“Momentos” é o título da exposição de desenho, pintura e instalações da autoria de José Pimenta inaugurada ontem, sexta-feira, 10 de julho, no Forte de Nossa Senhora da Graça.
O autor dos trabalhos nasceu na Terrugem em 27 de fevereiro de 1992. Embora a sua área de formação seja a Hotelaria e Turismo, manifestou desde muito jovem um gosto especial pelas artes plásticas, que desenvolveu até hoje na condição de autodidata.
A mostra agora patente no Forte da Graça reúne obras de diversas fases da carreira artística de José Pimenta.
O cubismo espanhol e a cultura nipónica são as principais inspirações do artista plástico para a elaboração dos seus trabalhos, cuja principal temática se centra em acontecimentos políticos e económicos da atualidade.
A guerra no Médio Oriente e o regresso do homem ao espaço são alguns dos assuntos em destaque, bem como a cultura portuguesa – com evocações ao fado e à literatura -, e elementos naturais.
A exposição “Momentos” fica patente no Forte da Graça até 30 de setembro.
O presidente da Câmara Municipal de Elvas, comendador José Rondão Almeida, visitou ontem, sexta-feira, dia 10, as obras em curso no Bloco Operatório do Hospital de Santa Luzia de Elvas, que estão a ser realizadas, pela Unidade Local de Saúde do Alto Alentejo, numa deslocação que permitiu verificar o avanço dos trabalhos e fazer o ponto de situação daquele que é um dos mais importantes investimentos na área da saúde no concelho, que ascende a cerca de 15 milhões de euros, entre Hospital e Centro de Saúde.
Acompanhado pelo presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde, Dr. Miguel Lopes, o autarca mostrou-se muito satisfeito com o facto de as “intervenções estarem a decorrer dentro dos prazos previstos”, o que permitirá, após a realização dos testes necessários, “antecipar a data de abertura do Bloco Operatória, para 20 de agosto”.
A deslocação que permitiu verificar o avanço dos trabalhos e fazer o ponto de situação daquele que é um dos mais importantes investimentos na área da saúde no concelho, e que ascende a cerca de 5 milhões de euros. Durante a visita, José Rondão Almeida recordou a preocupação que existiu numa fase inicial relativamente ao impacto da intervenção no funcionamento do bloco operatório, receios que acabaram por se refletir junto da população. O autarca salientou, contudo, que o diálogo permanente entre o Município, a administração da ULSAALE e todas as entidades envolvidas permitiu encontrar soluções, sempre assentes na boa-fé e na cooperação institucional.
“A obra foi lançada, está a ser executada dentro dos prazos previstos, conseguiu-se antecipar a data de abertura do bloco e quem vai beneficiar são, sem dúvida, as populações”, afirmou o presidente da Câmara, lembrando que a requalificação de um edifício hospitalar em funcionamento representa um desafio técnico muito superior ao de uma construção nova.
José Rondão Almeida destacou ainda a qualidade da intervenção realizada, tanto ao nível das infraestruturas interiores como da valorização da imagem exterior do Hospital de Santa Luzia e do Centro de Saúde de Elvas. “Não estamos perante uma simples pintura para melhorar o aspeto exterior. Está a ser efetuado um tratamento profundo das fachadas, que garantirá durabilidade durante muitos anos e contribuirá para dignificar um equipamento essencial para toda a região”, referiu. A intervenção passa ainda pela pintura das enfermarias, corredores e requalificação das instalações sanitárias, tendo ainda sido substituído todo o sistema AVAC.
Por sua vez, o presidente da ULSAALE, Miguel Lopes, indicou que o bloco operatório deverá reabrir no próximo dia 20 de agosto, inicialmente com uma sala em funcionamento, permitindo o regresso da urgência cirúrgica e das cirurgias programadas ao Hospital de Santa Luzia. O responsável salientou ainda que, durante os cerca de quatro meses em que decorreram as obras, não foi necessário acionar o protocolo existente com o Hospital Universitário de Badajoz, demonstrando a capacidade de resposta dos serviços de saúde durante este período de transição.
