações, mas enaltece a união do bloco de autarcas da região. “Digamos que este não é eventualmente o melhor pacto do mundo, mas é o grande compromisso que estes autarcas continuam a estabelecer”, conclui.

EntrePalcos volta a levar “A Menina do Mar” ao Centro Cultural de Campo Maior

Depois da estreia em março, no mês do Teatro de Campo Maior, o espetáculo “A Menina do Mar”, da EntrePalcos, o grupo de teatro dos Projetos de Formação do Município, volta a ser apresentado ao público, em sessão dupla, no próximo dia 24, no centro cultural da vila.

A peça, com um elenco formado por crianças com idades compreendidas entre os 10 e os 13 anos, revela a responsável, Ana Diabinho, resulta de uma adaptação da obra de Sophia de Mello Breyner Andresen.

“Uma vez que, este ano, eu só tenho meninas a fazer teatro, optámos por fazer a adaptar a história do livro da ‘Menina do Mar’,  em que a Menina do Mar conhece a Menina da Terra e acabam por fazer uma bonita amizade”, adianta a encenadora.

Dizendo que todos deviam ir ao teatro, Ana Diabinho espera que o Centro Cultural de Campo Maior se possa voltar a encher de gente para assistir ao espetáculo.  “É sempre importante ter o centro cultural cheio, porque o público sempre nos dá aquele alento quando estamos a fazer teatro. Acho que toda a gente devia ir ao teatro e levar as crianças”, diz ainda.

O espetáculo é apresentado, no dia 24, em dois horários: às 10 e às 14 horas. As entradas são gratuitas.

Delta Coffee House Experience lança café da Comunidade Indígena Nasa We`sx

Chegou uma nova edição Impossible Coffees, com a chancela das lojas Delta Coffee House Experience, e com origem nas montanhas de Gaitania, na região de Tolima, Colômbia. O novo café de edição limitada nasce da coragem, resiliência e visão de uma geração de jovens da comunidade indígena Nasa We’sx que arriscou e decidiu transformar a incerteza em oportunidade, permanecendo num território marcado durante décadas pelo conflito armado e pelo êxodo rural.  Integrados na associação ASOCANAFI, estes jovens criaram o projeto YUPPIE (Young Professional People), e dedicaram-se à revitalização da produção de café. Pela sua terra, pelo seu futuro, esta é mais uma prova de que não existem cafés impossíveis. 

“Quero que a minha família, os meus filhos e a minha comunidade deem continuidade ao legado deste café”, afirma Eider Socorreño Palya, Director do projecto YUPPIE. 

O Café da Comunidade Indígena Nasa We’sx reforça o compromisso da marca com a valorização dos produtores locais de café, juntando-se ao portefólio de projectos (Im)possible Coffees: o primeiro e único café português, oriundo dos Açores; o Café Catoninho, com origem em São Tomé e Príncipe; o Café Amboim: “O café coragem das mulheres de Angola”; e o Café da Floresta do Toki, proveniente das montanhas de Chiang Mai, no norte da Tailândia. 

Em linha com os princípios que orientam o projeto Impossible Coffees, esta edição colombiana destaca-se também pela sua componente sustentável. Este café viajou da Colômbia até à Europa, de barco à vela, atravessando o Atlântico com uma pegada de carbono reduzida entre 70% e 90%, face ao transporte convencional. Este café traz consigo o selo Fresh Coffee Clean Ocean (FCCO), que garante um transporte sustentável, sem recurso a combustível pesado, protegendo os oceanos e a biodiversidade marinha. A viagem durou aproximadamente vinte dias, com temperatura e ventilação controladas, que preserva a qualidade e a frescura dos grãos. 

Reforçando o seu compromisso com o futuro do Café da Comunidade Indígena Nasa We`sx, 10% das vendas desta edição especial revertem para a comunidade.

Bombeiros de Elvas reforçam capacidade operacional com nova ambulância

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Elvas adquiriu uma nova ambulância. A nova viatura, entregue esta terça-feira, 2 de junho, à Associação Humanitária, é uma ambulância de transporte de doentes (ABTD) preparada para transportar utentes em maca e também doentes sentados.

De acordo com o presidente da direção dos Bombeiros Voluntários de Elvas, Amadeu Martins, que explica que esta aquisição visa reforçar a capacidade de resposta da corporação às necessidades da população, representa um investimento de 62 mil euros, “completamente suportados pela associação”.

Além da ambulância, a associação adquiriu também, muito recentemente, um gerador. “Vimo-nos aqui um bocado atrapalhados aquando do apagão e então adquirimos um gerador que custou à associação cerca de 20 mil euros”, explica Amadeu Martins.

Com estas aquisições, os Bombeiros Voluntários de Elvas reforçam a sua capacidade operacional e garantem melhores condições para responder às necessidades da população, quer no transporte de doentes, quer em situações de emergência que exijam autonomia energética.