Uma colisão entre dois veículos ligeiros ocorreu esta tarde na Estrada Nacional 371, no troço que liga Arronches a Degolados, no concelho de Campo Maior.
De acordo com o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Alentejo, o acidente resultou em cinco feridos ligeiros, que foram encaminhados para o Hospital de Portalegre. O alerta foi registado às 14h32, tendo sido mobilizados para o local 16 operacionais, apoiados por oito viaturas.
A Universidade de Évora integra o projeto transfronteiriço RECORVHABIT – Recuperação Funcional e Promoção de Hábitos Saudáveis na Terceira Idade em Zonas Rurais, desenvolvido no âmbito do programa INTERREG España-Portugal (POCTEP). A participação da UÉVORA, através de alguns docentes da Escola de Saúde e Desenvolvimento Humano, Departamento de Desporto e Saúde, traduz uma estratégia institucional orientada para a valorização das populações do interior, para a promoção do envelhecimento ativo e para a produção de conhecimento científico com impacto direto nas comunidades.
Liderado pela Universidad de Extremadura (Espanha), e contando com a Universidade de Évora como parceira académica em Portugal, o projeto articula-se com municípios e instituições locais para implementar ações estruturantes: formação de técnicos, reforço de redes de apoio comunitário e criação de espaços equipados para a prática de exercício físico adaptado e reabilitação funcional que no caso português será implementada esta sala no Município de Vila Viçosa. Ao atuar num consórcio internacional e multidisciplinar, a Universidade de Évora assume, assim, um papel central na dinamização de respostas inovadoras para os desafios da saúde e da coesão territorial, contribuindo para modelos sustentáveis e replicáveis noutras regiões rurais não só nacional como também internacionalmente.
O projeto tem como objetivo central promover a recuperação funcional e estilos de vida saudáveis entre idosos residentes em zonas rurais, mediante a implementação de ações integradas — formação de técnicos especializados, reforço de redes locais de apoio, e disponibilização de infraestruturas adaptadas, como salas equipadas com aparelhos de desporto, para uso de utentes séniores. Essa infraestrutura visa servir de base para programas regulares de exercício físico e reabilitação funcional adaptada às necessidades da população sénior rural.
Este modelo de intervenção enquadra-se nas orientações europeias para a promoção do envelhecimento ativo, respondendo às necessidades específicas de territórios marcados pelo isolamento geográfico, pelo envelhecimento populacional e pela insuficiência de serviços especializados. Para além do impacto direto na saúde e funcionalidade dos participantes, o projeto visa produzir conhecimento científico que permita avaliar a eficácia destas intervenções em contexto real. Esta dimensão de investigação científica, liderada em parte pela equipa da Universidade de Évora, deverá gerar resultados robustos sobre práticas de promoção da saúde em meios rurais, contribuindo para orientar políticas públicas e futuros programas de intervenção comunitária. A criação de um modelo integrador de intervenção — combinando formação técnica, cooperação institucional, participação comunitária e infraestrutura adaptada — poderá servir como referência replicável para outras regiões com perfil demográfico e geográfico semelhante. Socialmente, o projeto visa reforçar a coesão comunitária, promover a autonomia e a independência dos idosos, e favorecer a sua inclusão ativa na vida local, contribuindo para combater o isolamento e promover a dignidade e o bem-estar nesta faixa etária.
Com o envolvimento da Universidade de Évora, o RECORVHABIT traduz o compromisso de uma instituição académica com a responsabilidade social e com a investigação aplicada, ao colocar o saber e os recursos universitários ao serviço das comunidades mais vulneráveis ou periféricas. Este projeto reafirma a pertinência de abordagens multidisciplinares, que integrem desporto, saúde, formação e cooperação institucional, para responder a desafios complexos como o envelhecimento da população, o despovoamento e as desigualdades territoriais.
A Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) esteve representada pelo Presidente do Conselho Intermunicipal, Joaquim Diogo, numa mesa redonda no evento de apresentação do Estratégia de Eficiência Coletiva “GUARDIÕES Alentejo – Ação Climática para a valorização do recurso endógeno Ecossistema Ambiental”, que decorreu no Auditório da CCDRA IP, em Évora.
Nesta mesa redonda, onde participaram também os Presidentes das restantes CIM’s do Alentejo, Joaquim Diogo elogiou a pertinência desta estratégia, “que constitui um contributo decisivo para uma abordagem integrada, colaborativa e territorializada à ação climática”.
“A CIMAA assumiu a ação climática como uma prioridade estratégica, integrada nas políticas de desenvolvimento territorial e na cooperação intermunicipal. Destaco, sobretudo, o desenvolvimento do Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas, que permitiu construir uma visão comum para o território do Alto Alentejo, bem como o Empreendimento Hidráulico de Fins Múltiplos do Crato – Barragem do Pisão, um projeto estruturante para o Alto Alentejo, com impacto direto na adaptação às alterações climáticas. A sua construção contribui decisivamente para a resiliência hídrica, mitigando os efeitos da seca e da escassez de água, cada vez mais frequentes”, completou o autarca.
Com organização da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, I.P. (CCDRA IP), do Instituto Politécnico de Portalegre (IPP) e do Fórum da Energia e Clima, este evento assumiu-se como um espaço de partilha, diálogo e debate, reunindo atores-chave, comprometidos com a ação climática e a valorização do território.
A Praça da República de Elvas foi, ao final da manhã desta quarta-feira, 14 de janeiro, o palco do momento alto das comemorações dos 367 anos da Batalha das Linhas de Elvas.
A cerimónia iniciou-se com a intervenção do vice-presidente da Câmara Municipal de Elvas, Nuno Mocinha, que para além da homenagem feita aos heróis de 14 de janeiro 1659, destacou as batalhas de hoje e do futuro para o concelho. Habitação, saúde, criação de emprego e educação foram os principais vetores enunciados por Nuno Mocinha, em representação do presidente da Câmara, comendador José Rondão Almeida, ausente por motivo de doença
Seguiu-se a incorporação das forças militares e militarizadas na parada da Praça da República. Dela fizeram parte a Banda Sinfónica do Exército, Regimento de Cavalaria nº 3 de Estremoz, Corpo de Intervenção da Polícia de Segurança Pública, Guarda Nacional Republicana a pé e a cavalo, Bombeiros Voluntários de Elvas e a estrutura local da Cruz Vermelha Portuguesa.
O contingente, que desfilou depois pela Rua da Cadeia, contou ainda com viaturas militares do Regime de Cavalaria de Estremoz e veículos pertencentes ao espólio do Museu Militar de Elvas.
A última parte da cerimónia foi preenchida com as intervenções das autoridades militares, a cargo do diretor do Museu Militar, Coronel Nuno Duarte, e do diretor de História e Cultura do Exército, Major-General António Cavaleiro. O primeiro fez uma evocação histórica dos antecedentes e consequências da Batalha das Linhas de Elvas e o segundo deixou a garantia de reforço da importância do Museu Militar no contexto nacional.
Seguiu-se, já na Rua da Cadeia, o habitual desfile das forças em parada.
A habitação é uma das prioridades da Câmara Municipal de Alandroal para este mandato, até porque, de acordo com o presidente, João Grilo, o concelho está a ficar “sem lotes de natureza municipal disponíveis para venda”.
Na procura de alternativas, o autarca adianta que o município tem vindo a trabalhar em alguns loteamentos: para uns o município “já tem os terrenos”, para outros “está a adquiri-los”. “Depois temos que conseguir desenvolver as infraestruturas para que possamos colocá-los à venda”, acrescenta.
Por esta altura, a Câmara Municipal de Alandroal está também “a ultimar projetos do Primeiro Direito”, para que possa iniciar o processo de oferta de habitação para as famílias mais carenciadas. Neste caso, João Grilo conta que estes projetos venham a ser financiados pelo Alentejo 2030.