Miguel Lopes revelou também que foi submetida, na passada quarta-feira, a candidatura para a requalificação e ampliação do Serviço de Urgência, num investimento de cerca de cinco milhões de euros. O objetivo passa por aumentar a capacidade de resposta, melhorar o conforto dos utentes e criar condições mais adequadas para profissionais e doentes, manifestando a convicção de que a candidatura reunirá condições para ser aprovada.
“Também era algo que há muito tempo ansiávamos, porque o serviço de urgência está subdimensionado para aquilo que é a procura e o conforto dos utentes”, reafirmou o responsável.
Na reunião realizada após a visita às obras foram ainda abordados diversos projetos estratégicos para o futuro da prestação de cuidados de saúde na região. Entre eles, destacou-se a intenção de promover um encontro entre os presidentes das câmaras municipais de Elvas, Campo Maior e Badajoz, bem como representantes do Serviço Extremeño de Saúde, com vista à celebração de um acordo de cooperação na área da saúde, aproveitando o potencial da Eurocidade.
Entre as possibilidades de cooperação, poderá constar, por exemplo, o apoio da ULSAALE à implementação da Hospitalização Domiciliária em Badajoz, através da formação de profissionais de saúde, a realização do internato de médicos espanhóis no Hospital de Santa Luzia, o desenvolvimento de candidaturas conjuntas a programas de financiamento e outras iniciativas de cooperação transfronteiriça.
Durante o encontro foi igualmente debatida a solução para a regularização jurídica do património do Hospital de Santa Luzia, que poderá passar pela constituição de um direito de superfície por um período de 50 anos, permitindo garantir estabilidade para futuros investimentos na unidade hospitalar.
Outro dos temas abordados foi o processo de instalação do futuro Centro Aligeirado de Hemodiálise de Elvas, que funcionará nas instalações da Cruz Vermelha Portuguesa. A nova valência poderá entrar em funcionamento até ao final do ano, respondendo às necessidades dos atuais 22 utentes de Elvas e nove de Campo Maior que realizam tratamentos de hemodiálise, evitando deslocações para outras localidades e proporcionando maior proximidade e qualidade de vida aos doentes.
O sociólogo e professor universitário Vítor Rosa reuniu e publicou um conjunto de obras que recuperam a produção literária de autores de Redondo, dando nova vida a poemas e textos dispersos em jornais históricos da vila, que remontam aos anos 20 e 30.
A origem deste projeto remonta a uma motivação pessoal. Segundo Vítor Rosa, a ideia nasceu da vontade de procurar referências relacionadas com a história da sua família. “A minha mãe ficou órfã aos seis anos e foi criada no Colégio Nossa Senhora da Saúde, em Redondo. Comecei a procurar informação e deparei-me com dois jornais, o Serra d’Ossa, publicado entre 1920 e 1929, e o Alma Nova, de 1929 a 1930, do qual existem apenas 12 números digitalizados”.
Ao consultar as edições digitalizadas dos jornais, o investigador descobriu uma vasta produção poética assinada por autores conhecidos da vila, mas também por escritores amadores e, em muitos casos, sob pseudónimo. “Ao folhear esses jornais digitalmente, constatei que havia imensos poemas, quadras e textos literários de autores, de ilustres redondenses, e também de pessoas mais simples. Pensei que fazia sentido reunir estes textos, apresentá-los num formato mais acessível e divulgá-los, sobretudo junto das escolas”, avança.
O objetivo passa, igualmente, por despertar a memória coletiva da população de Redondo. “Muitos dos poemas estão assinados com pseudónimos, o que dificulta a identificação dos autores. No entanto, já há pessoas que, ao conhecerem este trabalho, reconhecem textos de familiares, o que é muito interessante”, revela.
