O Presidente da CCDR Alentejo, I.P., Ricardo Pinheiro, esteve presente na inauguração do Centro Tecnológico Especializado de Informática, na Escola Secundária de Campo Maior.
A inauguração teve lugar no dia 24 de março, pelo Diretor do Agrupamento de Escolas de Campo Maior, Jaime Carmona, pelo Presidente do Município De Campo Maior, Luís Rosinha. na inauguração esteve também presente o Vice-Presidente da CCDR Alentejo, I.P., Silvino Alhinho e o Vogal do Alentejo2030, Tiago Teotónio Pereira.
O Centro Tecnológico Especializado de Informática do Agrupamento de Escolas de Campo Maior é um projeto estruturante financiado pelo #PRR e representa um investimento na modernização do ensino profissional .
Este projeto constitui um ecossistema integrado de espaços, tecnologias e metodologias ativas, orientado para preparar os jovens para o século XXI, promovendo aprendizagens significativas, coesão social e desenvolvimento regional.
A centenária Praça de Touros de Santa Eulália recebe, no próximo dia 4 de abril (sábado), pelas 17 horas, a quinta edição do Festival Taurino “Memorial José Tello Barradas”.
Em praça entram os cavaleiros João Moura Caetano, João Ribeiro Telles, Duarte Pinto, Miguel Moura e Francisco Cortes (praticante) e ainda o matador Nuno Casquinha. “Do meu ponto de vista, e sem falsa modéstia, é um cartel de primeiríssimas figuras”, diz Alberto Barradas, o responsável pela organização desta corrida de touros. “Temos um jovem aqui da região, que é uma promessa: o Francisco Cortes. O cartel de primeiras figuras é constituído por João Moura Caetano, uma figura incontornável aqui da região; o João Ribeiro Telles, uma das máximas figuras do toureio a cavalo; o Duarte Pinto, que é o digno representante do toureio clássico, e o Miguel Moura, que pertence a uma dinastia de grande prestígio”, assegura o responsável.
Por outro lado, Alberto Barradas destaca a participação, pela primeira vez, de um matador neste festival taurino. “Há um grande movimento em Portugal, novamente, em torno do toureio a pé, portanto, resolvemos ter, este ano, um matador que celebra 15 anos de alternativa. É uma figura conceituada no meio taurino português e é como muito gosto que vamos apresentar o Nuno Casquinha, pela primeira vez, em Santa Eulália”, revela.
Lembrando que este, à semelhança do Raide Hípico, é um evento solidário, em prol da Associação Humanitária de Santa Eulália, Alberto Barradas diz ainda que, com a ajuda da Câmara Municipal de Elvas tem sido possível manter a Praça de Touros daquela freguesia num “nível elevado”. “Temos conseguido recuperar a nossa formosa Praça de Santa Eulália e o público vai ter uma pequena surpresa, porque realmente fizeram-se muitos benefícios”, remata.
As pegas vão estar a cargo dos Forcados Amadores de Arronches, liderados pelo cabo Manuel Cardoso, e os Académicos de Elvas, capitaneados por Pedro Curião. Serão lidados seis toiros, três da ganadaria Sesmarias Velhas do Guadiana e três da ganadaria Santa Ana, num espetáculo que contará ainda com o acompanhamento de uma banda de música para abrilhantar a tarde taurina.
A reserva de bilhetes pode ser feita através do contacto 961 805 389. Os ingressos poderão ser levantados na Junta de Freguesia de Santa Eulália.
É já no sábado à noite, 28 de março, que Campo Maior começa a celebrar as Festas em Honra de Nossa Senhora da Enxara, ainda que a grande maioria das pessoas apenas se reúna junto à Ermida, para dias de convívio no campo, por ocasião da Páscoa, a partir de Quinta-Feira Santa, dia 2 de abril.
A procissão, que une a Igreja de Ouguela ao Santuário de Nossa Senhora da Enxara, está marcada no sábado para as 21 horas, seguindo-se, no fim de semana seguinte, “as habituais garraiadas e o baile”, começa por dizer João Pedro Carrilho, um dos membros da comissão de festas.
“Este ano, a novidade, que traz um pouco do espírito transfronteiriço, é o baile com o grupo Bellota Trompetera, que é aqui do nosso distrito”, diz o responsável, dando conta de que esse espetáculo musical está previsto para o Domingo de Páscoa, 5 de abril, dia que conta também com a Missa da Ressurreição na Ermida de Nossa Senhora da Enxara e garraiada durante a tarde.
Na segunda-feira, 6 de abril, feriado municipal de Campo Maior e último dia da romaria, haverá missa da Ação de Graças, seguida de procissão, que “sai da igreja e dá uma volta pelo recinto de Nossa Senhora da Enxara”.