“Sentimos que há uma procura muito grande de habitação no concelho, que a reabilitação nas aldeias tem sido bastante importante para diminuir o número de casas devolutas e aumentar a ocupação. Mas precisamos também de soluções de nova habitação, um pouco por todo o concelho, daí os loteamentos que estamos a estudar estejam previstos para Casas Novas, Pias, Aldeia da Venda, Hortinhas e Juromenha”, adianta o presidente da Câmara de Alandroal.
João Grilo avança ainda que a autarquia está a estudar “aumentar a possibilidade de construção em baixa densidade, naturalmente, respeitando as características do território e de acordo com a procura”. Falando numa “experiência interessante”, o autarca revela que o município, em tempos, decidiu transformar lotes pequenos, que se encontravam à venda há mais de 15 anos, fundindo-os dois a dois, passando de seis para três lotes. “Duplicaram as áreas e foram vendidos em pouquíssimos meses”, lembra.
“A procura que temos no nosso território vai de encontro a habitações que tenham um logradouro amplo, que tenham, de facto, possibilidade de viver na natureza. Ninguém vem para o Alandroal para viver em prédios ou para viver como já se vive nas grandes cidades. Portanto, aqui a procura é outra e nós temos que encontrar soluções para dar essa resposta alternativa”, remata.
Elvas celebra esta quarta-feira, 14 de janeiro, um dos momentos mais emblemáticos da sua história: a Batalha das Linhas de Elvas, travada há precisamente 367 anos e que garantiu a liberdade e a soberania de Portugal.
Dando conta que o feito de 1659 só é comemorado, desde o primeiro momento, em Elvas, o historiador elvense e cronista oficial da cidade, Rui Jesuíno, lembra que esta foi a principal batalha da Guerra da Restauração. “Mesmo só sendo feriado municipal, como é óbvio, a partir do século XX, não houve um ano em que, em Elvas, não houvesse comemorações, desde religiosas a outras”, assegura.
“Esta batalha advém de algo que correu mal: a tentativa de conquista falhada de Badajoz, pensada por João Mendes de Vasconcelos. Há depois uma fuga de todos aqueles que estavam em Badajoz para Elvas e um exército castelhano que vem socorrer Badajoz e que acaba por cercar a cidade de Elvas”, recorda o historiador.
A cidade esteve cercada desde outubro de 1658 até 14 de janeiro de 1659, “até que depois veio o exército de socorro português, vindo de Lisboa, e especialmente depois ali de Estremoz e Vila Viçosa, formado por muitos alentejanos, que veio socorrer a cidade”, avança Rui Jesuíno
Abertas as linhas, é travada a batalha no dia 14, “que só terminou na manhã de dia 15”. É precisamente no dia 15 que acaba por falecer “o grande herói da batalha”, André de Albuquerque Riba-Fria, “num ataque a um fortim que existia onde está hoje o Forte da Graça”.
A verdade é que travar o exército castelhano, em Elvas, era essencial para que não pudesse chegar a Lisboa. “Como diziam muitos reis castelhanos, ao longo da história, para conquistar Portugal era necessário conquistar Elvas, porque de Elvas a Lisboa era um passeio. E, se pensarmos bem, assim era, porque não há nenhum acidente orográfico, não há nenhuma serra, nem nenhum grande rio até ao Tejo. Portanto, era aqui que era necessário travar o exército castelhano e assim se fez, felizmente, no dia 14 de janeiro de 1659, e ainda bem que mais um ano estamos a festejar esta grande vitória”, remata Rui Jesuíno.
No âmbito do feriado municipal de Elvas, que se celebra neste 14 de janeiro, o Clube Elvense de Natação (CEN) une-se à Câmara Municipal para organizar, no próximo sábado, dia 17, a 32ª Corrida e a 30ª Caminhada das Linhas de Elvas.
