Elvas: Processo de Injúrias ao Presidente Reaberto

CarlosCostalCarlos Costal (na foto), o homem que foi detido aquando das celebrações do 10 de junho, em Elvas, por alegadamente, ter difamado o Presidente da República, pode ir novamente a tribunal.

Na altura, a 9 de junho de 2013, Carlos Costal foi detido por injúrias ao Presidente da República e condenado pelo tribunal de Elvas a 200 dias de multa, ao valor de 6,50 euros por dia, totalizando 1.300 euros.

Agora o ministério Público quer levá-lo novamente a tribunal, uma vez que a sentença foi anulada por causa de uma irregularidade e foi instaurado um novo inquérito. “O primeiro julgamento foi anulado devido ao facto de eu ter sido julgado num processo sumário e o crime de que eu estou acusado não é passivel de ser julgado dessa forma”, esclareceu.

“Sinto-me muito injustiçado e discriminado”

À Rádio Campo Maior, Carlos Costal, natural de Campo Maior, revela-se injustiçado e discriminado, considerando que “a justiça não é igual para todos”, ao mesmo tempo que  diz estranhar a persistência relativamente a este processo.

Após a anulação do primeiro julgamento, Carlos Costal está agora a preparar a sua defesa. Nesta altura decorre novo inquérito para apurar os factos ocorridos a 9 de junho aquando da chegada de Cavaco Silva ao Rossio de S. Francisco, junto ao conhecido aqueduto da cidade, onde decorriam as cerimónias militares, no âmbito das comemorações do 10 de junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.