Proteção Civil alerta para agravamento do tempo

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê, para os próximos dias, um agravamento situação meteorológica em Portugal continental devido à depressão MARTINHO, com precipitação, por vezes forte e persistente, vento e agitação marítima, destacando-se:

– Precipitação, por vezes forte e persistente, podendo ser de granizo e acompanhada de trovoada, em especial nas regiões do litoral Centro e Sul;

– Vento forte, com rajadas até 75km/h na generalidade do território, podendo atingir os 120km/h nas terras altas. Condições favoráveis à ocorrência de fenómenos extremos de vento, sobretudo nas regiões Centro e Sul;

– Agitação marítima forte a sul do Cabo Mondego;

– Queda de neve nos pontos mais altos da Serra da Estrela.

Em particular deve ter-se em atenção as Bacias do Guadiana – As afluências a Monte Novo poderão aumentar. Pode ocorrer um aumento dos caudais no rio Guadiana e Bacia do Tejo – nas bacias urbanas poderá ocorrer uma subida de caudais, possibilidade de inundações;

– Bacias urbanas e ribeiras do Oeste – de acordo com os valores de precipitação horária obtidos das previsões meteorológicas, nas bacias urbanas (Cascais, Oeiras, Lisboa, Loures, Odivelas, Setúbal) poderão ser atingidos caudais com um período de retorno entre os 5 e 10 anos;

– Bacia do Sado – possibilidade de subida dos caudais afluentes às barragens. Os caudais no rio Sado poderão aumentar;

Casa Museu Interativa de Borba abre portas para prova e degustações de vinhos e azeite da Casa Relvas

A Casa Museu Interativa de Borba abre as portas da Adega da cidade este sábado, dia 22 de março, às 17h, para uma edição de prova e degustações de vinhos e azeite da Casa Relvas. As inscrições para o evento estão abertas e são limitadas.

Sendo o avô um dos fundadores da Adega Cooperativa de Borba, Maria Teresa Rézio que juntamente com a sua prima, Maria Amélia Rézio, decidiram abrir, em 2021, um museu dedicado ao vinho de talha, produzido antigamente, no espaço vínico. “O sítio onde a prova vai decorrer é um museu dedicado à produção de vinhos de talha, era uma antiga adega onde se produzia este vinho até 1957, altura que foi fundada a Adega Cooperativa de Borba” começa por explicar, uma das responsáveis, Maria Teresa Rézio. “A nossa Adega deixou de laborar, no entanto, manteve-se intacta até aos dias de hoje, e nós, a família, eu e uma das minhas primas (Maria Amélia Rézio) decidimos abrir um museu” acrescenta.

Maria Teresa Rézio reforça que o museu tem “um cariz tecnológico, nomeadamente, a realidade aumentada, com fim de esclarecer o processo de produção do vinho de talha”. No espaço museológico existem três salas: uma que explora a área digital, uma outra que é denominada como sendo exposição convencional (onde se fazem não só provas de vinhos, mas também iniciativas de âmbito cultural) e, por fim, a sala destinada à multimédia. Para além destas divisões, o edifício histórico ainda possui “um pátio, onde será realizada, se o tempo permitir, a prova de vinhos”.     

O objetivo da Casa Museu Interativa de Borba passa por não só dar a conhecer a constituição deste vinho, como também, ser um veículo cultural nas mais diversas iniciativas. “Fazemos exposições, trazemos artistas locais, quais achamos que têm alguma importância para a nossa região (…) depois queremos dar a conhecer todos os produtores locais de vinho”, realça Maria Teresa Rézio.

Relativamente a mostra e prova dos produtos da Casa Relvas, a responsável adianta que esta “tem um impacto um bocadinho maior, porque na realidade é uma casa com um nome mais conhecido”.

O bilhete para o evento tem o custo de 15 euros, no qual está incluída a degustação de petiscos regionais, além da prova de vinhos e azeite e a devida explicação de cada vinho.

