Um camionista de 46 anos foi detido pela GNR, em Campo Maior, com uma taxa de álcool de 3,22 g/l de sangue, no passado domingo, dia 15 de fevereiro.
A detenção, de acordo com comunicado do Comando Territorial de Portalegre da GNR, ocorreu após uma denúncia “que dava conta de um camião a circular de forma irregular”.
No decurso das diligências policiais, a GNR intercetou a viatura, já no acesso à vila de Campo Maior, onde o condutor foi submetido ao teste de alcoolemia.
O homem acabou por ser detido, com os factos a serem comunicados ao Tribunal Judicial de Elvas.
A Casa da Cultura de Elvas recebe, entre os dias 20 de fevereiro e 20 de março, a exposição “O Mundo como um Supermercado”, da artista Janette Brossard, numa iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Elvas.
A mostra inaugura no dia 20 de fevereiro, às 18h00, e convida o público a refletir sobre as dinâmicas do consumo, da identidade e da globalização, através de um conjunto de obras marcadas por uma forte componente simbólica e estética.
“O Mundo como um Supermercado” propõe uma leitura crítica e contemporânea sobre a forma como pessoas, culturas e territórios são frequentemente reduzidos a mercadorias num mercado globalizado, desafiando o visitante a repensar o seu papel enquanto consumidor e cidadão.
A iniciativa conta com o apoio da Direção-Geral das Artes (DGARTES) e da Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI).
A cidade de Elvas recebe esta sexta-feira, 20 de fevereiro, pelas 16 horas, no Estádio Domingos Patalino, o jogo internacional de futebol entre Portugal e Espanha, no escalão Sub-15 masculino.
O encontro traz ao concelho duas seleções de referência e jovens atletas que poderão vir a representar as principais equipas profissionais e a própria Seleção Nacional.
Este evento constitui uma oportunidade especial para a comunidade local, permitindo às crianças e jovens assistir ao vivo a futuros talentos do futebol, num ambiente de saudável competição e convívio entre nações.
A iniciativa é aberta ao público e todos estão convidados a assistir a este encontro internacional.
As duas equipas voltam a defrontar-se no domingo, dia 22, pelas 11 horas, no Estádio Capitão César Correia, em Campo Maior.
A 52ª Volta ao Algarve em Bicicleta vai hoje, 18 de fevereiro, para a estrada, com um total de 168 corredores, em representação de 24 equipas.
Com início em Vila Real de Santo António, a prova é composta por cinco etapas, a serem disputadas até domingo, dia 22, num total de 697 quilómetros.
O arranque oficial da prova terá lugar hoje, ao meio-dia, na Praça Marquês de Pombal, em Vila Real. Por volta das 16h15, é disputado o “Quilómetro de Ouro”, onde estará instalada a meta volante desta primeira etapa, antes do pelotão rumar ao destino final, em Tavira.
Calendário de Etapas:
18/02 – 1.ª Etapa: Vila Real de Santo António – Tavira (185,60 km)
19/02 – 2.ª Etapa: Portimão – Alto da Fóia, Monchique (157,10 km)
20/02 – 3.ª Etapa: Vilamoura – Vilamoura (CRI) (19,51 km)
21/02 – 4.ª Etapa: Albufeira – Lagos (182,10 km)
22/02 – 5.ª Etapa: Faro – Alto do Malhão, Loulé (153,10 km)
Desde que foram oficialmente anunciadas, as Festas do Povo de Campo Maior já foram amplamente promovidas e divulgadas em grandes eventos, como a Feira Internacional de Turismo de Madrid (FITUR). O mesmo acontecerá, entre o próximo dia 25 de fevereiro e 1 de março, na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL).
Para além da grande aposta na divulgação das festas, o presidente da Câmara, Luís Rosinha, garante que o pensamento dos campomaiorenses, até agosto, está neste grande evento, reconhecido pela UNESCO como Património Cultural Imaterial da Humanidade: “até agosto, o nosso pensamento número 1, com certeza, serão as Festas do Povo”. “Temo-nos vindo a esforçar todos para que cheguemos ao dia 8 de agosto e voltemos a ver em Campo Maior aquele que é o jardim mais belo do mundo. Com certeza que será um grande evento”, garante o autarca.
