Preocupada com o estado de degradação da rede viária do concelho, a Câmara Municipal de Montemor-o-Novo tem previsto um investimento de cerca de 1,3 milhões de euros, a ser feito ao longo deste ano, em obras de reabilitação de um conjunto de estradas.
Dado o “mau estado” da rede viária, de acordo com Carlos Pinto de Sá, presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, é necessário intervir em várias estradas e caminhos municipais de todo o concelho. “Precisamos de intervir na rede viária municipal e estamos também a dar apoio à rede nacional, que está também em péssimo estado, em particular aqui entre Évora e Montemor, mas também a nacional que passa por Lavre e Cortiçadas, a Nacional 2”, começa por dizer.
Devido às intempéries, vários caminhos rurais de Montemor-o-Novo ficaram degradados de uma forma “muito significativa”. “Há caminhos onde não é possível passar e tivemos até algumas famílias e cidadãos que ficaram isolados durante um certo período, exatamente porque os caminhos não estão em condições”, recorda o autarca.
Para dar resposta às situações mais urgentes, a autarquia está já a proceder a intervenções “num conjunto de vias, estradas e caminhos rurais que estão muito danificados”. Ainda assim, o objetivo é que, num futuro próximo, se possa “avançar com um plano de emergência para tapar os buracos e reparar, no imediato, o que for possível”.
“Julgo que toda a gente compreenderá que não é possível fazer tudo de uma vez. Isto vai demorar tempo até podermos responder a todas as situações, mas estamos a reforçar as equipas municipais”, diz Carlos Pinto de Sá, que avança que o município já adquiriu uma máquina pavimentadora e prepara-se para comprar uma motoniveladora.
Após os estragos causados pelo mau tempo, aos iniciais 830 mil euros previstos para os trabalhos de reparação da rede viária, a Câmara Municipal junta agora mais 500 mil. “Nós tínhamos um valor previsto no orçamento na ordem dos 830 mil euros, ainda antes das intempéries, que pretendia sobretudo responder a situações graves que temos no concelho, como é o caso da estrada Cabrela-Landeira. Com as intempéries, eu sugeri em reunião de Câmara que pudéssemos fazer um reforço de 500 mil euros na rede viária, para poder acorrer a estes problemas que temos”, remata Carlos Pinto de Sá, admitindo que o município poderá “ir ainda mais longe”.
O Festival das Migas, organizado pela Fundação Centro Social Nossa Senhora do Paço, está de regresso ao Pavilhão Multiusos de Barbacena a 15 de março.
Revelando que haverá migas “para todos os gostos” e um menu especial para os mais novos, Tiago Trindade, animador sociocultural do lar de idosos da instituição e um dos responsáveis pela organização do evento, lembra que este festival tem-se revelado, ano após ano, um sucesso.
“O nosso Festival das Migas tem sido um evento com muito sucesso e com muita procura e voltamos a ter as diversas migas típicas aqui de Barbacena e do Alentejo, que vamos servir com carne de alguidar e com peixe frito. Vamos ter migas tradicionais, de espargos, de batatas, migas de tomate e todas aquelas migas que são mais apreciadas aqui na nossa zona”, assegura o responsável.
O menu infantil, pensado para que as crianças, que “muitas vezes não gostam dos pratos mais tradicionais” e para que também possam desfrutar da festa, contempla sopa, bifanas, hambúrgueres e bebida.
A animação musical do evento estará a cargo de João Tocha. O objetivo da organização é que, uma vez mais, o festival possa proporcionar momentos de convívio entre as famílias e de diversão. “Estes eventos trazem muitas vezes as pessoas da própria terra que estão fora a trabalhar, ou até viver fora, e acaba por ser mais um contributo para virem à terra e estarem com a sua família”, lembra Tiago Trindade.