Uma vez que o espaço onde vai decorrer o convívio é limitado, conseguindo albergar entre 30 a 40 pessoas, é necessária a realização de inscrição para o email geral@emrezio.pt ou através do contacto 925 076 864.

A prática deste tipo de eventos, na Casa Museu Interativa de Borba, tem como propósito “dar a conhecer o que existe ao redor, criar um ambiente intimista, onde as pessoas possam estar à vontade e possam conviver umas com as outras, o que tem resultado bem e dar azos para continuar com este projeto” conclui Maria Teresa Rézio.

Museu itinerante de reflexão sobre a história e cultura cigana vai ser promovido em Monforte

O município de Monforte recebe no próximo dia 25 de março a atividade Lungo Drom (A Longa Viagem, em romanon), um museu itinerante que promove a reflexão sobre a história e cultura cigana, especialmente no Alto Alentejo. A coleção resulta de residências artísticas em Portalegre e inclui cinema de animação, peças radiofónicas, cerâmica, música, fotografia e dança, desconstruindo estereótipos e fomentando a aproximação entre comunidades.

O projeto Lungo Drom é promovido pela UmColetivo – Associação Cultural e apoiado pela iniciativa PARTIS & Art for Change.

De forma a enriquecer esta exposição e valorizar as tradições ciganas, no âmbito da atividade 14 “Ateliers Vida Ativa”, integrada no Eixo 4 – Desenvolvimento Social, Capacitação Comunitária e Intervenção em Contextos de Emergência Social e de Cenários de Exceção do CLDS-5G Monforte, estão a ser dinamizados ateliers com famílias ciganas.

Nos dias 24 de fevereiro e 10 de março, a Operação Integração: Unidos Promovemos a Inclusão 5G Monforte (IUPI 5G Monforte) dinamizou, no Edifício Sociocultural, duas sessões do atelier com o tema “Ouvir e Contar”, contando com a participação do mediador Rui Salabarda e da atriz Cátia Terrinca.

Esta atividade teve como principal objetivo enriquecer a exposição e valorizar as tradições ciganas, promovendo o seu reconhecimento e a sua preservação cultural, estimulando a imaginação vocal e a prática da narração de histórias, utilizando contos ciganos como meio para promover a partilha e transmissão de saberes ancestrais.

Com uma abordagem inclusiva, participativa e sustentável, estes ateliers têm contribuído de forma significativa para o bem-estar da comunidade cigana, fortalecendo o seu sentido de identidade e promovendo a valorização das suas tradições culturais. A atividade visa, assim, reforçar o reconhecimento da herança cultural cigana e fomentar uma maior integração social.

Semana da Bolota volta a dinamizar a gastronomia do concelho de Montemor-o-Novo

Decorre até domingo, dia 23 de março, a 9.ª edição da Semana da Bolota, em Montemor-o-Novo, organizada pelo Município, no âmbito da estratégia ambiental SMEA. Por esta ocasião, restaurantes, pastelarias e panificadoras irão apresentar uma variedade de pratos e produtos, todos confecionados com bolota.

“Os montados do nosso território e do nosso concelho têm um recurso natural excelente, que é a Bolota. Foi muitas vezes subestimado, mas é um verdadeiro tesouro da nossa região, é um produto muito rico em nutrientes essenciais, como fibras, proteínas e gorduras saudáveis. Por isso é uma fonte alimentar sustentável e que tem um alto valor nutricional”, começa por dizer o presidente da Câmara de Montemor-o-Novo, Olímpio Galvão.

“Nesta 9ª edição da Semana da Bolota, temos a participação de muitos restaurantes, pastelarias e panificadoras que apresentam uma variedade de pratos e de produtos deliciosos, todos confecionados com a bolota”, acrescenta o autarca, convidado todos a “conhecer e experimentar estes sabores inovadores de um produto fabuloso”.