Por outro lado, Rosinha revela que o município e a Associação das Festas do Povo querem “trazer todos os concelhos do distrito de Portalegre para dentro deste evento, que é um evento que representa muito bem a região”. A mensagem foi passada pelo autarca, na passada quinta-feira, aos outros autarcas do Alto Alentejo, no decorrer de uma reunião do Comunidade Intermunicipal.
“Nós continuamos, também como penso que é a ideia do senhor João Manuel Nabeiro, presidente da Associação das Festas, a querer trazer cada vez mais cultura de fora para dentro do nosso evento. Tenho a certeza que será um sucesso: um sucesso para Campo Maior, para Elvas, mas sobretudo para o Alto Alentejo inteiro”.
Na BTL, diz ainda Rosinha, Campo Maior marcará uma “presença forte” para que se possam divulgar as festas em locais “onde não se pode estar durante todo o ano”. “Vamos mostrar aquilo que é a nossa arte. Vamos também juntar as saias, porque não há Festas do Povo sem saias, nem saias sem Festas do Povo. Portanto, vai ser agradável também estar na BTL”, remata.
O XXVIII Carnaval Internacional de Elvas despediu-se hoje em grande estilo, com o último corso a atrair milhares de visitantes às ruas da cidade Património Mundial. Num desfile marcado por uma energia contagiante, a alegria, a cor e a música foram as grandes protagonistas, transformando o circuito do Viaduto até novamente a Praça 25 de abril, num palco gigante onde o movimento das coreografias e o brilho dos figurinos dos grupos locais não deixaram ninguém indiferente. Esta tarde com os oliventinos a animarem ainda mais os festejos, com uma comparsa que ficou ontem a meio da tabela no gigante Carnaval vizinho de Badajoz e um grupo ainda pequeno que evocou a liberdade e o 25 de abril português, reconhecendo também o sangue luso que lhe corre nas veias.
Para além da vertente festiva, a sátira política e social voltou a ser um dos pontos altos do evento, com carros alegóricos e mascarados a utilizarem o humor para comentar a atualidade nacional e internacional, em particular o grupo “Sou Filho Único” que satirizou no sábado, Mocinha e Rondão, no domingo José Eurico Malhado e hoje, Margarida Paiva (na foto de capa). Nem todos poderão ter gostado, mas Paiva revelou grande fair-play ao juntar-se ao grupo para a foto do dia.
Este equilíbrio entre a tradição dos grupos do concelho, os espanhóis de Badajoz e Olivença e os campomaiorenses (que desfilaram domingo), e o espírito crítico carnavalesco reafirmou Elvas como um dos destinos de Carnaval mais importantes da região Alentejo. Temos de longe o maior Carnaval do Alentejo, a merecer que a Região de Turismo olhe com outros olhos para o evento.
A organização, a cargo da Câmara Municipal, faz um balanço extremamente positivo de uma edição que, durante vários dias (de quinta passada até hoje, terça-feira), uniu miúdos e graúdos numa celebração de liberdade e criatividade que só voltará a ganhar vida no próximo ano. Com uma certeza os elvenses gostam do seu Carnaval e o futuro está garantido, há dezenas de jovens, alguns de tenra idade, nos grupos que desfilaram. Até 2027!
A 28ª edição do Carnaval Internacional de Elvas chegou ao fim na tarde desta terça-feira, 17 de fevereiro, com o terceiro grande corso, que deu, uma vez mais, muita cor e alegria às ruas do centro histórico da cidade.
Este derradeiro desfile contou com a participação de comparsas de Olivença, para além dos nove grupos do concelho, dos reis e dos muitos foliões que, em pequenos grupos, ou a título individual, também se juntaram à festa.
No final do desfile, o vice-presidente da Câmara de Elvas, Nuno Mocinha, que dizia à reportagem da Rádio ELVAS que este foi “um grande Carnaval”, fazia um balanço “muito positivo” desta edição do evento, por mais que acrescentasse, logo de seguida, que “quem tem que fazer esse balanço é quem participa ativamente no Carnaval e quem vem ver os corsos”.
