Uma exposição de fotografias de Alfredo Cunha e obras de Vhils, nome artístico de Alexandre Farto, foi inaugurada ontem sábado, 28 de março, no MACE – Museu de Arte Contemporânea de Elvas.
Os trabalhos do fotojornalista Alfredo Cunha foram registados em Lisboa a 25 de abril de 1974, o dia da Revolução dos Cravos.
As obras de Vhils integram a coleção de arte contemporânea portuguesa de que é proprietário o colecionador António Cachola, que serve de base ao acervo do MACE.
Além do Comendador António Cachola, o ato inaugural contou com intervenções do vice-presidente da CCDR Alentejo, Roberto Grilo, do vice-presidente da Câmara Municipal, Nuno Mocinha, do diretor do Museu Militar de Elvas, Coronel Nuno Duarte, e da curadora da exposição e diretora do MACE, Patrícia Machado.
A exposição de fotografias de Alfredo Cunha e trabalhos artísticos de Vhils fica patente no Museu de Arte Contemporânea de Elvas até 24 de maio.
O belga Jens Verbrugghe venceu ao sprint a última etapa da Volta ao Alentejo em Bicicleta, disputada entre Moura e Évora, após 163,1 quilómetros. O corredor foi o mais forte na chegada final, superiorizando-se à concorrência numa etapa decidida ao detalhe.
Na classificação geral, o português Tiago Antunes confirmou a vitória final, garantindo a conquista da “Alentejana” após vários dias de grande equilíbrio. O pódio ficou completo com Alexis Guérin e Ugo Fabries, que acompanharam o português nas primeiras posições da geral.
Terminou assim uma grande edição da prova, marcada por constantes mudanças na camisola amarela, com um líder diferente praticamente todos os dias até à véspera do final. A corrida contou ainda com um contrarrelógio para especialistas e uma exigente etapa rainha na Serra de São Mamede, decisiva para as contas finais. Na classificação coletiva, a vitória pertenceu à equipa Efapel Cycling.
A Parada Mouzinho de Albuquerque do Museu Militar de Elvas recebeu na manhã deste sábado, 28 de março a partida dos cerca de 500 participantes portugueses e espanhóis na prova de ciclismo 114 Gravel Race, que termina em Badajoz depois de percorrer vários pontos da região.
No arranque da corrida estiveram o presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Cândido Barbosa, o vereador Hermenegildo Rodrigues – que integrou o pelotão -, o concejal de Desporto do Ayuntamiento de Badajoz, Juan Parejo, e o diretor do Museu Militar de Elvas, Coronel Nuno Duarte.
A prova 114 Gravel Race foi antecedida, na quinta-feira 26, por uma escalada cronometrada ao Forte da Graça e na sexta 27, por um conjunto de provas lúdicas para crianças, no Museu Militar.
O presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo destacou “a importância da modalidade para a promoção e valorização do território”. Cândido Barbosa deixou ainda uma palavra de apreço para Elvas, “una cidade com características históricas e patrimoniais únicas e que, por isso, é um cenário ideal para a realização de eventos de grande dimensão”.
Campo Maior foi palco, no passado dia 28 de março, da caminhada “Celebrar Rui Nabeiro, um momento dedicado a evocar o legado do Comendador no dia do 95.º aniversário do seu nascimento.
A iniciativa reuniu centenas de participantes, entre os quais o Presidente do Município, Luís Rosinha.
A atividade teve início junto à estátua de Rui Nabeiro e percorreu vários pontos simbólicos da vila, convidando os participantes a revisitar o impacto humano, social e empresarial do empresário. Ao longo do percurso, foram recordados valores como a proximidade, a solidariedade e o compromisso com a comunidade, que continuam a inspirar gerações.
Entre amanhã e terça-feira, dias 30 e 31 de março, Elvas e Badajoz acolhem a primeira edição da Copa Ibérica de Voleibol: uma prova que reúne mais de meia centena de equipas e cerca de 700 jovens jogadores, dos escalões infantis, iniciados e cadetes.
Dando conta que os jogos serão disputados no Pavilhão Municipal de Elvas e no Polidesportivo la Granadilla, em Badajoz, e desejando que este seja só o início de mais uma prova conjunta entre os dois lados da fronteira, Hermenegildo Rodrigues, vereador na Câmara de Elvas, garante que o objetivo é dinamizar a modalidade, tendo em conta também o interesse por parte da comunidade escolar.
“Temos sentido que, da parte escolar, havia aqui um grande interesse em que o voleibol fosse uma modalidade que tivesse algum acolhimento aqui na nossa sede de concelho”, revela o autarca que, por outro lado, fala numa “abertura” da Federação Extremeña de Voleibol, que “demonstrou interesse em trazer para cá a modalidade”.
Lembrando que, nesta altura, não há aulas, devido à interrupção letiva da Páscoa, Hermenegildo Rodrigues convida todos aqueles que gostam da modalidade a assistirem aos jogos. “Vamos ter três campos no pavilhão municipal, para que possamos ter jogos competitivos. Irá ser rotativo, em que irão sendo eliminadas algumas equipas e outras irão depois disputar as finais nos vários escalões, entre Elvas e Badajoz”, remata o vereador.
Com a execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) em Portugal a chegar ao fim em agosto, o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, mostra-se muito satisfeito pela forma como a autarquia e outras entidades conseguiram, num todo, captar mais de 25 milhões para a económica local.
“Relembro aquilo que era a construção da própria variante a Campo Maior, que foi feita com verbas do PRR, as estratégias locais de habitação, o Centro Tecnológico Especializado de Informática da Escola Secundária e muitas mais questões”, começa por referir o autarca.
