Assembleia Intermunicipal reúne na CIMAA

A Assembleia Intermunicipal da CIMAA reuniu extraordinariamente na segunda-feira, 19 de janeiro, no auditório da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo. A ordem de trabalhos versou sobre questões relacionadas com contabilidade e tesouraria.

Nesta reunião, também foi deliberada a cedência definitiva de um trator, que se encontra atualmente inativo, para operacionalização das Brigadas de Sapadores Florestais Intermunicipais. Este equipamento constitui um recurso de elevada importância estratégica para a gestão do nosso território, permitindo uma intervenção mais eficaz e célere em ações de silvicultura preventiva.

Em corrida contra o tempo, Nuno Ezequiel e Adelino Moga ultimam carros alegóricos do Carnaval de Elvas

Nuno Ezequiel e Adelino Moga

Falta menos de um mês para o arranque de mais uma edição do Carnaval Internacional de Elvas. Para o sucesso do evento, ano após ano, tem contribuído a arte única de Nuno Ezequiel, o responsável pela criação dos vários carros alegóricos que dão outra vida e cor aos corsos.

Em entrevista à Rádio ELVAS, o artista plástico recorda que faz, em 2027, 30 anos que produziu, pela primeira vez, esculturas para o Carnaval de Elvas. “Não fiz todos os anos, mas fiz na altura, em 97, 98 e 99, para o grupo de Vila Boim. Depois, houve um ano em que uma junta também me pediu para fazer um carro de Carnaval, mas acharam muito estranho um rapaz novo chegar ali a querer estragar esferovite. Nesse ano, em 24 horas, criei um carro de Carnaval com um dragão com três cabeças, que deitava fumo. Quando a equipa do senhor João Rondão chegou de manhã ficou tudo muito admirado. Então fui convidado para fazer parte dessa equipa e, desde então, tenho estado sempre, até hoje, na criação dos carros e das esculturas e na idealização”, começa por recordar.

Explicando todo o processo “complexo” inerente à criação dos carros alegóricos, durante o qual conta com a ajuda do serralheiro Adelino Moga, Nuno Ezequiel assegura que o tempo é sempre pouco para levar a cabo este trabalho. “É idealizar do nada, todos os anos, carros, esculturas, estruturas e ver a melhor forma das pessoas poderem ir seguras em cima dos carros. Tudo isto tem que ser pensado e não se faz de um momento para o outro”, garante.

Para a criação de uma escultura, explica o artista, é necessário “esculpir (blocos de esferovite), lixar, pintar e pôr estruturas de ferro por dentro para não se estragar”. “E o tempo é sempre escasso. A verdade é que todos os anos, quando chega a altura do Carnaval, aparece feito, só que os anos também vão passando e as pessoas também já se vão sentindo, às vezes, um pouco cansadas”, confessa.

Dizendo que o processo de criação dos carros seria “mais rico” realizado com mais tempo, o artista garante que acaba por ser “muito desgastante” ter de trabalhar sempre no limite. “O ideal seria iniciarmos o trabalho com muitos mais meses de antecedência. Isto iria permitir que os pormenores e que todo esse trabalho artístico fosse melhorado”. Por outro lado, o artista refere que as temáticas dos grupos de Carnaval “já se vão repetindo”, o que torna sempre o “exercício criativo mais complexo”, para que não se faça “o mesmo que já foi feito”. “Exige estar a pesquisar e a desenhar até chegar ao ponto de termos algo concreto”, acrescenta. “Qualquer das formas, é um trabalho que me satisfaz”, garante.

Nuno Ezequiel lembra ainda que os carros alegóricos nunca poderão ter uma maior dimensão que aquela que apresentam, dadas as limitações das próprias ruas do centro histórico da cidade. “O nosso trajeto, digamos assim, da cidade, limita-nos um pouco nisso: as alturas dos arcos, a largura das ruas e até a própria largura do portão do espaço onde trabalhamos nos condiciona”, remata.