Falando numa “aposta ganha”, o autarca assegura que há muito tempo não via corsos carnavalescos na cidade tão participados: “temos muitos participantes, muita gente a assistir, o São Pedro também ajudou, é um evento que marca Elvas e, acima de tudo, é o único Carnaval internacional que existe no nosso país”. Dizendo que este Carnaval é já “uma referência”, Mocinha lembra que Elvas, por estes dias, recebe gente oriunda de norte a sul do país.
O vice-presidente da Câmara Municipal de Elvas deixou ainda os parabéns a todos os grupos que fizeram possível este Carnaval, destacando a qualidade que vão apresentando: “os grupos têm melhorado, as coreografias têm melhorado, são grupos enormes e é espetacular ver como é que eles se organizam, como é que conseguem fazer as coreografias e, acima de tudo, como é que eles conseguem ir tão felizes neste corso”.
Também o vereador Hermenegildo Rodrigues, que assegura que hotelaria e restauração de Elvas estiveram praticamente lotadas, assegura que estes foram “cinco dias de muita folia e animação” na cidade. A participação das comparsas de Badajoz e Olivença e de um grupo de Campo Maior neste Carnaval “reafirmam” Elvas enquanto Carnaval Internacional: “traz outra envolvência, outras dinâmicas e outra forma de viver o Carnaval e isso acrescenta valor, traz gente e é isso que é o grande objetivo do nosso Carnaval”.
No âmbito do Eixo 4 – Desenvolvimento Social, Capacitação Comunitária e Intervenção em Contextos de Emergência Social e de Cenários de Exceção, no próximo dia 20 de fevereiro, às 17h30, terá lugar no Auditório do Centro de Recuperação de Menores de Assumar, a Ação de sensibilização “Laços Fortes”, inserida na Atividade 17- Inclusão Ativa.
A sessão será conduzida por Alfredo Leite (na foto), psicólogo e especialista em Psicologia Positiva, com mais de 23 anos de experiência. Mentor do projeto Mundo Brilhante, é formador de referência na área do bem-estar, desenvolvimento pessoal e competências socio emocionais, reconhecido pela sua abordagem prática, científica e motivadora.
A higiene do sono começa nas crianças, mas consolida-se em casa. Após a sessão com os mais novos, o Dr. Alfredo Leite dará continuidade ao tema ao final da tarde numa ação de sensibilização dirigida aos encarregados de educação e à restante população em geral.
As inscrições são gratuitas e limitadas, devendo ser realizadas através do seguinte link:
O projeto CLDS 5G é financiado no âmbito do Portugal 2030 – programa PESSOAS 2030, pelo Fundo Social Europeu +(FSE+) e pela União Europeia “Os Fundos Europeus Mais Próximos de Si”.
Já se encontra em funcionamento o Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social, uma resposta social promovida pelo Município de Viana do Alentejo e dinamizada pela Associação Terra Mãe – Solidariedade e Intervenção Social.
Trata-se de um serviço especializado de apoio social à comunidade, assegurando o atendimento e acompanhamento de pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade social.
Maria João Rodrigues, coordenadora do Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social, em declarações à RNA, referiu que se trata de “um serviço especializado de apoio social na comunidade. A equipa, à data, é uma assistente social, uma psicóloga, na área clínica, e temos também uma administrativa que nos apoia. A nossa missão, é acompanhar todas as situações de vulnerabilidade social, informamos, despistamos e encaminhamos para respostas de serviço e apoios sociais. Realizamos também despiste e acompanhamento na área da psicologia a famílias em situação de carência social, realizamos pontualmente animação socioeducativa dirigida a crianças e jovens, trabalhamos com todos os parceiros da área social do concelho e do distrito, pelo facto também do SAAS estar integrado dentro da Associação Terra Mãe, temos aqui algumas respostas privilegiadas, nomeadamente a nível de banco alimentar e de outros programas alimentares, como o programa operacional de apoio a pessoas mais carenciadas através da Segurança Social”.