João Pedro Carrilho, que garante que a comissão de festas faz o possível, todos os anos, “para melhorar o espaço” em torno da Ermida, espera que esta tradição pascal de Campo Maior “não morra”. “A Páscoa é um momento em que a família se une e em Campo Maior há a tradição de as famílias se juntarem à volta da Ermida de Nossa Senhora de Enxara. E nós, comissão, esperamos que assim seja e que esta tradição não morra, por isso é que também fazemos o possível para todos os anos melhorar alguma coisa em volta da nossa Ermida: para que possamos receber todos os campomaiorenses e estamos sempre abertos a receber novas pessoas, turistas, tudo. Queremos que esta tradição da Páscoa campomaiorense se mantenha”, remata.
A estrutura da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) experienciou um dia de trabalho diferente do que é habitual. No âmbito da iniciativa “Depois do Fogo, Plantar Vida”, a equipa saiu do escritório e foi até aos municípios de Castelo de Vide e Nisa, onde plantaram (e batizaram) 200 árvores nas áreas mais afetadas da nossa sub-região pelos incêndios de 2025.
Esta comemoração do Dia Mundial da Árvore e das Florestas contou com a presença de Joaquim Diogo, Presidente do Conselho Intermunicipal, lado-a-lado com os seus homólogos de Castelo de Vide e Nisa, Nuno Calixto e José Dinis Serra, entre outros autarcas do Alto Alentejo. Para além da estrutura da CIMAA e das suas equipas de sapadores florestais, participaram ainda na iniciativa de reflorestação técnicos florestais e ambientais, e ainda cerca de 40 crianças do Agrupamento de Escolas de Nisa, nomeadamente do Programa Eco-Escolas.
Esta foi uma ação de teambuilding que reforça o compromisso com a sustentabilidade e a valorização do território, através da plantação de 200 sobreiros, espécies autóctones fundamentais para a regeneração dos ecossistemas locais.
Antes deste momento, o grupo teve oportunidade de assistir, in situ, aos mais recentes trabalhos de silvicultura preventiva na execução de um troço de Rede Primária de Faixas de Gestão de Combustíveis por parte das equipadas Sapadores Florestais afetos à CIMAA, nomeadamente junto à Barragem do Poio. Um trabalho que passa muitas vezes despercebido, mas que é efetuado com frequência e competência, sendo por isso muito relevante para a prevenção e supressão dos grandes incêndios rurais que assolam anualmente o nosso território.
Em mais um momento integrado no Mês do Teatro, os alunos do 1.º Ciclo de Campo Maior estiveram no Centro Cultural na vila esta quarta-feira, 25 de março, para assistir ao “Circo da Paródia”, um produção da In Artéria.
Liderado pelo senhor Malaquias, o público pôde assistir a números de malabarismo, força e mistério, numa paródia divertida do mundo do circo.
O Curso de Dança Oriental do Projeto de Formação do Município participou, no passado sábado, dia 21 de março, na I Gala da Primavera que decorreu no Cineteatro de Ponte de Sor.
A gala foi organizada pelo Núcleo de Danças de Salão do Grupo Promoção de Montargil, e permitiu às alunas, orientadas pela professora Letícia Garcia, mostrar o trabalho desenvolvido nas suas aulas.
Um homem de 70 anos foi detido pela GNR, na passada segunda-feira, 23 de março, no concelho de Ponte de Sor, por suspeitas de violência doméstica.
No âmbito de uma investigação por violência doméstica, levada a cabo pelo Núcleo de Investigação e de Apoio a Vítimas Especificas (NIAVE), “os militares da Guarda realizaram diligências policiais que permitiram apurar que o suspeito exercia violência física e psicológica contra a vítima, sua esposa, de 65 anos”, revela o Comando Territorial de Portalegre da GNR em comunicado. No decorrer da ação foi dado cumprimento a um mandado de detenção.
O detido foi presente no Tribunal Judicial de Ponte de Sor, onde lhe foi aplicada a medida de coação de prisão preventiva, substituída por internamento preventivo em hospital psiquiátrico, por ora, no Hospital Prisional de Caxias.
A violência doméstica, lembra a GNR, “é um crime público e denunciar é uma responsabilidade coletiva”.
Os prazos para a gestão de combustível na rede secundária são anuais e têm por objetivo contribuir para “a redução da propagação de incêndios rurais, a mitigação de riscos associados a fenómenos extremos e o reforço da resiliência territorial”.
Num despacho conjunto, o Governo considerou justificada a extensão do prazo de execução dos trabalhos associados à instalação ou manutenção da rede secundária, tendo em atenção as distintas realidades vividas nas várias regiões do continente.
Os trabalhos na rede secundária de faixas de gestão de combustível podem decorrer até 31 de maio de 2026 nos municípios do continente. No entanto, é estabelecida uma exceção para os concelhos abrangidos por declaração de calamidade devido ao mau tempo em 2026, onde aqueles trabalhos podem decorrer até 30 de junho.
