IEFP adapta-se à pandemia e conseguiu dar resposta a desempregados e empresas

iefp-1A pandemia Covid-19 influenciou um pouco todas as instituições, que foram obrigadas a rever o seu método de trabalho e adaptar-se aos novos tempos.

No caso do Instituto de Emprego e Formação Profissional, e como explica o delegado regional do Alentejo, Arnaldo Frade, foi necessário as pessoas adaptarem-se ao teletrabalho, mas mesmo assim conseguiram dar resposta às necessidades das entidades, algo que foi feito com sucesso”, uma vez que “foi conseguido proteger os trabalhadores e ao mesmo tempo ter níveis de resposta aos utentes muito satisfatórios”.

A formação profissional tem uma dimensão muito mais prática e seria mais complicada à distância, no entanto, o IEFP “preparou esse processo e envolveu os formandos desempregados, sobretudo, na formação profissional à distância, passando depois para o regime misto, com aulas a distância com matérias em que é possível fazê-lo, e depois os serviços de formação aos poucos começaram a retornar a formação presencial, com os formandos a retornar, aos espaços da instituição, com todas as medidas de segurança”.

Já na área do emprego e segundo Arnaldo Frade, a instituição organizou-se “ainda em teletrabalho, no sentido de que as candidaturas às várias medidas, que tinham de ser aprovadas rapidamente tivessem um resposta célere”, algo que foi conseguido.

Para Arnaldo Frade “foi feito um esforço muito grande e uma adaptação, e tudo tem corrido bem, quer do ponto de vista da proteção das pessoas relativamente ao contágio, quer do ponto de vista de ajudar as pessoas nas várias situações”.

Instituto de Emprego e Formação Profissional que se adaptou à pandemia e conseguiu dar resposta tanto a desempregados como a instituições, a vários níveis.