“O nosso principal objetivo é talvez sermos um serviço de referência, um serviço privilegiado, no sentido de estarmos próximos das populações, atendendo também ao facto de que o concelho de Viana do Alentejo é um concelho ainda com uma dimensão relativamente pequena, portanto, não perdemos assim a noção das pessoas. E o nosso objetivo é manter esta característica, o conhecer as famílias, conhecer a sua história, poder ajudar, ser um serviço de referência para quem precisa, ter uma boa imagem junto da comunidade e sermos um recurso de apoio a todos os que de nós precisam”, acrescentou.
“Nós temos muitos agregados familiares a fazer pedido de alimentos regular, mensal, portanto, a Associação Terra Mãe tem a resposta de Banco Alimentar e de Programa Operacional de Apoio a Pessoas Mais Carenciadas, como já tinha referido anteriormente, e o SAAS, através também deste acesso facilitado que tem estes apoios alimentares, consegue dar resposta aos pedidos que vão chegando. A nível de números, posso dizer que, por exemplo, a nível de cabaz de Natal, onde são atribuídos alimentos, quer do Banco Alimentar, quer do programa, quer outros que a Câmara e a Junta todos os anos se comprometem a comprar e a enriquecer este cabaz de Natal de forma tipicamente natalícia, bacalhau, doces, foram entregues cabazes a 90 famílias no concelho. É efetivamente uma percentagem significativa. Regularmente temos várias famílias em acompanhamento e por mês, a nível de Banco Alimentar, temos uma média de 25 a 30 atribuições de cabazes mensais, portanto, 25, 30 agregados familiares diferentes. A nível do outro programa, temos já duas modalidades, onde temos cerca de 20 agregados familiares com cartão social, que é uma entrega mais digna. A pessoa recebe um cartão com um determinado plafond que pode utilizar num determinado supermercado que aderiu a este projeto e onde só pode comprar produtos taxados com IVA a 6%, bens considerados essenciais de alimentação. Outros 25 agregados recebem através deste programa alimentos, portanto, físicos, que nós todos os meses vamos buscar e criamos os cabazes de entrega mensal para os agregados que recebem”, sublinhou.
“A nossa estratégia de atuação tem sido sempre sistémica, que é ver o indivíduo não como isolado, mas integrado num todo, em que tem uma articulação com vários serviços, em que a pessoa não quer ser vista sozinha, mas encaixada no seu contexto familiar, na sua rede de apoio, nos serviços que também têm contacto com a família e tentar ser aqui um elemento que se reforça todas as ligações entre a pessoa, o serviço, a comunidade e todos os apoios, facilitando sempre estes processos no sentido de melhorar a vida da pessoa. Esta estratégia de intervenção é aquela que é mais utilizada, aquilo que nós primamos sempre, por ser um serviço de referência, por ser alguém que as pessoas recorrem e que sabem que está no terreno e que sabem que está cá para ajudar e para apoiar sempre que existe alguma situação de vulnerabilidade social”, rematou.
O contrato para a empreitada de requalificação do Centro de Saúde de Monforte foi assinado muito recentemente.
No dia do ato de assinatura da adjudicação, os autarcas do concelho reuniram com a Unidade Local de Saúde (ULS) do Alto Alentejo, para abordar assuntos relacionados com o funcionamento do Centro de Saúde, até porque, de acordo com o presidente da Câmara de Monforte, Miguel Rasquinho, esta é uma obra “reivindicada há muito tempo, pelo município, mas particularmente por todos os utentes do Centro de Saúde”.
Durante a reunião, Miguel Rasquinho procurou também saber se o Centro de Saúde iria ter um reforço do pessoal. “Foi-nos dito foi que sim, que estariam garantidos pelo menos três médicos, mas solicitámos também o reforço do pessoal auxiliar, do pessoal administrativo, de enfermeiros e tudo aquilo que fizesse falta ao Centro de Saúde de Monforte. Esse foi o compromisso, este foi o nosso pedido, esta é a nossa luta para melhorar também a qualidade de vida de todos os monfortenses”, diz ainda o autarca.
Financiada pelo PRR, a obra foi adjudicada por mais de 290 mil euros.