No que toca à Área de Acolhimento Empresarial, também financiada pelo PRR, Rosinha revela que se irá, muito em breve, “iniciar aquilo que é a colocação dos sete hectares de painéis fotovoltaicos, que dará claramente aqui uma nova geração à zona industrial e ao posicionamento estratégico do concelho do ponto de vista industrial”, assegura.
Uma outra questão que o autarca diz ser “muito importante” diz respeito às “Acessibilidades 360”, “um projeto em micro escala, mas que também dotou algumas casas de condições de acessibilidades”.
“Acho que aproveitámos muito bem aquilo que era o Plano de Recuperação e Resiliência, ou neste caso estamos a aproveitar, porque ainda não terminámos a área de acolhimento empresarial, mas fica o registo de que, efetivamente, são muitos milhões colocados ao serviço da comunidade, que é o mais importante”, remata.
A 4.ª etapa da Volta ao Alentejo, que ligou Vila Viçosa a Portalegre, passou no dia 28 de março por Campo Maior. Com uma meta-volante instalada na Avenida da Liberdade, foram muitos os campomaiorenses que não quiseram deixar de apoiar o pelotão da “alentejana”.
Antes da passagem da prova, o Presidente do Município, Luís Rosinha, juntamente com o Presidente da Assembleia Municipal, Jorge Grifo, com o presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo,Cândido Barbosa, e com João Manuel Nabeiro, chairman do Grupo Nabeiro- Delta Cafés, depositaram flores junto à estátua do Comendador Rui Nabeiro, num gesto simbólico de reconhecimento pelo seu legado, no dia em que este cumpriria 95 anos.
A 43.ª edição da Volta ao Alentejo em Bicicleta viveu um momento de profunda emoção este sábado, 28 de março, durante a passagem da quarta etapa por Campo Maior. Antes da subida rigorosa em direção à Serra de São Mamede, a organização da prova e a Federação Portuguesa de Ciclismo prestaram uma homenagem institucional ao Comendador Rui Nabeiro, com a deposição de ramos de flores junto à sua estátua, no centro da vila.
O gesto, que contou com a presença de Cândido Barbosa, presidente da Federação e Ezequiel Mosquera, Diretor da Volta ao Alentejo, serviu para enaltecer o legado de um dos maiores impulsionadores do desenvolvimento da região e do desporto nacional. Rui Nabeiro, fundador da Delta Cafés — marca que continua associada à prova como patrocinadora oficial — foi recordado como uma figura central na história da “Alentejana”, tendo contribuído decisivamente para a longevidade e prestígio internacional que a competição hoje ostenta. No Local esteve o seu filho, chairman do Grupo Nabeiro, João Manuel Nabeiro, o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha e o presidente da Assembleia Municipal, Jorge Grifo.
O Regimento de Cavalaria n.º 3 (RC3) continua a afirmar-se no contexto multinacional, destacando-se pela sua atuação na Roménia, onde integra a 8.ª Força Nacional Destacada. No terreno, merece especial destaque o Pelotão de Reconhecimento, que tem desenvolvido um trabalho de elevado nível operacional, contribuindo de forma decisiva para o sucesso da missão.
A par deste, toda a força nacional empenhada em teatro tem demonstrado elevados padrões de profissionalismo, resiliência e capacidade de integração com forças aliadas, reforçando a credibilidade de Portugal no flanco leste da NATO. Durante o exercício multinacional, os militares participaram em manobras de progressão em trincheiras, treino com múltiplos sistemas de armamento e ações de cross training de tiro. Estas atividades permitiram aprofundar a interoperabilidade com o Exército Romeno, promovendo a partilha de técnicas, táticas e procedimentos, essenciais para a eficácia operacional em ambiente multinacional.
Paralelamente, importa salientar o trabalho do pelotão que se encontra em aprontamento em Viseu, no Regimento de Infantaria n.º 14, que prepara a sua projeção para render as forças atualmente destacadas, em junho. Este processo assegura a continuidade da missão, evidenciando a capacidade de rotação sustentada e o elevado nível de prontidão das forças nacionais.
Este desempenho é o resultado direto do exigente e contínuo trabalho de preparação conduzido pelo Exército Português, pela Brigada de Reação Rápida e pelo Regimento de Cavalaria n.º 3, que garantem a formação, treino e aprontamento dos militares para responderem com eficácia a todos os cenários operacionais, com particular enfoque na missão na Roménia.
O Comandante do RC3, Coronel de Cavalaria Luís Pimenta, sublinhou: “Com forças já empenhadas na Roménia e outras em fase de aprontamento para garantir a sua rendição, demonstramos a nossa capacidade contínua de projeção e de atuação ao lado dos nossos aliados, assegurando o cumprimento das missões com elevados padrões de exigência.”
A atuação do RC3 confirma, assim, o seu papel de excelência na defesa coletiva da NATO, evidenciando um Exército Português moderno, preparado e plenamente integrado nas missões internacionais
O francês Alexis Guérin, da Anicolor/Tien 21, venceu a etapa rainha da Volta ao Alentejo, confirmando o seu favoritismo numa das tiradas mais exigentes da prova no alto da Serra de São Mamede, junto as antenas.
Na segunda posição terminou Tiago Antunes, da Efapel Cycling, que, graças ao desempenho consistente ao longo da etapa, conseguiu assumir a liderança da classificação geral.
Com este resultado, Tiago Antunes veste agora a camisola amarela, ficando em posição privilegiada para amanhã confirmar a vitória final na prova alentejana.