Quercus recebe cerca de 500 animais durante o confinamento

Foto: Quercus.pt
Foto: Quercus.pt

Os Centros de Recuperação de Animais Selvagens (CRAS) da Quercus não pararam durante o confinamento e receberam 437 animais, de mais de 87 espécies, que têm vindo a ser recuperados para posteriormente serem devolvidos ao seu habitat natural.

Nuno Sequeira, da Quercus, explica que “estes centro existem a nível nacional e procedem à recolha de animais que se encontram feridos ou doentes”.

“Cerca de metade dos animais consegue recuperar nestes centros e são devolvidos. Os que não reúnem capacidades para regressar ao meio ambiente são colocados em espaços adequados para passarem o resto das suas vidas”, sublinhou.

As espécies mais afetadas são as cegonhas, corujas, águias, abutres, ouriços, lontras e texugos. Algumas destas espécies têm um estatuto de conservação elevado, tal como o Abutre-preto, o Milhafre-real, o Açor, o Falcão-Peregrino, e o Falcão-abelheiro, entre outras. Estes animais foram recolhidos pelo SEPNA (GNR), pelos vigilantes da natureza do ICNF e, em menor número por particulares.garante que o grupo mais afetado no meio ambiente “é o das aves

Os Centros de Recuperação de Animais Selvagens da Quercus pertencem à rede Rede Nacional de Centros de Recuperação de Fauna e existem em três pontos do nosso país: Castelo Branco, Cadaval e Vila Nova de Santo André.