Aposta no Mês do Teatro em Campo Maior é para continuar, depois de mais uma edição “muito agradável”

Foi com a peça “A Menina do Mar”, levada a cena pela EntrePalcos, que a programação do Mês do Teatro, em Campo Maior, chegou, na tarde deste domingo, 29 de março, ao fim.

Dizendo que este foi um mês “muito agradável”, com espetáculos de qualidade, para todas as faixas etárias, o presidente da Câmara, Luís Rosinha, assegura que esta é uma aposta para continuar, até porque, nenhuma comunidade pode deixar de ver ser “explorada” a componente cultural. “É isso que nós temos continuado a fazer, continuamos nessa missão, num mês muito agradável, com excelentes peças, desde a criança ao adulto, portanto para todas as idades e, por isso mesmo, também continuaremos com certeza sempre a ter aqui um mês de março muito direcionado ao teatro e à poesia também”, assegura o autarca.

Ao todo, a edição deste ano do Mês do Teatro em Campo Maior, promovida pela Câmara Municipal, contou com oito espetáculos, dois com caras bem conhecidas do grande público, outros dois produzidos pela “prata da casa”, através do Centro de Talentos Alice Nabeiro e a EntrePalcos, e os restantes destinados à comunidade escolar do concelho.

EntrePalcos estreou “A Menina do Mar” no encerramento do Mês do Teatro em Campo Maior

O Centro Cultural de Campo Maior foi palco, na tarde deste domingo, 29 de março, da peça de teatro “A Menina do Mar”, uma produção do grupo de teatro “EntrePalcos”, dos Projetos de Formação do Município , liderado por Ana Diabinho.

O muito público que esteve no auditório assistiu à história, baseada no livro infantil homónimo de Sophia de Mello Breyner Andresen, de duas meninas que, apesar de pertencerem a mundos diferentes, aprendem a importância da amizade, da descoberta e da saudade.

Foi com esta sessão que terminou, em Campo Maior, o “Mês do Teatro”, iniciativa promovida pela Câmara Municipal.

MACE acolhe exposição de fotografias captadas a 25 de abril de 1974

Uma exposição de fotografias de Alfredo Cunha e obras de Vhils, nome artístico de Alexandre Farto, foi inaugurada ontem sábado, 28 de março, no MACE – Museu de Arte Contemporânea de Elvas.

Os trabalhos do fotojornalista Alfredo Cunha foram registados em Lisboa a 25 de abril de 1974, o dia da Revolução dos Cravos.

As obras de Vhils integram a coleção de arte contemporânea portuguesa de que é proprietário o colecionador António Cachola, que serve de base ao acervo do MACE.

Além do Comendador António Cachola, o ato inaugural contou com intervenções do vice-presidente da CCDR Alentejo, Roberto Grilo, do vice-presidente da Câmara Municipal, Nuno Mocinha, do diretor do Museu Militar de Elvas, Coronel Nuno Duarte, e da curadora da exposição e diretora do MACE, Patrícia Machado.

A exposição de fotografias de Alfredo Cunha e trabalhos artísticos de Vhils fica patente no Museu de Arte Contemporânea de Elvas até 24 de maio.

Núcleo de Campo Maior da Liga dos Combatentes organizou Almoço de Páscoa

O Núcleo de Campo Maior da Liga dos Combatentes promoveu o seu tradicional Almoço de Páscoa, reunindo antigos combatentes, familiares e convidados num momento de convívio e partilha.

O Presidente do Município de Campo Maior, Luís Rosinha, e o Presidente da Assembleia Municipal, Jorge Grifo, estiveram entre os presentes neste encontro.

Campomaiorenses participaram na caminhada “Celebrar Rui Nabeiro”

Campo Maior foi palco, no passado dia 28 de março, da caminhada “Celebrar Rui Nabeiro, um momento dedicado a evocar o legado do Comendador no dia do 95.º aniversário do seu nascimento.

A iniciativa reuniu centenas de participantes, entre os quais o Presidente do Município, Luís Rosinha.

A atividade teve início junto à estátua de Rui Nabeiro e percorreu vários pontos simbólicos da vila, convidando os participantes a revisitar o impacto humano, social e empresarial do empresário. Ao longo do percurso, foram recordados valores como a proximidade, a solidariedade e o compromisso com a comunidade, que continuam a inspirar gerações.

“Pátio do Cunha” no Mês do Teatro em Campo Maior

O Centro Cultural de Campo Maior recebeu, no passado dia 27 de março, o espetáculo “Pátio do Cunha”, integrado na programação do Mês do Teatro promovido pelo Município.

A comédia, com Carlos Cunha, Erika Mota, Nuno Pires e Lígia Ferreira, proporcionou ao público uma noite repleta de boa disposição, com uma sucessão de situações caricatas e momentos de grande humor, inspirados no quotidiano de um típico bairro lisboeta.

I Copa Ibérica de Voleibol disputa-se entre Elvas e Badajoz

Entre amanhã e terça-feira, dias 30 e 31 de março, Elvas e Badajoz acolhem a primeira edição da Copa Ibérica de Voleibol: uma prova que reúne mais de meia centena de equipas e cerca de 700 jovens jogadores, dos escalões infantis, iniciados e cadetes.

Dando conta que os jogos serão disputados no Pavilhão Municipal de Elvas e no Polidesportivo la Granadilla, em Badajoz, e desejando que este seja só o início de mais uma prova conjunta entre os dois lados da fronteira, Hermenegildo Rodrigues, vereador na Câmara de Elvas, garante que o objetivo é dinamizar a modalidade, tendo em conta também o interesse por parte da comunidade escolar.