Com o apoio da União de Freguesias de Barbacena e Vila Fernando e de alguns particulares, são os colaboradores do lar que organizam todo o evento. As verbas angariadas com o evento servirão para a criação de um ginásio no lar de idosos da Fundação Centro Social Nossa Senhora do Paço. “Vamos criar um ginásio sénior, que é, no fundo, uma sala adaptada com diferentes equipamentos para o desenvolvimento da atividade física, nomeadamente aqui com os nossos idosos, mas que também queremos que esteja à disposição, primeiramente, dos nossos colaboradores e, um dia mais tarde, quem sabe, avaliar se também poderá abrir ao público, à comunidade”, explica o animador sociocultural.
As entradas no festival têm um custo de 12 euros, para inscrições até 12 de março, subindo para 15 euros até ao dia do evento que, a 15 de março, decorre entre o meio-dia e as 16 horas.
As entradas podem ser adquiridas na Fundação Centro Social Nossa Senhora do Paço e nas Juntas de Freguesia de Barbacena, São Vicente e Santa Eulália.
No âmbito das diligências que tem vindo a realizar, com vista a encontrar uma solução que permita evitar a interrupção temporária da atividade cirúrgica do Hospital de Santa Luzia, durante os cerca de quatro meses em que serão levadas a cabo obras de requalificação do Bloco Operatório, a Câmara Municipal de Elvas solicitou ao Exército Português a possibilidade de instalação de um Bloco Cirúrgico do seu Hospital de Campanha na cidade.
“Apesar de todos os esforços encetados, foi-nos comunicado que essa solução não é viável, atendendo a que se trata de uma capacidade operacional única, estando a sua afetação, dependente de decisão governamental, e atualmente comprometida com ações internacionais assumidas por Portugal”, revela o município em comunicado.
A Câmara Municipal de Elvas garante que tem feito todos os esforços para evitar este encerramento temporário, tendo até manifestado a sua disponibilidade para comparticipar financeiramente uma outra alternativa. Ainda assim, e até ao momento, “não foi possível encontrar uma alternativa viável”.
“É preciso informar a população e os profissionais de saúde do nosso hospital que concordamos com a realização das obras, mas não ficámos satisfeitos com a inevitável interrupção anunciada”, revela ainda a autarquia no referido comunicado.
O Município garante que a sua “exigência e obrigação é não desistir e continuar a fazer tudo o que estiver ao seu alcance, para que seja garantida à população uma resposta cirúrgica adequada ao Hospital de Santa Luzia de Elvas”.
O Sporting Clube Campomaiorense (SCC) acaba de alargar a sua oferta desportiva, passando agora a contar com uma nova modalidade: Jiu-Jitsu, uma arte marcial com raízes antigas que combina técnica, controlo e estratégia.
O SCC decidiu abraçar este novo projeto, revela um dos responsáveis, Natalino Borrega, na sequência da “insistência” de um colaborador do clube, que vinha a mostrar a sua vontade em “trazer esta modalidade para Campo Maior, visto que no distrito já existem algumas iniciativas” de Jiu-Jitsu.
Os treinos, orientados por Gustavo Moreira, terão lugar no Complexo de Piscinas Cobertas da Fonte Nova, às segundas e quartas-feiras, a partir das 19 horas. O arranque oficial da atividade acontece no próximo dia 2 de março, depois da realização de três aulas abertos (a última realiza-se esta quarta-feira, dia 25 de fevereiro).
Dizendo que há alguma procura por esta modalidade na vila, sendo que na aula aberta do fim de semana participaram “cerca de 50 pessoas”, Natalino Borrega diz que ainda é cedo para se perceber se, de hoje para amanhã, poderá vir a nascer uma turma de competição de Jiu-Jitsu no SCC.
As inscrições para novos praticantes da modalidade estão abertas a maiores de 13 anos. Os interessados só têm de se dirigir à secretaria do SCC e manifestar o seu interesse em participar nestas aulas.
Já se encontram disponíveis, em venda antecipada, os bilhetes diários para as Festas do Povo de Campo Maior, que se realizam de 8 a 16 de agosto.
As entradas diárias, em venda antecipada, têm um custo de oito euros. Posteriormente, estes bilhetes custarão dez euros.