Este ano, Elvas celebra já a 28ª edição do seu Carnaval Internacional. O programa oficial ainda não foi divulgado pela Câmara Municipal de Elvas, mas, como habitualmente, contará com o desfile escolar, a gala coreográfica no Coliseu, e os corsos de sábado, domingo e terça-feira, entre os dias 13 e 17 de fevereiro.

Junta de São João Baptista cria “Oficina do Mayor” para apoiar população idosa com pequenas obras

Ainda que já o faça com alguma regularidade, a Junta de Freguesia de São João Baptista, em Campo Maior, pretende vir a oficializar o trabalho de pequenas obras que tem vindo a realizar sempre que solicitada para o efeito.

O projeto, a que a junta irá chamar “Oficina do Mayor”, explica a presidente Anselmina Caldeirão, procura dar resposta, sobretudo, às necessidades da população idosa. Para poder usufruir desta ajuda, a franja da população abrangida pela medida só tem de se dirigir à Junta de Freguesia e preencher um formulário.

“Pode acontecer uma pessoa precisar de mudar a banheira e pôr um polibã ou montar um autoclismo”, diz Anselmina Caldeirão, que explica que é esse tipo de obras a que a junta se propõe a realizar, quando necessário. “E, às vezes, há outras situações que surgem, em que se precisa no momento e não há pessoas disponíveis para o fazer ”, acrescenta.

Considerando esta uma ajuda importante, a presidente da junta lembra que a mão de obra está cada vez mais cara e que as pensões dos idosos não são muito altas. “Daremos essa ajuda, com certeza, como tem sido feito aqui ao longo destes anos”, assegura ainda Anselmina Caldeirão.

Para o efeito, a Junta de Freguesia de São João Baptista conta com dois colaboradores aptos a realizar este tipo de trabalho.

Ovibeja lança 15º Concurso Internacional de Azeite Virgem Extra

Está aberta mais uma edição do Concurso Internacional de Azeite Virgem Extra – Prémio CA Ovibeja. Já na sua 15ª edição, o concurso de azeite Ovibeja integra cinco categorias a escrutínio: Frutado Verde Intenso, Frutado Verde Médio, Frutado Verde Ligeiro, Frutado Maduro e Azeites do Hemisfério Sul. Os azeites entregues a concurso deverão ser obrigatoriamente da atual campanha de 2025-2026, exceto os provenientes do Hemisfério Sul que poderão ser da campanha de 2024-2025.

Ao concurso podem concorrer azeites de produtores individuais, de associações de produtores, de cooperativas e de empresas embaladoras devidamente registadas. 

A seleção dos melhores azeites presentes a concurso vai ser feita por um painel de jurados internacional, provenientes de cerca de uma dúzia de países. O Presidente do Júri é José Gouveia, especialista mundial em azeites.

Recordamos que o Concurso Internacional de Azeite Virgem Extra – Prémio CA Ovibeja continua a ser o único concurso de abrangência internacional realizado em Portugal. Conta anualmente com cerca de 120 amostras de azeites provenientes de mais de uma dezena de países produtores e está classificado como um dos melhores do mundo.

A entrega dos prémios aos azeites melhor pontuados será realizada no decorrer da 42ª Ovibeja que está agendada para a semana de 29 de abril a 3 de maio. O concurso é organizado pela ACOS, em parceria com a Casa do Azeite e o patrocínio exclusivo do Crédito Agrícola. Para obtenção de mais informações sobre o concurso, incluindo os regulamentos, deverá ser consultado o site do evento em www.azeite-ovibeja.pt

NERPOR lança Incubadora de Empresas em Portalegre para apoiar novos negócios e startups

O NERPOR – Núcleo Empresarial da Região de Portalegre e Alto Alentejo vai abrir uma Incubadora de Empresas, destinada a apoiar novos projetos empresariais, startups e empreendedores que pretendam desenvolver a sua atividade num ambiente estruturado, colaborativo e com acompanhamento especializado.