Os proprietários com terrenos a menos de 50 metros de edifícios de habitação ou atividades económicas terão de proceder à gestão de combustível numa faixa com largura de 50 metros em territórios florestais ou de 10 metros em territórios agrícolas.
Após estes prazos, em caso de incumprimento, os proprietários estão sujeitos a fiscalização e eventuais coimas.
A Câmara Municipal de Montemor-o-Novo prevê avançar este ano com um conjunto de obras e investimentos em infraestruturas, equipamentos municipais e planeamento estratégico, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população e reforçar o desenvolvimento económico do concelho.
Só zona industrial da ADUA, revela o presidente da Câmara, Carlos Pinto de Sá, a autarquia pretende vir a investir cerca de 450 mil euros em infraestruturas. “A verba que vamos receber de derrama será empregue na totalidade na área económica e, em particular, na zona industrial da ADUA”, assegura o autarca.
Por outro lado, a autarquia tem como objetivo levar a cabo “algumas reparações e melhorias” no pavilhão de exposições da cidade e projetar a possibilidade de construção de uma área de caravanismo. “Temos andado a discutir onde é que se vai fazer o caravanismo. Temos uma proposta, estamos a analisar se é possível, e queremos avançar este ano, no mínimo, com o projeto”, adianta Carlos Pinto de Sá.
No que toca a requalificação do castelo, o presidente da Câmara de Montemor-o-Novo terá já desafiado os restantes elementos do executivo a olhar para esse como “um grande projeto de desenvolvimento”. “Temos de olhar para as suas várias valias, ver o que é que podemos fazer e propor um projeto a prazo, a vários anos, em que haja um consenso entre todos, no sentido de que possamos avançar e que o castelo possa voltar a ter um papel determinante no desenvolvimento de Montemor”, explica.
Para dar melhores condições de trabalho, sobretudo ao setor operacional da autarquia, a Câmara Municipal pretende vir a reabilitar as atuais instalações municipais, tendo em conta o seu estado de degradação, ou até mesmo a construir novas.
Na área das águas e saneamento, a autarquia promete vir a pressionar as Águas Públicas do Alentejo, dada a sua responsabilidade em fazer um conjunto de investimentos em Montemor, algo que, garante Carlos Pinto de Sá, tem sido uma miragem. “Montemor entrou nessa parceria das águas públicas, do Estado com 20 autarquias do Alentejo, por uma única razão: nós queríamos a construção do sistema de abastecimento a partir da Barragem dos Minutos para poder abastecer a cidade de Montemor, para poder passar ali pela Maia, São Mateus, Reguengo, São Mateus e, se possível, ir até ao Escoural. O Escoural tem falta de água e temos que garantir essa situação, mas também a nova ETAR que é necessária no Escoural e outras intervenções que as Águas Públicas do Alentejo têm de fazer”, remata o autarca.
Para que possa ser apresentado a um público mais abrangente, o musical “Mamma Mia”, que uma turma de 12º ano da escola D. Sancho II preparou para a edição deste ano do improvis’ARTE, o Festival Internacional de Teatro Escolar de Elvas, volta a ser levado a cena, na noite desta quarta-feira, 25 de março, no auditório da escola, depois de já dado a conhecer à comunidade escolar.
O professor Carlos Beirão, encenador do musical e responsável pela organização do festival de teatro, revela que tinha o “desejo antigo” de apresentar em Elvas este espetáculo que “toda a gente conhece”. “No ano passado apresentámos o ‘Grease’, depois de já o termos interpretado há alguns anos, e o público da escola, e o público em geral também, gosta sempre dos musicais. Mas obviamente que dão muito trabalho, porque há a toda a parte da dança e é porque não vão cantar, porque será tudo em playback”, adianta o professor.
Relativamente a “Mamma Mia”, foi uma aluna que resolveu escrever o texto e o apresentou, para que pudesse ser interpretado por esta ocasião. “Como não temos tanta experiência, o ‘Grease’ foi muito mais fácil, porque nos reportávamos aos anos anteriores. Esta agora não: é tudo de raiz, temos estado a ensaiar e têm sido muitas sessões”, revela Carlos Beirão.
O elenco deste espetáculo é constituído por “uma turma inteira”, formada por cerca de 25 alunos, e ainda um aluno que está já na Universidade, em Coimbra.
Carlos Beirão lembra ainda que “Mamma Mia” tem por base a história do casamento de dois jovens. “Ela não conhece os pais, mas no fim tudo muda e de repente, em vez de serem os dois jovens a casar, acabam por casar os pais dos protagonistas”.
O espetáculo, no auditório da Escola Secundária D. Sancho II, de entrada gratuita, tem início, esta quarta-feira, às 21 horas.
A 28ª edição do improvis’ARTE, o Festival Internacional de Teatro Escolar de Elvas, promovido pela Arkus e pela Escola Secundária D. Sancho II, decorre até sexta-feira, 27 de março, Dia Mundial do Teatro.