No caso da obra dedicada ao jornal Serra d’Ossa, Vítor Rosa conseguiu reunir 76 poemas e quadras. Para além da transcrição dos textos, procedeu a pequenas atualizações ortográficas que facilitam a leitura contemporânea, complementando a edição com uma análise sociológica. “Além da recolha, faço uma análise mais sociológica dos poemas. Na parte final da publicação apresento um olhar sobre os temas e o contexto em que estes textos foram produzidos”.
Já a publicação dedicada ao jornal Alma Nova reúne 26 poemas, resultado das apenas 12 edições conhecidas daquela publicação. “Neste caso, faço também uma breve análise dos poemas, identificando o tema principal, a estrutura formal e os recursos literários utilizados, numa perspetiva semelhante à que é trabalhada no ensino secundário”, explica.
O trabalho de investigação estendeu-se ainda à compilação do folhetim O Desconhecido, de Victor Manuel Santos, publicado originalmente em vários capítulos nas páginas do jornal. “Era um folhetim que ia sendo publicado por partes, como era habitual na época. Procurei reunir todos esses capítulos, compilá-los num único volume e acrescentar uma análise sociológica. O resultado é um pequeno livro muito interessante”, garante o sociólogo.
Quanto às temáticas predominantes nos poemas recolhidos, Vítor Rosa destaca a forte presença dos sentimentos e da identidade local. “Centram-se muito nas questões sentimentais e amorosas, na identidade da terra, na religião, nas orações, nos arrependimentos e nas dedicatórias pessoais. Há muitos poemas de namoro, escritos à distância, dedicados às amadas ou aos amados”, revela ainda. A realidade social da época também está presente nos textos. “Encontrei referências à miséria que assolava o Alentejo, à orfandade, à dureza da vida no campo e a metáforas ligadas à natureza. Mas o tema que mais prevalece é, sem dúvida, o amor e a dimensão sentimental”, remata.
Com estas publicações, Vítor Rosa pretende contribuir para a preservação da memória literária de Redondo, valorizando autores locais e aproximando as novas gerações de um património cultural que permaneceu durante décadas disperso pelas páginas da imprensa regional.
O Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE) recebe, este domingo, 12 de julho, às 15h00, a apresentação do livro Nada Acontece por Acaso, do elvense Pedro Inocêncio.
Uma sequela inspirada por uma ideia “vertiginosa”
Nada Acontece por Acaso é o mais recente romance de Pedro Inocêncio e surge como a sequela de Tudo Acontece por Uma Razão. O autor explica que a escrita do livro aconteceu de forma inesperada, interrompendo outro projeto literário que tinha em mãos.
“O Nada Acontece por Acaso é o meu quinto romance e é a sequela do Tudo Acontece por Uma Razão, que lancei em 2015. É um livro que surgiu de uma inspiração quase vertiginosa, porque eu estava a escrever um outro romance e tive de parar para fazer esta história, porque a história veio ter comigo e obrigou-me a escrevê-la”, revela.
A narrativa retoma as personagens Francisco Andrade e Leonor Almeida, mas abre com um novo mistério: Leonor acorda todas as noites e apercebe-se de que Francisco sai de casa às escondidas, enquanto ela enfrenta uma doença cuja origem desconhece.
“O mote é dado a partir daí: porque é que o Francisco está a sair todas as noites, deixando a Leonor sozinha, e que doença é essa que ela tem”, explica o escritor.
À medida que a história avança, o suspense intensifica-se quando Leonor descobre, com a ajuda da irmã Alice, que Francisco se encontra secretamente com Ana, a sua melhor amiga de infância. A trama percorre Lisboa, Algarve e Brasil, numa viagem que combina romance, ação, suspense e drama.
O objetivo é “transportar o leitor para o centro da ação”
Desde o lançamento oficial, a 16 de maio, no Museu Municipal de Faro, cidade em que Pedro Inocêncio reside, o autor diz ter recebido um feedback muito positivo por parte dos leitores.