A incubação acontece nas instalações do NERPOR, através da celebração de um contrato entre a associação e a empresa incubada, garantindo o acesso a espaços de trabalho e a um conjunto alargado de serviços de apoio ao negócio.

Para além do espaço físico, as empresas incubadas passam a integrar o Gabinete de Apoio ao Empresário, beneficiando de apoio a candidaturas a fundos comunitários, desenvolvimento de parcerias, networking empresarial e participação nos eventos promovidos pelo NERPOR.

Com esta iniciativa, o NERPOR reforça o seu papel enquanto agente dinamizador do empreendedorismo e do desenvolvimento económico da região, criando condições para que novos negócios cresçam de forma sustentável no Alto Alentejo.

Elvas Film Office assume-se como instrumento de promoção territorial

O Elvas Film Office inicia o ano de 2026 com uma estratégia ambiciosa de promoção territorial, consolidando o concelho de Elvas como um destino de excelência para as indústrias cinematográfica e audiovisual.

Através de uma agenda de parcerias estratégicas, a organização pretende projetar o património elvense junto de decisores e criativos do setor.

Este ciclo de promoção começa já em janeiro, com a participação na Conferência do Audiovisual Português.

Em fevereiro, o Elvas Film Office junta-se ao Município de Elvas na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa, para um dos momentos mais aguardados do ano: a apresentação oficial da sua plataforma digital.

A programação prossegue em março, no contexto local, com a Mostra de Cinema de Elvas. Além da exibição de obras, o Film Office promoverá uma reflexão sobre o Alentejo enquanto fonte de inspiração para a sétima arte, complementada por uma exposição fotográfica.

O mês de abril será marcado por duas frentes de grande relevo no circuito dos festivais. No IndieLisboa, um dos mais prestigiados festivais de cinema do país, Elvas terá um momento exclusivo de networking através de um cocktail gastronómico, destinado a aproximar a identidade elvense aos produtores e realizadores nacionais e internacionais. Simultaneamente, o Elvas Film Office reafirma o seu apoio à criação de novos conteúdos no Festival Prémios Curtas, onde será responsável pela entrega do prémio ao Melhor Argumento.

Com este roteiro de iniciativas – ainda com mais atividade por anunciar – Elvas assume-se em 2026 como um cenário vivo e dinâmico, pronto para acolher produções que transformem a riqueza histórica e natural da região em narrativas cinematográficas de impacto mundial.

Monforte: Bonecos de Santo Aleixo vão ganhar Centro Interpretativo

Uma das ambições do executivo do Município de Monforte, para este ano de 2026, é a construção de um Centro Interpretativo dos Bonecos de Santo Aleixo.

Dizendo que este é um “património muito significativo”, o presidente da Câmara Municipal de Monforte, Miguel Rasquinho, explica que o futuro espaço museológico a nascer naquela freguesia virá a ser instalado num antigo mercado. “Existe um espaço naquela freguesia, o espaço do antigo mercado, que está devoluto há já alguns anos, que não tem utilização, e que iremos requalificar para criarmos ali aquele centro interpretativo”, começa por dizer. Com este projeto, adianta o autarca, procura-se, “de uma vez por todas, dizer que os bonecos de Santo Aleixo são mesmo desta freguesia do concelho de Monforte”, assegura.

Para além disso, a autarquia pretende avançar com a criação de dois museus. “Na freguesia de Monforte, é nossa intenção criarmos um Museu de Arte Sacra, uma vez que o município dispõe de uma panóplia de arte ligada à Igreja, e também a criação de um Museu da Memória Municipal, aproveitando tudo aquilo que é o artesanato de Monforte, aquele artesanato que também anda um pouco disperso por vários locais do município e concentrarmos no museu, criando aqui este Museu da Memória Municipal”, explica ainda o presidente.

Quer o Centro Interpretativo do Boneco de Santo Aleixo, quer os Museus de Arte Sacra e da Memória Municipal ainda se encontram em fase de projeto.  