O passe geral, que dá acesso a todos os dias do evento, tem o preço de 15 euros. As crianças até aos dez anos não pagam entrada, desde que acompanhadas por um adulto com bilhete válido.
Os bilhetes podem ser adquiridos através da Ticketline. Para a compra de mais de dez bilhetes, informa a Associação das Festas do Povo, os interessados deverão entrar em contacto com a plataforma, através do email reservas@ticketline.pt, “de forma a agilizar o processo”.
Évora vai acolher, no próximo dia 13 de abril, a Gala dos Sóis Repsol em Portugal, um dos eventos mais relevantes de reconhecimento gastronómico na Península Ibérica. A confirmação foi anunciada ontem, em Tarragona, Espanha, durante a Gala de entrega dos Sóis do Guia Repsol Espanha 2026.
Promovida pelo Guia Repsol, a cerimónia distingue os melhores restaurantes com os emblemáticos Sóis Repsol e reúne chefs, críticos e profissionais do setor, celebrando a excelência, a criatividade e a identidade da cozinha. A escolha de Évora como palco desta edição reforça o papel crescente do Alentejo no panorama gastronómico ibérico e internacional, projetando a região junto de públicos nacionais e estrangeiros.
Para Carlos Zorrinho, presidente da Câmara Municipal de Évora, “a realização desta gala reforça ainda mais a afirmação de Évora como uma grande capital europeia ao Sul, com ambição, projeção e capacidade de acolher eventos de prestígio”.
“O evento surge num momento simbólico, já em plena contagem decrescente para Évora assumir o título de Capital Europeia da Cultura, cuja abertura está marcada para 6 de fevereiro de 2027, num percurso onde a identidade e a cultura gastronómica se afirmam como pilares fundamentais, cruzando o respeito pelo tempo com a transformação dos sabores”, acrescenta o presidente da Câmara Municipal de Évora.
“A Gala dos Sóis Repsol chega a Évora, iluminando o Alentejo com um dos mais prestigiados eventos de reconhecimento da gastronomia. A escolha de Évora como palco desta edição reforça o papel crescente da região no panorama gastronómico ibérico e internacional”, afirma José Manuel Santos, presidente da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo.
José Manuel Santos sublinha ainda o impacto do evento para a promoção do destino: “A realização da gala no Alentejo representa também uma oportunidade única para projetar o território, valorizando os seus produtos endógenos, a cultura, os vinhos de excelência e a tradição culinária que alia autenticidade e inovação. Mais do que uma celebração da gastronomia da região, o evento afirma-se como um motor de promoção turística e económica, colocando Évora e o Alentejo no centro das atenções do setor a nível nacional e internacional.”
O anúncio foi feito no âmbito da Gala do Guia Repsol Espanha 2026, em Tarragona, que reuniu representantes do setor e imprensa, e durante a qual foi confirmada Évora como cidade anfitriã da próxima edição portuguesa.
O Centro de Talentos Alice Nabeiro (CTAN), em Campo Maior, segue de forma sistemática e sustentável a implementação do programa Eco-Escolas pelo 18º ano consecutivo. As atividades do plano de ação tiveram início em setembro de 2025. Seguem-se agora a implementação dos sete passos da metodologia “com motivação e entusiasmo”.
Chegou agora a fase “mais empolgante” do programa com as reuniões do Conselho Eco-Escolas e as auditorias quer internas, quer externas às famílias. “Juntámos parceiros com as famílias, funcionários, alunos e com a direção com o objetivo principal de partilharmos ideias, criar grupos de trabalho, reforçar os laços de proximidade e trabalho conjunto”, revela o CTAN em nota de imprensa.
“O envolvimento do Município de Campo Maior, do Grupo Nabeiro – Delta Cafés, do Grupo de Ecologia e Desportos de Aventura (GEDA), a prémio Nacional ODS LOCAL com o projeto GUARDIÕES ECO, implementado nos espaços do Grupo Nabeiro e em espaços públicos do município de Campo Maior, a Adega Mayor, o Centro de Ciência Viva do Café e as Juntas de Freguesia do Concelho bem como diversos outros parceiros é fundamental para o modelo participativo que implementamos no CTAN”.
