Primeiro Festival Ibérico do Javali, de 23 e 25 de fevereiro em S. Marcos do Campo

2018-02-23_festival-javali_topCriada no século XIII, a aldeia de S. Marcos do Campo, nascida junto ao Degebe e com pouco mais de 800 habitantes, é uma das mais ricas da região em recursos cinegéticos. Não é por acaso que é ali que se estreia o primeiro Festival Ibérico do Javali, que vai juntar entre 23 e 25 de fevereiro, caça, gastronomia, produtos locais e música.

O evento é uma organização conjunta da freguesia e do município de Reguengos de Monsaraz e inclui um colóquio “O javali e os seus impactos no ecossistema e na gastronomia”, que vai decorrer a 23 na Casa Paroquial de S. Marcos do Campo. Moderado por Jorge Nunes, Vereador da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, terá intervenções de Jacinto Amaro, Presidente da Federação Portuguesa de Caça (Fencaça), João Cordovil e Fernando Rosa Dias, da Herdade da Contenda, Mário do Carmo, investigador da Universidade de Lisboa, Pedro Vitorino, diretor da Revista Caça e Cães de Caça, e Mónica Cunha e Margarida Duarte, do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária.

Na manhã seguinte é possível participar numa montaria ao Javali, que começa às 9h00 e ao final da tarde o chef Carlos Galhardas, diretor criativo na empresa Miguel Laffan, do chef do restaurante L’And Vineyards premiado novamente no ano passado com uma estrela Michelin, vai fazer um showcooking intitulado “Paladares do Montado”.

O festival é animado durante os 3 dias com a participação do Grupo Coral Os Amigos do Cante Alentejano de S. Marcos do Campo, a fadista Teresa Tapadas, o Grupo Coral Os Bel’Aurora de Campinho e os grupos de música tradicional alentejana EnCanta Modas e Al-Canti, Grupo Coral Gente Nova de Campinho e Brisas do Alentejo.

Para José Calixto, presidente da Câmara de Reguengos de Monsaraz, a iniciativa pretende valorizar a economia local e os elementos distintivos daquela região.

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