Alunos dos cursos profissionais e artísticos especializados têm candidaturas abertas para o Ensino Superior

Os alunos finalistas dos cursos profissionais e dos cursos artísticos especializados cujas áreas de formação permitam candidatar-se às licenciaturas da Rede Sul e Ilhas através do Concurso Especial de ingresso no Ensino Superior para Diplomados das Vias Profissionalizantes podem fazer a sua inscrição, online, até 22 de maio. Para este regime as várias instituições de Ensino Superior do país foram agrupadas em redes. O candidato poderá inscrever-se em qualquer instituição de Ensino Superior, sendo que, a instituição onde se inscreve será aquela onde terá de realizar a prova. Posteriormente e já na fase de candidatura, o candidato poder-se-á candidatar às licenciaturas dessa instituição, de qualquer outra da rede Sul e Ilhas e, desde que exista reconhecimento da prova, a outras da Rede Norte e Centro.

O Politécnico de Portalegre integra a Rede Sul e Ilhas e irá realizar uma sessão de esclarecimento online sobre esta forma de acesso no dia 18 de maio, às 17h30, permitindo a alunos e encarregados de educação esclarecerem as suas dúvidas. As restantes instituições (Politécnicos de Beja, Setúbal, Santarém, Universidades da Madeira, Évora, Algarve, Açores, Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril e Escola Náutica Infante D. Henrique) realizarão outras sessões.

O Concurso Especial de ingresso no Ensino Superior para Diplomados das Vias Profissionalizantes é outro regime de acesso às licenciaturas e que permite aos alunos destes cursos realizarem exames que incidem apenas sobre as matérias lecionadas nas disciplinas dos seus cursos.

Para a candidatura a 2026/27, o Politécnico de Portalegre aumentou as áreas de formação dos cursos profissionais e artísticos que permitem candidatura às suas licenciaturas e disponibiliza um total de 85 vagas distribuídas por 22 licenciaturas, tanto em regime diurno, como em pós-laboral e noturno.

Sines acolhe maior projeto europeu de hidrogénio verde com investimento de 300 milhões de euros

O Alentejo reafirma o seu papel central na transição energética europeia com a emissão, por parte da CCDR Alentejo, do título de instalação para a nova unidade de hidrogénio verde da Galp em Sines. Este projeto, que representa um investimento de 300 milhões de euros, terá uma capacidade superior a 100 megawatts, assumindo-se como o maior projeto de produção de hidrogénio à escala europeia.

Em declarações à Rádio Elvas, Ricardo Pinheiro, presidente da CCDR Alentejo, sublinhou que a região tem o privilégio de ser o território que melhor se alinha com os objetivos da transição verde industrial da Europa, afirmando que “o Alentejo tem o privilégio de eventualmente ser o território que mais se alinha com os objetivos da transição verde industrial europeia. Recebeu anteontem na CCDR o título de instalação digital do maior projeto de produção de hidrogénio à escala europeia”.

O impacto deste investimento será sentido diretamente no mercado de trabalho e na fixação de talentos, prevendo-se a criação de 400 postos de trabalho qualificados. Ricardo Pinheiro destacou que o projeto visa, numa primeira fase, descarbonizar a produção de hidrocarbonetos na refinaria de Sines, mas o horizonte é mais ambicioso: transformar o Alentejo num exportador de energia limpa. “São sensivelmente 300 milhões de euros de investimento e, acima de tudo, é um projeto que visa descarbonizar a produção de hidrocarbonetos, nomeadamente da Galp em Sines, e, quiçá, daqui a amanhã, também termos um produto, o hidrogénio, que possa ser exportado para outras zonas à escala europeia”, explicou o dirigente.

Para a CCDR, esta unidade é uma peça-chave da coesão territorial, permitindo trazer níveis tecnológicos elevados para a região e assegurar a “manutenção de jovens em áreas altamente tecnológicas”, combatendo a fuga de talentos através da inovação sustentável.

Primeira Meia-Maratona de Ponte de Sor corre-se no dia 30

A primeira Meia-Maratona de Ponte de Sor – Pernas para Concerto vai decorrer no próximo dia 30 de maio.

