Marcha Lenta apela ao Estado intervenções na EN 371 e EN 373

DSC_0013Cerca de 60 viaturas percorreram esta tarde, 24 de Maio, 20 quilómetros em marcha lenta na EN 373 para assinalar a grande taxa de sinistralidade desta via que liga Campo Maior a Elvas e também a sinistralidade da EN 371, que faz a ligação a Arronches.

A partida fez-se da praça da república em Campo Maior. Muitos dos participantes decidiram colocar lenços brancos nas viaturas, para demonstrar a fatalidades da estrada e apelar ao Governo que tome medidas concretas quanto à circulação das EN 373 e 371.

Pedro Murcela, presidente da Assembleia Municipal de Campo Maior, refere que a futura plataforma logística vai trazer mais tráfego de pesados. Acrescenta que não basta a Estradas de Portugal intervir, os próprios condutores têm de ter cuidado na condução.

“Para andarmos melhor nesta estrada não basta apenas as entidades competentes, como as Estradas de Portugal tomar atitudes. Os condutores têm de tomar cuidado. Os perigos são o traçado da estrada, as curvas apertadas, a estrada estreita para a circulação de camiões. A variante vai resolver alguns problemas, mas com a plataforma logística o trânsito de pesados de mercadorias vai ser maior”, indicou.

João Carrilho, da Comissão de Utentes da Rede Viária do Caia, lembrou uma fatalidade que serviu como causa para a criação desta comissão e desta marcha lenta, e indicou que não há um quilómetro entre Elvas e Campo Maior livre de sinistros.

A poeta campomaiorense São Silveirinho, foi uma das responsáveis desta ação, onde espera no futuro uma requalificação destas duas estradas nacionais.

A Autarquia de Campo Maior, bem como a Comissão de Utentes da Rede viária do Caia tem agendada uma reunião para o início de Junho com as estradas de Portugal para discutir a sinistralidade destas duas vias.

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