Orçamento Municipal de Vendas Novas para 2026 prevê intervenções nas áreas da habitação e educação

O Orçamento Municipal de Vendas Novas para 2026, no valor de cerca de 17 milhões de euros, foi aprovado por maioria na reunião de Câmara de 23 de dezembro, com a abstenção do PS.

A estes 17 milhões junta-se ainda o valor do saldo de gerência, isto é o valor que não foi executado em 2025, de cerca de 3 milhões de euros, começa por explicar o presidente da Câmara, Ricardo Videira, que assegura que grande parte do orçamento “está comprometido com aquilo que são as despesas correntes e o funcionamento normal do município, que inclui os salários dos trabalhadores, a água e a energia. O que sobra divide-se em duas rubricas principais: o plano de atividades municipal e o plano plurianual de investimentos”, revela.

O plano de atividades municipal inclui “aquelas pequenas iniciativas do município e também algumas despesas que são inerentes ao próprio funcionamento e das quais é impossível fugir, como as despesas e os transportes escolares”.

Por outro lado, ao nível do plano de atividades municipal, Ricardo Videira destaca algumas “novidades importantes do ponto de vista das iniciativas deste novo executivo”: “a criação de um banco de ajudas técnicas, que é o espaço que servirá para acondicionar equipamentos de apoio à saúde como cadeiras de rodas, canadianas para alguém que precise de usar pontualmente e que nós possamos ter para emprestar, a preparação individualizada de medicamentos para idosos, ou seja, a separação por dia, por hora e por tipologia de medicamentos, para que não haja enganos nas tomas, e também um sistema de teleassistência de monitorização de idosos que se encontram instalados, sobretudo para idosos que estejam a viver sozinhos e que em caso de alguma emergência possam acionar com um mecanismo automático e terem uma própria monitorização dos seus sinais vitais à distância”.

Um valor “bastante significativo” do orçamento será alocado à requalificação de estradas, à execução de passeios, à requalificação de parques infantis, “que não se encontram em condições de utilização, e à renovação da frota e dos equipamentos que estão ao serviço dos trabalhadores no estaleiro municipal.

“Existem, depois alguns investimentos importantes na habitação, em que temos a necessidade de acelerar, por um lado, os procedimentos e, paralelamente, promover habitação a custos controlados por parte do município. Vamos tentar ainda resgatar alguns dos projetos que temos de habitação social, que não foram executados em três exercícios ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e tentar candidatá-los noutras linhas de financiamento. Temos isso como objetivo muito claro já para 2026”, adianta Ricardo Videira.

Na área da educação, a autarquia tem um “grande projeto em desenvolvimento”: a requalificação da Escola Básica nº1 e da Escola Secundária de Vendas Novas. “É um projeto que está em desenvolvimento em 2026, para executar a partir de 2027, com um horizonte temporal de qautro anos (dois anos para cada escola). Se as coisas correrem conforme prevemos, iniciando em 2027, previsivelmente poderemos estar em condições de concluir em 2030 a requalificação das escolas”, explica o presidente do município

A requalificação das escolas do concelho é uma das prioridades da autarquia, tendo em conta “o aumento gradual do número de estudantes em Vendas Novas, que decorre fundamentalmente do processo migratório, não só de origem externa, mas também de origem nacional”. “Nós temos necessidade de requalificar as escolas que foram fechadas há alguns anos na periferia da cidade e aqui destacaria a escola dos Campos da Rainha, que vai ter uma requalificação que pretendemos iniciar ainda em 2026 e também vamos iniciar os projetos de requalificação da escola de Bombel, com o objetivo de poder intervencionar a partir de 2027. Portanto, o parque escolar é um objeto de uma intervenção muito importante em 2026, para além, obviamente, daquilo que é a sua manutenção e investimentos mais recorrentes”.