“Temos sentido que, da parte escolar, havia aqui um grande interesse em que o voleibol fosse uma modalidade que tivesse algum acolhimento aqui na nossa sede de concelho”, revela o autarca que, por outro lado, fala numa “abertura” da Federação Extremeña de Voleibol, que “demonstrou interesse em trazer para cá a modalidade”.

Lembrando que, nesta altura, não há aulas, devido à interrupção letiva da Páscoa, Hermenegildo Rodrigues convida todos aqueles que gostam da modalidade a assistirem aos jogos. “Vamos ter três campos no pavilhão municipal, para que possamos ter jogos competitivos. Irá ser rotativo, em que irão sendo eliminadas algumas equipas e outras irão depois disputar as finais nos vários escalões, entre Elvas e Badajoz”, remata o vereador.

Campo Maior conseguiu captar mais de 25 milhões do PRR

Com a execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) em Portugal a chegar ao fim em agosto, o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, mostra-se muito satisfeito pela forma como a autarquia e outras entidades conseguiram, num todo, captar mais de 25 milhões para a económica local.

“Relembro aquilo que era a construção da própria variante a Campo Maior, que foi feita com verbas do PRR, as estratégias locais de habitação, o Centro Tecnológico Especializado de Informática da Escola Secundária e muitas mais questões”, começa por referir o autarca.

No que toca à Área de Acolhimento Empresarial, também financiada pelo PRR, Rosinha revela que se irá, muito em breve, “iniciar aquilo que é a colocação dos sete hectares de painéis fotovoltaicos, que dará claramente aqui uma nova geração à zona industrial e ao posicionamento estratégico do concelho do ponto de vista industrial”, assegura.

Uma outra questão que o autarca diz ser “muito importante” diz respeito às “Acessibilidades 360”, “um projeto em micro escala, mas que também dotou algumas casas de condições de acessibilidades”.

“Acho que aproveitámos muito bem aquilo que era o Plano de Recuperação e Resiliência, ou neste caso estamos a aproveitar, porque ainda não terminámos a área de acolhimento empresarial, mas fica o registo de que, efetivamente, são muitos milhões colocados ao serviço da comunidade, que é o mais importante”, remata.

Volta ao Alentejo e Federação de Ciclismo homenageiam Comendador Rui Nabeiro em Campo Maior

A 43.ª edição da Volta ao Alentejo em Bicicleta viveu um momento de profunda emoção este sábado, 28 de março, durante a passagem da quarta etapa por Campo Maior. Antes da subida rigorosa em direção à Serra de São Mamede, a organização da prova e a Federação Portuguesa de Ciclismo prestaram uma homenagem institucional ao Comendador Rui Nabeiro, com a deposição de ramos de flores junto à sua estátua, no centro da vila.

O gesto, que contou com a presença de Cândido Barbosa, presidente da Federação e Ezequiel Mosquera, Diretor da Volta ao Alentejo, serviu para enaltecer o legado de um dos maiores impulsionadores do desenvolvimento da região e do desporto nacional. Rui Nabeiro, fundador da Delta Cafés — marca que continua associada à prova como patrocinadora oficial — foi recordado como uma figura central na história da “Alentejana”, tendo contribuído decisivamente para a longevidade e prestígio internacional que a competição hoje ostenta. No Local esteve o seu filho, chairman do Grupo Nabeiro, João Manuel Nabeiro, o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha e o presidente da Assembleia Municipal, Jorge Grifo.

RC3 reforça presença internacional e preparação operacional no âmbito da NATO

O Regimento de Cavalaria n.º 3 (RC3) continua a afirmar-se no contexto multinacional, destacando-se pela sua atuação na Roménia, onde integra a 8.ª Força Nacional Destacada. No terreno, merece especial destaque o Pelotão de Reconhecimento, que tem desenvolvido um trabalho de elevado nível operacional, contribuindo de forma decisiva para o sucesso da missão.

A par deste, toda a força nacional empenhada em teatro tem demonstrado elevados padrões de profissionalismo, resiliência e capacidade de integração com forças aliadas, reforçando a credibilidade de Portugal no flanco leste da NATO. Durante o exercício multinacional, os militares participaram em manobras de progressão em trincheiras, treino com múltiplos sistemas de armamento e ações de cross training de tiro. Estas atividades permitiram aprofundar a interoperabilidade com o Exército Romeno, promovendo a partilha de técnicas, táticas e procedimentos, essenciais para a eficácia operacional em ambiente multinacional.

Paralelamente, importa salientar o trabalho do pelotão que se encontra em aprontamento em Viseu, no Regimento de Infantaria n.º 14, que prepara a sua projeção para render as forças atualmente destacadas, em junho. Este processo assegura a continuidade da missão, evidenciando a capacidade de rotação sustentada e o elevado nível de prontidão das forças nacionais.

Este desempenho é o resultado direto do exigente e contínuo trabalho de preparação conduzido pelo Exército Português, pela Brigada de Reação Rápida e pelo Regimento de Cavalaria n.º 3, que garantem a formação, treino e aprontamento dos militares para responderem com eficácia a todos os cenários operacionais, com particular enfoque na missão na Roménia.

O Comandante do RC3, Coronel de Cavalaria Luís Pimenta, sublinhou: “Com forças já empenhadas na Roménia e outras em fase de aprontamento para garantir a sua rendição, demonstramos a nossa capacidade contínua de projeção e de atuação ao lado dos nossos aliados, assegurando o cumprimento das missões com elevados padrões de exigência.”

A atuação do RC3 confirma, assim, o seu papel de excelência na defesa coletiva da NATO, evidenciando um Exército Português moderno, preparado e plenamente integrado nas missões internacionais