“Tenho tido um conjunto de leitores extraordinários comigo. Muitas pessoas disseram-me que leram o livro em 48 a 72 horas, o que é fantástico. O meu grande objetivo desde que comecei a escrever é transportar o leitor para o centro da ação, fazer com que se identifique com as personagens e viva emoções reais. Felizmente, os feedbacks têm sido muito bons”, assegura.
O escritor considera que a ligação emocional dos leitores às personagens é o principal indicador do sucesso da obra e mostra-se satisfeito com a forma como o romance tem sido recebido.
Elvas ocupa um lugar especial no percurso do autor
Pedro Inocêncio destaca ainda a ligação especial que mantém com Elvas, cidade onde continua a reunir um número significativo de leitores.
“Felizmente tenho muitos leitores em Elvas. É talvez a cidade, a par de Faro, que mais lê Pedro Inocêncio”, afirma.
Regressar à cidade natal para apresentar uma nova obra é sempre um momento marcante para o escritor, que agradece o apoio recebido ao longo dos anos.
“Sempre que vou à minha cidade é especial. Têm tido sempre a amabilidade de me convidar para apresentar os meus livros. E aí tenho de agradecer, nomeadamente, à Tânia Morais Rico e à Câmara Municipal de Elvas, que me têm aberto sempre as portas. Já apresentei na Biblioteca Municipal, no Forte da Graça e agora, pela primeira vez, vou apresentar no Museu de Arte Contemporânea, que ainda não conheço. Já me disseram que é um espaço muito bonito e tenho todo o gosto em conhecê-lo”, acrescenta.
Sessão aberta a toda a comunidade
A apresentação de Nada Acontece por Acaso promete reunir leitores, amantes da cultura e todos os interessados em conhecer o percurso literário de Pedro Inocêncio. A entrada é livre e a iniciativa pretende proporcionar um momento de proximidade entre o autor e o público, reforçando a aposta do concelho na dinamização cultural e na promoção da leitura.
O Grupo Motard de Campo Maior realiza, este sábado, dia 11 de julho, a sua Festa de Verão, uma iniciativa que promete juntar gastronomia, música e animação na sede da associação, na Zona Industrial da vila, junto ao Parque Verde. A entrada é gratuita e o convite estende-se a toda a população.
O programa tem início às 19h00 com uma sardinhada, acompanhada pela atuação de Pedro Amaro, seguindo-se, a partir das 22h30, uma Festa da Espuma ao som de Hell DJ, num evento que deverá prolongar-se até cerca das duas da manhã.
De acordo com o presidente do Grupo Motard de Campo Maior, Nelson Carrilho, a iniciativa surge como uma alternativa ao habitual baile de verão promovido pela associação.
“Todos os verões organizamos um baile com uma sardinhada. Este ano, devido ao calendário e às Festas do Povo, decidimos fazer algo diferente. Aproveitámos também o facto de o Festival Raya só ocupar um fim de semana, mantivemos a sardinhada, mas juntámos um ‘remember’ de música dos anos 80 e 90 e uma festa da espuma”, afirma.
Segundo o responsável, o objetivo passa por proporcionar um momento diferente de convívio e animação para a comunidade.
“A ideia é reunir a comunidade e proporcionar mais um momento de festa em Campo Maior. A iniciativa está aberta a toda a gente e serão todos bem-vindos. Esperamos que nos façam uma visita e que desfrutem da festa”, sublinha Nelson Carrilho.
Esta Festa de Verão conta com o apoio da Câmara Municipal de Campo Maior e da Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Expectação e pretende afirmar-se como mais um momento de encontro e lazer durante o verão, mantendo o espírito de convívio que caracteriza as iniciativas promovidas pelo Grupo Motard campomaiorense.
O Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE) assinala o seu 19.º aniversário com uma visita especial, promovida no próximo domingo, 12 de julho, pelas 10h00, convidando a comunidade e todos os apreciadores de arte contemporânea a celebrar quase duas décadas de atividade cultural e artística.