Dando conta que as inscrições terminam esta quarta-feira, o presidente do CEN, José Caldes, adianta que, até final da semana passada, já se encontravam inscritas cerca de 250 pessoas. “Temos cerca de 250 inscritos, mas prevemos que possamos chegar aos 350, entre caminhada e corrida”, adiantava na altura.
Esta, que o dirigente dizer ser uma “prova muito importante para todos os elvenses”, dada a sua ligação à história da cidade, vai iniciar-se, como habitualmente, junto ao padrão da Batalha das Linhas de Elvas, no Sítio dos Murtais, terminando no Estádio Municipal de Atletismo.
“Sai a caminhada às 9 horas; depois sairá a caminhada da APPACDM, que todos os anos participa também connosco nesta caminhada – eles saem da instituição às 9h30 –, e depois às 10 horas inicia-se a 32ª Corrida da Batalha das Linhas de Elvas. Vamos todos em direção ao Estádio de Atletismo e é lá que depois iremos fazer a festa da entrega de prémios e de lembranças e tudo aquilo que faz parte de uma corrida”, revela José Caldes.
Ao longo dos últimos anos, explica ainda o presidente do CEN, a organização tem conseguido vir a atrair para esta prova os atletas do outro lado da fronteira. “Nos últimos anos temos constatado um crescimento de atletas espanhóis. Temos tido aqui algum cuidado nesse sentido de divulgar a prova na Extremadura e, por acaso, tem sido um sucesso e esperamos que cresça cada vez mais”, remata.
As inscrições, tanto na corrida (com um custo de dois euros), como na caminhada (gratuita), podem ser feitas aqui.
A Câmara Municipal de Campo Maior assinou, recentemente, um protocolo de colaboração financeira com o Agrupamento de Escolas do concelho.
Com este protocolo, numa medida que “já não é nova”, dado que já tinha sido “colocada em curso no anterior mandato”, explica o presidente da Câmara, Luís Rosinha, o município apoia o agrupamento nas despesas inerentes a visitas de estudo com dez euros por aluno.
“Tínhamos sempre aqui esta preocupação, porque, efetivamente, às vezes havia alunos que não poderiam fazer as visitas de estudo por incapacidade económica e pelas verbas que as mesmas pressupõem. Nós apoiámos em dez euros, individualmente, todos os alunos, numa medida que é transversal: todos os alunos terão esses dez euros para fazer as visitas de estudo que desejarem”, explica o autarca.
Por outro lado, diz ainda Luís Rosinha, com esta medida a autarquia tenta “evitar alguns pedidos de transporte”. “A Câmara Municipal não tinha capacidade para responder a todas as turmas do nosso concelho e daí também atribuir esta verba, que me parece que é uma verba muito justa, que se calhar cobrirá metade ou mais de metade daquilo que seja uma viagem de estudo e, portanto, é equilibrada porque também serve a todos”, remata.
Em causa está um investimento de mais de dez mil euros, estando incluídos os 1.068 alunos do ensino regular do Agrupamento de Escolas. De fora deste apoio ficam os alunos do ensino profissional, uma vez que já são financiados na totalidade por fundos comunitários.
O referido protocolo foi assinado no mês passado, por Luís Rosinha e o diretor do Agrupamento de Escolas de Campo Maior, Jaime Carmona.
Elvas assinala hoje, 14 de janeiro, os 367 anos da Batalha das Linhas de Elvas.
As comemorações do feriado municipal iniciam-se às 9h30, com o hastear das bandeiras, nos Paços do Concelho, com a participação da Banda 14 de Janeiro.
Meia hora depois, no Sítio dos Murtais, decorre a romagem ao Padrão Comemorativo da Batalha das Linhas de Elvas e a cerimónia de Homenagem aos Mortos, e, pelas 10h30, a romagem ao Túmulo do General André de Albuquerque Riba-Fria, no Convento de São Francisco.
