Preços dificultam o acesso a imunoterapias contra o cancro

Mara Constantino052018Com o número de casos de cancro a subir em todo o mundo, este é cada vez mais um setor apetecível para as farmacêuticas. Mas, em vez de descerem, os preços dos novos fármacos estão a subir de forma descontrolada.

A jurista da DECO, Mara Constantino, refere que apesar dos avanços científicos, da maior qualidade e esperança de vida e da crença acalentada por muitos de o cancro vir a converter-se numa doença crónica, esta continua a ser uma das principais causas de morte em todo o mundo. Mais acesso a tratamentos verdadeiramente inovadores é o caminho na luta contra a doença. Mas o acesso depende do preço, negociado país a país pelas farmacêuticas.

O que Portugal paga não é o mesmo que pagam os vizinhos europeus ou sequer os países de outros continentes. As oscilações em todo o mundo podem ir de 28% a 388%, segundo um estudo publicado na revista Lancet Oncology. Mas, qualquer que seja o preço, o Serviço Nacional de Saúde trata os doentes de forma gratuita.

A imunoterapia tem como objetivo executar um ataque cirúrgico contra a doença.

As vacinas, administradas para evitar doenças, e a dessensibilização, usada para reduzir ou eliminar as reações alérgicas, são as formas mais conhecidas de imunoterapia.

Para saber mais sobre a imunoterapia, pode aceder ao site da DECO em deco.proteste.pt.

Oiça as declarações nos noticiários.

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