“Até 21 de março, vamos ter exposição ‘Biblioteca com Companhia’, para descobrir as diferentes árvores que dão a bolota e qual a forma de aproveitar, este excecional alimento que é a bolota. Durante a semana, também, no átrio da Câmara Municipal, está disponível uma instalação com o mesmo nome, para quem entrar nos Paços do Concelho conhecer também um pouco deste produto. A biblioteca tem um espaço de leitura e construção de bolotas em tapeçaria. No Mercado Municipal, temos a exposição denominada o ‘Alimento dos Homens Invencíveis, as suas receitas’, que são receitas com bolotas, que misturam tradição e inovação”, revela ainda o autarca.

“Esta é mais uma semana de dinâmica gastronómica do nosso concelho. É uma semana que muita gente já está habituada e que visita todo o concelho de Montemor-o-Novo para provar esta iguarias de bolota, que é um super alimento e que devemos dinamizar ainda mais, porque as suas características são excelentes”, remata Olímpio Galvão.

“Danças, cantigas e brincadeiras” levou crianças de 1ºciclo de Campo Maior a divertirem-se com cultura popular

A companhia Catrapum Catrapeia trouxe até ao Centro Cultural, na passada segunda-feira, dia 17 de março, a peça “Danças, cantigas e brincadeiras”, integrada na iniciativa de março “Mês do Teatro”, com duas sessões dirigidas ao primeiro ciclo do Agrupamento de Escolas de Campo Maior.

Durante a apresentação, as crianças foram convidadas a brincar, cantar e dançar de modo a vivenciar a cultura popular de diversas partes do mundo. Com estes ritmos de brincadeiras, a peça promove a coordenação motora, a memória e a expressão corporal.

Já se iniciaram as obras do Cine-Teatro Municipal de Elvas

O Município de Elvas já iniciou a obra de reabilitação do Cine-Teatro Municipal.

A obra consiste na requalificação e modernização desta infraestrutura cultural, com intervenção ao nível da cobertura, espaços interiores, como os camarins, promovendo a melhoria do conforto, tanto para os espectadores, como para todos os agentes da área da cultura.

A intervenção pressupõe ainda a renovação dos acabamentos dos diferentes espaços do edifício, dos elementos da envolvente exterior do edifício, através da execução de uma parede em gesso cartonado com isolamento, alteração das cadeiras da plateia, renovação do sistema de AVAC e respetivo equipamento, entre outras alterações pontuais.

A empreitada, no valor de mais de dois milhões de euros, inclui ainda a renovação de todo o equipamento audiovisual e mobiliário.

A obra tem um prazo de execução previsto de 18 meses.

Rosinha e a presença de Campo Maior na BTL: “as pessoas ficam admiradas com a qualidade do nosso projeto turístico”

À semelhança dos outros municípios da região e do país, também o de Campo Maior esteve representado, ao longo dos últimos dias, naquele que é o maior certame nacional dedicado ao turismo: a Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL).

No evento, a Câmara Municipal, através do presidente, Luís Rosinha, teve oportunidade de dar a conhecer a edição deste ano da Feira Nacional de Olivicultura, a ter lugar em Campo Maior, no final de maio.

Lembrando que é a partir da Primavera que Campo Maior e a região mais turistas recebem, o autarca garante que, da participação no evento, o município “traz sempre muito”. “Trazemos uma energia vibrante e tenho de dar uma palavra aos nossos técnicos de turismo, porque eles representam muito bem o município onde querem que marquem presença”, começa por dizer.

“As pessoas ficam claramente admiradas com a qualidade do nosso projeto turístico do concelho, muito consolidado, o que faz com que nos dê ainda mais vontade de crescer, desse ponto de vista, e marca a imagem de concelho cheio de cor e cheio de alegria, para todos aqueles que nos visitam”, diz ainda Luís Rosinha.  

O Município de Campo Maior esteve até este domingo, 16 de março, representado em mais uma edição da BTL, integrado na área da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, destinado nacional convidado, este ano, do evento.