A prova englobada na Semana da Juventude, com partida e chegada no Estádio Municipal de Ponte de Sor, vai ter, para além da prova principal com mais de 21 quilómetros, uma corrida de 10 quilómetros, uma caminhada com a mesma distância e uma mini-caminhada de 3 quilómetros.

Já estão inscritos aproximadamente trezentos participantes, em mais um grande evento que se vai realizar no território. As inscrições podem ser feitas através do link www.fpacompeticoes.pt/5687/inscrever

Nova app iCountPests promete simplificar e acelerar a monitorização de pragas agrícolas

A monitorização de pragas é uma prática fundamental na proteção das culturas, permitindo identificar precocemente a evolução das populações e apoiar a definição de estratégias de controlo. No entanto, este processo continua, em muitos casos, a depender de contagens manuais demoradas e sujeitas a erro humano.

A aplicação iCountPests surge como resposta a este desafio, recorrendo a modelos de inteligência artificial para analisar imagens das tradicionais armadilhas adesivas, permitindo identificar e contabilizar as pragas presentes, de forma automática.

Destinada a produtores agrícolas e técnicos que procuram otimizar a monitorização das culturas e melhorar a qualidade dos dados recolhidos no campo, a iCountPests permite atualmente monitorizar a cigarrinha-verde (Jacobiasca lybica) e a traça-dos-cachos (Cryptoblabes gnidiella), atingindo uma precisão média superior a 88%. No futuro, está previsto adicionar outras pragas relevantes à app, de modo a permitir a monitorização em várias culturas.

O funcionamento é simples: o utilizador capta uma imagem da armadilha através do telemóvel, a aplicação analisa automaticamente a imagem e apresenta resultados em menos de um minuto — um processo muito mais rápido e prático face à contagem manual tradicional. Além da contagem automática, a app permite acompanhar a dinâmica das populações de pragas ao longo do tempo e para as diferentes áreas que monitoriza, facilitando a identificação de tendências e o planeamento de intervenções mais eficazes.

“Acreditamos ser uma solução capaz de chegar a vários públicos, dado que funciona através de smartphones, uma tecnologia acessível à maioria das pessoas. Inicialmente, o nosso foco é na vinha, com a cigarrinha verde e a traça-dos-cachos, mas queremos expandir a outras pragas e culturas, pelo que estamos disponíveis a ser desafiados pela produção”, sublinha Ricardo Ramiro, diretor da área de Ciência de Dados e Bioinformática.

A app resulta do trabalho conjunto de uma equipa multidisciplinar, que alia competências em ecologia, entomologia, inteligência artificial, visão computacional, deteção remota e desenvolvimento de software, com o objetivo de tornar a monitorização de pragas mais simples, precisa e acessível.

A aplicação encontra-se disponível, para telemóveis Android, através do seguinte link: https://icountpests.iplantprotectservices.pt/

DECO alerta que taxa de esforço é o indicador essencial para evitar o sobreendividamento

A taxa de esforço é a medida que relaciona o total das prestações bancárias — como crédito à habitação, automóvel e cartões — com os rendimentos líquidos do agregado familiar. Calcular este indicador é um passo fundamental para qualquer família, pois permite perceber exatamente que percentagem do rendimento mensal está comprometida com dívidas, funcionando como uma ferramenta de prevenção contra o endividamento excessivo e a perda de qualidade de vida.

De acordo com as recomendações financeiras, o valor ideal da taxa de esforço deverá ser inferior a 35%. Para obter este resultado, basta dividir o total dos encargos financeiros mensais pelo rendimento e multiplicar por 100. Caso o resultado ultrapasse este patamar, a DECO aconselha as famílias a encararem o valor como um sinal de alerta imediato, sugerindo a renegociação das condições dos créditos em vigor para evitar situações de rutura financeira.

Tudo para saber sobre o assunto na edição desta semana da rubrica da DECO, com Helena Guerra, do Gabinete de Inovação e Projetos da Associação para a Defesa do Consumidor. Para ouvir no podcast abaixo:

Elvas: II Festival Internacional de Coros este sábado no Hotel São João de Deus

A Associação Cultural Públia Hortênsia de Castro, de Elvas, promove a segunda edição do Festival Internacional de Coros, este sábado, 16 de maio, pelas 18h00, na Sala Vasco da Gama do Hotel São João de Deus, com o apoio do Município de Elvas.