As cerimónias militares e militarizadas, na Praça da República, têm início pelas 11h30, seguindo-se ao meio-dia, o desfile das Forças em Parada, na Rua da Cadeia.
À tarde, na Igreja da Sé acontece um Te Deum de Ação de Graças, com a participação do Coro Beato Aleixo Delgado, e presidido pelo Arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho, a partir das 18 horas.
O programa comemorativo deste dia termina com o já tradicional Concerto da Orquestra Ligeira do Exército, no Auditório São Mateus, pelas 21h30.
Neste dia é ainda assinalado o 148º aniversário do Centro Artístico Elvense, a partir das 15 horas, assim como o 71.º aniversário da Banda 14 de Janeiro, a partir das 19h30, na sede da coletividade, na Rua Sá da Bandeira.
Elvas comemora a 367 anos da Batalha das Linhas de Elvas nesta quarta-feira, 14 de janeiro, com um programa vasto, não só neste dia, mas até ao final do mês.
Quarta-feira, 14 de janeiro (Feriado Municipal)
09:30 – Paços do Concelho: Hastear das bandeiras com a participação da Banda 14 de Janeiro.
10:00 – Sítio dos Murtais: Romagem ao Padrão comemorativo e cerimónia de Homenagem aos Mortos.
10:30 – Convento de São Francisco:Romagem ao Túmulo do General André de Albuquerque Riba-Fria.
11:30 – Praça da República: Início das cerimónias militares e militarizadas.
12:00 – Rua da Cadeia: Desfile das Forças em Parada.
15:00 – Sede da coletividade:Comemoração do 148.º aniversário do Centro Artístico Elvense.
18:00 – Igreja da Sé: Te Deum de Acção de Graças, com o Coro Beato Aleixo Delgado e presidido pelo Arcebispo de Évora.
19:30 – Rua Sá da Bandeira:Comemoração do 71.º aniversário da Banda 14 de Janeiro.
21:30 – Auditório São Mateus: Concerto da Orquestra Ligeira do Exército.
Sábado, 17 de janeiro
09:00 – Padrão da Batalha: Partida da 20.ª Caminhada das Linhas de Elvas (chegada ao Estádio Municipal).
10:00 – Padrão da Batalha: Partida da 32.ª Corrida das Linhas de Elvas (chegada ao Estádio Municipal).
11:00 – Biblioteca Municipal: Encontro Anual do Grémio Transtagano.
15:00 – Museu Municipal da Fotografia João Carpinteiro: Inauguração da exposição de fotografia de João Carpinteiro.
17:00 – Auditório São Mateus: Exibição do filme “As Estações” pelo Cineclube de Elvas.
18:30 – Casa da Cultura: Lançamento do livro “Brasões e Escudos de Elvas”, de José Martins.
21:30 – Auditório São Mateus: Espetáculo “Conta-me Elvas”.
Sexta-feira, 23 de janeiro
10:30 – Biblioteca Municipal: Espetáculo de teatro “Luis de Camões. Uma voz escrita!”, pela Associação Coisa Feita.
Sábado, 24 de janeiro
10:00 às 13:00 – Museu de Arqueologia e Etnografia: Workshop “Tecendo Memórias” (requer inscrição).
11:00 – Forte da Graça: Iniciativa “O Forte no meu Tempo” (requer inscrição).
21:30 – Auditório São Mateus: Teatro musical “Sempre que a Revista Canta”.
Sábado, 31 de janeiro
16:00 – Museu de Arqueologia e Etnografia: Lançamento do livro “Do Ser… Do Viver”, do Dr. Soares Mendes.
21:30 – Auditório São Mateus: Concerto da Banda 14 de Janeiro: “Os melhores êxitos da Música Portuguesa”.
Para todos os espetáculos com entrada gratuita no Auditório São Mateus, é necessária a reserva antecipada de bilhetes no Posto de Turismo da Praça da República.