Ricardo Videira diz ainda que este “é um orçamento de ambição, de reposição de funções básicas do princípio, mas também um orçamento que projeta o futuro”. “Se conseguirmos resolver, estruturalmente, a habitação em Vendas Novas e resolver, estruturalmente, o tema da educação em Vendas Novas, estaremos em condições de nos próximos anos projetar o futuro e ir mais longe em outras áreas que são também elas importantes para o futuro da nossa terra”, conclui o autarca.  

Incêndio causa prejuízos em vivenda em Campo Maior: morador acolhido na Santa Casa da Misericórdia

Um incêndio deflagrou, durante a madrugada desta terça-feira, 20 de janeiro, numa vivenda, em Campo Maior.

O incêndio, cujo alerta foi dado às 00h10 e que foi extinto cerca de meia hora depois, causou prejuízos apenas na cozinha da habitação, sendo que arderam diversos eletrodomésticos e uma mesa.

O único morador desta vivenda, um homem de 60 anos, acabou por ser alojado temporariamente nas instalações da Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior, até estarem reunidas as condições para regressar à sua habitação.

Foram mobilizados para a ocorrência 11 operacionais, entre Bombeiros Voluntários de Campo Maior e GNR, apoiados por cinco viaturas.

Município de Elvas prepara alargamento da zona industrial e intervenções em todas as escolas do concelho

Ainda que a habitação seja a grande prioridade do Município de Elvas para este mandato (ver aqui), há outras áreas em quais a autarquia pretende, até 2029, fazer fortes investimentos.

Uma delas, tal como refere o vice-presidente Nuno Mocinha, diz respeito à zona industrial da cidade: “vamos avançar com a ampliação da zona industrial de Elvas, criando novas condições para que empresas se instalem, cresçam e criem emprego”.

Assegurando que cada empresa que escolhe Elvas “é uma vitória coletiva”, Mocinha diz que cada posto de trabalho criado traduz-se em “uma família com mais segurança” ou num “jovem que não precisa de partir”. O crescimento da zona industrial “será acompanhado pela valorização do espaço urbano, pela requalificação das zonas comerciais, pela melhoria da mobilidade, da segurança e da qualidade do espaço público”.

Já na área da educação, a Câmara Municipal prevê intervir em todas as escolas do concelho. “Estamos a desenvolver projetos para intervir em todas as escolas do nosso concelho, sem exceção, do pré-escolar ao ensino superior”, assegura o vice-presidente do Município de Elvas, que garante que o objetivo é ter-se “escolas mais modernas, mais seguras, mais inclusivas e mais preparadas para os desafios do presente e do futuro”.

Quanto ao Hospital de Santa Luzia, o autarca diz que não se pode aceitar o seu “esvaziamento”, a perda de especialidades e a saída de profissionais, lembrando que este não é apenas um mero edifício, mas um “pilar essencial da dignidade de quem aqui vive”. “Continuaremos firmes, exigentes e determinados na defesa de um hospital com respostas, com médicos, com enfermeiros e com serviços de qualidade”, garante.

Por outro lado, Mocinha realça que afirmar a força económica de Elvas, tendo em conta a sua localização estratégica, é outra das prioridades do município. “Estamos na fronteira, somos porta de entrada, ponto de ligação entre territórios, mercados e pessoas. Essa posição é uma oportunidade que estamos a transformar em estratégia, para atrair investimento, criar emprego, reforçar a competitividade e projetar Elvas como um território de oportunidades capaz de crescer sem perder a sua identidade. Ao mesmo tempo, continuamos a investir na ação social, no apoio às associações, nas freguesias rurais, no ambiente e na eficiência energética”, adianta.

Relativamente ao património, Nuno Mocinha recorda o investimento que a autarquia tem vindo a fazer, entre outros, na reabilitação do Aqueduto da Amoreira. “Estamos a investir fortemente na recuperação e valorização do nosso património histórico e arquitetónico. É disso o exemplo a reabilitação do aqueduto da Amoreira, a valorização de espaços históricos, a criação de novos equipamentos culturais e museológicos. São investimentos que ligam gerações, que educam, que potenciam o turismo e reforçam o orgulho em sermos elvenses”, remata.