O verão de 2023 foi o mais quente já registado no Hemisfério Norte, de acordo com a Organização Meteorológica Mundial.
Julho de 2023 foi o mês mais quente, seguido de agosto. O dia 5 de julho foi o dia mais quente de que há registo e, nessa semana, houve dois dias que foram os segundos mais quentes.
Agosto registou temperaturas cerca de 1,5 graus Celsius mais altas do que as médias pré-industriais. Contudo, explica José Janela, na edição desta semana do programa “Ambiente em FM”, os cientistas “não consideram essa breve passagem do limiar de 1,5 ºC como muito significativa, uma vez que esse limiar é calculado ao longo de décadas”.
Até agora, 2023 é o segundo ano mais quente registado, ficando atrás de 2016, de acordo com o Copernicus. “Mas o ano ainda não terminou, só no fim do ano se poderá fazer um balanço”, lembra o ambientalista. De qualquer forma, “os cientistas de todo o mundo, do painel intergovernamental das Nações Unidas para as alterações climáticas são unânimes em mostrar que já estamos a sofrer consequências das mudanças climáticas”.
A edição desta semana do “Ambiente em FM” para ouvir no podcast abaixo:


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