Médicos internos são “o futuro da região Alentejo”

DSC_1672O diretor do internato médico do Hospital Infanta Cristina, em Badajoz, Remigio Torres, é um dos oradores presente hoje no 5º encontro de médicos internos do Alentejo, que está a decorre na cidade de Elvas.

Segundo Para Vera Escoto, diretora clínica da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA), “o intercâmbio existente entre Portugal e Espanha é muito importante e deve ser alargado a Cáceres”.

Para José Robalo, presidente da Administração Regional de Saúde do Alentejo, estes encontros pretendem proporcionar “uma maior disponibilidade para que os internos se fixem na região”.

João Moura Reis, presidente da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano, refere que “estes encontros permitem a partilha das diferentes realidades da região”.

O encontro está a decorrer no Centro de Negócios Transfronteiriço de Elvas.

Em Portugal, um médico interno é aquele que se encontra num período de formação pós-graduada que conduz à obtenção da especialidade. Esse período inicia-se após a conclusão do curso e pode durar entre 5 a 7 anos, consoante a especialidade. No final do internato, os médicos passam a ser especialistas.

No Alentejo há atualmente cerca de 400 médicos internos distribuídos por 14 a 16 especialidades médicas dos hospitais e centros de saúde da região.