O concerto irá reunir em palco cerca de 90 vozes femininas, contando com a participação do Coral Públia Hortênsia de Castro, anfitrião do evento, e de vários coros convidados oriundos de Leiria, Madeira e Madrid.

A iniciativa tem como principal objetivo promover o intercâmbio cultural e valorizar a música coral, reforçando a dinâmica cultural da cidade.

A entrada é livre.

Alentejo na vanguarda da transição energética: o maior projeto de hidrogénio verde vai instalar-se em Sines

O Presidente da CCDR Alentejo, Ricardo Pinheiro, confirmou a emissão do título de instalação para o projeto de 100 MW da Galp. Um investimento de 300 milhões de euros que promete criar 400 postos de trabalho e posicionar a região como líder europeu na descarbonização.

O Alentejo reafirmou o seu papel estratégico na estratégia industrial europeia com o anúncio de um passo decisivo no projeto de hidrogénio verde da Galp, em Sines. Ricardo Pinheiro, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, revelou que a autarquia regional emitiu recentemente o título de instalação para aquele que é considerado um dos mais ambiciosos projetos do setor à escala europeia.

“O Alentejo tem o privilégio de eventualmente ser o território que mais se alinha com os objetivos da transição verde industrial europeia”, afirmou Ricardo Pinheiro, sublinhando que a Galp recebeu o título para uma unidade que ultrapassa os 100 megawatts (MW) de capacidade.

Investimento de 300 Milhões e 400 Postos de Trabalho

O projeto, que envolve um investimento direto de cerca de 300 milhões de euros, surge após um período de alguma incerteza no setor do hidrogénio a nível global. Para o líder da CCDR Alentejo, este avanço é um sinal claro de confiança. “O hidrogénio esteve parado durante algum tempo porque havia dúvidas em relação à possibilidade das empresas investirem nestas áreas. Este projeto vai dinamizar 400 postos de trabalho através de uma equipa técnica de engenharia muito qualificada”, explicou.

A construção deste eletrolisador de 100 MW permitirá à Galp substituir o hidrogénio cinzento (produzido a partir de fontes fósseis) por hidrogénio verde, reduzindo drasticamente as emissões de CO2 na Refinaria de Sines.

O projeto da Galp em Sines (conhecido como Sines Green Hydrogen) faz parte de um consórcio mais vasto e é um dos pilares do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e dos fundos europeus destinados à descarbonização da indústria pesada em Portugal.

Coesão Territorial e Exportação para a Europa

Ricardo Pinheiro aproveitou a ocasião — num encontro na freguesia de Orada, Borba — para destacar que a coesão territorial também se faz através destes grandes projetos âncora. O objetivo passa não só pelo consumo interno para descarbonizar a produção de hidrocarbonetos, mas também por transformar Sines num porto de exportação de energia limpa.

“Quiçá, daqui a amanhã, possamos ter um produto, o hidrogénio, que possa ser exportado para outras zonas à escala europeia que necessitem de eliminar as suas emissões pela via do hidrogénio verde”, vaticinou o presidente da CCDR.

Fixação de Talentos e Alta Tecnologia

Para além do impacto económico direto, o projeto é visto como uma oportunidade de ouro para travar a fuga de talentos da região. Ricardo Pinheiro enfatiza que o hidrogénio verde traz “níveis tecnológicos, fixação de pessoas e manutenção de jovens em áreas altamente tecnológicas”.

Segundo Ricardo Pinheiro, este alinhamento com os gases renováveis e a produção de energia limpa coloca o Alentejo no centro do mapa da “Transição Verde” da União Europeia, garantindo que a região não é apenas um local de passagem, mas um polo de inovação e sustentabilidade industrial.

Nova centralidade da Freguesia de Arcos inaugurada com forte aposta na eficiência hídrica e no futuro logístico da região

A freguesia de Arcos, no concelho de Estremoz, assinalou um marco fundamental no seu desenvolvimento urbano com a inauguração da obra de requalificação do Largo 1.º de Maio, num evento que reuniu a população e diversas entidades regionais na tarde de quinta-feira, 14 de maio.

A intervenção, que representou um investimento próximo de um milhão de euros, transformou a face visível do coração da localidade, mas o seu impacto mais profundo reside no que não está à vista: a renovação integral das redes de abastecimento de água.