A iniciativa pretende proporcionar uma experiência diferenciada aos participantes, permitindo conhecer mais de perto a história do museu, a sua evolução ao longo dos últimos 19 anos e a importância que tem assumido na divulgação da arte contemporânea, através da Coleção António Cachola e das exposições temporárias que regularmente acolhe. A visita será também uma oportunidade para descobrir as atuais propostas expositivas e aprofundar o conhecimento sobre as obras e os artistas representados.
Integrado na estratégia cultural do Município de Elvas, o MACE continua a afirmar-se como um espaço de referência no panorama artístico nacional, contribuindo para a valorização da oferta cultural da cidade e para a dinamização do seu centro histórico. A participação na visita especial é uma forma de celebrar este percurso, aproximando o público da arte contemporânea e de um equipamento cultural que, ao longo de 19 anos, se tornou uma marca distintiva de Elvas.
Um homem de 63 anos morreu na sala de espera do Serviço de Urgência do Hospital Distrital de Portalegre, depois de ter recorrido à unidade hospital pelos próprios meios com queixas de dor no peito. O caso está a ser investigado pelo Ministério Público.
Segundo avançou a SIC Notícias, o homem deu entrada na urgência na passada quarta-feira, dia 8 de julho, e após a realização da triagem, foi classificado como doente pouco urgente, tendo-lhe sido atribuída pulseira verde.
Enquanto aguardava atendimento na sala de espera, acompanhado pela mulher, acabou por cair inanimado. Médicos e enfermeiros do hospital iniciaram de imediato menobras de reanimação, mas o óbito viria a ser declarado pouco tempo depois.
Na sequência da morte, o Ministério Público determinou a realização de uma autópsia médico-legal para apurar as ciruntâncias em que ocorreu o falecimento.
A autópsia deverá realizar-se esta sexta-feira, dia 10, permitindo posteriormente a entrega do corpo à família para a realização das cerimónias fúnebres.
Gerir contas bancárias, créditos e seguros de forma responsável é o caminho ideal para evitar problemas e garantir a estabilidade do orçamento familiar. O projeto “TUDO A QUE TEM DIREITO”, uma iniciativa da DECO cofinanciada pela União Europeia, partilha dicas práticas para simplificar a gestão do dinheiro, destacando que a Conta de Serviços Mínimos Bancários é uma excelente opção de baixo custo para quem precisa apenas de serviços básicos. No momento de avançar para um empréstimo, a associação alerta que a prestação não deve ultrapassar 35% do rendimento mensal, sendo fundamental ler a FINE e comparar propostas pela TAEG e pelo MTIC, sem esquecer a liberdade de escolher a seguradora para os seguros obrigatórios de Vida e Multirriscos.
A segurança digital e a prevenção do incumprimento são igualmente essenciais para manter as contas certas e protegidas. A DECO avisa que se deve desconfiar de mensagens urgentes ou pedidos de códigos pessoais, recomendando o bloqueio imediato dos cartões em caso de perda ou extravio. Perante dificuldades financeiras no pagamento de prestações, a solução passa por contactar o banco de imediato para acionar os mecanismos legais de proteção (PARI e PERSI), uma vez que as instituições são obrigadas a procurar soluções antes de recorrerem aos tribunais. Ao incentivar a criação de um fundo de emergência e a consulta regular de extratos, este projeto reforça a proximidade e o apoio ao consumidor, construindo cidadãos mais informados e prevenidos em todo o país.
Tudo para saber sobre o assunto na edição desta semana da rubrica da DECO, com Helena Guerra, do Gabinete de Inovação e Projetos da Associação para a Defesa do Consumidor. Para ouvir no podcast abaixo:
A Associação Desportiva do Bairro das Caixas (A.D.B.C.) volta a promover, no Polidesportivo Bernardino Canário, no Jardim Municipal de Elvas, mais uma edição do tradicional torneio de futsal, uma das competições da modalidade mais emblemáticas do concelho, que promete reunir atletas, adeptos e a comunidade em torno do desporto e do convívio.