Decorre agora a construção do plano de ação participativo que a instituição deseja que “seja rico, diversos e transformador”. As crianças do Centro “realizaram nas ultimas semanas atividades de imaginação em redor dos temas eco-escolas, onde foram recolhidas as diversas ideias e agrupadas em função das semelhanças. Neste momento e após estes passos dados, existem propostas de adultos e crianças articuladas e o contributo de todos irá ser espelhado no plano de ação”.
“Destacamos ainda que já existem data de hoje diversas ações concretizadas com ajuda dos nossos parceiros com destaque para o Festival dos Grous, as ações de sensibilização sobre bio resíduos, a recolha de bio resíduos na nossa cantina escolar, a melhoria do sistema de água quente com a aquisição de bomba de calor e a aquisição da carrinha 100% elétrica que vieram contribuir para a redução de emissões de carbono do CTAN. Agradecemos a todos os familiares e parceiros o envolvimento na nossa ação ecológica sendo que é esta equipa de trabalho que cria oportunidade para todos e para toda a comunidade”.
De 7 a 9 de agosto, Arronches recebe uma nova edição do festival que tem vindo “a provar que a cultura não mora só nas grandes cidades”.
Já apresentada no final de janeiro, a terceira edição do Festival de Arronches, evento promovido pela Associação Portuguesa das Artes e da Cultura, com o apoio da Câmara Municipal, volta a ser uma oportunidade única para descobrir novos músicos portugueses, experimentar ofícios, conhecer a gastronomia e visitar o patromónio local.
Feito de música, artes visuais, literatura lusófona, workshops e de um mercado artesanal, este festival, segundo o presidente da Câmara, João Crespo, “acrescenta valor” ao território, contribuindo para que Arronches se afirme com um concelho com “uma dinâmica cultural forte”.
“Esta é a terceira edição do Festival de Arronches e penso que vai ser ainda melhor que as anteriores: é isso que se pretende. A entidade que organiza, apesar de não ser de Arronches, escolheu este território para organizar este festival, que é interessante porque dá oportunidade aos jovens de apresentarem os seus projetos musicais e culturais”, assegura o autarca.
O Festival do Arronches “não vive só de música, vive também de escultura, de pintura” e é essa dinâmica cultural que a autarquia quer implementar no concelho. “Acho que o temos conseguido fazer”, remata João Crespo.
Ainda sem cartaz anunciado, o festival já tem bilhetes à venda. O último dia do evento, a ter lugar no Jardim do Fosso, conta com entrada gratuita.
A noite da próxima sexta-feira, 27 de fevereiro, volta a ser de fados na sede da associação juvenil Arkus, em Elvas.
Dando a conhecer os fadistas que emprestam a sua voz a este espetáculo, Melanie Carona, uma das responsáveis da associação, lembra que este é um evento organizado, com alguma regularidade, pela Arkus: “desta vez temos a Marlene Mocisso, o António Mendes e, como já é habitual, a presença do Coronel Varandas e do nosso poeta residente, o José Martins”.
A acompanhar os fadistas estarão Paulo Cachinho, na guitarra portuguesa, e Joaquim Ferreira, na viola de fado.
Quem assiste ao espetáculo, com início marcado para as 20 horas, tem direito a jantar. “Vai ser o típico caldo verde, as entradas, as linguiças, o chouriço e depois teremos também as ervilhas à moda da Arkus”, adianta a responsável. O público tem ainda à sua disposição serradura como sobremesa e café.
As inscrições, com um custo de 25 euros, ainda se encontram abertas, podendo as reservas ser feitas através de telefone (268 629 218 / 927 376 067) ou presencialmente, na sede da Arkus, na Avenida 14 de Janeiro, nº 15. No ato da reserva deve ser feito logo o pagamento de 50% do valor.