Manuel Maria Broa, presidente da Junta de Freguesia de Arcos, recordou que esta era uma obra reivindicada há cerca de 15 anos e que o projeto final foi fruto de um processo democrático e participativo. O autarca explicou que “havia um projeto inicial que teve depois pouca aceitação pelo fregueses, que tinha ali um ponto de água no meio e que tirava alguma dignidade ao espaço central, que é o “Rossio”, um espaço emblemático para a nossa freguesia. No entanto, fomos remodelando o projeto com o grande apoio do município e hoje em dia somos umas pessoas felizes, temos este espaço muito bem requalificado”. Com o investimento a rondar um milhão de euros, o presidente da junta reiterou que a prioridade foi garantir condições de vida dignas a quem ali reside, afirmando que “o importante também aqui não foi só o que está à vista, à superfície, é também aquilo que se fez por infraestrutura no fundo, portanto, das condutas de água e de ramais de água que deram alguma condição de vida a quem cá vive”.

O Presidente da Câmara Municipal de Estremoz, José Daniel Sadio, reforçou a importância deste espaço como local de memória e encontros, destacando o trabalho estrutural realizado para substituir as antigas condutas. O autarca explicou que se trata de “uma obra que tem a ver com a reconstrução urbana e com a requalificação do espaço central, este largo, que é um espaço de encontros, espaço de memória, espaço de dinâmicas também culturais, mas também muito importante naquilo que não se vê, isto é, porque por baixo de todo esse alcatrão novo que temos aqui em várias artérias, houve um trabalho tremendo para trocar tudo o que tinha a ver com antigas condutas de água, onde havia perdas de água sistematicamente”. José Daniel Sadio aproveitou a ocasião para revelar que a dinâmica económica da freguesia “está em expansão, com a primeira fase da zona industrial quase esgotada”, e anunciou que o município já trabalha num projeto para um loteamento com “mais de 30 ou 40 moradias num terreno próximo à igreja, visando dar resposta à procura crescente e garantir que Arcos seja sustentável (com a criação de emprego da zona industrial) e capaz de dignificar eventos como o “Arcos Jovem”.

Ricardo Pinheiro, Presidente da CCDR Alentejo, sublinhou que, num cenário de escassez hídrica, a melhoria da eficiência das redes de distribuição em baixa é um passo crucial, referindo que “muitas vezes quando recebemos orientações para cortar, por exemplo, verbas do programa regional na regeneração urbana, estas coisas às vezes não são percebidas, estas obras têm um impacto absolutamente enorme naquilo que é, por exemplo, a renovação da rede de água”. O dirigente destacou ainda o potencial de Arcos como um polo logístico estratégico devido à proximidade com a A6 e a Nacional 4, defendendo que o Alentejo deve aproveitar o futuro Corredor Internacional do Sul para criar postos de trabalho e fixar os jovens, afirmando que “ficaria muito satisfeito que no próximo quadro financeiro plurianual, a União Europeia reconhecesse que esta zona do Alentejo tivesse a possibilidade de ter um investimento territorial integrado dedicado exclusivamente àquilo que são os investidores e à criação de postos de trabalho na área da logística”.

A cerimónia, que incluiu o descerramento de uma placa e um lanche convívio, simbolizou o início de uma nova fase para a Freguesia de Arcos, que se afirma agora como uma freguesia capaz de aliar a sua identidade rural a uma visão ambiciosa de desenvolvimento industrial e social no coração do Alentejo, sendo um “exemplo para o Alentejo”.

Ouguela recebe a 13 de junho o “Sunset Trail”

O II Sunset Trail “Ouguela, Sentinela da Raia” encerra a primeira edição do novo Circuito de Trail EuroBEC a 13 de junho, depois das provas já realizadas em Elvas e Badajoz. A competição, em Campo Maior, contempla um trail curto de 20 quilómetros, um mini trail e uma caminhada de 12 e ainda uma iniciativa destinada aos mais novos: o Kids Trail. 

