RASTREIO GRATUITO EM PORTALEGRE E CASTELO DE VIDE

RastreioColonMarço é o mês europeu do Cancro do Colo-Rectal, doença que mata, em média, 11 portugueses por dia.

Farmácias de Portalegre e Castelo de Vide aderem

Até 31 de março, seis farmácias de Portalegre e uma de Castelo de Vide, proporcionam à população um rastreio gratuito a este cancro.

Vítor Neves, presidente da EUROPACOLON, Associação Portuguesa Contra o Cancro do Intestino, explicou que “em primeiro lugar as farmácias são dos elos em que as pessoas têm mais confiança, uma vez que há um fator de proximidade (…) procuramos chegar aos pacientes, informando-os e permitir o acesso gratuito ao rastreio”.

O CANCRO COLO-RECTAL

O cancro do cólon e/ou do recto é, também, chamado cancro colo-rectal. O cancro colo-rectal é um dos tipos de cancro mais comum nos homens (tal como o cancro da pele, próstata e pulmão) e nas mulheres (tal como o cancro da pele, pulmão e mama).

Os investigadores continuam a estudar o cancro colo-rectal, para saberem mais sobre a doença; estão a tentar descobrir as suas causas e a explorar novos modos de o prevenir, detectar e tratar.

O CÓLON E O RECTO

O cólon e o recto fazem parte do aparelho digestivo; formam um longo tubo muscular, chamado intestino grosso. O cólon é a primeira porção do intestino grosso (120 a 150 cm) e o recto a última parte (10 a 12 cm). A parte do cólon que se une ao recto, é o cólon sigmóide. A parte que se une ao intestino delgado, é o cego.

Os alimentos, parcialmente digeridos, entram no cólon, vindos do intestino delgado. No cólon, a água e os nutrientes são removidos dos alimentos e o restante é armazenado, como desperdício. Esse desperdício passa do cólon para o recto e, depois, para fora do organismo, através do ânus.

O cancro que tem início no cólon, chama-se cancro do cólon e o cancro que tem início no recto, chama-se cancro rectal. O cancro que afecte qualquer um destes órgãos pode, também, ser chamado de cancro colo-rectal.

Quando o cancro colo-rectal se dissemina, ou metastiza, para fora do cólon ou do recto, as células cancerígenas são, muitas vezes, encontradas nos gânglios linfáticos vizinhos. Se as células cancerígenas já tiverem atingido estes gânglios, é provável que se tenham disseminado, também, para outros gânglios linfáticos, ou mesmo para outros órgãos, como o fígado.

(In Liga Portuguesa Contra o Cancro)