Um grupo de organizações e movimentos cívicos enviou uma carta aberta à ministra da Agricultura, onde exigia a transparência e participação pública efetiva no processo de criação da nova estratégia nacional para o regadio.
Este grupo está preocupado com o facto de que a nova estratégia para o regadio 2030 irá definir o investimento público e as políticas relacionadas com o uso de mais de 70% das captações de água do país, bem como novos armazenamentos e captações. Acreditam que esse processo deve ser transparente e democrático, levando em consideração a defesa da água como bem comum.
As organizações criticam o ministério por ter aberto, apenas em 23 de maio, por meio de um processo de contribuições do público, via email, o que consideram ser um processo irregular. Além disso, os objetivos gerais da estratégia já estão definidos sem terem sido submetidos a um escrutínio público adequado.
Deste modo, o grupo propõe que deve haver um envolvimento imediato e consequente, por meio de processos baseados em territórios específicos, especialmente nas áreas suscetíveis à desertificação e à seca, bem como um envolvimento de organizações e movimentos da sociedade civil nas áreas social, ambiental e de desenvolvimento local, com o objetivo de melhorar o modelo de gestão da água e enfrentar os desafios atuais e futuros nessa área.
Este é o tema em destaque no programa “Ambiente em FM”, com José Janela da Quercus, que pode ouvir na emissão às 12.45 e às 16.30 horas ou no podcast abaixo:


Esta é uma altura em que muitas famílias deixam as suas casas para passar férias noutros locais. Neste sentido, na rubrica desta semana com a Associação para a Defesa do Consumidor, a jurista Ana Sofia Rosa deixa alguns conselhos para que as pessoas adotem comportamentos preventivos, de forma a evitar possíveis assaltos.
Guimarães é uma das cidades finalistas, para o prémio Capital Verde da Europa, em 2025, a par de Vilnius, na Lituânia e de Graz, na Áustria.
A biodiversidade agrícola desempenha um papel fundamental na segurança alimentar, pois garante a disponibilidade de variedades de cultivos e espécies, adaptadas às diferentes condições ambientais, oferecendo resistência a pragas, doenças e alterações climáticas, tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.
Os rins, responsáveis por eliminar o excesso de líquido e sal do corpo, impedem a elevação da pressão sanguínea e também filtram o sangue, eliminando as toxinas por meio da urina. Têm, por isso, um papel fundamental na manutenção do equilíbrio de cálcio, sódio e potássio.