Lembrando como nasceu o circuito EuroBEC, Carlos Pepê, o responsável pelo grupo Campo Maior Trail Runners, que organiza este Sunset Trail de Ouguela, explica que será nesta prova que serão consagrados os grandes vencedores da nova iniciativa desportiva da Eurocidade, numa edição que promete ser “memorável”. “Tivemos a felicidade de conseguir juntar amigos e clubes que são irmãos em torno de uma ideia que era unir três provas de trail em Campo Maior, Elvas e Badajoz. Então criámos este circuito, em que Ouguela será a rainha, porque será aqui que vamos consagrar os campeões do Circuito de Trail EuroBEC”, começa por dizer.

Dizendo-se “expectante” com o resultado final deste circuito, Carlos Pepê assegura que o grande objetivo é “mostrar o potencial da região a todos os níveis”, não só desportivo, para que se possa “reforçar a identidade” da Eurocidade que une os três municípios vizinhos.

Com expectativas “muito altas” para esta segunda edição no que toca à participação de atletas, o responsável assegura que o Sunset Trail de Ouguela revelou ser, logo no ano passado, na sua estreia, uma “referência”. “Criámos uma prova única, um sunset ao final do dia, em que tivemos imenso calor, mas penso que correu tudo bem, ficámos todos muito contentes com o resultado final e as pessoas também gostaram muito”, recorda Carlos Pepê, que revela ainda que o apoio de “muitas empresas” da região que têm recebido deixa o grupo “muito orgulhoso”.

O percurso do trail e caminhada, face ao ano passado, não conhece grandes alterações, ainda que os atletas possam contar com algumas “surpresas” pelo caminho. A configuração da prova mantém-se, por isso, inalterada, exceção feita ao local de partidas e chegadas, que agora será o recinto junto ao Santuário de Nossa Senhora da Enxara. “Temos ali, do ponto de vista logístico, maior capacidade de albergar todos aqueles que nos visitam”, explica o responsável.

“Ouguela será, obviamente, a rainha, porque é lá que vamos passar várias vezes e levar os nossos atletas ao limite. Mas achámos que, do ponto de vista logístico, e aprendendo também com a edição do ano passado, era muito mais fácil para nós a parte de estacionamentos e do próprio convívio junto à Enxara. Temos também o apoio da Confraria da Senhora da Enxara, a quem muito agradecemos a oportunidade que nos deu também de utilizar todo o espaço envolvente à ermida e penso que, com esta pequena mudança, nós vamos também dar mais oportunidade aos nossos visitantes de terem mais tempo para conviver, com mais segurança em relação às viaturas. Quando colocamos 500 pessoas numa aldeia com 50, obviamente os constrangimentos são complexos”, acrescenta Carlos Pepê.

O valor das inscrições neste II Sunset Trail de Ouguela varia entre os 13 e os 20 euros, para as duas distâncias de trail e caminhada. A participação no Kids Trail é gratuita. As inscrições, abertas até ao início de junho, podem ser feitas a partir do site Trilho Perdido (aqui).

Ligação de Portalegre à autoestrada é “absolutamente crítica” para o turismo, defende José Manuel Santos

Na sequência do recente anúncio feito pelo primeiro-ministro, que garantiu que o Governo “tem o firme propósito de ligar todas as capitais de distrito do país por autoestrada”, o presidente da Entidade Regional de Turismo (ERT) do Alentejo e Ribatejo mostra-se muito satisfeito com o facto de já se encontram em curso estudos sobre estas ligações rodoviárias.

José Manuel Santos, que garante que a ligação de Portalegre à autoestrada é “absolutamente crítica” para o setor do turismo, lembra que já no ano passado, em Tróia, sensibilizava Luís Montenegro para esta questão.

“Eu tive a oportunidade, no ano passado, nas comemorações do Dia Mundial do Turismo, que trouxemos para Alentejo, e em concreto para Tróia, na minha intervenção, onde estava o senhor primeiro-ministro, de procurar sensibilizar o Governo para  a importância desta ligação rodoviária por autoestrada a Portalegre para o turismo, além, obviamente, para toda a economia e para toda a região”, revela José Manuel Santos.

Para o presidente da ERT do Alentejo e Ribatejo, esta ligação, “às vezes desvalorizada”, é “crítica para o maior fluxo de visitantes”, mas também “para a própria percepção dos investidores na hotelaria que devem investir aqui, porque às vezes a questão da acessibilidade limita um pouco essa decisão”.