O arranque da competição está previsto para esta sexta-feira, 10 de julho, embora a organização admita a possibilidade de um adiamento, caso não sejam resolvidos a tempo alguns problemas técnicos numa das torres de iluminação do recinto.
O presidente da A.D.B.C., José Gago, revela que esta edição regista um número recorde de participantes, com 11 equipas seniores e, pela primeira vez, três equipas do escalão sub-16 (juvenis) “É a primeira vez que vamos ter o escalão sub-16. Vão ser muitos jogos este ano. Vai ser um recorde de jogos. Vão ser cerca de três por noite, intercalados entre seniores e juvenis e, muitas das vezes, apenas três jogos de seniores”, adianta.
A competição decorrerá às segundas, quartas e sextas-feiras, entre as 21h00 e a meia-noite, mantendo o formato habitual que, todos os anos, atrai centenas de espectadores ao Jardim Municipal.
José Gago espera uma forte adesão do público a esta edição do Torneio do Jardim, à semelhança das edições anteriores. “Temos tido uma excelente resposta ao longo dos anos e esperamos ainda mais adeptos este ano”, afirma.
Além dos jogos, o recinto contará com uma zona de bar, onde estarão disponíveis bebidas e refeições rápidas para dar apoio aos participantes e visitantes durante as noites de competição.
A organização do torneio envolve um trabalho exigente por parte da associação. Segundo o presidente, cerca de nove elementos da direção asseguram diariamente a preparação e manutenção do espaço, sendo que o trabalho levado a cabo durante todo o ano se reflete na adesão das equipas à prova. “Embora seja um evento que acontece apenas uma vez por ano, mobiliza-nos durante cerca de dois meses. Todos os dias fazemos a limpeza do recinto, dos balneários e das restantes instalações, para garantir que tudo decorre nas melhores condições”, remata.
O Município de Campo Maior vai avançar com um novo investimento na requalificação das estradas municipais, desta vez com a intervenção na Estrada de Albuquerque, cujo procedimento já se encontra em concurso público.
Segundo o presidente da Câmara, Luís Rosinha, esta empreitada integra a estratégia que o executivo tem vindo a seguir de realizar, de forma faseada, melhorias na rede viária do concelho, em função da capacidade financeira do município.
“Temos em curso um grande investimento na Estrada da Figueira, que se encontra já em fase de conclusão”, afirma o autarca, explicando que decorrem atualmente os trabalhos de colocação da sinalização vertical e horizontal. A obra representa um investimento de cerca de 1,2 milhões de euros.
Relativamente à nova intervenção, num investimento previsto de 260 mil euros, o presidente da Câmara justifica a escolha pela necessidade de melhorar as ligações transfronteiriças e pelo estado de degradação da Estrada de Albuquerque em alguns troços. A empreitada prevê a repavimentação de quase dos quilómetros de estrada.
“Decidimos, numa lógica de agregarmos os caminhos transfronteiriços e também perante o mau estado que a Estrada de Albuquerque já apresentava em determinados pontos, lançar esse procedimento”, refere.
Para Luís Rosinha, trata-se de “mais um grande investimento” na melhoria das estradas municipais do concelho, adiantando que o município pretende continuar a desenvolver este tipo de intervenções de forma gradual.
O autarca reconhece, contudo, as dificuldades financeiras que os municípios enfrentam para responder às necessidades da rede viária. “Como todos conhecem, esta é uma temática nacional. Os municípios têm muita dificuldade, do ponto de vista financeiro, para conseguirem fazer todo o tipo de obras que as estradas municipais requerem”, salienta.
Luís Rosinha recorda ainda que, no mandato anterior, foram reparados diversos troços da rede viária municipal e considera que 2026 ficará marcado pelas intervenções na Estrada da Figueira e na Estrada de Albuquerque, reforçando a importância destas vias nas ligações municipais e transfronteiriças.
O presidente da Câmara garante que o executivo continuará a preparar projetos para outras estradas do concelho, desde que as condições financeiras da autarquia o permitam.